Opet INspira: o universo criativo por trás da plataforma educacional da Editora Opet

Uma plataforma educacional como a INspira, da Editora Opet, é resultado de muito conhecimento. Na verdade, é uma soma de saberes específicos, técnicos, teóricos e práticos, que permite a transformação do seu computador ou do seu smartphone em uma poderosa ferramenta de conhecimento.

Muitas vezes, ao acessar plataformas como a INspira, pensamos que os conteúdos “nascem ali”, ou seja, que são criados pelas mesmas pessoas que desenvolvem e programam os aplicativos, vídeos e áudios. Essa percepção é natural: afinal, está tudo à mão, tão perto e tão fácil de acessar, que a gente nem desconfia da quantidade de pessoas e das conexões que estão por trás de todo o processo.

Roger Wodzynski é o técnico audiovisual responsável pelo registro, tratamento e edição de todos os conteúdos multimídia disponíveis da plataforma educacional Opet INspira. Ele comanda o estúdio da Editora, um centro de produção com recursos de última geração. Em contato direto com Luciano Rocha e Cristina Chagas – o time de Tecnologias Educacionais da Editora –, ele desenvolve os projetos. “Toda a produção de conteúdo digital da plataforma Opet INspira parte de um mapeamento elaborado no planejamento estratégico que foi desenvolvido para a concepção e evolução da plataforma”, explica.

Roger Wodzynski: produção audiovisual da plataforma INspira é um processo cuidadoso.

“Os conteúdos são definidos pelos nossos editores, tomando por base os conteúdos dos materiais didáticos e o objetivo que se pretende com o objeto. Ele pode reforçar um determinado conceito ou expandir o conteúdo apresentado no livro impresso. A partir desse mapeamento, definimos qual o melhor formato para cada objeto”, conta Roger.

Integração – O que difere uma ferramenta digital de uma plataforma digital é a quantidade de recursos e, principalmente, a integração entre eles. Uma plataforma organiza e relaciona – “faz dialogar”, enfim – várias ferramentas que são desenvolvidas por muitas pessoas.

Os conteúdos da INspira, explica o coordenador de Tecnologias Educacionais da Editora, Luciano Rocha, também envolvem a participação de especialistas externos. Tudo, porém, começa “em casa”, a partir de demandas do próprio setor editorial (do qual as Tecnologias Educacionais são parte) e do setor pedagógico.

“Os conteúdos são elaborados pelos nossos editores a partir de reuniões e conversas entre a toda equipe editorial. Nelas, se define o melhor formato para cada objeto, que pode ser um vídeo, um áudio, uma imagem, uma apresentação em formato Power Point, um quiz, um simulador ou um game”, conta Luciano.

Cada tipo de objeto implica um fluxo de trabalho, um processo de produção e uma equipe próprios. “A produção de vídeos para a Educação Infantil, Ensino Fundamental – Anos Iniciais é feita internamente, em nosso estúdio. Os nossos editores criam baseando-se no mapeamento os roteiros para os vídeos, e o nosso estúdio cuida da parte técnica da produção”, explica.

Luciano Rocha: trabalho com a plataforma envolve várias etapas e um processo rigoroso de validação.

Um trabalho formidável, que envolve várias etapas – mapeamento, informações preliminares (briefing) ou roteiro, revisão e análise da linguagem, validação editorial do roteiro, produção, edição, revalidação do conteúdo, revisão do conteúdo, aprovação editorial e publicação na plataforma INspira – e toda a equipe editorial, dos coordenadores aos revisores, dos editores aos iconógrafos.

No caso do Ensino Médio, o trabalho é reforçado por um time de primeira: os professores do Colégio Opet, que participam, elaboram as aulas e atuam nas gravações das vídeo-aulas. “Os jogos digitais também são produzidos por nossa equipe interna, que conta com uma editora especialista da Educação Infantil, uma designer gráfica, a equipe da Tecnologia Educacional e os programadores”, conta Luciano.

Todo cuidado é pouco – Roger Wodzynski explica que a Editora Opet tem uma preocupação estratégica com a qualidade dos objetos educacionais colocados à disposição dos usuários. “As plataformas, redes sociais e canais como o Youtube estão abarrotados de conteúdos educacionais. Infelizmente, porém, a maior parte desses materiais não tem como referência fontes confiáveis, o que compromete totalmente a qualidade e até a segurança do ensino”, avalia.

“E é aí que reside o nosso diferencial: nossos conteúdos, aqueles que publicamos na plataforma INspira, têm qualidade didática e pedagógica. E, como estão alinhados aos materiais didáticos Opet Soluções Educacionais e Sefe, dialogam facilmente com as coleções e com a concepção pedagógica.”

Outra preocupação da equipe está em ajustar a linguagem aos objetos e, especialmente, à faixa etária dos usuários, que podem ser crianças ou adolescentes. “Nossa experiência na produção demonstra que alguns formatos de vídeos são mais aceitos do que outros. Uma vídeo-aula com o professor e lousa, por exemplo, é mais assertivo para estudantes do Ensino Médio. Já nos vídeos para os Anos Iniciais, o conteúdo deve ser apresentado de forma mais lúdica, o que torna a aula mais atraente aos estudantes”, explica Roger.

Em resumo: um trabalho incrível, resultado do esforço e da aproximação de pessoas que trabalham por uma educação digital da mais alta qualidade. E você, já conhece a plataforma educacional Opet INspira? Acesse agora!

Tecnologias digitais para uma nova escola

Você consulta o smartphone, acessa o desktop, envia uma mensagem via Whats e publica nas redes sociais. Todas essas ações são tão comuns em nosso cotidiano que a gente nem pensa a respeito. E, no entanto, há relativamente pouco tempo – alguns anos, na verdade – elas sequer existiam! Para uma trajetória de civilização de pelo menos sessenta séculos, pouco mais de uma década é quase nada. No entanto, as transformações são profundas!

As novas tecnologias, enfim, transformaram radicalmente as relações e a vida em sociedade. Uma mudança estrutural, que, é claro, também se reflete na educação.

Neste “novo mundo” digitalizado, é papel da escola ensinar aos estudantes sobre essas tecnologias e indicar a melhor forma de usá-las para diversos fins, como apresentação de trabalhos e desenvolvimento de projetos. É preciso, também, inverter o processo e aprender com os estudantes, que, muitas vezes, dominam as ferramentas digitais com muito mais facilidade. É, na verdade, um processo de troca que beneficia ambos os lados!

No caso específico das crianças, os professores devem trabalhar cuidadosamente para fazer com que as ferramentas sejam facilitadoras no processo de ensino-aprendizagem. Seja para deixar as aulas mais dinâmicas e interativas ou para melhorar a comunicação.

 

Principais tecnologias digitais educacionais

Trabalhar com tecnologias digitais na escola vai muito além de substituir o quadro negro por um painel multimídia, usar slides para explicar o conteúdo ou usar computadores nas aulas. Na verdade, a transformação digital não é apenas uma transformação de meios, mas de cultura – e esta percepção deve começar pelo professor e pelos gestores.

Existem diversas tecnologias digitais que servem para o desenvolvimento de métodos de ensino mais interativos e dinâmicos. Abaixo estão os principais:

  • Gadgets: são os aparelhos, o “hardware” – dispositivos eletrônicos portáteis, como smartphones, tablets, e-readers, lousa digital e mesas educacionais;
  • Softwares: são os programas, o “software” – eles permitem a criação e a leitura de aplicativos, jogos e livros digitais nos gadgets;
  • Ambientes virtuais de aprendizagem: são plataformas de ensino onde os professores disponibilizam atividades, vídeos, exercícios e demais conteúdos de aulas.

Essas tecnologias educacionais permitem o desenvolvimento de vários métodos e estratégias de ensino. Conheça os principais:

  • Gamificação: além do uso de jogos virtuais como ferramenta de ensino, a gamificação também propõe que o professor aplique os conceitos dos jogos, como etapas, pontuações, prêmios, avatares e desafios nas atividades realizadas no ambiente físico.
  • Stem: visando um melhor preparo da criança para o mercado de trabalho, a educação STEM (de Science, Technology, Engineering e Mathematics) propõe que a solução das atividades envolva sempre as disciplinas Ciências, Tecnologias, Engenharia e Matemática.
  • Sala de aula invertida: o aluno internaliza os conceitos essenciais da disciplina antes da aula, chega na escola preparado para discutir as informações adquiridas previamente e esclarece possíveis dúvidas com o professor.
  • Aprendizagem baseada em problemas: ao utilizar essa estratégia, o professor reúne as crianças para analisar e resolver um problema real ou elaborado especialmente para a aquisição de determinados objetivos de aprendizagem.
  • Aprendizagem baseada em projetos: neste método, que pode ser associado com a aprendizagem por problemas, o professor propõe um problema desafiador que estimule a imaginação e, a partir disto, os estudantes desenvolvem um projeto que solucione tal questão.

 

Durante os processos de qualquer um dos métodos citados acima, o professor pode potencializar os estímulos, propondo atividades com o uso de podcasts, jogos e quizzes.

Ensino híbrido: teoria em casa, prática na escola

As tecnologias educacionais não contribuem apenas para a criação de novos métodos de ensino, mas também com novos modos de promover a educação, entre eles o ensino remoto e o ensino híbrido.

No ensino híbrido, parte das aulas ocorre por meio dos ambientes virtuais de aprendizagem, plataformas em que o professor disponibiliza videoaulas, materiais didáticos e outros conteúdos. A outra parte é aplicada em sala de aula.

Esse modo de entregar conteúdo educacional é perfeitamente combinável com os novos métodos de ensino.

Se o professor opta por deixar apenas o conteúdo teórico para o ambiente virtual, as aulas presenciais podem ser totalmente utilizadas para colocar em prática, através dos projetos, problemas, debates e jogos, os conteúdos estudados previamente em casa.

Só é preciso tomar cuidado para não deixar o conteúdo on-line muito maçante. Justamente por ser algo que pode facilmente desinteressar o aluno, o professor deve abusar de ferramentas visuais, jogos e quizzes como meios de engajamento.

 

Entenda como o cérebro aprende para descobrir como usar as tecnologias digitais

Conhecer tecnologias não é o suficiente: o educador também deve compreender como ocorre o processo de retenção do conhecimento. Só assim as ferramentas digitais serão utilizadas, de fato, em prol do processo de ensino-aprendizagem.

Abaixo, estão listados alguns pontos sobre o processo de aprendizagem que devem ser considerados no momento de criar uma estratégia de ensino com as tecnologias digitais.

  • Associação de informações: o primeiro ponto a se considerar sobre o aprendizado é que a formação da memória é mais eficaz quando o indivíduo consegue associar a nova informação com conhecimentos já adquiridos.
  • Emoção: evidências neurocientíficas mostram que quanto maior a emoção envolvida em um evento, mais forte será a retenção desta memória.
  • Motivação: a motivação do aluno também é fator determinante para a aquisição do conhecimento. Por isso, é importante criar atividades que estimulem e desafiem as crianças.
  • Atenção: é claro que de nada adianta criar tarefas que estimulem as crianças apenas no início, mas que, por ser muito difíceis ou fáceis demais, as acabem desestimulando no final do processo. Nada de anticlímax! Ao perder o interesse pelo assunto, a criança deixa de prestar atenção ao tema, e sem concentração não há aprendizagem.
  • Praticar o conteúdo teórico: é sabido que ler, ouvir e assistir aulas é fundamental para aprender, mas a maior parte deste aprendizado ocorre quando esse conteúdo é debatido, praticado e repassado.

 

Como unir as evidências da neurociência com as tecnologias educacionais

Todos os métodos de ensino citados acima envolvem elementos importantes para o aprendizado. Em todos eles, a prática da teoria é muito valorizada. Sendo assim, trabalha-se também a interdisciplinaridade, algo fundamental para que as crianças consigam fazer a associação dos novos conhecimentos com aqueles já adquiridos.

Também estimula as emoções, uma vez que o aluno precisa lidar com as diversas etapas de um projeto, com os demais colegas e com novos desafios.

Mas, além das emoções, a necessidade de lidar com desafios garante ainda motivação, outro elemento essencial para o aprendizado. E, é claro que, ao estar motivado, a concentração ocorre naturalmente.

Por fim, a multidisciplinaridade promovida por esses métodos de ensino garante o desenvolvimento de habilidades cognitivas importantes e um aprendizado significativo. Ou seja: associando conhecimentos de várias disciplinas, o aluno descobre como aplicar os conceitos na vida prática.

Basicamente, as aulas deixam de ser abstratas e se aproximam da realidade do aluno, não apenas por utilizar ferramentas conhecidas por ele, mas por prepará-lo para a vida em uma sociedade cada vez mais tecnológica e digitalizada.

 

Tecnologias digitais aproximam a escola da realidade do aluno

Hoje, as notícias são acompanhadas em sites, boa parte das conversas ocorrem nas redes sociais e os documentos são salvos em nuvens.

No entanto, não foi apenas os meios que mudaram, mas a velocidade com que diversos aspectos se modificam e as informações chegam até todos. Tudo acontece em uma velocidade muito maior e, em um mundo globalizado, as informações chegam de todos os lugares.

Logo, não é de se espantar que várias ferramentas pedagógicas utilizadas no passado não funcionem mais na nossa sociedade. Por isso, a Opet INspira, plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet, oferece diversas ferramentas pedagógicas digitais que funcionam muito bem para os dias atuais.

 

Recursos educacionais digitais para ensino híbrido e inclusivo

Na plataforma educacional Opet INspira, o docente encontra um acervo de conteúdos para desenvolver suas aulas, inclusive na modalidade híbrida de ensino. Entre os recursos disponibilizados estão materiais didáticos e objetos educacionais digitais, como vídeos, áudios, apresentações, quizzes, banco de imagens e histórias infantis.

São ferramentas que também permitem a elaboração de aulas inclusivas, afinal, com as tecnologias educacionais digitais, aumentaram as possibilidades de estratégias de ensino para crianças com deficiência ou transtornos de aprendizagem.

Na plataforma INspira, o professor encontra um Menu de Acessibilidade que dá acesso a funções personalizadas, como teclas de navegação, leitor de página, tamanho do texto e do cursor, espaçamento de texto, contraste, entre outros.

 

Recursos para crianças e professores

Além de todos os instrumentos disponíveis para o desenvolvimento de aulas para as crianças, na plataforma também há recursos para ajudar os professores.

Além dos conteúdos que auxiliam no desenvolvimento de avaliações, sequências didáticas, trilhas de aprendizagem e roteiros de estudos, há ainda tutoriais em formato de vídeo e PDF para orientá-los na utilização desses recursos disponíveis e da plataforma.

A Opet INspira é completa e está em constante atualização para garantir que professores e estudantes tenham sucesso no processo de ensino-aprendizado!

“Cartões digitais” aproximam supervisores dos parceiros públicos e privados

Os cartões de visita ou apresentação cumprem um importante papel nas relações profissionais. Esses pequenos retângulos de papelão com dados profissionais essenciais – empresa, nome, cargo, telefone e e-mail – ajudam a estabelecer a primeira comunicação e facilitam contatos futuros.

Em tempo de pandemia e de avanços digitais, porém, os cartões estão mudando para oferecer ainda mais aproximação, mesmo que à distância. A começar pela eliminação do elemento físico, o papelão. Os supervisores regionais da Editora Opet, por exemplo, já estão usando “cartões digitais”, com foco em smartphones e e-mails – esta, aliás, é uma tendência global.

As peças foram especialmente criadas pelo Pedagógico da Editora em parceria com o Marketing. Em formato 100% digital, trazem uma breve apresentação do supervisor em vídeo, assim como seus contatos.

Amigáveis, digitais – “Os supervisores regionais são responsáveis pela primeira instância do atendimento, que precisa ser assertiva e amigável”, explica a coordenadora pedagógica Silneia Chiquetto, que coordenou a produção pelo Pedagógico.

Silneia destaca a excelente receptividade dos cartões digitais. “Nossos parceiros das escolas privadas e das redes municipais estão dando excelentes devolutivas. Eles gostaram do modelo pelo tipo de apresentação – que é ágil e pessoal – e também pela facilidade em termos de compartilhamento, como no Whatsapp, por exemplo”. Essa, aliás, é outra vantagem dos cartões digitais: eles podem ser rapidamente compartilhados com toda a equipe de uma escola ou secretaria municipal de Educação, sem custos e com impacto ambiental zero.

Silneia também destaca a facilidade de edição dos cartões. “A produção envolveu muito trabalho, em especial porque era a primeira vez que estávamos criando algo assim. Mas, com os cartões digitais formatados, fica mais fácil aprimorá-los sempre que for necessário.”

Praticidade digital – A professora Francieli Axman Tavares Duarte é secretária municipal de Educação de Cambará, município situado no chamado “Norte Pioneiro” do Paraná. Segundo ela, o cartão digital trouxe mais dinâmica e mais segurança para o relacionamento. “O cartão digital atende as necessidades do momento. Neste ano, não podemos ter contato presencial com os supervisores da Opet, e a apresentação digital facilitou muito a comunicação com os supervisores”, observa. “É algo que já fica salvo no celular, proporcionando praticidade aos usuários. Outro fator interessante é a possibilidade de reenvio do cartão para equipe pedagógica – muito mais fácil e rápido.”

Confira um dos cartões, da supervisora regional Daiane Veiga:

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Para ir mais longe: Cartões de vista: próprios para a vida na metrópole

Quando surgiu a ideia de se usar cartões de visita ou apresentação? Eles surgiram em meados do século XIX na França, em um momento em que as cidades começavam a se tornar metrópoles, com muitos negócios e, principalmente, um aumento da velocidade nas relações pessoais. Os primeiros cartões – as chamadas “cartes-de-visite”, em francês (foto) – foram inventados por André Adolphe-Eugène Disdéri. Eram, na verdade, cartões fotográficos, pequenas fotografias (10 cm x 6,5 cm) que as pessoas distribuíam aos seus amigos. Desde o início, esses cartões foram um sucesso retumbante!

“Cartes-de-visite” emolduradas. Fonte: Wikipedia.

Com o passar do tempo, porém, as fotografias conquistaram seu espaço próprio e os cartões também ganharam outras características. Mudaram, aliás, de finalidade: já não eram “presentes”, mas canais de comunicação. Neles, as fotos deram lugar a informações mais específicas, como nome, endereço e contatos. E assim eles ficaram por muitas décadas até que, recentemente, começaram a ser substituídos por peças digitais, que podem ser distribuídas e consumidas pelo smartphone – caso dos cartões dos supervisores da Editora Opet.

(Para saber mais, acesse: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2021. Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/termo84/cartao-de-visita)

Família por perto, educação de sucesso!

Família por perto, educação de sucesso!

Uma relação de proximidade com os estudantes e suas famílias é essencial. É ela que define, na origem, o sucesso da parceria família-escola. A partir dela, é possível engajar ainda mais os familiares, com foco no sucesso de uma educação plena e cidadã. E a comunicação ocupa um lugar central nesse processo.

Questão de estímulo

Ao estimular a participação da família no processo de aprendizagem – oferecendo empatia, atenção e informações –, é comum notar um grande avanço no desempenho acadêmico das crianças, bem como uma maior motivação para aprender novos conteúdos. Sem contar que, normalmente, há ainda um ganho em relação à frequência escolar, melhora no comportamento em sala de aula e o despertar de uma atitude mais positiva em relação às tarefas para casa e com a escola em geral.

Comunicação assertiva é o primeiro passo

A boa comunicação é a base para o envolvimento da família na educação dos filhos. É fundamental garantir a presença dos familiares em eventos escolares e fazer com que eles sejam proativos em relação a eventuais questões da criança ou adolescente na escola. A abertura para isso, porém, deve partir da escola. Faz sentido: em nosso país, muitas famílias ainda não estão acostumadas com essa dinâmica.

Então, assim que a criança entra na turma, é preciso que o professor realize o primeiro contato com a família. E há vários meios de se fazer isso, de chamadas em vídeo a ligações telefônicas – o importante é estabelecer um primeiro contato, engajar e ir avançando.

A princípio, a ideia é apresentar-se, explicar a dinâmica da sala de aula, deixar claro que a família tem um canal aberto para comunicar algo ou oferecer sugestões, e falar sobre as expectativas de aprendizagem. Assim, os familiares se sentem mais confortáveis para entrar em contato com a escola quando perceberem que os filhos não estão com o rendimento adequado.

O primeiro contato, vale reforçar, serve apenas para “quebrar o gelo”: é essencial que o professor crie uma rotina de envio de feedbacks – assim, a família compreende a importância de seu papel educacional no contexto doméstico.

Feedback positivo estimula a família a participar

É claro que, quando o estudante não entrega o resultado esperado, a escola precisa se comunicar com a família para que, juntos, eles estabeleçam as melhores estratégias de ação. É preciso ter em mente, porém, que o contato feito pela escola não é igual a “notícia ruim” – esta imagem, aliás, deve ser desconstruída.

Em outras palavras: os contatos devem ser feitos para compartilhar as dificuldades e, também, os avanços das crianças e dos estudantes. Notícias boas devem ser compartilhadas – elas sempre geram bons retornos por parte da família.

Ao longo do ano, é importante que o professor também dê ideias de como a família pode ajudar as crianças e mostre como funciona o currículo escolar. Sendo assim, fica ainda mais claro aos familiares qual é exatamente o papel da escola e da família no processo de ensino-aprendizagem.

Benefícios para os professores

A participação da família no aprendizado do estudante não garante apenas benefícios acadêmicos, mas melhora também sua relação com o professor. Esse tipo de parceria evidencia aos familiares – e à própria sociedade – a importância do papel do docente, melhorando a percepção a respeito deste profissional.

Outro ponto positivo é a comunicação mais amigável entre os dois lados, até porque a frequente troca de informações permite que professores e familiares se conheçam melhor e criem laços, o que contribui para o respeito mútuo. A família deve ver o professor como o que ele é: uma pessoa de grande importância na educação e no futuro dos filhos.

A ação do professor vai além de entregar devolutivas

Com a parceria estabelecida, fica mais fácil para o professor entender aspectos específicos de cada aluno. Afinal, cada família é única, com seus hábitos, visões e idiossincrasias.

Elementos domésticos – objetos e coisas do dia a dia – devem ser considerados pelo professor no momento de criar atividades. Isso facilita enormemente o processo educacional, muito mais em um momento em que muitas crianças e jovens estão desenvolvendo suas atividades a partir de casa.

Estratégias para estreitar as relações com a família

Formar os professores e mostrar como eles também podem formar os pais é o primeiro passo para criar laços mais profundos entre escola e família. Quanto à comunicação, não há uma única maneira de fazê-la. Como já citamos, cada família possui peculiaridades, portanto, o tipo de abordagem deve ser considerado a partir disto.

Em alguns casos, a ligação telefônica é a melhor maneira de manter contato com os familiares. Mensagens ou chamadas de vídeo, é claro, também podem funcionar.

Outras famílias respondem melhor ao chamado de parceria acessando o portal da escola, um ambiente virtual onde o professor insere todas as informações e as deixa à disposição, para acesso a qualquer tempo.

O papel do gestor

Apesar de o professor ser peça essencial na relação família e escola, é o gestor quem deve garantir as ferramentas necessárias para que ela aconteça.

O desenvolvimento de um portal escolar e ferramentas para chamadas de vídeos, por exemplo, devem ser disponibilizados por ele. Graças à parceria com a Google Workspace for Education, os parceiros da Editora Opet têm acesso a ferramentas digitais de alta qualidade, que aproximam e permitem uma comunicação de alto nível.

Além disso, o gestor também deve estabelecer maneiras de facilitar esse processo em situações mais específicas, como é o caso dos estudantes de inclusão. Aqui, as atividades escolares ou para casa, assim como as estratégias de ensino durante o ano letivo, precisam de atenção redobrada junto à família.

Onde encontrar ferramentas para melhorar a relação entre escola e família

Manter um diálogo com a família é um grande desafio, ainda mais agora, com a necessidade do distanciamento social. Mesmo assim, existe uma série de ferramentas no ambiente on-line que facilitam essa relação família e escola.

Na Opet INspira, plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet, é possível encontrar vários recursos para facilitar essa comunicação e também o engajamento dos familiares na educação. Entre eles estão animações, mapas mentais, banco de imagens, vídeos, áudios e quizzes.

Essas e outras ferramentas podem ser usadas para informar como estão o rendimento dos filhos, as atividades aplicadas durante as aulas e até para criar tarefas específicas para casa que devem ser feitas com ajuda dos familiares.

Na plataforma há, ainda, um acervo riquíssimo de conteúdos, materiais didáticos e objetos educacionais digitais. Todos podem ser utilizados para potencializar o aprendizado do estudante e a relação com a família.

A relação com a família de estudantes da educação inclusiva

Na plataforma, também são disponibilizados recursos de tecnologia assistiva, no Menu de Acessibilidade, para garantir um ensino inclusivo de qualidade. Nesse espaço, há instrumentos como teclas de navegação, leitor de página, contraste, entre outros. Assim, os familiares conseguem ajudar os filhos de forma ainda mais assertiva.

Recursos para educadores

Todos os recursos da plataforma educacional Opet INspira, inclusive os da Google Workspace for Education, também estão disponíveis para os professores, com elementos específicos que os auxiliam em sua missão de ensinar.

Como utilizar os recursos da Opet INspira

Para acessar os materiais didáticos, conteúdos pedagógicos, instrumentos de inclusão, vídeos, áudios, banco de imagens e PDFs com diretrizes para usar a plataforma, tanto estudante quanto educador devem usar os dados de usuário (login) e senha individual. Esses dados são de acesso exclusivo das escolas conveniadas à plataforma. Para maior segurança, a Opet INspira possui os Termos de Uso e as Políticas de Privacidade de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD n.º 13.709/2018. Ou seja: pode usar – o sistema é amigável, seguro e de alta qualidade!

Google Workspace: as mudanças na plataforma educacional do Google

Há alguns dias, a Google fez alguns anúncios importantes sobre seu pacote de aplicativos voltados à educação. Um deles foi sobre a mudança do nome “Google G Suite for Education” para “Google Workspace for Education”. Portanto, a partir de agora, nossos usuários do Google – professores, estudantes, gestores e famílias que utilizam as ferramentas digitais nas aulas e atividades remotas – passarão a ver a logo e o novo nome (que você confere acima) em suas interações digitais. 

As transformações se devem, em primeiro lugar, ao sucesso da própria plataforma, que viu quadruplicar seu número de usuários em pouco mais de um ano – de cerca de 37,5 milhões para 150 milhões em todo o mundo. Tamanha demanda gerou a necessidade de aperfeiçoamento e oferta de recursos mais avançados.

A Editora Opet é parceira oficial Google desde março do ano passado, oferecendo os serviços da plataforma para todos os seus clientes públicos e privados com apoio da consultoria Nuvem Mestra. “Essa parceria foi muito importante para que pudéssemos assegurar a sequência das aulas em 2020”, explica a gerente pedagógica da Editora, Cliciane Élen Augusto.

“Aprendemos muito e, ao mesmo tempo, conseguimos oferecer os meios e o suporte necessário aos nossos conveniados”, observa. Um movimento que, dentro da Editora, implica a formação e atualização permanente de toda a equipe pedagógica para a maestria no uso das ferramentas.

Hoje, em todo o país, 140 mil pessoas, entre estudantes, professores, gestores e familiares utilizam as ferramentas Google Workspace for Education a partir da parceria com a Editora Opet. Esse número representa cerca de 0,1% do total de usuários em todo o mundo – é muita gente!

No caso da Editora, essas ferramentas estão integradas à plataforma educacional Opet INspira, que oferece milhares de conteúdos educacionais – como jogos, vídeos, simuladores, livros digitais, biblioteca de provas e quizzes – associados às nossas coleções e à proposta de trabalho. Juntas, as duas plataformas são uma poderosa solução educacional digital, perfeita para as aulas remotas e para o ensino híbrido.

Quais são as mudanças? – Além da mudança de nome, o Google Workspace for Education terá mais de 50 novos recursos, que serão lançados nos próximos meses. Segundo os representantes da Google, esses recursos prometem melhorar a dinâmica das aulas virtuais, algo que é interessante em um momento de revalorização das aulas remotas por conta da pandemia.

Eles incluem, por exemplo, a possibilidade de silenciar todos os participantes em uma chamada e encerrá-la para todos os presentes, além de interações com emojis e a transcrição das reuniões. No caso dos emojis, eles poderão ser criados pelos alunos com base em diferentes tons de pele, o que melhora a auto representação e reforça a inclusão digital.

Também estão previstos alguns ajustes, que serão lançados nos próximos meses, para as salas de aula – eles terão caráter de organização e permitirão, por exemplo, restringir as reuniões apenas a alunos e professores em uma turma, com base em uma lista do Google Classroom.

As mudanças também focam em um problema comum no Brasil: a instabilidade ou mesmo a ausência da internet em determinados momentos. Segundo os especialistas da Google, os estudantes poderão começar seus trabalhos off-line, revisar tarefas, abrir anexos do Drive e escrever no Google Docs sem uma conexão com a internet – todas essas ações são sincronizadas assim que a conexão com a internet é estabelecida.

“Esse aprimoramento das ferramentas Google Workspace for Education, somado aos novos recursos, vai contribuir para aprofundar a experiência do ensino por meio de recursos digitais, fortalecendo o trabalho dos professores, melhorando as interações e tornando a aprendizagem mais significativa”, avalia Cliciane. “E isso, com certeza, impacta o processo de ensino-aprendizagem favoravelmente. Nós já estamos nos preparando para dar todo o suporte aos nossos parceiros das escolas públicas e privadas.”

Preparando Professores 5.0: o caminho pedagógico da Editora Opet

Em menos de um ano, a pandemia da Covid-19 desencadeou uma verdadeira revolução na educação. Forçados a encontrar um modo de substituir as aulas presenciais, professores e gestores de escolas públicas e privadas descobriram um caminho nas ferramentas digitais, em novas formas de comunicação e, também, em plataformas de conteúdo – caso da plataforma educacional Opet INspira, da Editora Opet.

Em busca do Professor 5.0: momentos de uma das formações do Projeto de Transformação Digital.

Para ter sucesso, porém, eles precisaram aprender e, principalmente, mudar a própria cultura em relação ao aprendizado. E foi exatamente isso o que aconteceu com a equipe de assessores e supervisores pedagógicos da Editora Opet. Com a diferença de que, como eles são formadores – isto é, participam diretamente da formação pedagógica de milhares de professores em todo o país –, precisaram se antecipar às mudanças. “Foi necessário correr ainda mais rápido. E eles correram!”, brinca a gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto.

Um processo que não foi fácil, mas gerou bons resultados. “Não apenas pudemos atender os nossos parceiros e aprender com eles, com suas dúvidas e conhecimentos, como também conseguimos transformar nossa própria cultura em relação ao aprendizado permanente”, observa. Uma dinâmica que caracteriza o que Cliciane chama de “Professor 5.0”: um profissional capaz de acompanhar os novos processos da educação e, ao mesmo tempo, cultivar valores socioemocionais. E, no caso dos formadores pedagógicos, auxiliar outros professores no mesmo caminho.

Para que essa transformação dentro da Editora fosse possível, porém, foi preciso planejar e agir rápido. “Logo no início da pandemia, em março, paramos, olhamos para o cenário e percebemos onde estávamos. E onde queríamos chegar. A partir daí, junto com os supervisores, lançamos o Projeto de Transformação Digital, que contempla uma série de formações e diálogos que são realizadas desde então”, explica Cliciane. O primeiro passo foi capacitar a equipe para que ela pudesse enxergar como todas as mudanças iriam transformar o futuro. “Não foi fácil, mas eles levantaram voo. E estão voando! Nossa dinâmica é de atualização constante.”

Entre os temas que serão trabalhados nos próximos meses estão “Produção Multimídia: HQs Digitais”, “Educação Midiática” e “Avaliação e aprendizagem significativa: propostas e estratégias”.

As formações acontecem e os conteúdos, devidamente trabalhados e refletidos, chegam aos professores das escolas públicas e privadas de todo o país.  “Temos conseguido trazer esses conteúdos e essa forma de olhar a educação de modo significativo.” Cliciane observa que é preciso ‘começar do começo’, ou seja, auxiliar os docentes no estabelecimento do vínculo digital e socioemocional com os estudantes. Em seguida, trabalhar com os conteúdos, os objetos de conhecimento, as habilidades e as competências, algo que vem acontecendo desde o ano passado.

O melhor dos dois mundos – “O ensino híbrido, que é o modelo que está se instalando e que vai ficar, oferece muitas possibilidades”, avalia. “Mas a mistura, a soma, deve ser do melhor dos dois mundos.”

Cliciane dá como exemplo uma aula que tenha como objeto o arquipélago de Galápagos, que no século 19 inspirou Charles Darwin a formular a Teoria da Evolução das Espécies. “É possível, nesse caso, substituir uma aula expositiva simples por uma imersão digital encantadora, que contemple a viagem até lá, os mapas, as espécies e, até, um tour virtual pelas ilhas. Mas, para isso, o professor deve estar preparado, conhecer as ferramentas e os meios de comunicar. E é isso que buscamos nas nossas formações.”

Formadoras – A professora Dani Pires é assessora pedagógica da Editora Opet e vem participando das formações da equipe.  Ao longo de 2020, ela também trabalhou muitas vezes com professores de escolas públicas e privadas parceiras em formações online.

Receptividade e diálogo online: Dani Pires em uma das formações com professores parceiros.

Dani observa que, no início do trabalho, no primeiro semestre do ano passado, não acreditava que as formações online pudessem aproximar o assessor pedagógico dos professores. “Fui surpreendida porque percebi que sim, que essa conexão acontece, mas de uma maneira diferente. E a receptividade deles é excelente. Os grupos sempre acolhem o assessor com muita alegria e vontade de aprender.” Ela vê uma grande troca de experiências em todo o processo.

“As palavras que eu mais ouvi dos professores foram as de que eles se reinventaram, que se viram como ‘aprendentes’, que precisaram se reinventar, exercer a empatia e sair da zona de conforto em que viviam”, observa. Todas essas reflexões influenciam o momento presente da educação. “Agora, em 2021, os professores conseguem fazer essa retrospectiva e extrair muitas aprendizagens significativas. E isso só acontece porque eles estavam dispostos, abertos ao novo. Apesar do medo do novo e de se sentirem inseguros, buscaram se qualificar.”

Na avaliação de Dani Pires, o maior desafio docente, em tempos de aulas remotas e híbridas, é trabalhar a parte socioemocional das crianças, uma vez que estes aspectos são mais percebidos no contexto presencial. “Mas, os professores estão encontrando recursos e ferramentas para facilitar essa aproximação, e nós como Editora estamos colaborando para isso.”

Transformação digital – Assessora pedagógica da Editora Opet com um trabalho de muitos anos em educação, Karen Dias participa com entusiasmo do Projeto de Transformação Digital. E leva as discussões, aprendizados e avanços para as formações pedagógicas que realiza.

Karen Dias: formações sensibilizam para o ensino digital.

Em relação à importância de transmitir e vivenciar esses conhecimentos ao docentes, ela cita o professor José Moran: “A integração cada vez maior entre sala de aula e ambientes virtuais é fundamental para abrir a escola para o mundo e trazer o mundo para dentro da escola”.

Segundo Karen, as formações são fundamentais na sensibilização dos professores para a necessidade de trazer essa contemporaneidade ao próprio pensar e fazer. “É importante rever conceitos e superar paradigmas que fazem parte de uma cultura escolar muito forte, que norteia o trabalho na escola até hoje.”

Ela observa que, nos encontros pedagógicos, a maioria dos professores concorda com a importância de trabalhar com as novas tecnologias e ferramentas digitais. “Eles sentem a necessidade de ampliar suas competências digitais para ter mais familiaridade e segurança, o que demanda um esforço pessoal e, também, a superação de desafios como o gerenciamento do tempo, a infraestrutura e o acesso à internet”, avalia.

“É importante pensar sobre como os recursos digitais podem contribuir para o ensino remoto ou para o ensino híbrido, em momentos síncronos e assíncronos, possibilitando maior diversificação, interação, engajamento e dinamicidade ao processo de aprendizagem”, analisa.

Karen também destaca que pensar em uma educação contemporânea também requer um pensar em metodologias ativas. “E não apenas em – para citar a pensadora da educação Ana Pennido – ‘digitalizar processos tradicionais de educação, simplesmente substituindo a lousa pela lousa digital, ou o livro pelo livro digital ou mesmo a aula convencional por uma vídeo-aula’”, finaliza.

Digital, presencial, híbrida, inclusiva: a Educação Infantil e a “nova escola”

Com o início da pandemia do novo coronavírus, em março de 2020, as escolas precisaram migrar as aulas presenciais para o ambiente on-line. Uma situação que trouxe muitos desafios para professores, estudantes e familiares.

Na Educação Infantil, os desafios foram ainda maiores. Afinal, nessa etapa do ensino há a agravante de que os estudantes estão em uma fase delicada do desenvolvimento, adquirindo não apenas conhecimentos pedagógicos, mas também habilidades cognitivas, sociais e motoras.

Em 2021, com a chegada da vacina, o cenário da educação começa a mudar, mas alguns desses desafios continuam a fazer parte da realidade de professores e estudantes. Por isso, é necessário encontrar formas eficientes e duradouras de superá-los.

 

Desafios da Educação Infantil na retomada

Em muitas escolas, as aulas presenciais já voltaram, mas várias estão optando pelo ensino híbrido, adequado ao momento. Esse modelo de ensino propõe mesclar o ensino presencial com as aulas on-line de uma forma inteligente e dinâmica, aproveitando o melhor de cada ambiente de trabalho.

Por conta das características especiais da Educação Infantil, os professores devem encontrar maneiras de evitar ou reduzir os impactos negativos no desenvolvimento das crianças.

Como citamos, uma das peculiaridades da Educação Infantil é o foco na aquisição de habilidades cognitivas e motoras, como resolução de problemas, noção corporal e espacial, percepção sensorial e equilíbrio, entre outras.

Logo, o professor deve trabalhar não apenas os aspectos pedagógicos, mas também o desenvolvimento humano através do incentivo da interação entre os colegas e a aplicação de atividades lúdicas.

 

Parceria com a família

Os professores precisam trabalhar em parceria com a família. Então, um dos principais desafios é estimular sua participação nas atividades escolares da criança, bem como traçar um plano que facilite esta dinâmica, uma vez que os pais não têm as mesmas habilidades que os professores.

Outro desafio é pensar maneiras de trabalhar as habilidades através das atividades propostas. Sugerir experiências e interações a partir de brincadeiras é sempre uma excelente ideia. Afinal, as crianças tendem a se interessar muito mais por atividades nesse formato, além de ser algo que os pais conseguem aplicar facilmente.

Só é preciso que os professores tenham o cuidado de planejar e elaborar brincadeiras que trabalhem, de fato, todas as habilidades necessárias para cada fase do desenvolvimento.

Com atividades musicais e livros, por exemplo, é possível auxiliar na aprendizagem das múltiplas linguagens, estimulando a oralidade.

Jogos que exigem movimentos corporais permitem a exploração do meio ambiente. Isso contribui para ensinar as noções de grande e pequeno, alto e baixo, fino e grosso, por exemplo.

O melhor é que várias dessas atividades podem ser adaptadas ao ambiente virtual. Jogos educacionais digitais e atividades on-line podem suprir, em parte, a falta do contato presencial.

 

Desafios para os professores de Educação Infantil

O ensino híbrido tanto contribui com o aprendizado e desenvolvimento de habilidades relacionadas ao processo cognitivo quanto com o processo de recuperação da aprendizagem no momento em que as aulas já estiverem totalmente na modalidade presencial.

Isso, no entanto, exige que o professor planeje muito bem suas ações, uma vez que o ensino presencial, aliado às aulas on-line, não implica apenas uma fusão entre duas modalidades de ensino em que é possível manter as estratégias específicas de cada uma.

A fusão do presencial com o on-line exige novas formas de planejar as aulas. É preciso entender quais temas e atividades são melhores para o digital e quais devem ser aplicadas presencialmente. E, o mais importante: garantir que o estudante consiga associar as informações e aplicá-las nos trabalhos, avaliações e projetos.

Também é preciso pensar no formato de aula: diferente das aulas presenciais, as aulas on-line e gravadas tendem a ser maçantes para as crianças – seu potencial de retenção é menor. Por isso, essas aulas devem ter um tempo menor de duração, conter elementos visuais que captem a atenção e outros aspectos que mantenham o interesse até o final.

Isso exige não apenas capacidade de planejamento, mas utilizar as ferramentas digitais em prol do ensino.

Outro desafio para o professor é sanar as dúvidas das crianças nas aulas on-line. Isso pode ser feito rapidamente, mas as questões relacionadas aos exercícios precisam ser resolvidas por meio de troca de mensagens. Esse é outro momento em que o docente precisa ser criativo e conhecer técnicas e ferramentas que facilitem o entendimento pelas crianças.

 

Educação inclusiva e tecnologias educacionais: desafios e oportunidades

A Educação Infantil inclui o ensino inclusivo. Nesse caso, além de todas as questões já apresentadas, há ainda a necessidade de se pensar formas de adaptar o ensino.

Aqui, o professor pode encontrar vários caminhos para o ensino. A tecnologia tem sido uma grande aliada do ensino nos últimos anos e, na educação inclusiva, não é diferente. Muitas atividades em Libras, com recursos para estudantes cegos e outras deficiências, são desenvolvidas a partir de jogos educacionais e recursos on-line.

 

Educação pós-pandemia: o que esperar do retorno presencial

Ainda é cedo para se falar em educação pós-pandemia, uma vez que boa parte da realidade continua semelhante à do ano de 2020. Mas, já podemos vislumbrar algumas possibilidades.

Fato é que novamente os estudantes vão se deparar com a mudança brusca de suas rotinas. Isso pode ser bastante estressante, especialmente para estudantes com algum transtorno ou deficiência.

Para resolver essa questão, o corpo docente também pode utilizar os recursos on-line como forma de preparar o estudante para esse momento. As aulas em tempo real podem ajudar, assim como utilização de salas que permitam a interação entre os participantes, no caso, os estudantes.

Nos dias de aulas presenciais, é fundamental oferecer, também, apoio emocional, propor atividades de integração escolar e seguir os protocolos de segurança.

Por fim, é preciso ter um cuidado específico com estudantes que estão migrando da Educação Infantil para o Ensino Fundamental.

Nesse contexto, a parceria entre professores é essencial, além da aplicação das orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) sobre como tratar da mudança das crianças para uma nova etapa de vida escolar.

Em relação ao conteúdo escolar, a preocupação dos professores deve estar direcionada para a observação de quais foram as conquistas de cada estudante durante a pandemia, usando isto como ponto de partida para as novas propostas.

 

Recursos educacionais para o ensino híbrido: como e onde encontrá-los

Existem diversas estratégias que os educadores podem utilizar para aplicar o ensino híbrido nas aulas da Educação Infantil. Animações, mapas mentais, banco de imagens, vídeos, áudios, apresentações e quizzes são ótimas soluções.

Na Opet INspira, plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet, é possível encontrar um acervo desses conteúdos, materiais didáticos, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais. Todos podem ser utilizados nas aulas do ensino híbrido.

Os conteúdos da plataforma educacional Opet INspira são muito ricos. Nela, os educadores encontram materiais educativos e orientações para o desenvolvimento de avaliações e sequências didáticas. Além disso, há ferramentas para que gestores e professores criem não apenas as aulas, mas uma estratégia completa para determinadas etapas, como trilhas de aprendizagem e roteiros de estudos.

Além disso, há uma série de recursos que também são ofertados aos estudantes. Assim, eles podem usar a plataforma para realizar atividades e acessar o conteúdo criado pelo professor. Por falar em conteúdo, a plataforma conta ainda com diversas histórias para as crianças da Educação Infantil.

 

Educação inclusiva precisa de ferramentas educacionais digitais específicas

A educação inclusiva também é contemplada pela plataforma. Lá, o educador encontra, por exemplo, recursos de tecnologia assistiva. Basta clicar no Menu de Acessibilidade para ter acesso a instrumentos como teclas de navegação, leitor de página e contraste, entre outros.

 

Apoio ao docente com conhecimentos tecnológicos básicos

Como muitos docentes e gestores ainda estão iniciando o contato com a tecnologia digital educacional, a Opet INspira disponibiliza ainda tutoriais em formato de vídeo e PDF com diretrizes para o uso das ferramentas da plataforma.

 

Como utilizar os recursos Opet INspira

Para acessar a plataforma, os parceiros precisam usam seus dados de usuário (login) e a senha individual. Quanto à segurança, as escolas e os educadores podem ficar tranquilos: a Opet INspira possui Termos de Uso e as Políticas de Privacidade de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD (Nº 13.709/2018). Em outras palavras: a plataforma educacional Opet INspira soma conteúdos de alta qualidade, navegabilidade amigável e segurança para o usuário!

Rápido, fácil e confiável: cresce a procura pelo E-commerce da Editora Opet

Neste ano, o sistema de E-commerce da Editora Opet já responde por 30% das vendas de materiais didáticos e paradidáticos para os parceiros privados, dentro do selo Opet Soluções Educacionais. “Esse percentual representa um aumento de mais de um terço em relação ao volume de 2020, quando as vendas pelo E-commerce chegaram a 20% do total”, explica o gerente comercial da Editora Opet para o segmento privado, Klinger Mota.

Faz sentido: nos últimos meses, desde o início da pandemia, houve uma aceleração das conexões digitais na educação, e as vendas de materiais seguiram a tendência. “Nós criamos e aprimoramos um sistema de vendas eletrônicas que dá conta desse aumento e que está preparado para vender ainda mais, com a mesma qualidade”, observa Klinger.

Página de entrada do portal de E-commerce da Editora Opet.

Por meio do portal de E-commerce da Editora – loja.editoraopet.com.br –, os estudantes das escolas parceiras da editora Opet podem adquirir os materiais. No caso das escolas, elas decidem quais materiais devem ser vendidos no site e orientam as famílias e os estudantes sobre como é o processo de compra dos materiais. Os alunos e familiares, no ato da matrícula, recebem um código de acesso e o link para o sistema; daí, fazem um cadastro, recebem o login e a senha e podem realizar a compra. Nesse processo, a Editora oferece o suporte necessário para esclarecer quaisquer dúvidas.

E as vendas são feitas dentro da proposta Opet de parceria com os clientes privados. “As condições de pagamento são facilitadas”, explica Klinger. “No cartão de crédito, é possível parcelar os materiais em até 8 vezes sem juros. Se a opção for pela compra à vista, para pagamento no boleto, a Editora oferece um desconto de 3%.”

Sem frete – A Editora também abre a possibilidade de que as compras sejam feitas sem a cobrança do frete. São as chamadas “compras coletivas”, que, normalmente, acontecem em dois momentos, nos meses de dezembro e janeiro. Neste ano, porém, por conta da pandemia, foi aberto um terceiro momento, no início de fevereiro. “As compras coletivas podem ser feitas diretamente pelos alunos ou pelos familiares, mas sempre nos períodos indicados”, observa Klinger. E é justamente o volume de materiais a ser entregue – na verdade, a otimização dos fretes – que possibilita a eliminação da cobrança.

Dobradinha de sucesso – Klinger observa que as vendas pelo sistema de E-commerce não dizem respeito apenas aos materiais impressos. Ao comprar esses materiais, os clientes também recebem, através da coordenação pedagógica da escola, as chaves de validação dos materiais digitais. “Isso faz parte da proposta de ensino da Editora: os materiais físicos e digitais estão conectados. Eles se apoiam e se complementam, auxiliando os estudantes no estudo e os professores no processo de planejamento e desenvolvimento das aulas”, observa.

Comodidade – A professora Danielle Nazareno Santos Bastos Meireles é coordenadora Pedagógica da Educação Infantil ao 3° Ano do Fundamental I do Centro Educacional Gabriela, Salvador (Bahia), parceira da Editora Opet desde 2019.

Danielle Meireles, do Centro Educacional Gabriela.

Segundo ela, o sistema de E-commerce trouxe comodidade para as famílias dos alunos. “Além disso, é de fácil compreensão para quem compra. Isso facilitou bastante o processo de aquisição dos livros didáticos.” Danielle também destaca a segurança nas compras, a organização e a tranquilidade no recebimento dos materiais pela escola.

Funcionalidade – Na avaliação da professora Josineide Maria de Oliveira Silva, gestora do Educandário Nivaldo Silva, de Tamandaré (Pernambuco), o sistema de E-commerce da Editora Opet é funcional e prático.

Josineide Silva, do Educandário Nivaldo Silva.

“As compras estão acontecendo de maneira bem natural e, principalmente, segura. O suporte técnico que a Editora dá às famílias e à escola é rápido e simples, e isso viabiliza a comunicação e a efetivação da compra”, avalia. Para ela, as compras via E-commerce trouxeram um diferencial econômico para a própria escola e as famílias.

Ensino digital, ensino híbrido: é tempo de engajar!

Participar com o estudante da jornada rumo ao aprendizado requer do professor a escolha adequada do método de ensino. Ela é o primeiro passo para se iniciar o planejamento pedagógico. O professor, porém, também pode e deve incluir nos seus preparativos um repertório de recursos como jogos, vídeos, imagens e áudios – algo que ficou mais fácil graças à popularização da educação digital.

Esses recursos trazem os conteúdos em formatos que despertam o interesse, estimulam o engajamento e aproximam os temas da realidade dos estudantes, facilitando a aprendizagem. Além disso, deixam as aulas mais dinâmicas e podem promover a interdisciplinaridade.

 

Tecnologia digital, aliada do ensino – Desde que, no ano passado, as aulas presenciais deram lugar às videoaulas – e agora, com o ensino híbrido –, vimos o tema tecnologia e educação ganhar força nos debates sobre ensino no Brasil. Já havia muitos estudos sérios sobre o tema, assim como pessoas e ferramentas capazes de fazer a educação “navegar” remotamente; por conta da própria cultura presencial, assim como de questões estruturais do país, porém, o modelo seguia a passos lentos. Em muito pouco tempo, contudo, ganhou uma força extraordinária nas redes pública e privada. Hoje, sabemos muito mais sobre – e aplicamos muito mais – suas ferramentas, meios e lições.

 

Tempo de ensino híbrido

Em termos gerais, o ensino híbrido é uma “fusão” entre a educação presencial e o ensino on-line. Sua aplicação prevê que o aluno estude parte do conteúdo, normalmente a teoria, em casa, fazendo uso de ferramentas digitais, com e sem a participação remota do professor. Já o tempo das aulas presenciais, com o docente junto, é utilizado para atividades práticas e solução de dúvidas.

Como grande diferencial do modelo de ensino híbrido, destaca-se o papel mais ativo que o educando exerce em seu próprio processo de aprendizagem. O afastamento do professor em certos momentos das aulas a distância leva o estudante a assumir o protagonismo no estudo, além de buscar fontes, informações e referências. Sem contar que, quando chega na escola, suas dúvidas já estão prontas para o professor, o que produz um contexto fértil para debates e atividades em grupo.

O ensino híbrido pode garantir ainda maior dedicação às aulas práticas. Afinal, com o conteúdo teórico estudado previamente e as dúvidas esclarecidas junto com o professor, os estudantes dispõem de mais tempo para desenvolver projetos baseados em seus novos saberes.

 

Recursos educacionais para o ensino híbrido

Existem muitas estratégias que os educadores podem utilizar para trabalhar com o ensino híbrido. Para as aulas on-line, por exemplo, as animações e os mapas mentais são ótimas soluções.

Já nas aulas presenciais, como o estudante já chega munido de informações, é interessante propor o desenvolvimento de projetos ou resolução de problemas inspirados na vida prática.

Outro recurso interessante é a gamificação, estratégia que pode ser usada em ambos os casos. A proposta, que vem sendo utilizada com bastante sucesso já há alguns anos, é incorporar os jogos ao ensino de determinados conteúdos.

 

Gamificação, uma estratégia que une presencial e on-line

Jogos educacionais são excelentes ferramentas para tornar as aulas mais atrativas e estimulantes, especialmente as desenvolvidas on-line. Contudo, a gamificação vai além do uso de jogos. O ponto chave da ferramenta está em aplicar o conceito dos games – com seus elementos lúdicos e desafiadores – em qualquer tipo de atividade, inclusive as não digitais.

Elementos como ranqueamento, vidas, etapas e trabalho cooperativo, por exemplo, podem compor atividades fora do universo digital.

Aqui, cabe ao educador usar a imaginação para criar a melhor estratégia possível. Ele pode até mesmo unir os mundos real e virtual! Um bom exemplo é o uso do QR code – com ele, é possível decifrar pistas e missões que devem ser realizadas em sala de aula.

 

Maneiras de gamificar as aulas

O primeiro passo para gamificar as aulas é ter clareza do objetivo de aprendizagem pretendido. Engajar os estudantes, estimular a competição saudável, o trabalho cooperativo e trabalhar o pensamento “fora da caixa” podem ser algumas opções.

Com o objetivo estabelecido, é hora de escolher as ferramentas para o processo. Elas podem ser avatares, roteiros, medalhas e adesivos de motivação, por exemplo. Lembrando que, mesmo que instrumentos digitais como jogos e aplicativos não sejam as únicas opções de trabalho gamificado, eles são os que mais oferecem recursos para as atividades – eles, afinal, foram desenvolvidos exclusivamente para isto!

Onde encontrar recursos educacionais para atualização do modelo de aulas?

A plataforma educacional Opet INspira foi desenvolvida pela Editora Opet. Nela, o docente encontra um acervo gigantesco de conteúdos, material didático, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais como vídeos, áudios, apresentações, jogos  e quizzes. Esses recursos estão relacionados aos materiais didáticos físicos e, principalmente, à proposta pedagógica que norteia o trabalho da Editora Opet. Ao mesmo tempo em que fazem essa conexão, eles favorecem a criatividade do professor.

Seja na modalidade presencial, a distância ou híbrida, o uso desses recursos contribui para as práticas educacionais e para o desenvolvimento da Cultura Digital – a competência 5 da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

 

Tipos de ferramentas educacionais digitais disponíveis na plataforma

Os conteúdos da Opet INspira auxiliam os educadores no desenvolvimento de avaliações e sequências didáticas. Também permitem que os docentes criem trilhas de aprendizagem e forneçam roteiros de estudos aos alunos.

Recursos como áudios, banco de imagens e vídeos são ofertados tanto para os professores quanto para os estudantes. Por falar em conteúdo para os estudantes, a plataforma traz, por exemplo, diversas histórias infantis, assim como vídeos e simuladores de experimentos científicos.

 

Recursos digitais e educação inclusiva

As escolas possuem papel fundamental na inclusão de crianças e adolescentes. Por isso, quando falamos em recursos educacionais, o tema educação inclusiva está sempre presente. Sendo assim, a plataforma educacional Opet INspira conta ainda com recursos de tecnologia assistiva que apoiam a educação inclusiva.

Na plataforma INspira, o educador encontra um Menu de Acessibilidade, recurso que permite a seleção de funções personalizadas aos usuários, como teclas de navegação, leitor de página, tamanho do texto e do cursor, espaçamento de texto e contraste, entre outros.

 

Opções para escolas nas etapas iniciante e avançada de implementação dos instrumentos tecnológicos

Como já observamos, apesar de o tema educação e tecnologia já ser debatido há algum tempo, muitos docentes e gestores ainda estão em processo de aproximação em relação à tecnologia digital educacional. Na medida, aliás, que as tecnologias evoluem rapidamente, esse é um processo permanente e que vale para todos os envolvidos, sejam eles iniciantes ou avançados. Pensando nisso, a plataforma educacional Opet INspira traz tutoriais em formato de vídeo e PDF que auxiliam e orientam na utilização dos recursos oferecidos.

Para acessar a plataforma, é preciso que a escola seja conveniada da Editora Opet, sendo necessário ao usuário ter login e senha individuais. Os Termos de Uso e as Políticas de Privacidade da Opet INspira estão de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD n.º 13.709/2018, garantindo a segurança dos dados de estudantes, professores e gestores.

Parceiro da Editora Opet: a plataforma educacional Opet INspira é sua grande aliada! Acesse, utilize, explore e faça uso de todo o potencial dessa incrível ferramenta!

E, se você ainda não é parceiro da Editora Opet, entre em contato conosco para conhecer!

Editora inicia a entrega dos portfólios digitais das ações desenvolvidas ao longo de 2020 com os municípios

Todos os anos, a Editora Opet oferece aos municípios parceiros um portfólio com todas as ações desenvolvidas dentro da parceria, como implantações, formações, encontros com familiares e visitas técnicas. É uma forma de documentar e demonstrar o trabalho realizado, auxiliando os gestores municipais em suas prestações de contas. É uma forma, também, de mostrar respeito à educação pública, aos recursos públicos e às comunidades de cada município.

Nos últimos dias, começamos a entregar aos gestores os portfólios com as ações do ano de 2020. Neste ano, porém, os portfólios estão diferentes: ao invés de volumes impressos, eles passam a ser enviados em formato digital – um site da plataforma Google para cada município.

“Os portfólios foram desenvolvidos pelos supervisores regionais, sob o acompanhamento da nossa coordenadora pedagógica, a professora Silneia Chiquetto”, explica a gerente pedagógica da Editora, Cliciane Augusto. “Em cada portfólio, são mostradas todas as ações, em textos, fotos, gráficos e vídeos. É um trabalho cuidadoso, construído a partir da agenda estabelecida com cada município e das demandas extras que também podem surgir.”

O portfólio digital traz uma série de registros de todas as atividades realizadas dentro da parceria com a Editora Opet.

EntregaEntre os municípios que já receberam os portfólios – a entrega simbólica está acontecendo via encontros do Meet, na plataforma Google –, estão Cotia e Santana de Parnaíba, ambos no Estado de São Paulo.

O secretário municipal de Cotia, Luciano Corrêa, destaca o valor estratégico do portfólio digital. Receber um portfólio com um resumo das ações desenvolvidas ao longo de 2020 e com as avaliações dos participantes sobre essas ações é de fundamental importância. Trata-se de um documento que não só registra tudo aquilo que foi realizado, mas que também oferece um indispensável feedback, mensurando a qualidade do caminho percorrido.Segundo ele, o formato digital agiliza e facilita a troca e o compartilhamento das informações constantes no documento, inclusive com os órgãos de fiscalização.

Sobre os resultados apresentados no documento, Luciano Corrêa se disse satisfeito. No ano de 2020, a Opet foi nossa parceira ao longo de todas as ações realizadas. Foi um ano totalmente atípico, porém a empresa se mostrou disponível e atenta às necessidades que o período exigiu. Esperamos que essa parceria se fortaleça cada vez mais. Temos as melhores perspectivas!”.

Para o secretário municipal de Educação de Santana de Parnaíba, Clecius Romagnoli, a transformação do portfólio em uma publicação digital agiliza e facilita o acesso às informações. “A Editora Opet traz uma proposta moderna, de um arquivo íntegro para consulta rápida, e isso é muito bom.” Em 2021, segundo Clecius, a proposta da parceria é avançar ainda mais na tecnologia, na formação de professores para a educação socioemocional e no suporte para que os professores ajudem os estudantes a superar as defasagens de aprendizado decorrentes do período de ensino remoto.

Parceiro da Editora Opet: construa você mesmo seu site ou portfólio digital!

A mesma tecnologia que possibilitou a produção dos portfólios digitais para os municípios parceiros Opet – amigável e com excelentes resultados visuais e de informação – também pode ser usada por professores ou escolas parceiras da Editora Opet.

“Você que é professor e quer criar um site da sua turma, por exemplo, ou o gestor que quer apresentar um portfólio digital, pode fazer isso muito facilmente dentro do conjunto de ferramentas Google oferecidas aos nossos parceiros públicos e privados”, explica Cliciane Augusto. Para isso, basta acessar o site https://sites.google.com/new?tab=r3. O serviço, um dos mais consolidados do Google (ele existe desde 2008), permite aos usuários escolherem layouts e publicar conteúdos rapidamente.