Dia Nacional do Cinema Brasileiro – levando os filmes para a escola!

No dia 19 de junho é comemorado o Dia Nacional do Cinema Brasileiro. A data marca o primeiro registro de imagens em movimento do país, feitas pelo cinegrafista e diretor Afonso Segreto em 1898. A obra foi um documentário sobre a Baia de Guanabara, exibido na inauguração do Salão Novidades de Paris, no Rio de Janeiro. Desde então, o cinema brasileiro construiu um conjunto de obras rico e original, reconhecido e prestigiado mundialmente.

Fases e interfaces do cinema brasileiro – Os documentários foram as primeiras produções brasileiras. Compostos por imagens fotográficas em movimento e seguindo boa parte do que vinha sendo feito em outros países, eles registravam acontecimentos históricos, atos oficiais e cerimônias. Eram apresentados em sessões “mudas” – o cinema, então, não tinha som – ou, então, com o acompanhamento de músicos.

A partir da década de 1920, as obras de ficção “Na primavera da Vida” e “Os Três Irmãos”, de Humberto Mauro, inauguraram uma leva de produções nacionais pautadas em histórias. Em 1929, “Limite”, filmado por Mário Peixoto, foi o primeiro filme brasileiro totalmente sonorizado.

Em 1930 é instalado o primeiro estúdio de cinema do Brasil, o Cinédia. Criado por Adhemar Gonzaga, produzia comédias musicais e dramas populares. Em 1941, a produtora Atlântida, fundada por Moacir Fenelon e José Carlos Burle, fez sucesso com o gênero chanchada – histórias engraçadas, com tipos bem brasileiros. Em 1949, nascia a Companhia Cinematográfica Vera Cruz, fundada pelos amigos Franco Zampari e Francisco Matarazzo para trazer ao cinema brasileiro um padrão de produção hollywoodiano, de grandes estúdios e uma cenografia mais elaborada e grandiosa.

Por volta de 1960, inspirado no Neorrealismo italiano e na Nouvelle Vague (Nova Onda) francesa, surgiu o Cinema Novo. Os “veteranos” Nelson Pereira dos Santos e Roberto dos Santos e os iniciantes Glauber Rocha, Arnaldo Jabor e Joaquim Pedro de Andrade, entre outros, foram os principais nomes desse movi-mento. Com histórias intensas e uma estética ao mesmo tempo crua e requintada, o Cinema Novo tinha como temas preferido o Nordeste e as favelas do Rio de Janeiro, o que chocava (e atraía) a classe média brasileira e o público estrangeiro. Em 1964, ano do golpe militar, o Cinema Novo muda seu foco mas continua falando sobre o Brasil.

Em setembro de 1969 era criada a Empresa Brasileira de Filmes – Embrafilme, que teve extrema importância para o cinema nacional. Durante toda a década de 1970, a Embrafilme realizou produções que fizeram a história da cinematografia brasileira. Mas, na década de 1980, a empresa começa a declinar até sua total queda e fechamento, em 1990. Com isso, a produção cinematográfica se estagnou até 1995, ano que marca uma retomada do cinema brasileiro.

Carlota Joaquina: Princesa do Brasil”, dirigido por Carla Camurati, é o ponto inicial desse período. O filme abriu caminho para uma série de produções que conquistaram não só o público, mas também reconhecimento e prêmios internacionais.

Desde então, o cinema brasileiro seguiu produzindo bastante e bem. Comédias leves ambientadas no meio urbano, por exemplo, são um grande sucesso de público, assim como produções intimistas, animações e, mais recentemente, filmes policiais e de ficção científica financiados e difundidos por plataformas de streaming como a Netflix.

A sétima arte na sala de aula – A produção artística de um país é a expressão das angústias, alegrias e histórias de seu povo. Muito mais do que imagens em movimento, o cinema pode representar a reconstrução subjetiva de uma realidade, a exaltação de elementos e significados culturais ou a verbalização artística de discursos e debates sociais.

Com tantos elementos e tanta riqueza, o cinema pode ser utilizado como uma poderosa ferramenta didática. Os filmes atraem a atenção e, ao mesmo tempo, podem fomentar reflexões essenciais para o desenvolvimento cidadão dos estudantes, além de explorar conteúdos contemplados pelo currículo de forma mais dinâmica e interativa.

A arte reúne expressão criativa, política, social e emocional. O cinema traz todos esses aspectos em narrativas audiovisuais que são recebidas com simpatia e identificação pelas pessoas. Por isso, ao lado da música, é uma expressão artística popular capaz de comunicar-se amplamente com diversos públicos.

Levar o cinema para a sala de aula – seja ela presencial ou digital – pode engajar os estudantes em relação aos conteúdos e às discussões, estimulando seu desenvolvimento intelectual, aguçando sua criatividade e aumentando sua consciência em relação aos temas de estudo.

Listamos 5 produções brasileiras que trazem debates relevantes em relação à conteúdos curriculares. As sugestões de abordagens são mais genéricas, para que o professor se sinta livre para desenvolver as atividades de acordo com as especificidades de sua turma.

1 – “Olga” (Drama, 2004) – Baseado na obra de Fernando Morais, dirigido por Jayme Monjardim.

Conteúdos: Brasil do século XX, Alemanha nazista, governo Vargas, Coluna Prestes.

2 – “Saneamento Básico” (Comédia, 2007) – De Jorge Furtado.

Conteúdos: Brasil contemporâneo, organização do Estado Brasileiro, relações Estado-sociedade.

3 – “Auto da Compadecida” (Aventura, 2000) – Baseado na obra de Ariano Suassuna, dirigido por Guel Arraes

Conteúdos: tradições brasileiras, religiosidade popular, organização da sociedade brasileira, Brasil rural.

4 – “O Cangaceiro” (Aventura, 1953) – De Lima Barreto, com diálogos criados por Rachel de Queiroz.

Conteúdos: Cangaço, cultura nordestina, relações de poder.

5 – “Edifício Master” (Documentário, 2002) – De Eduardo Coutinho.

Conteúdos: Brasil urbano, sociabilidades, conflitos sociais, moradia.

Sugestões de leitura:

Cinema como proposta educativa – Lúcia Fernanda da Silva Prado.

Clique para acessar o CINEMA-COMO-PROPOSTA-EDUCATIVA.pdf

Utilização do cinema em sala de aula – Fernando de Moraes Toller e Vânia de Fátima Martino.

Clique para acessar o a-utilizacao-do-cinema-em-sala-de-aula-_1_.pdf

Com apoio da Editora Opet, Cotia faz a primeira entrega de materiais em braile

Para quem faz da educação um caminho, não há desafios que não possam ser vencidos. E para nós, da Editora Opet, é uma honra e uma alegria fazer parte dessa superação – e desse movimento de inclusão. Há alguns dias, a Secretaria Municipal de Educação de Cotia, parceira da Editora Opet no Estado de São Paulo, fez a entrega dos materiais Sefe em braile para a professora Benedita Aparecida dos Santos, da Escola Municipal Samuel da Silva Filho. Há dez anos ela dá aulas de Língua Portuguesa para os estudantes do Ensino Fundamental II e, além dos livros, recebeu os conteúdos digitais para o trabalho remoto. Foi a primeira vez que uma docente da rede municipal de Cotia recebeu materiais desse tipo.

“É a primeira vez na rede, e não só em Cotia, porque também lecionei na rede do Estado, que posso dizer que tenho o meu material em braile. Isso faz toda a diferença, não tenho palavras para descrever a emoção”, disse Benedita. “Isso mostra preocupação não só comigo, mas com os alunos, pois quando melhora as minhas condições de trabalho, melhora a qualidade educacional. É um passo enorme que a Educação de Cotia está dando.” Com os materiais, a professora pôde deixar, por exemplo, o enorme trabalho de memorização dos conteúdos ministrados em aula, ou sua transcrição para o braile em um reglete (instrumento para impressão em braile).

O secretário municipal de Educação de Cotia, Luciano Corrêa, diz que a entrega do material é uma grande conquista para a rede municipal de ensino. “Poder proporcionar para a professora Benedita o material apropriado significa não só assumir o compromisso que temos com uma educação efetivamente inclusiva, mas, acima de tudo, oferecer a melhor condição para que a professora realize seu trabalho.”

O secretário destacou a apoio da Editora Opet à iniciativa. “Desde o início da nossa parceria, o relacionamento tem sido muito bom. Para o pedido do material em braile, não foi diferente. A Editora prontamente se comprometeu com a produção e entrega do material e, em alguns dias, a professora já estava com os livros em mãos.”

A gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto, explica que o trabalho segue de perto os parâmetros legais em relação à inclusão de estudantes e professores. “No contato com os municípios, nossos consultores pedagógicos fazem a sondagem inicial em relação às necessidades especiais. Assim que elas são identificadas, como no caso da professora Benedita, fazemos o encaminhamento para a nossa gerência editorial, que desenvolve os materiais sob medida. Nos casos em que não conseguimos atender com a produção dos materiais, fazemos formações pedagógicas voltadas especificamente ao atendimento especial.”

Uma parceria que instiga – O gerente comercial público da Editora Opet, Roberto Costacurta, destaca a importância da parceria com Cotia. “É um município situado em uma zona muito importante do Estado de São Paulo, a região metropolitana da capital, e que nunca havia adotado um sistema de ensino.  E que está muito envolvido com a melhoria da educação. Cotia nos instiga a avançar, e nós avançamos, especialmente com a participação das equipes pedagógica e editorial.”

Segundo Roberto, os gestores de Cotia têm uma visão muito apurada da educação. “Eles focam no projeto pedagógico e naquilo que nós, com nossa proposta, podemos fazer para que este projeto funcione, que promova uma educação verdadeira. Nós respeitamos muito isso. O mesmo respeito que temos com todos os nossos parceiros, independentemente do tamanho.”

[com informações da Secretaria Municipal de Comunicação de Cotia]

Importância do incentivo à prática de leitura por meio dos pais e educadores

A leitura é capaz de transformar o ser humano e, por consequência, o mundo. Ao ler, desenvolvemos habilidades linguísticas, interpretativas, de raciocínio, concentração, expressão e criatividade, entre outras. Paulo Freire vai além e diz que “ler é tomar consciência, é interpretar o mundo” e que todos queremos e precisamos ser capazes disso. Por isso é tão importante que nós, familiares e educadores, façamos com que nossas crianças tenham acesso a essa porta de entrada para os infinitos saberes do mundo e possam, através da leitura, identificar e valorizar sua potência humana.Falaremos aqui sobre como a prática da leitura atua no desenvolvimento cognitivo, social e emocional da criança. E como os adultos podem incentivá-la.

Leitura e infância – A infância é um período de buscas e descobertas. É nesse momento da vida que nossa mente inicia os processos psíquicos para o desenvolvimento da consciência. Para isso, a criança precisa receber estímulos e referências de seu meio para, então, poder interpretá-lo e se reconhecer nele. Isso significa que, na infância, a maior parte das ações e conteúdos acontecem de forma reflexiva, ou seja, na relação entre o ser e o mundo. Daí vem a máxima de que a melhor instrução que um adulto pode dar é o exemplo. No caso da leitura, isso é absolutamente válido: se a criança vê o adulto lendo, se percebe o afeto e o interesse do outro pelo livro e pela leitura, se tem livros por perto, cria uma referência de hábito e interesse.Além disso, a leitura é um exercício cognitivo que traz consigo estímulos sensoriais, linguísticos e sociais que são fundamentais para o desenvolvimento intelectual do indivíduo.

A literatura infantil, através da ludicidade, contribui para interpretação de conteúdos emocionais, valores culturais, ensinamentos éticos e sociais. É extremamente importante que ela faça parte do cotidiano da criança para que todas essas questões sejam exploradas de forma natural e fluida.

O Ato de ler e o Hábito da leitura – Para valorizar a prática da leitura e incentivar sua transformação em hábito, é necessário colocá-la como algo comum e agradável para as crianças. Muitas pessoas afirmam que não gostam ou não conseguem ler porque acham chato e cansativo. Isso acontece porque elas tendem a colocar os livros como uma obrigação e não como um costume ou divertimento. Por isso, uma dica é associar a leitura para momentos de lazer, sem cobranças ou imposições. Assim, o ato de ler será associado ao prazer, e torná-lo um hábito será muito mais fácil.

Na escola, é interessante que a criança tenha certa autonomia sobre a leitura, podendo associá-la para além das atividades regulamentares de ensino-aprendizagem. Por isso, na “hora da leitura”, deixe que os estudantes escolham o livro e assegure-se de que eles estejam fisicamente confortáveis, pois a postura do corpo também influencia na capacidade de concentração.

O mesmo vale para a casa. Certifique-se de que seu filho interpreta o momento da leitura como algo prazeroso, divertido, encantador e proveitoso. Além disso, como já observamos, ter o hábito de ler, ou buscar desenvolvê-lo, incentiva seus filhos a fazerem o mesmo.

Uma pequena lista de clássicos – Selecionamos 5 clássicos da literatura infantil brasileira que são excelentes para despertar o desejo pela leitura. São livros com histórias emocionantes e divertidas, adequados para crianças de 3 a 10 anos, e que envolvem os adultos também.

1- “Meu pé de laranja lima” – José Mauro de Vasconcelos

2– “A bolsa amarela” – Lygia Bojunga

3- “Marcelo, marmelo, martelo” – Ruth Rocha

4- “O menino maluquinho” – Ziraldo

5- “Chapeuzinho amarelo” – Chico Buarque

Existem muitos portais e também aplicativos que oferecem obras literárias em formato digital, para acesso pelo smartphone ou pelo computador. Um desses aplicativos é o Curitiba App, da prefeitura de Curitiba. Dentro dele, há uma seção chamada “Curitiba Lê Digital”, com centenas de obras da literatura universal. O aplicativo é gratuito e as obras, muito interessantes!

(*) – Esta lista é um bom começo, mas a oferta editorial brasileira é muito maior. Temos milhares títulos que merecem ser lidos!

Transformar a leitura em um hábito requer dedicação e frequência, mas também precisa ser feito de forma leve e com significado para as crianças. Por isso, pesquise por temas interessantes, jogos associados a livros e, assim que as condições sanitárias permitirem, faça passeios em bibliotecas e livrarias. Atentando para os livros adequados a cada faixa etária, mostre para as crianças que e ler é conhecer, conectar e viajar, e que, através da leitura, o conhecimento se multiplica e o pensamento se eleva.

Sugestões de leitura:

  • A importância do ato de ler – Paulo Freire, 1981

https://educacaointegral.org.br/wp-content/uploads/2014/10/importancia_ato_ler.pdf

  • A literatura infantil e o desenvolvimento cognitivo na infância – Ana Paula Soares e Iraneide Tavares, 2013

http://nippromove.hospedagemdesites.ws/anais_simposio/arquivos_up/documentos/artigos/d6c01028bd50185b189c63d2b47cc304.pdf

“Ceará Digital”: as ações do escritório da Editora em Fortaleza

Ao longo dos anos, o escritório da Editora Opet em Fortaleza, responsável por grande parte do nosso trabalho pedagógico no Nordeste, caracterizou-se por uma agenda intensa. Sua equipe, que envolve dez pessoas e recebe o suporte da gerência pedagógica em Curitiba,  circula bastante para as implantações, formações, visitas técnicas e assessoramento. Com a pandemia da COVID19 e o distanciamento social, nas últimas semanas todo esse trabalho migrou para o cenário digital. As agendas foram ajustadas, os meios foram disponibilizados e as ações foram mantidas.

Em Fortaleza, por exemplo, onde desde 2013 a Editora atende professores e estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental com os materiais e ferramentas da Coleção “Caminhos e Vivências”, o escritório criou os “Diálogos Online”, que a cada quinze dias reúnem centenas de professores em formações pedagógicas online relacionadas aos materiais Sefe ou, então, para abordar um tema específico – já foram feitas duas edições, sempre com muito sucesso.

Além disso, dentro da agenda de visitas técnicas virtuais, cerca de 70% das escolas municipais já foram visitadas por nossos formadores. “Atendemos os professores e os gestores com ferramentas digitais como o Google Meet, que funcionam muito bem. Cada uma de nossas formadoras atende seis distritos educacionais de Fortaleza”, conta o supervisor regional da Editora para o Ceará, Francisco Glaylson Rodrigues. “São duas visitas online semanais, em que fazemos o atendimento, enviamos e sugerimos o uso de sequências didáticas, e também instruímos para o uso das ferramentas digitais.”

Esse trabalho, ressalta Glaylson, é a continuidade do que já vinha sendo feito presencialmente, com a diferença é que, agora, ele foi ampliado. “Além de orientar para o uso das ferramentas digitais, nós reforçamos o trabalho com as coleções, em especial em relação ao uso dos livros neste momento de pandemia. Como eles podem dialogar e se integrar com as ferramentas digitais, por exemplo.”

A gerente de formação pedagógica de Fortaleza, professora Elaine Lima de Oliveira, está satisfeita com o trabalho. Nesta semana, ela acompanhou o terceiro encontro do “Diálogos Online”, que teve nada menos de 230 participações simultâneas. “Eu gostaria de parabenizar a Editora pelo encontro de hoje. Fiquei muito feliz porque tivemos recorde de público. Um trabalho muito bom, com os professores muito participativos. Foi um sucesso! Obrigada mais uma vez à equipe Sefe, da Editora Opet!”

Em Fortaleza, a Editora também fornece os materiais didáticos (da Coleção “Entrelinhas para Você”) e dá apoio às ações da Educação Infantil 4 e 5. Nos últimos dias, todas as famílias das crianças atendidas também estão recebendo um livro da Coleção “Família Presente”, do Sefe. A obra, que faz parte das nossas coleções voltadas às famílias, foi escrita pela professora doutora Oralda Adur de Souza, uma das maiores especialistas brasileiras no tema.

“É um material bem importante dentro da relação família, criança e escola. Muito mais neste momento, em que os familiares estão mais próximos fisicamente da criança e do processo educacional”, observa Glaylson. Além da entrega, os professores também serão formados para o trabalho com os familiares.

Ipu e Paracuru – No último dia 22, a equipe também deu início às agendas de formações pedagógicas e às visitas técnicas online das redes municipais de ensino de Ipu e Paracuru, parceiros da Editora no Ceará. Lá, já foram feitos agendamentos e formações para o uso de ferramentas como o Google Classroom, que dá acesso a salas de aula virtuais e a sequências didáticas que podem ser combinadas com os materiais didáticos físicos. “O trabalho é intenso e o público, os professores e gestores, muito participativo”, conta Glaylson.

A professora Socorro Mororo é técnica da Secretaria Municipal de Educação de Ipu e coordenadora pedagógica para o 2º ano do Ensino Fundamental. Ela acompanhou de perto a primeira formação online com os professores e gestores. “Foi impactante! Tivemos somente comentários favoráveis dos professores e dos gestores. A formação deu um suporte para o trabalho, enriqueceu e conduziu os professores para que eles possam desenvolver aulas online cada vez melhores. Só tenho a agradecer aos formadores e à Editora Opet.”

Glaylson destaca a receptividade dos professores e dos gestores às ferramentas digitais. “Eles mostram muito interesse em aprender a usar e isso faz muita diferença. Temos tido bons resultados!”, conclui.

Desafios e realizações – “O trabalho com educação é permeado por desafios constantes. Nesse processo, a equipe pedagógica da Editora Opet busca sensibilizar os professores, aprimorar os atendimentos e intensificar a aproximação entre escola, família  e estudantes”, explica a gerente pedagógica da Editora, Cliciane Élen Augusto. “Nossos diálogos pedagógicos apresentam estratégias possíveis, utilizando recursos digitais e os materiais didáticos. Seguiremos assim, sempre buscando novas possibilidades de fazer a diferença na educação brasileira.”

Tecnologia, educação e integração: em Piancó, parceira Opet engaja professores, estudantes e famílias na educação digital

Com apenas onze anos de existência, o Colégio Américo Mesquita conseguiu se destacar como uma das principais instituições privadas de ensino de Piancó, um dos municípios mais antigos da Paraíba. É, hoje, a maior instituição de ensino em número de alunos na cidade e, também, a que apresenta os melhores resultados em exames como o ENEM e os vestibulares.

Desde o início deste ano, o Américo Mesquita passou a utilizar os materiais e ferramentas da Editora Opet – do selo Opet Soluções Educacionais -, com excelentes resultados. A parceria, que abrange da Educação Infantil aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, também está auxiliando a escola a superar o desafio do distanciamento social e das aulas remotas durante o período da pandemia da COVID-19.

O coordenador pedagógico do Colégio, Fernando Mesquita Leite, explica que a escola aderiu rapidamente às ferramentas digitais. “Enquanto os alunos estavam sendo cadastrados pela Editora Opet no Google Meet, nossa equipe do Mesquita já estava gravando videoaulas e enviando via grupos de WhatsApp, familiarizando as famílias, bem como as próprias professoras, para o uso das tecnologias.”

Segundo Fernando, a Editora Opet desempenhou um papel primordial nesse processo. “A ferramenta Google Meet aproximou mais a realidade da sala de aula, promovendo uma interação entre alunos, professores e a melhor de todas: as famílias. Com a formação da equipe gestora pela Opet para implantação da ferramenta, criamos o setor interno de tecnologia para dar suporte presencial e/ou virtual aos pais que não estavam conseguindo assimilar o uso tecnológico”, conta. Os professores também receberam uma formação pedagógica e, associando o Google for Education ao uso do livro digital na Plataforma Inspira, da Editora Opet, conseguiram engajar os alunos e pais no processo de aprendizagem remota.

O coordenador do Colégio Américo Mesquita destaca o “casamento” entre a tecnologia digital e os conteúdos dos livros Opet Soluções Educacionais. “Há um perfeito alinhamento entre as ferramentas educacionais colocadas à disposição pela Editora e o uso do material didático. Além do mais, a orientação pedagógica do Opet, feita pela assessora Adriana Fialho, facilitou esse processo adaptativo.

Reforço de empatia – Para reforçar a proximidade das famílias em relação à tecnologia, o Colégio desenvolveu uma ideia genial. No Dia das Mães, convidou dois líderes religiosos da cidade – um padre e um pastor muito queridos pela população – para uma benção especial. Detalhe: a benção seria feita por meio do Google Meet, a mesma ferramenta de videoconferências usada para as aulas.

“Quando anunciamos a solenidade e indicamos que ela seria pelo Google Meet, muitos pais baixaram o aplicativo e buscaram o colégio para conseguir acesso. Percebemos que a rejeição inicial à tecnologia não era por não saber usar, mas por não aceitar o desconhecido – a mudança abrupta provocada pela pandemia.” Depois disso, já foram realizadas reuniões com os pais via internet e, também, um vídeo de agradecimento às famílias pelo apoio e parceria.

Parceria – Fernando Mesquita considera o trabalho desenvolvido pela Editora Opet como indispensável. “Neste momento de pandemia, a assessoria foi primordial para o uso e adesão de toda a comunidade escolar às novas tecnologias. Só temos a agradecer ao sistema Opet e a sua equipe – Adriana, Erick de demais colaboradores – que têm nos agraciado com tamanha inovação e agilidade nesse processo que veio para ficar e fazer parte do contexto educacional do país.”

“O Américo Mesquita é uma referência educacional no Vale do Piancó, que abrange o oeste da Paraíba”, conta Adriana Fialho, assessora pedagógica da Editora Opet responsável pelo atendimento do colégio. “E isso acontece porque eles têm uma estrutura pedagógica encantadora, muito zelosa com a qualidade do trabalho, e muito respeito com as famílias.” Adriana explica que a instituição se preparou muito bem para o uso das ferramentas e que, para isso, contou com todo o apoio da Editora Opet. “Desde o início, quando foi feito o cadastro da escola, a equipe gestora e pedagógica recebeu as orientações para a utilização da plataforma. E eles estão usando especialmente o Google Meet e o Google Classroom, com muito sucesso.”

Erick Feijó é o consultor comercial responsável pelo atendimento do Colégio Américo Mesquita pela Editora Opet. Ele destaca o compromisso da instituição com a qualidade do ensino e, também, o olhar dos gestores. “Um exemplo interessante foi o da cerimônia ecumênica do Dia das Mães, em que a escola rendeu uma bela homenagem às mães dos estudantes e, ao mesmo tempo, aproximou as famílias da tecnologia.”  

Livros em casa, formações remotas e muita ação: os primeiros momentos da parceria Cotia-Editora Opet

As últimas semanas têm sido de grandes novidades e transformações na educação municipal de Cotia (SP), um dos mais novos parceiros da Editora Opet na área pública. O município, que acaba de adotar as coleções e ferramentas Sefe para a maioria de seus estudantes – Jardim I e II (Educação Infantil 4 e 5), Ensino Fundamental Anos Iniciais e Finais – aderiu com entusiasmo às implantações digitais e formações a distância proporcionadas pela Editora na parceria com o Google for Education.

Há alguns dias, as coleções foram enviadas de Curitiba para Cotia e o município organizou uma operação especial para a sua distribuição às famílias, o que aconteceu com apoio dos diretores das escolas. Por meio das redes sociais, o prefeito municipal, Rogério Franco, apresentou os materiais à comunidade, observando sua importância no contexto das atividades realizadas pelos estudantes em casa e com apoio das ferramentas virtuais.

O secretário municipal de Educação, Luciano Corrêa, destaca o desafio de implantar um sistema de ensino nesta época. “Nossa parceria com a Editora Opet se iniciou em um contexto muito peculiar, que é o da pandemia. Contudo, a resposta da Editora tem sido muito boa, atendendo prontamente às necessidades educacionais do momento.

Segundo ele, os professores gostaram muito das primeiras formações realizadas online. Nos próximos dias, os estudantes passam a usar a plataforma digital da Editora. “Estamos certos de que as soluções que estamos encontrando para esse momento servirão como um grande aprendizado e, com o passar do tempo, se consolidarão como poderosas ferramentas para o ensino-aprendizagem da rede de Cotia.”

A gestora pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen, observa que, historicamente, a Editora Opet realiza as implantações e as formações de forma presencial, mas que está se adaptando rapidamente às mudanças. “A formação presencial é uma característica do nosso trabalho, um diferencial. No entanto, diante das circunstâncias, nos fortalecemos para o trabalho online e estamos nos saindo muito bem”.

Ela explica que, num primeiro momento, os encontros em Cotia foram realizados com a equipe da Secretaria Municipal de Educação. “Desde o início, estamos fazendo essa troca de informações com a Secretaria para entender as expectativas do município. É uma parceria que envolve muito diálogo, muita discussão e muito respeito em busca de ideias e inovação”, observa Cliciane.

Já foram realizados dois encontros formativos. O primeiro deles, dividido de acordo com os segmentos de ensino atendidos, envolveu uma apresentação das coleções, ferramentas e concepção teórico-metodológica do sistema de ensino. E o segundo, que aconteceu ontem (23), colocou mil professores no ambiente virtual ao mesmo tempo, tendo como tema a sensibilização para ferramentas digitais como o Google Classroom. “Os professores são os protagonistas nesse processo. Buscamos sensibilizá-los para a potencialidade e para a facilidade de uso da plataforma digital”, explica Cliciane. E esse processo vai continuar. “Agora, com a expansão das implantações, das formações e das atividades pedagógicas, vamos mostrar para os professores, famílias e estudantes de como é possível continuarmos a ensinar e a aprender em um espaço virtual.” Ao todo, 1,8 mil professores vão utilizar as ferramentas.

O gerente comercial da Editora Opet para a área pública, Roberto Costacurta, considera a parceria com Cotia como estratégica, em especial pela dedicação do município à educação. “Cotia desenvolve um trabalho exemplar, de protagonismo na área educacional. E nós estamos juntos para isso, para fazer com que o município se destaque. Damos todo o suporte e todo o apoio”, observa.

O secretário de Educação Luciano Corrêa tem grandes expectativas em relação ao trabalho com a Editora. “Esperamos que, com essa parceria, possamos continuar avançando na oferta de educação de qualidade, oferecendo material pedagógico estruturado que funcione como uma importante ferramenta de trabalho pedagógico, enriquecendo as ações pedagógicas planejadas pelo professor. Também esperamos que os professores recebam formações que ampliem seus conhecimentos e sustentem seu trabalho. Dessa forma, vamos alcançar a figura mais importante, que é o estudante da nossa rede municipal.”

Uma maratona de implantações no Nordeste!

O mês de janeiro foi de aproximação, envolvimento e muito trabalho por uma educação humana, cidadã e transformadora.

Nos Estados do Ceará, Paraíba, Sergipe, Pernambuco e Rio Grande do Norte, as assessoras pedagógicas Adriana Fialho e Janaína Bezerra coordenaram a implantação dos materiais e ferramentas Opet Soluções Educacionais em várias instituições privadas de ensino que, em 2020, passaram a ser nossas parceiras. Janaina e Adriana fazem parte do nosso time de atendimento pedagógico, que tem como compromisso a satisfação dos conveniados na utilização das soluções educacionais Opet.

No Ceará, as implantações envolveram os professores e as equipes gestoras dos colégios Vera Cristo (Juazeiro do Norte) e Nova Dimensão (Fortaleza). Na Paraíba, o Educandário Américo Mesquita (Piancó) e o Centro de Educação Brasileiro (João Pessoa). Em Sergipe, o Colégio Dom Bosco (Itabaiana). Em Pernambuco, o Educandário Nivaldo da Silva (Tamandaré), o Colégio AIO (Goiana), o Colégio Santa Cecília (Jaboatão dos Guararapes) e o Colégio Dom Hélder Câmara (Afogados da Ingazeira). E, no Rio Grande do Norte, o Colégio Plenitude (Angicos) e o Instituto da Criança (São Gonçalo do Amarante). Em algumas escolas, o trabalho teve a participação do consultor comercial Erick Feijó, responsável pelas parcerias.

“Ficamos muito felizes com a aproximação e, especialmente, com o encantamento dos professores e dos gestores pelos materiais da Editora Opet”, diz a assessora pedagógica Adriana Fialho. “Ao conhecer os materiais durante as implantações, eles perceberam a riqueza e o cuidado com que desenvolvemos o nosso trabalho. Em breve, com a plataforma digital Inspira, vão se encantar mais uma vez”, garante.

Para Janaína Bezerra, as implantações também mostraram a receptividade e as expectativas em relação ao trabalho com a Editora. “Os professores e as equipes gestoras receberam muito bem os materiais e a proposta pedagógica Opet.”

As implantações seguem em fevereiro, com parceiros que estão chegando agora. Confira algumas fotos das implantações!

Coleção Cidadania: um olhar diferenciado para o ensino da Arte

O ano letivo de 2020 está começando com uma mudança importante nos livros de Arte da Coleção Cidadania – Anos Iniciais (1º ao 5º ano) do selo Opet Soluções Educacionais (área privada). No segundo semestre do ano passado, os livros do componente curricular de Arte foram totalmente reformulados pela equipe editorial da Editora Opet. Um trabalho cuidadoso, realizado pela equipe editorial com apoio da equipe pedagógica, a participação das autoras, as professoras Cibele Bahr e Fátima Nogueira, e de uma analista crítica externa.

A editora Cristiane Marthendal de Oliveira foi a responsável pela coordenação do trabalho. Ela explica que, com a reformulação, os livros foram adequados ao que estabelece a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento normativo oficial que traz as competências e aprendizagens essenciais aos estudantes brasileiros no Ensino Fundamental. A BNCC é uma norma avançada, que segue parâmetros internacionais de qualidade em educação e traz a importância do desenvolvimento das competências socioemocionais.

“A BNCC destacou a importância das quatro linguagens da Arte, que são as Artes Visuais, a Música, a Dança e o Teatro. Com a reformulação dos livros da Coleção Cidadania, elas passaram a ser trabalhadas de forma integrada. Nesse processo, os conteúdos e os textos foram atualizados”, observa Cristiane.

O projeto gráfico também foi atualizado, em conformidade com o projeto da atual Coleção Cidadania. “Nos livros, as novas aberturas de Unidade introduzem o tema a ser trabalhado. Também foram criados ícones para as propostas que se relacionam com as linguagens da Arte”, explica Cristiane.

Outra preocupação foi com o Livro do Professor, que recebeu a inclusão de gabaritos e orientações didáticas em quinta cor. “Toda a fundamentação teórica foi revista e atualizada para que o trabalho docente fique em plena conformidade com a BNCC.”

Com as mudanças, o resultado é uma coleção que oferece os conteúdos de Arte com conhecimento, ludicidade, criatividade, inteligência e estímulo ao aprendizado. “A ideia é exatamente esta: oferecer aos professores e aos estudantes livros que estimulem o aprendizado, a curiosidade, a descoberta e a vivência das linguagens da Arte”, conclui Cristiane.

 

Tecnologia Educacional: formações digitais que aproximam

A Editora Opet está trabalhando muito para desenvolver ferramentas tecnológicas que nos aproximem ainda mais dos nossos parceiros. Uma dessas tecnologias, que tem o suporte do laboratório multimídia que inauguramos no ano passado, é a das formações pedagógicas online, que ampliam o trabalho presencial feito nas escolas pelos assessores da Editora.

Em janeiro, quando muitos dos nossos parceiros privados iniciam o ano letivo, essas formações vêm ganhando espaço. “Como se trata de um período estratégico, de retorno às aulas, estar perto das escolas é um lema da Editora”, explica Cliciane Élen, gerente pedagógica da Editora. Para isso, valem a presença física, nas formações presenciais e as interações digitais.

 “Algumas escolas da rede privada precisam de apoio para organizar seus planejamentos, pensar em novas ações e até tirar dúvidas sobre os nossos materiais”, explica Cliciane. “Graças à tecnologia, em um instante estamos conectados com os professores, diretamente do nosso estúdio.”

Aproximação – No início de janeiro, os professores e gestores da Escola Sucesso Bilíngue e do Colégio Conceito Bilíngue, parceiros Opet em Macapá (AP), “inauguraram” o calendário de 2020 das formações pedagógicas presenciais da Editora. Ambas as instituições pertencem aos mesmos mantenedores e, no caso do Colégio Conceito, é um centro educacional novo, que já em seu primeiro ano de existência aderiu ao sistema de ensino Opet.

Na última semana, como uma extensão do trabalho presencial, os professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental – Anos Iniciais de ambas as escolas participaram de uma formação online que conectou a sede da Editora em Curitiba à capital amapaense.

Eles acompanharam um módulo audiovisual produzido pela Editora sobre as formas de correção a partir do uso dos materiais Opet e, depois, participaram de uma conversa com a supervisora pedagógica Rúbia Cristina da Costa e a supervisora regional Daiane Veiga.

“Eu considerei essa formação incrível, que ampliou o trabalho que já havíamos feito presencialmente nas escolas. Os professores tiveram uma oportunidade de tirar dúvidas e de enriquecer seus conhecimentos”, avalia Daiane. Segundo ela, as formações online reforçam uma das principais características do nosso trabalho, que é o da aproximação. Ela também destacou a facilidade da formação – com um mínimo de organização prévia, o trabalho fluiu sem interrupções.

“A Editora Opet tem como conceito a ideia de que a educação aproxima, e é isso que estamos fazendo”, observa a supervisora pedagógica Rúbia Cristina. “O uso da tecnologia é significativo. Não substituímos o olho no olho, o pegar na mão ou o abraço. Mas conseguimos, de forma significativa, estar perto também”. Em sua avaliação, esse é um processo cultural que vai crescer cada vez mais. “Com a tecnologia, nos aproximamos a partir da distância.”

Tecnologia que aproxima – Para a gestora Cliciane Élen, as formações e o trabalho de assessoria online mostram que é possível utilizar as novas tecnologias para uma educação mais próxima e humanizada. “A tecnologia precisa ser entendida como um facilitador das relações. Quando é bem utilizada, ela aproxima, sim, as pessoas!”, observa. Um movimento que, na Editora Opet, está ganhando força, com a implementação da Plataforma Inspira, atualmente em fase de homologação e que, em breve, vai chegar às nossas escolas parceiras.

 

Paranaguá: formação reúne centenas de professores e gestores

Desde a semana passada, uma equipe de assessores pedagógicos da Editora Opet está em Paranaguá, uma das cidades mais antigas e importantes do Paraná, para realizar a formação pedagógica que encerra o ano letivo de 2019 com os professores e os gestores da rede municipal de ensino.

Paranaguá, que é parceiro da Editora desde 2013, adota os materiais, ferramentas e formações Sefe (selo educacional da Editora para o segmento público) para atender os estudantes da Educação Infantil 5 ao quinto ano do Ensino Fundamental de sua rede municipal de ensino. “Os professores e gestores de Paranaguá são grandes parceiros, profissionais realmente comprometidos com o avanço da educação. Eles se envolvem muito, e sempre com excelentes resultados”, observa o supervisor pedagógico Nelson Bittencourt, responsável, na Editora, pela coordenação do trabalho.

O atendimento escola a escola, explica Nelson, é realizado mensalmente desde o início deste ano, e atende uma demanda local. “Agora, estamos fazendo o trabalho de fechamento do ano de 2019. Nesse momento, verificamos tudo com vistas ao trabalho do ano que vem. O objetivo é saber com exatidão se o planejamento e as ações da parceria funcionaram bem e, também, o que pode ser aprimorado.”

Resultados satisfatórios – Na avaliação da secretária municipal de Educação de Paranaguá, professora Vandecy Silva Dutra, o modelo das formações escola a escola, adotado por solicitação do município, colaborou para os bons resultados do ano. “O Sefe atendeu ao nosso pedido e fez as adequações necessárias para o atendimento das nossas demandas”, observa. “Estamos finalizando o ano com mais uma formação de professores no formato com que iniciamos o ano, dentro das Escolas, com as realidades, desafios e possibilidades junto a todos os profissionais.”