Avaliação de aprendizagem na pandemia e no mundo digital: desafios e oportunidades

A avaliação da aprendizagem é um instrumento fundamental para identificarmos a evolução dos estudantes durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Ela acontece, em termos gerais, pela aplicação de provas e distribuição de notas. No entanto, a avaliação da aprendizagem não pode e não deve ser resumida a isso.

Estratégias como trabalhos em grupo, debates e discussões, realização de autoavaliação por parte dos estudantes, observação e anotações do educador durante as aulas e atividades são alguns exemplos da ampla variedade de formas de avaliação existentes.

Nesse sentido, para uma avaliação da aprendizagem efetiva, é necessário que haja um acompanhamento durante todas as etapas do processo educativo. Que leve em conta as habilidades e dificuldades de cada um como particularidades que devem ser respeitadas e consideradas no processo de ensino-aprendizagem.

A Editora Opet tem na avaliação do aprendizado uma de suas grandes preocupações. Para fortalecer esse processo, criou o Programa InDica de Gestão da Aprendizagem, que traz ferramentas muito precisas para o diagnóstico e o encaminhamento dos resultados.

 

Aa pandemia e suas implicações na avaliação

Diante do cenário de pandemia que estamos vivendo, tanto a avaliação da aprendizagem quanto todo o processo de ensino-aprendizagem precisaram ser repensados e adaptados de acordo com as medidas de distanciamento social adotadas.

Dessa forma, o campo da educação precisou se “desprender” do ambiente presencial e se adaptar à nova realidade no mundo digital. A tecnologia, quando usada com planejamento e criatividade, pode proporcionar um espaço de novas oportunidades e trocas entre estudantes e educadores. Além disso, novas estratégias de ensino e de avaliação foram desenvolvidas como formas de adaptação ao novo cenário.

No entanto, com o intenso uso da tecnologia como principal ferramenta de acesso ao ensino, muitos estudantes não estão conseguindo acompanhar o processo de ensino-aprendizagem devido à falta de acesso tanto à internet quanto a computadores, tablets ou smartphones.

 

Por um lado, o uso da tecnologia demonstrou a possibilidade de adaptação frente a realidade de pandemia para alguns estudantes e educadores. Mas, em contrapartida, escancarou, mais uma vez, a atual realidade brasileira de desigualdade do acesso à educação.

 

Avaliação a distância

Em meio a tantas dificuldades do ensino remoto durante o período de pandemia, está o desafio de realizar a avaliação da aprendizagem de forma remota. Repensar a forma de avaliação e desenvolver estratégias que funcionem no mundo digital têm sido um grande desafio.

Os recursos mais utilizados são os ambientes virtuais de aprendizagem, que servem tanto para a disponibilização de materiais por parte dos professores quanto para a realização de atividades e discussões em fóruns por parte dos estudantes.

Observar o engajamento dos estudantes durantes as aulas online e na realização de atividades nos ambientes virtuais também é uma forma de avaliação adotada.

O uso de alguns aplicativos para aprimorar o processo avaliativo e engajar os estudantes enquanto realizam testes também tem sido opção para os educadores.

Além disso, a relação entre professor e estudante pode ser uma das principais fontes de avaliação de aprendizagem durante o ensino remoto.

Por fim, apostar em diferentes instrumentos de avaliação da aprendizagem pode ser o grande diferencial para os educadores. Além disso, as estratégias utilizadas devem respeitar as habilidade e limitações de cada fase do ensino-aprendizagem para ser aplicadas.

 

Para saber mais:

(*) – Sobre avaliação do aprendizado, escute a edição especial do #OpetCast, o podcast de Educação da Editora Opet, com a supervisora pedagógica Rúbia Cristina da Costa. Disponível em:

https://soundcloud.com/editoraopet/avaliacao-da-aprendizagem-desafios-e-oportunidades

(*) – Sobre o Programa InDica de Gestão da Aprendizagem, escute a edição especial do #OpetCast com seu criador, Luciano Rocha. Disponível em:

https://soundcloud.com/editoraopet/conheca-o-programa-indica-de-gestao-de-aprendizagem

 

Vilhena: um excepcional parceiro Opet no Estado de Rondônia

Crianças da rede municipal de Educação de Vilhena com os materiais da Coleção entrelinhas para você. Crédito das fotos: Prefeitura de Vilhena (uso autorizado).

Parceiro da Editora Opet desde o início deste ano com os materiais e formações do selo Sefe para a Educação Infantil, o município de Vilhena – um dos mais importantes de Rondônia – vem se destacando pelo bom trabalho com a educação, mesmo em tempos de pandemia e aulas remotas. Nesse processo, conta com o apoio e os recursos tecnológicos oferecidos pela Editora Opet, como as plataformas Google for Education e Inspira, de conteúdos educacionais integrados aos materiais físicos Sefe.

O secretário municipal de Educação de Vilhena, Edson Willian Braga, destaca a qualidade dos materiais didáticos. “A Editora Opet fez a diferença em Vilhena com a Coleção Entrelinhas para Você, que foi aceita pelos professores e pelas  famílias. Os livros trazem um momento rico de aprendizagem para nossas crianças. O material é de qualidade e ainda temos a assessoria técnica da Editora para a equipe da nossa secretaria.”

Nesse processo, segundo ele, a formação pedagógica de implantação da Coleção Entrelinhas para Você foi fundamental. “Os apontamentos feitos durante a formação foram maravilhosos. Nossos professores puderam refletir sobre a sua própria prática docente e isto é muito significativo.”

Tecnologias EducacionaisComo Vilhena ainda apresenta algumas questões em relação à cobertura por internet para a população, as ferramentas digitais educacionais têm sido utilizadas especialmente pelos professores na organização e realização das formações pedagógicas e, também, para o compartilhamento de arquivos – aulas, conteúdos, objetos de conhecimento. Essa organização, porém, associada ao trabalho com os materiais físicos, tem rendido bons frutos em relação à educação das crianças.

Outro ponto que o secretário destaca é a valorização, na proposta do Sefe, de aproximação entre a família e a escola. Algo que ganhou força durante a pandemia, em especial por conta da aproximação física entre as famílias e filhos na hora de aprender. “Com as atividades propostas pela Editora Opet, essa aproximação é ainda maior, o que traz benefícios significativos para comunidade”, avalia o secretário.

Um dos pontos altos do ano, segundo Willian, foi uma live realizada em parceria com a Editora Opet em agosto. Ela reuniu a equipe da secretaria municipal de Educação e, também, autoridades – Yara Viscardi, promotora de Justiça de Vilhena (RO), Vilson Sena de Macedo, secretário de Educação de Espigão do Oeste (RO), presidente da UNDIME-RO e da UNDIME Região Norte do Brasil, Herbert Vasconcelos, secretário de Educação de Sobral (CE) e o próprio secretário Edson Willian Braga – para debater os protocolos de segurança em relação à volta das aulas presenciais.

Esse encontro foi mediado pela gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto, e, segundo o secretário, teve um grande impacto sobre o seu grupo de trabalho. “A live proporcionou uma reflexão única, e os participantes até quiseram que o tempo fosse maior para o debate. As discussões eram e são de suma importância para o momento tão difícil como o que estamos vivendo, quando todos procuram acertar. A participação dos palestrantes trazendo a realidade de outros Estados de outros municípios acalentou o coração dos nossos professores, gestores, supervisores e técnicos da Secretaria.”

Uma parceria única – Na avaliação do representante comercial da Editora Opet para a área pública em Rondônia, Gilberto Muniz Pereira, a parceria com Vilhena é estratégica. “Vilhena é, hoje, um dos municípios mais importantes de Rondônia, tanto em termos econômicos quanto em relação ao índice de desenvolvimento humano, que está diretamente relacionado à educação”, observa. “Nosso trabalho e nossa parceria, em Vilhena, geraram reconhecimento para além dos limites do município. E isso se deve, sem dúvida, a uma parceria de valor, em que temos a contrapartida humana dos gestores, dos professores e do secretário, que desenvolve um trabalho excepcional.”

Editora Opet celebra avanços dos municípios parceiros no IDEB

Nessa semana, o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, o INEP, divulgou os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de 2019 para os Anos Iniciais, Anos Finais e Ensino Médio. E elas trouxeram bons resultados para os parceiros da Editora Opet por meio do selo educacional Sefe: a maioria dos municípios atendidos pela Editora Opet registrou um aumento importante dos percentuais do IDEB em algum dos níveis contemplados na avaliação. Em alguns municípios, esse aumento superou em mais de 10% o número da avaliação anterior, de 2017.

“Esses números são bem significativos e refletem um trabalho mais amplo, que começou quando os gestores se reuniram com suas equipes e traçaram uma estratégia de melhoramento. Ou seja, não são ganhos pontuais, mas construídos ao longo do tempo, com planejamento”, observa a gestora pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto.

Nesse processo, explica Cliciane, a parceria com um sistema de ensino como o Sefe, da Editora Opet, é importante para a melhoria da educação – algo que se reflete em índices como o IDEB. “A parceria com a Editora leva ao município a formação continuada de professores, materiais de qualidade alinhados aos documentos legais e a normas como a BNCC, ferramentas digitais, assessoramento e diálogo constantes. E, sempre, respeitando o tempo do município e traçando juntos estratégias. Isso faz toda a diferença. Ter um parceiro de fato.”

Cliciane observa que as reduções do IDEB verificadas em alguns municípios parceiros são pequenas. “Essas oscilações não são tão graves a ponto de desestimular a continuidade dos projetos municipais de educação. Na medida em que há mudanças a cada dois anos nos municípios, elas fazem parte do processo e devem servir como um fator de estímulo. O essencial é ter a educação como uma política pública, com continuidade. Nós estamos juntos nesse processo, abertos ao diálogo e a trabalhar de forma colaborativa para identificar as questões e superá-las.”

Bons resultados – O município de Alto Taquari, em Mato Grosso, é parceiro da Editora Opet desde 2018. No IDEB de 2019, para os anos iniciais, a rede municipal de ensino registrou uma melhora de 0,6 ponto em relação à avaliação anterior, de 2017, passando de 5,7 para 6,3 – um aumento de 10,52%. Para a secretária municipal de Educação, Fernanda Nogaroto Tonsis, o bom resultado do IDEB traduz uma melhoria real na qualidade da educação e a elevação do nível de aprendizagem dos alunos.

Encontro com professores de Alto Taquari para debater a BNCC. Crédito: Prefeitura de Alto Taquari.

“É um resultado que se deve ao empenho de toda a equipe pedagógica, aos professores e alunos e ao material de boa qualidade que utilizamos. Inclusive, as formações continuadas foram fundamentais para alcançarmos esse resultado”, observa. Formações que têm a participação direta da Editora Opet. “Temos o apoio de uma equipe de profissionais de qualidade e um material excelente!”

Para o município paranaense de Entre Rios do Oeste, a conquista do IDEB – um aumento de 0,8 ponto nos Anos Iniciais (passando de 5,8 para 6,6 – acréscimo de 13%) – tem um gosto ainda mais especial. Isso porque, em 2017, a educação havia perdido pontos na avaliação. “Isso nos forçou a mudar nossa maneira de trabalhar, nosso planejamento, tudo, enfim. E deu certo. Não tem como medir o impacto desse aumento para a cidade, mas é uma coisa muito boa, um sentimento muito gostoso”, revela a secretária municipal de Educação, Lucia Barcellos Weschenfelder.

Crianças de Entre Rios do Oeste com os materiais Sefe. Crédito: Prefeitura de Entre Rios do Oeste.

“Isso é fruto de um esforço comum, de uma equipe que está comprometida com a melhoria. Além disso, nós temos um aliado fortíssimo nos materiais e no atendimento do Sefe, da Editora Opet. É um material totalmente baseado nos preceitos da BNCC, com uma estrutura extremamente funcional, que nos ajudou muito em nosso sucesso”, avalia. “Queremos agradecer a vocês por existirem na nossa educação.”

A secretária municipal de Educação de Paranaguá (PR), Tenile Cibele do Rocio Xavier, acredita que o envolvimento de todos os profissionais da educação do município foi fundamental para o crescimento na pontuação do IDEB nos Anos Iniciais. O valor passou de 5,3 para 6,0, um aumento percentual de 13,2%.

“Desde o início da gestão, buscamos investir em formação, trocas de experiências e instrumentalização das instituições para que conhecêssemos melhor o nosso aluno e assim diminuir as dificuldades observadas. O avanço de 0,7 décimos em relação ao índice de 2017 é uma conquista de toda a rede municipal de Paranaguá.”

Secretária Tenile, de Paranaguá: “Sefe tem sido um parceiro importante em nosso município com as formações e assessoria pedagógica”

A secretária também destaca a parceria com a Editora Opet como um componente do sucesso do município. “O Sefe tem sido um parceiro importante em nosso município com as formações e assessoria pedagógica. O fato de estarem conosco há tanto tempo, desde 2013, faz com que os nossos profissionais já conheçam os materiais utilizando esse rico instrumento de maneira assertiva.” Em relação ao trabalho da Editora Opet, Tenile observa ainda a capacidade de adaptação das metodologias para o contexto educacional de Paranaguá. “Isso foi feito, por exemplo, na avaliação pedagógica dos alunos do quarto ano, após a divulgação da nota do IBED do ano 2017 e a formação in loco com os profissionais das nossas instituições.”

A professora Carmen Raymundi é secretária municipal de Educação de Vargeão, em Santa Catarina, parceiro Sefe desde 2017. Seu município registrou um aumento de 0,6 ponto no IDEB dos Anos Iniciais, passando de 6,5 para 7,1 – um acréscimo de 9,23%. “Tenho muito orgulho de nossas crianças e dos nossos profissionais da educação de Vargeão. Agora, o desafio é manter e seguir firmes os nossos propósitos!”, decreta. Para ela, o resultado do IDEB gera um elemento extra de motivação para todos.

“O envolvimento, o empenho, a dedicação e o compromisso das professoras, das diretoras, da equipe técnica da Secretaria de Educação, em parceria com as crianças e familiares, aliados à participação da Editora Opet e a tudo o que ela nos proporcionou desde a contratação dos serviços em 2017, tudo isso nos levou a colher bons frutos.”

Encontro de familiares promovido pela secretaria de Educação e pela Editora Opet em Vargeão (SC). Crédito? Prefeitura de Vargeão.

A diretora do Ensino Fundamental da Secretaria Municipal de Educação de Pinalzinho (SC), Ires Frozza, atribui o crescimento de 1,0 na nota do IDEB – que passou de 5,9 para 6,9, um aumento de 16,9% – a uma série de fatores. “Foram mudanças nas práticas metodológicas e em sala de aula, com ênfase especial à formação que foi oferecida pelo Sefe”. Ela também destaca os investimentos que o município realizou em equipamentos para as salas de aula, como tevês smart e notebooks com acesso à internet em cada sala de aula.

O município é parceiro da Editora Opet desde 2018. “No caso da implantação do Sefe, o material integrado deu a oportunidade de fazer um trabalho inovador, com maior participação dos estudantes e de suas famílias. A Editora Opet fez a diferença no nosso dia-a-dia, nas dinâmicas de sala de aula, nas metodologias, na formação e na gestão.”

Um trabalho que ficou mais forte com planejamento integrado, melhor gestão pedagógica e acompanhamento diário da ação dos professores pelas coordenadoras pedagógicas das escolas. A diretora também destaca a atuação do secretário municipal de Educação, Fabrício Fontana, que apoiou integralmente as mudanças.

Parceria a toda prova – O gerente comercial da Editora Opet para a área pública, Roberto Costacurta, acredita que o sucesso dos municípios parceiros no IDEB tem a ver, em grande medida, com a aproximação das pessoas. “Nós desenvolvemos um trabalho integrado e permanente entre professores, gestores e famílias. De acompanhamento, assessoria, planejamento e apoio. Estamos juntos, e essa aproximação colabora para os bons resultados do IDEB.” Ele também destaca o trabalho pedagógico cuidadoso e permanente, o planejamento em parceria e a atenção total aos professores. “Só posso parabenizar e agradecer a todos os participantes desses resultados, em especial aos secretários, que se sobrecarregam para defender a educação em seus municípios. Podem contar conosco!”.

Escolas: o futuro da educação é híbrido

O processo histórico transforma as sociedades e a realidade. Esse mesmo processo também transforma as escolas, que, por sua vez, colaboram para as mudanças. É um processo circular, dinâmico, movido por necessidades, desafios, erros, acertos e criatividade.

A escola, é claro, mudou muito e em pouco tempo. Se pensarmos que, há pouco mais cem anos, boa parte da população não ia à escola, que a escola pública era para poucos, que não havia universidades no Brasil e que às mulheres era recusado o direito de avançar nos estudos, vemos que houve grandes avanços.

Hoje, em 2020, em meio a uma pandemia, a Escola mudou novamente. Em outros sentidos, por outros motivos, mas mudou. A virtualização do ensino está nas reflexões e na prática diária de educadores, gestores, famílias e estudantes. Alguns mostram uma resistência compreensível, outros aversão e outros, ainda, um encantamento ingênuo. Fato é que esse assunto está na ordem do dia e precisa ser discutido.

Levando em conta que a escola não pode (nem consegue) ser estática em relação à sociedade, acompanhar a revolução digital e utilizar recursos e ferramentas tecnológicas são coisas imprescindíveis. Porém, não basta incluir um novo recurso ou dar aulas online para adaptar o ensino a uma nova estrutura, sistema e abordagem.

Dentro dos seus limites, as aulas virtuais têm conseguido conquistas no processo de ensino-aprendizagem neste momento de distanciamento social. Um processo importante, uma transformação cultural que, com certeza, terá reflexos no futuro. Mas, que não elimina – em hipótese alguma – o valor das aulas presenciais. Não é caso, aliás, de contrapor esses dois universos, mas de perceber como eles vão funcionar juntos, em um modelo híbrido, aproveitando o melhor de cada componente. Essa, com certeza, é uma das novas discussões da educação, que se soma a tantas outras. E nós, com nosso trabalho presencial, virtual e híbrido, estamos participando!

 

Sugestão de leitura:

Paulo Freire e as Novas Tendências na Educação – Judas Tadeu de Campos

https://ken.pucsp.br/curriculum/article/viewFile/3196/2118

Saiu a relação dos trabalhos classificados na primeira etapa do X Prêmio ação Destaque!

A Editora Opet divulgou a relação dos trabalhos inscritos para a primeira etapa da décima edição do Prêmio Ação Destaque. Ao todo, foram feitas 130 inscrições, das quais 113 foram validadas. A Categoria 1, “Educação Infantil – Infantil 1, 2, 3, 4 e 5” (Coleções Primeira Infância, Entrelinhas para você!, Brincar e Pensar, Feito Criança e Cidadania), teve 48 inscrições. A Categoria 2, “Ensino Fundamental – Anos Iniciais – 1º ao 5º Ano” (Coleções Caminhos e Vivências, Cidadania – Ensino Fundamental, Meu Ambiente e Joy!), teve 52 inscritos. E a Categoria 3, “Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio” (Coleções Trilhas, Ensino Fundamental Anos Finais e Meu Ambiente), teve 13 inscrições. Confira a lista no final desta matéria!

Neste ano, a primeira etapa do Prêmio Ação Destaque teve a participação de projetos de redes municipais de São Paulo, Mato Grosso, Rondônia, Paraná e Santa Catarina. Por ordem alfabética, estão representadas as redes municipais de Alto Araguaia (MT), Arroio Trinta (SC), Cabreúva (SP), Cambará (PR), Campina Grande do Sul (PR), Cerejeiras (RO), Cianorte (PR), Cotia (SP), Entre Rios do Oeste (PR), Fortaleza (CE), Ibirá (SP), Ilha Solteira (SP), Irati (PR), Jundiaí do Sul (PR), Mercedes (PR), Paranaguá (PR), Rancho Queimado (SC), Rio Azul (PR), Salto Veloso (SC), Santana de Parnaíba (SP), Treze Tílias (SC) e Vargeão (SC).

Próxima etapa – Agora, explica a gestora pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto, esses trabalhos serão analisados por uma comissão de especialistas, envolvidos na primeira etapa avaliativa do prêmio. “Cada trabalho inscrito será avaliado por duas pessoas, a partir de critérios técnicos definidos no regulamento. Então, acontece a seleção de dez trabalhos por categoria com base no critério de maior nota, fechando uma lista de trinta finalistas.” Em breve, esses finalistas terão seus nomes divulgados pelas redes sociais da Editora Opet.

Os professores e gestores finalistas apresentarão seus trabalhos em formato digital, por meio de um vídeo de até três minutos de duração gravado antecipadamente e que será apresentado na etapa final do Prêmio (durante o VIII Seminário Nacional de Gestores Municipais, evento online), nos dias 20 a 22 de outubro. Os finalistas serão comunicados posteriormente e receberão informações e orientações sobre o momento da sua apresentação.

Vencedores – Os três trabalhos vencedores de cada categoria serão escolhidos por uma comissão julgadora e divulgados no terceiro dia do Seminário. A escolha desses vencedores será feita com base em critérios estabelecidos no regulamento, como, por exemplo, a relação entre o projeto e as propostas dos materiais Sefe e a coerência da apresentação. Os primeiros, segundos e terceiros colocados de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios em dinheiros no valor de R$ 5.000,00 (1º lugar), R$ 3.000,00 (2º lugar) e R$ 2.000,00 (3º lugar).

Expectativa – Para Cliciane Élen, a expectativa em relação aos trabalhos inscritos neste ano é a melhor possível. “O ano de 2020 desafiou os professores e os gestores de todos os segmentos, mas estes profissionais conseguiram se superar para manter a educação viva e funcionando com qualidade. E é isso que nós vamos ver e compartilhar: professores, gestores e suas práticas inovadoras!”, observa.

CONFIRA A LISTA DOS TRABALHOS INSCRITOS:

Categoria 01 – Educação Infantil (48 trabalhos):

Adão José Amorim

Adriane Passos Almeida

Alan Dhionni Ribas Mueler

Ana Paula Lourenço Fernandes Mazoni

Ana Paula Nogueira Moreira Borella

Angelita Lima Tomaz dos Santos

Antonia Evalda de Morais De Souza

Beatriz Rodrigues Oliveira

Claudia Jiane Oliveira Silva

Criciele Levinski

Daiane Paulo da Silva

Devanis Malici da Silva Souza

Ederli Margreiter de Mélo

Everalda Maria Alves da Silva

Gabriela Favarin

Gabrielle Alves de Queiroz

Giselle Rocha Cirino De Almeida

Henrique Maximiano Da Costa

Jhenifer Silveira Rocha

Karen Regina Alves

Karine Alessandra Dos Santos Simba

Kelly Cristini Neuhaus Schmitz

Laís Valenga Stankiewski

Lenir Angelica Tomaz Madaloz

Lúcia Aparecida da Silva Morales

Lucia de Oliveira

Marcela de Lima Carneiro

Márcia Cristina Camargo da Silva

Marcia Jerônimo

Margari Paz Siqueira

Margarida de Bortoli Alves

Maria Antoniete Bruno Furtado

Maria Aparecida Bilovus

Maria Inez Paulo da Silva

Marjure Bernardes da Silva

Michelle Soares Pereira

Mira Carolina dos Santos Zela

Renata Gomes de Holanda Cavalcanti

Renata Manenti

Rosa Ramos da Rocha Oliveira

Rosemeire Oliveira Vaz

Rosimara Rodrigues Ribeiro Borges

Samira Mohamad Sati Aloise

Silvana Bolzon

Tatiana Aparecida Carrão dos Santos

Teresa Maria Barbosa Brandão

Thaiz Silva dos Santos

Walquíria da Silva Bartosiwez

Categoria 02 – Ensino Fundamental Anos Iniciais (52 trabalhos):

Alessandra Xavier de Lima Félix

Ana Cristina Batista da Silva

Ana Paula de Jesus Souza

André dos Santos

Ariana Aparecida dos Santos Rodrigues

Ariane Cristina Xavier

Carolina Rochelli Policarpo Ventura

Cássia Eufrasia da Silva Costa

Cibeli Aparecida de Souza Cordeiro

Cilene Souza da Silva

Cristiane Benovitt Draghetti

Cristiane da Silva Garcia

Cristiane Rigo Goberte

Daiane de Cássia Martins Fazan

Daniella Ferreira de Sousa

Débora Rederd França Vidal

Débora Roberta Ulmer Becker

Eduardo Fidelis de Souza

Erika Sanches Gonzales

Fabio Gonçalves Fernandes

Flávia Rosana Silva de Farias

Francisca da Costa Araújo

Francisca Kelma dos Santos

Geovana Meire Gomes Franco de Albuquerque

Gláucia Burioli dos Santos

Glaucia de Oliveira Targino

Indalice Lacerda Alves Santos

Ingridy Karoliny Silva Andrade

Isaura Silva Xavier Nunes

Ivany Araújo dos Santos Blau

Ivoni Bosa Cossa

José Werley Carvalho Braga

Kelly Cristina Martins Ortiz

Laudicéia Félix da Silva Gomes

Luziana da Silva Lima

Maria Ivanilda da Silva

Marili Moreira Lopes

Marlei Masson Martins

Marlene de Oliveira Souza

Marthina Anderle Frantz

Nilva Fernanda Garcia Momesso de Paula

Rosana Oliveira Rocha

Rosemeire Alves de Souza

Rosicler Joana Ribeiro de Moraes

Sheila Regina Batista Ferreira

Sílvia Maria do Nascimento Borges

Solange Santana dos Anjos

Tatiani Chagas Alberto

Tereza de Freitas Almeida

Valquiria Gonçalves de Lima

Vanessa Rosati Ponzio Silva

Zildene Ferreira dos Santos

Categoria 03 – Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio (13 trabalhos)

Adriana Santos Marques

Adriane Ranieri Valente

Anderson Antonio Ferreira de Almeida

Cibele das Neves Silva de Oliveira

Cristiane Bitencourt da Costa

Elaine Maria Xavier

Janine Carla de Jesus Dos Santos

Luciana Martines do Nascimento

Lucinéia dos Santos Magatti Silva

Mayara Ferreira Mendes

Núbia Rafaela Martins da Silva

Ricardo Manoel da Silva

Sheila Abdala Barreiros

Live reúne mil professores de Santana de Parnaíba (SP) para discutir os protocolos de retorno às aulas presenciais

A volta às aulas presenciais é uma questão importante da educação neste momento em várias partes do mundo. Qual o caminho para que esse retorno seja seguro? Quais os protocolos a serem adotados e como garantir a proteção das pessoas? E, nesse processo, como aproveitar os conhecimentos adquiridos durante a pandemia em relação, por exemplo, às ferramentas digitais?

Live com a equipe pedagógica da Editora reuniu mil profissionais de educação em Santana de Parnaíba.

Essas e outras perguntas foram respondidas na quarta-feira (09) para mais de mil professores do Ensino Básico (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) que participaram da live promovida pela Editora Opet com o município de Santana de Parnaíba, parceiro em São Paulo. O encontro, que foi introduzido pela assessora pedagógica Márcia Ribeiro e conduzido pelas supervisoras pedagógicas Marina Cabral Rhinow e Rúbia Cristina da Costa, examinou o tema à luz do Parecer Nº 11, de 2020, do Conselho Nacional de Educação (CNE).

“Em primeiro lugar, é importante frisar a participação dos professores, gestores e funcionários da educação nas discussões da live”, observa a supervisora Rúbia Cristina. “Eles fizeram colocações, trouxeram dúvidas, perguntas, e isso foi interessante para nortear a discussão.” Rúbia explica que a ideia foi aproximar os participantes das sugestões e orientações do Parecer Nº 11 do CNE, que trata dos protocolos para um eventual retorno às aulas.

O secretário municipal de Educação de Santana de Parnaíba, Clecius Romagnoli, destacou que ainda não há uma data de retorno definida para as aulas presenciais no município, mas que, ainda assim, é fundamental planejar e conversar com a comunidade escolar sobre o tema.

“Devemos ouvir todos os representantes da comunidade escolar. É de extrema importância encontrar caminhos juntos, para que possamos retornar com segurança. Oferecendo, enfim, a garantia da vida e a continuidade do processo de ensino-aprendizagem.” Clecius reforçou o valor da equipe da secretária de Educação – professores, gestores, funcionários –, que, segundo ele, trabalha exemplarmente para manter o alto nível do ensino no município.

O secretário observa que, em Santana, os procedimentos para um eventual retorno estão sendo assumidos em um processo que envolve a própria secretária, a vigilância sanitária, o ministério público e as famílias dos estudantes. E que o município já está se preparando tanto em relação à adequação dos espaços quanto em relação à formação das pessoas para os novos procedimentos de segurança, saúde e apoio emocional.

O gerente comercial da Editora Opet para a área pública, Roberto Costacurta, se disse muito feliz pela receptividade dos professores à live promovida pela Editora Opet. Segundo ele, é importante contribuir para que os municípios parceiros tenham total segurança, em todos os aspectos, quando do retorno. “Hoje, as incertezas são muitas e nós, da Editora Opet, podemos ajudar no processo de esclarecimento porque estamos próximos das secretarias, das escolas, e também das discussões de documentos e normativas da educação”, observa. “Nessa live, ajudamos a traduzir as normas e recomendações para uma perspectiva prática, trazendo mais segurança e serenidade para os profissionais da educação. E isso nos alegra muito.”

Pandemia e Desigualdade Educacional

Um relatório divulgado pela UNESCO no mês de junho alertou que, devido à pandemia, houve um aumento das desigualdades educacionais no Brasil. Com a impossibilidade de aulas presenciais, o ensino remoto foi a única solução cabível para a maioria das escolas. Porém, uma parte dos estudantes brasileiros não tem acesso aos recursos necessários para assistir e aprender com as aulas online.
Esse é um problema para todos os brasileiros, pois a Educação é assunto de interesse público e de direito comum, seja ela promovida pela rede pública ou privada. É uma prioridade social que deve ser defendida por todos os que acreditam em um futuro melhor construído pelo conhecimento.
Por isso, hoje, falaremos sobre os legados da pandemia para a educação e também sobre boas práticas que todos podemos adotar para diminuir a desigualdade educacional no Brasil.

O que a pandemia nos ensinou sobre o ensino?
E ensino remoto gerou vários desafios, que, muitas vezes, geraram insegurança, frustração e cansaço – o que faz sentido, dado o ineditismo da situação. Porém, essas dificuldades tornam-se aprendizados quando pensamos nas habilidades que precisamos desenvolver para ter um sistema de ensino mais potente e resistente.

A capacidade de adaptabilidade e a autonomia desenvolvida pelos estudantes, certamente, expandirá seus espaços e condições de aprendizado. Além disso, vimos a importância de promover uma educação na qual o estudante é o protagonista de todo o processo e portador do seu projeto de vida, capaz de aprender por desejo e necessidade e não por obrigação.
Percebemos também que a discussão sobre inclusão digital na educação precisa ser aprofundada. O Brasil deve, necessariamente, ser um país mais digital, com maior acesso à internet.

Vimos também, com muita emoção e orgulho, professores fazendo visitas voluntárias às casas de estudantes que não têm acesso ao computador e internet para assistir às aulas. Isso no ensina sobre dedicação e amor à profissão.
Entre anseios e aprendizados, de uma coisa nós não podemos esquecer: a desigualdade educacional é grande e a luta para mudar essa realidade é de todos os cidadãos.

Boas práticas para diminuir a desigualdade educacional.

Algumas práticas de consciência coletiva, responsabilidade social e generosidade são essenciais para combater a desigualdade educacional. Você, como cidadão, pode ajudar seu país a partir do apoio à educação:

  • Estamos próximos de uma eleição municipal. Escolha candidatos que se preocupem em promover e fiscalizar a educação pública. Conheça, também, suas propostas em relação às tecnologias digitais.
  • Procure conhecer e fazer contato com os gestores da escola pública mais próxima da sua casa, ou daquela onde sua filha ou filho estudam. Busque saber como ajudar.
  • Doe livros e materiais escolares para estudantes de baixa renda.
  •  Se você conhece os meios digitais, ofereça-se para orientar professores de mais idade que ainda não conseguiram se adaptar às ferramentas online.
  •  Participe de debates e da fiscalização das políticas públicas para educação.
  •  Seja voluntário ou voluntária em projetos de escolas públicas.
  •  Defenda uma educação de qualidade como direito básico de todos os brasileiros.
  • Seja solidário e consciente em relação às causas e lutas sociais.
  •  Defenda uma educação que aproxima e liberta.

Nós, como instituição advinda de um grupo educacional privado, trazemos este debate porque nossa missão é promover uma educação humana, cidadã, transformadora e inovadora. Para isso, é imprescindível defender o acesso ao ensino por todas as crianças e adolescentes como direito básico e dever da sociedade e do Estado – algo que, aliás, está previsto na Constituição (no Artigo 208). Assim, podemos vislumbrar um futuro melhor para todos!

Parceiros Opet: o folclore digital do Instituto da Criança

O folclore, este universo de saberes, crenças, conhecimentos e artes populares, é um dos grandes patrimônios da humanidade. No caso do Brasil, ele é especialmente rico, já que nasce das contribuições das culturas indígenas, africanas e europeias que formaram a nossa sociedade.

O folclore brasileiro deve ser mais conhecido e vivido, em especial pelas novas gerações. Foi pensando nisso e tendo como motivo o Dia do Folclore (comemorado no dia 22 de agosto) que o Instituto da Criança, parceiro da Editora Opet em São Gonçalo do Amarante (RN), promoveu um festival de folclore online que mobilizou gestores, professores, estudantes e famílias.

A coordenadora do Ensino Fundamental II (Anos Finais) do Instituto, professora Ranilza Silva, conta que o “Festival Folclórico Online IC” teve como tema o folclore, com foco nos aspectos culturais locais. “Quisemos resgatar nossa cultura e valores. Além de retratar o folclore brasileiro, foi um momento para falar das nossas histórias e raízes. Buscamos mostrar que, assim como em outras cidades, São Gonçalo do Amarante também é rica em cultura.”

Live sobre folclore envolveu professores, estudantes e familiares em São Gonçalo do Amarante (RN). Crédito: Instituto da Criança

A professora Luara Carvalho, de Língua Portuguesa, coordenou o projeto junto com Ranilza. Ela explica que uma das finalidades do festival foi trazer mais conhecimento e leveza à vida das pessoas. Pensamos em algo que pudesse estimular nossos alunos e professores e avivar as memórias do que é nosso, da nossa cultura. Então, passamos a pensar quais aspectos do folclore gostaríamos de vivenciar com os nossos alunos. Selecionamos trava-línguas, brincadeiras, lendas e crendices.” Nesse processo, a escola contou com a participação de um artista local, Victor Melo, que enriqueceu festival.

Para festejar o folclore, a escola usou todas as ferramentas digitais disponíveis: WhatsApp, Instagram, Google Meet (oferecido pela Editora Opet) e Youtube. E deu muito certo. “Foi uma semana repleta de ‘folguedos’”, ri Luara.

“Começamos com um bate-papo descontraído com o Victor Melo, que interpreta vários papéis e que compareceu à live caracterizado de Birico, um personagem do Boi de Reis, Bumba Meu Boi ou Boi Calemba, como é mais conhecido em nossa região”, conta.

Cada dupla ou grupo de professores ficou responsável por uma atividade. A escola preparou “desafios folclóricos”, que eram prontamente respondidos pelos estudantes. O grau de engajamento deles e das famílias foi altíssimo.

O primeiro desafio, explica Luara, foi gravar um vídeo com um desafio trava-língua, o segundo foi outra gravação para explicar sobre uma brincadeira e o terceiro foi postar uma foto caracterizada de um mito do folclore brasileiro. “As criações ficaram incríveis!”, comemora.

Estudantes caracterizados como Iara e o Boto para um dos desafios do Festival de Folclore. Crédito: Instituto da Criança

Finalizando o projeto, os professores fizeram um bate-papo online via Google Meet e transmitido pelo YouTube no canal da escola. “Falamos sobre as crendices que crescemos ouvindo, fazendo e/ou vivendo de alguma forma”, explica Luara. A temática foi “Eu cresci acreditando em…” e gerou várias histórias, memórias e explicações. Com apoio do professor de História, foi possível ir mais longe na compreensão das crendices e dos mitos.

Colaboração Opet – A Editora Opet, que é parceira do Instituto da Criança, ajudou a viabilizar o processo. E isso se deu por meio tanto da tecnologia quanto dos materiais didáticos. As ferramentas digitais foram de grande importância”, conta Ranilza. “A Plataforma Inspira foi um apoio durante as aulas dos professores ao longo da semana, assim como o Meet do Google for Education, que possibilitou reunir os professores em um só lugar virtual para levarmos o conhecimento aos nossos estudantes no último dia do projeto.”

A coordenadora destaca a importância da parceria com a Editora para o sucesso digital da escola. “A Opet vem contribuindo de forma significativa com as ferramentas digitais, e os nossos professores-aprendizes desse novo formato estão ressignificando as aulas. Os projetos vão além dos conteúdos, pois buscamos resgatar valores históricos e vivências que internalizam a vida pessoal e social dos nossos estudantes.”

Sobre a integração entre a proposta do festival e as coleções Opet, quem fala é a professora Luara. “Houve uma integração perfeita! Em especial, com o material de Língua Portuguesa, que, através do gênero textual lenda e da prática da oralidade, conseguiu ampliar e enriquecer o trabalho.”

Escola antenada – A professora Janaína Bezerra é a assessora pedagógica da Editora Opet responsável pelo atendimento do Instituto da Criança. Para ela, o Festival de Folclore é um exemplo de valorização do material Opet dentro do contexto atual. “Além das ferramentas tecnológicas, a escola integrou o uso do material físico e da nossa proposta de educação, o que vai totalmente ao encontro da finalidade da parceria.”

Segundo Janaína, a parceria com o Instituto da Criança é muito sólida e veio para ficar. “A escola tem um projeto educativo alinhado com o material didático e a filosofia Opet de uma educação humana, cidadã, transformadora e inovadora. A equipe acata nossas sugestões e está antenada com nossas orientações através das formações pedagógicas.”

Educação Privada: o sucesso do Colégio Dom Hélder com as ferramentas digitais

Em vinte anos de existência, o Colégio Dom Hélder Câmara, de Afogados da Ingazeira, no sertão de Pernambuco, tornou-se referência em educação. De uma pequena escola que atendia a Educação Infantil e o primeiro ano do Ensino Fundamental, transformou-se em um dos maiores colégios privados da região, oferecendo da Educação Infantil ao nono ano do Ensino Fundamental em instalações de alta qualidade. Desde o início deste ano, o Dom Hélder é, também, parceiro da Editora Opet, que proporciona os materiais didáticos e as ferramentas pedagógicas para todos os níveis de ensino oferecidos pela instituição.

Com a pandemia, o colégio precisou se organizar para dar conta das aulas remotas e da qualidade do ensino. “A pandemia mudou nossas vidas e o momento exigiu que nos readaptássemos”, conta a mantenedora e diretora administrativa e pedagógica, professora Cláudia Valéria da Silva Campos Barros. “Com muito estudo, planejamento e responsabilidade, iniciamos os atendimentos com as aulas remotas, já com a parceria da Editora Opet.”

Ela destaca, nesse processo, o apoio pedagógico oferecido pela Editora. “A parceria com a Editora Opet foi fundamental para o sucesso do nosso trabalho. As ferramentas de apoio proporcionaram um atendimento de qualidade, aproximando professores, estudantes e familiares, dinamizando o ensino e garantindo uma aprendizagem eficaz”, observa.

Segundo Cláudia Valéria, a Editora Opet tem sido fundamental em termos de apoio e capacitação para o “novo normal”. “A promoção de lives excelentes, com temas pertinentes para o momento, as formações pedagógicas e os inúmeros atendimentos foram fundamentais para o sucesso do nosso trabalho”. Um sucesso que se reflete, por exemplo, no engajamento dos estudantes e de suas famílias ao sistemas de aulas remotas.

“Com a utilização das novas ferramentas educacionais, o Dom Hélder deu  continuidade ao atendimento e proporcionou momentos satisfatórios de estudo e aprendizado. Mesmo remotamente, os cuidados com a aprendizagem continuam a permear a nossa prática”, garante. A mantenedora também destaca a aproximação das famílias, que se tornaram grandes parceiras do colégio, e de sua equipe de gestores e professores, que vêm realizando um excelente trabalho.

Pedro Santos Nobre é estudante do nono ano do Ensino Fundamental do Colégio Dom Hélder. Ele valoriza os esforços da instituição para garantir o acesso às ferramentas digitais e ao estudo nesta fase tão difícil para outros estudantes. “Posso dizer que sou privilegiado por estudar em um colégio assim, com os recursos que recebemos.”

Ele conta que, no início da pandemia, não ligava muito para a situação porque pensava que ela seria passageira, coisa de uma ou duas semanas. Em pouco tempo, porém, percebeu que a coisa era séria e se engajou nos estudos remotos. Hoje, ele acha o processo muito interessante: “É mais rápido e até mais relaxado estudar usando o computador. Recebemos um e-mail dedicado para o trabalho e eu gostei muito.” Fã declarado de ferramentas como o Google Meet e o Classroom, oferecidas pela Editora Opet dentro da parceria com a Google for Education, Pedro só tem elogios para o trabalho da escola, que, segundo ele, é muito bem organizado e garante o aprendizado.

A professora Wilma Geysa Diniz Marques dá aulas para o segundo ano do Ensino Fundamental no Dom Hélder. Segundo ela, as ferramentas digitais estão subsidiando o processo de ensino-aprendizagem. “A Editora Opet está de parabéns pelo apoio dado a nós educadores, desde as lives até os atendimentos particulares”, avalia.

Para Wilma, a plataforma digital é o grande destaque deste momento de ensino remoto. “Ela nos possibilita uma interação com os educandos, ligando o vínculo escola e família. Vale respaldar as possibilidades contidas nesta plataforma,  como o modo de apresentação,  atividades-teste e outras que vêm a somar no desenvolvimento da aprendizagem.” Ela vê seus alunos satisfeitos e motivados com as ferramentas digitais, que, neste momento, acabam sendo o único meio de contato com a escola.

Adriana Fialho é a assessora pedagógica da Editora responsável pelo atendimento do Colégio Dom Hélder. Em sua avaliação, um dos diferenciais do Colégio é estar, sempre, na vanguarda. “Os gestores estão sempre à frente e conduzem muito bem os processos de mudança.” Ela destaca, por exemplo, o engajamento para a adoção das ferramentas digitais no período da pandemia. “Nas reuniões formativas para o uso do Google for Education, por exemplo, a participação sempre foi massiva, e os participantes buscavam ir além para aprofundar o trabalho com as ferramentas digitais.” E isso deu muito certo, uma vez que, no Dom Hélder, essas ferramentas têm sido utilizadas com muita eficiência nas aulas e na gestão, por exemplo, para reuniões e eventos online. “Ficamos felizes em contribuir para esse sucesso. É muito bom trabalhar com parceiros que têm esse padrão de qualidade”, conclui Adriana.

Como manter o ensino remoto na Educação Infantil?

O ensino remoto, solução que ganhou força neste período de pandemia, é altamente desafiador, recebendo atenção extra de professores e familiares interessados em garantir a qualidade do processo de ensino-aprendizagem. Na Educação Infantil, há questionamentos sobre a necessidade de se manter o ensino remoto e também sobre como é possível ter aulas virtuais com crianças tão pequenas. Neste artigo, falaremos um pouco sobre o papel da Educação Infantil no desenvolvimento da criança e porque é importante que a família esteja engajada nas atividades remotas junto à escola.

 

Mas, afinal de contas, qual o papel da Educação Infantil?

Na Educação Infantil, trabalhamos capacidades essenciais para o desenvolvimento do ser humano. Os primeiros anos de vida são extremamente importantes para o desenvolvimento das habilidades sociais e expressivas. Além disso, as atividades aplicadas na escola têm o intuito de estimular o desenvolvimento cognitivo e intelectual da criança, preparando-a para processos mais profundos de aprendizado, como a alfabetização, por exemplo. A ludicidade, que é importante em vários níveis, mas especialmente na Educação Infantil, é utilizada de forma direcionada e com teor didático para conduzir tudo.

Em suma, é na Educação Infantil que trabalhamos as potencialidades das criança enquanto ser social, intelectual e emocional, valorizando seus conteúdos e apresentando as cores, formas, sons, rostos e gostos do mundo.

 

Como manter as atividades da educação infantil durante o isolamento?

Os professores da Educação Infantil, assim como dos outros níveis, têm trabalhado para que as atividades e conteúdos possam chegar até os estudantes. Obviamente, toda a interação emocional e sensorial que o professor promove na sala de aula presencialmente não acontece da mesma forma no ambiente virtual. Porém, é importante utilizar esses recursos nas aulas remotas para manter o contato entre as crianças e professores, pois a relação pessoal na Educação Infantil é extremamente importante.

A realização das atividades, é claro, acontece de forma diferente. Na maioria das vezes, quem auxilia as crianças na resolução é a família. É comum ver familiares inseguros em relação a essa nova tarefa de orientar os estudantes nas atividades da escola. Porém, essa interação pode ser extremamente valiosa e trabalhar uma aproximação familiar que pode trazer mais autoestima, autoconfiança e resiliência para as crianças, pois elas veem apoio no seu núcleo de convivência.

Por isso, é importante compreender, que nesse contexto de isolamento, é importante rever e adaptar a dinâmica familiar para que os estudantes tenham adultos a quem podem recorrer quando precisarem de algum apoio. E isso vale, sobretudo, para as crianças da educação infantil.

Nós, da Editora Opet, estamos engajados em contribuir para melhorar a experiência de estudantes, educadores e familiares nesse momento difícil. Por isso, desenvolvemos as Sequencias Didáticas, materiais desenvolvidos com uma linguagem clara e objetiva que pode ser utilizado por professores e pais para a realização das atividades escolares. O material de Educação Infantil é super completo, lúdico e interativo, e nossas ferramentas digitais – as plataformas Inspira e Google for Education – são o que existe de mais moderno em educação remota.

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