Como aproximar família e escola?

Quando o assunto é promover educação de qualidade, família e escola caminham juntas. Essa frase é uma velha conhecida dos professores, estudantes, gestores e famílias parceiras da Editora Opet. Nós, da Editora Opet, acreditamos firmemente nisso e baseamos essa crença em estudos científicos internacionais que demonstram o sucesso da “dobradinha” família-escola.

Os ambientes da família e da escola, é claro, são distintos: cada um tem suas características e seus modos de interação. Eles, porém, são complementares e se reforçam mutuamente. Vamos saber mais a respeito.

 

O papel da escola na formação do estudante

O trabalho escolar é mais centrado na formação acadêmica, intelectual e cognitiva. Em resumo, o foco maior está na transmissão dos conhecimentos acumulados ao longo da história humana. Ainda sobre o foco educacional da escola, não podemos deixar de mencionar o foco na aplicação de atividades que ajudem o indivíduo no desenvolvimento de competências e habilidades cruciais para a vida em sociedade, ainda mais na sociedade atual, que está em constante mudança.

Além do conhecimento científico e desenvolvimento de habilidades e competências, há uma preocupação em suprir algumas necessidades do âmbito pessoal, especialmente aquelas relacionadas à socialização.

Nesse aspecto pessoal, podemos dizer que a escola amplia o que vem do ambiente domiciliar.

Na maioria dos casos, até o início da vida escolar, as crianças só tiveram contato com os membros da família e um grupo restrito que se estendia a familiares e amigos, a eventos sociais e à comunidade em torno do local de moradia – vizinhos, por exemplo.

Então, a escola representa um importante avanço no que se refere a experiências e habilidades sociais. Nesse espaço, as crianças começam a construir sua própria rede de amigos e comunidade.

Mas, é preciso mais do que isso para forjar a personalidade e garantir o desenvolvimento integral desse indivíduo. E o que falta na escola precisa ser complementado pela família.

 

O papel da família na formação do indivíduo

A família, além de anteceder e de dar continuidade ao trabalho dos educadores, atua no estabelecimento de valores e princípios. Também é no espaço familiar, o qual ainda é o local mais importante para criança, que o estudante deve receber segurança, acolhimento, orientação e apoio.

A compreensão do mundo, dos acontecimentos na escola, do valor do conhecimento também deve partir da família. A família tem um importante papel em auxiliar o indivíduo a fazer uma leitura correta do mundo, já que, no início da vida, tudo é muito novo para ele.

Isso vai desde trabalhar boas maneiras e respeito até dar assistência no desenvolvimento de habilidades socioemocionais que vão ajudá-lo a lidar com os demais, com os desafios e com as próprias emoções.

Em última instância, esse trabalho também é uma maneira de reforçar ensinamentos do professor, bem como o respeito e a admiração por ele.

 

Como fortalecer a parceria entre escola e família?

É papel dos professores e dos gestores incentivar e criar estratégias para encorajar a participação da família na educação das crianças e adolescentes. São eles que vão “quebrar o gelo”, abrir as portas, criar um fluxo de comunicação clara e contínua. Quanto mais acolherem, mais serão acolhidos e “integrados” pela família. Isso, aliás, gera pertencimento – temos, então, uma “comunidade escolar” na mais profunda acepção do termo! Mas, como chegar nesse grau de integração? Vamos descobrir:

 Ofereça dicas básicas para a participação ativa da família

Indique algumas ações que a família pode executar para participar da vida escolar. Esse é o primeiro passo, serve para começar a introduzir a ideia de educação compartilhada entre escola e família. A família deve ser estimulada a:

  • Perguntar sobre o dia na escola;
  • Auxiliar no dever de casa;
  • Transmitir segurança para que a criança informe possíveis problemas, bullying ou dificuldades com determinados conteúdos;
  • Incentivar o gosto pelo estudo, incorporando na criança ou adolescente um tom de curiosidade e espírito investigativo;
  • Elogiar as conquistas escolares;
  • Com respeito e carinho, mostrar o erro e o caminho para o estudante conseguir resolver determinada atividade;
  • Participar dos eventos escolares – reuniões, feiras, festas, apresentações.

  Informe sobre estruturas básicas de ensino e ambiente físico da escola

  • Mantenha a família informada sobre o conteúdo do Projeto Político Pedagógico (PPP), os objetivos e em qual etapa dele o ensino das crianças está.
  • Apresente o espaço físico da instituição onde ocorre cada atividade para que a família se sinta parte do processo. Dessa forma, ela passa a ter ainda mais zelo e vontade de participar.
  • Torne a família parte ativa dos processos de ensino da sala de aula.
  • Faça reuniões para apresentar feedbacks e, em caso de o estudante apresentar dificuldade no desempenho escolar, informar a situação, o que está sendo feito e como a família pode contribuir para ajudar.
  • Marque encontros individuais quando houver a necessidade de abordar assuntos relacionados a dúvidas por parte da família. Esse contato mais próximo e personalizado ajuda a aumentar a confiança na escola e fortalecer vínculos.

Comunique-se bem!

Facilite a comunicação e o acesso da família aos professores e gestores, sob pena de “desistência” da família. A comunicação deve ser rápida, assertiva e ajustada aos referenciais culturais das famílias. Há diversas formas de estabelecer uma comunicação. Por exemplo:

  • Recados em agendas;
  • Blogs e sites;
  • E-mail;
  • Redes sociais.

Por meio desses recursos, é possível informar, comunicar e aproximar das diferentes formas apresentadas a seguir.

Aproxime, encante e instigue!

O povo brasileiro é, por excelência, um apaixonado pela aproximação, pelo contato social. E é justamente aí que reside uma excelente tática de aproximação. Com um bom planejamento, a escola poder transformar encontros que normalmente são vistos como “burocráticos” ou “aborrecidos” em eventos de que as pessoas querem participar – momentos de comunhão pela educação. Vamos pensar em alguns tipos de eventos que podem ser promovidos na escola:

  • Encontros, palestras e seminários: além de repassar informações e conhecimentos importantes sobre educação, desenvolvimento infantil e temas relacionados, esse tipo de encontro permite um contato com todo o corpo docente e demais responsáveis. Cria-se, assim, um senso de comunidade.
  • Festas típicas: Festa Junina, eventos folclóricos, Carnaval, Natal e demais datas comemorativas não podem faltar. Além de serem datas que todos amam, são bons momentos para o engajamento e a valorização das pessoas e de suas habilidades.
  • Feiras: Feiras do Livro e de Ciências, por exemplo, são maneiras de ampliar a interação e de fazer os estudantes brilharem em apresentações e rodas de conversa.
  • Festivais: estruturar festivais também contribui para aproximar, ao mesmo tempo em que garante diversão e conhecimento. Podemos citar vários temas, mas o Festival Cultural é uma temática poderosa para que os participantes possam se conhecer em um nível diferente. É um momento que se pode propor que cada criança fale um pouco sobre a origem da família, em qual Estado os familiares nasceram, quais hábitos culturais fazem parte dessa região do país, entre outros aspectos.

 

Use a tecnologia para aproximar

A tecnologia é uma das ferramentas-chave para a estruturação de um arsenal de ações de aproximação entre escola e família. Além dos canais de mensagens instantânea, das redes sociais, sites, blogs e aplicativos, também é possível criar um ambiente virtual de ensino para organizar e disponibilizar tudo o que envolve as atividades escolares.

Com recursos como a Opet INspira, plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet, por exemplo, esse ambiente pode ser acessado pelos professores, estudantes e famílias. Entre os conteúdos disponibilizados estão atividades para casa, projetos em andamento e documentos institucionais de interesse da família.

Tem ainda como criar roteiro de estudos e trilhas de aprendizagem para orientar e guiar o discente na execução de trabalhos, atividades, projetos e apresentação.

Outro recurso tecnológico que pode ser utilizado no ensino e disponibilizado nesse espaço são os jogos educativos, livros de histórias e qualquer material de apoio.

Tudo isso pode ser acessado pelos estudantes na hora de realizar as atividades e pelos responsáveis para acompanharem o desempenho e organizarem a rotina dos pequenos.

Fato é que como a tecnologia possui “vários braços”, é possível utilizá-la para se fazer presente e estabelecer um relacionamento com a família de diversas formas.

O que revela a “Nuvem de palavras” criada pelos familiares dos estudantes parceiros Opet?

Amor, empatia, aprendizado, respeito, conhecimento, interação, compreensão, participação, atenção: estas foram as palavras mais citadas pelas famílias dos estudantes das escolas parceiras públicas e privadas da Editora Opet nas avaliações dos Encontros com Familiares (EFAM) realizados ao longo de 2021. Elas aparecem na “nuvem de palavras” gerada digitalmente a partir das avaliações, que você confere em primeira mão na imagem acima. Para a Editora Opet, essas palavras mostram o quanto vale a pena investir na aproximação entre família e escola. O quanto vale a pena, enfim, estar ao lado de pessoas que pensam dessa forma. Saiba por que nesta reportagem especial:

Um dos maiores “segredos” do sucesso do trabalho educacional da Editora Opet reside na aproximação em relação às famílias dos estudantes. Essa busca pelo contato, esse acolhimento, fazem parte da nossa filosofia de trabalho, dos nossos princípios como educadores. E fazem parte porque acreditamos que a educação mais completa, a educação plena, é possível quando escola e família trabalham juntas. E não é só uma crença: estudos internacionais mostram que essa parceria é fundamental para o sucesso da educação. Nossa experiência de muitos anos também confirma isso.

Essa aproximação passa por todo um trabalho que envolve a formação de professores e gestores para o trabalho com as famílias, por Coleções Paradidáticas e, especialmente, pelos Encontros com Familiares, os chamados “EFAM”, que a Editora Opet promove nas redes municipais e nas escolas privadas parceiras. Esses encontros, que ao longo do ano passado foram realizados virtualmente com participação massiva das famílias – alguns deles reuniram 8 mil pessoas! –, conectam mães, pais, avós, tias, tios e outras pessoas responsáveis pelos estudantes para debater temas de interesse. São momentos de troca, diálogo e reflexão acerca do papel na família em relação à educação, valores, deveres e direitos nas relações familiares.

EFAM em formato virtual realizado com famílias em Maringá (PR) em 2021.

Após cada encontro, os participantes são convidados a avaliar o momento, indicando, em um formulário digital, uma palavra-chave que sintetize o sentimento gerado ou, então, o tema ou aspecto do EFAM que consideram o mais importante. “A participação nessa avaliação não é obrigatória, mas, ainda assim, foi muito grande em 2021. E nos trouxe uma devolutiva que é essencial para o nosso trabalho”, observa Cliciane Élen Augusto (foto), gerente pedagógica da Editora.

Cliciane Élen Augusto, gerente pedagógica da Editora Opet.

As palavras que aparecem com maior destaque na “nuvem” são as mais citadas nas avaliações. Em 2021, o termo mais citado foi “Amor”, seguido de perto por “Empatia”, “Aprendizado”, “Respeito”, “Interação” e “Responsabilidade”. Ao todo, mais de quarenta termos foram assinalados pelos familiares.

Palavras-força – “As palavras que mais apareceram são muito fortes e significativas, tanto nas relações humanas quanto na educação”, observa Cliciane. “E elas estão no centro do nosso trabalho, das nossas coleções. Ou seja, vêm confirmar o direcionamento que é dado pela Editora para a relação família-escola”, avalia Cliciane. “A nuvem de palavras, enfim, diz muito sobre o momento das famílias e das escolas, e nos auxilia no planejamento das nossas ações.”

Calendário – A Editora retomará os EFAM em fevereiro, após o início do semestre e a acolhida dos estudantes e das famílias pelas escolas. “Temos certeza de que as famílias vão se engajar. Elas sabem que, quando estão presentes, quando participam da parceria, a educação se fortalece”, diz Cliciane. “Assim, desde já, sejam bem-vindas!”.  

“Família, Escola e Formação Humana”: o 1º Encontro de Familiares em Maringá (PR)

Os Encontros com Familiares – chamados de “EFAM” pela equipe pedagógica da Editora Opet – representam um momento fundamental da parceria com os municípios e a comunidade escolar. 

Por meio deles, a Editora fortalece a aproximação entre as famílias e a escola, que é um dos pilares do trabalho Opet. Ao chegar mais perto e atuar junto com a escola, a família potencializa a educação e a formação de cidadãos mais conscientes e protagonistas.

Nesta semana, na terça-feira, dia 10, a Editora promoveu o primeiro EFAM em parceria com a secretaria municipal de Educação de Maringá, um dos municípios mais importantes do Estado do Paraná. Maringá é parceiro da Editora Opet com os materiais didáticos e ferramentas Sefe, que são adotados por professores e crianças da Educação Infantil 2 a 5.

O encontro foi realizado online com a participação ao vivo de aproximadamente 500 pessoas e mais de 2,6 mil visualizações até o fechamento desta reportagem.

O tema “Família, Escola e Formação Humana: aprendizagens em tempos de pandemia” foi apresentado pela supervisora pedagógica Rúbia Cristina da Costa. Ela abordou várias questões relacionadas aos relacionamentos em família, do acolhimento à necessidade ainda maior de empatia em tempos tão desafiadores como os que estamos vivendo.

Falar de perto – A supervisora regional Daiane Veiga, responsável, na Editora, pelo atendimento do município de Maringá, abriu o encontro. “Por ser o primeiro EFAM no município, buscamos trazer uma temática que falasse de perto às famílias, que as acolhesse para a proposta de aproximação”, observa.

“Acredito que todas as famílias precisam ouvir palavras que as acalentem, apoiem e, ao mesmo tempo, despertem para a reflexão sobre seu papel na educação dos filhos. Eles, afinal, são seu bem mais importante!”

Daiane ressalta o caráter de diálogo dos encontros de familiares promovidos pela Editora com os parceiros. “O EFAM é uma grande conversa, um momento de compartilhar, e isto faz com que o engajamento seja, sempre, muito grande. Ficamos muito felizes em acolher e em sermos acolhidos pelas famílias.” Ela também destaca as vantagens do formato online, que são um estímulo a mais para as famílias – elas participam no conforto do lar, sem atropelos. 

Empatia e sabedoria – “O encontro com os familiares foi muito produtivo. Ele trouxe às famílias palavras de esperança, empatia e orientações com sabedoria. Abordou a importância do vínculo entre família e escola, permitindo a reflexão dos familiares de que essa união fortalece a promoção dos saberes na formação dos seus filhos”, avalia a professora Hidoméia Maria de Oliveira Velasco, gerente da Educação Infantil da secretária municipal de Educação de Maringá.

Educação afetiva: encontro online reúne famílias, professores e gestores de todo o país

Imagine um encontro com mais de mil famílias, de 17 municípios das regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Pessoas engajadas online, animadas e atentas, conversando sobre um tema importante para a educação de crianças e jovens. Pois foi exatamente isso que aconteceu nesta semana, na quarta-feira (23), no Encontro de Familiares – o EFAM – multirregional promovido pela Editora Opet. Além da participação ao vivo dos familiares, aliás, o evento já teve mais de 3,6 mil visualizações após seu encerramento.

“Na Editora, historicamente, nós realizávamos os encontros com familiares de forma presencial. Com a pandemia, porém, foi preciso migrar para o ambiente online. E, nesse processo, acabamos alcançando resultados interessantes”, conta Cliciane Élen Augusto, gerente pedagógica da Editora. “A participação e engajamento dos familiares nesse formato é muito grande”, comemora.

O encontro desta semana foi conduzido pela supervisora pedagógica da Editora, Rúbia Cristina da Costa. Ela falou sobre a importância da Educação Afetiva, que tem na família – o primeiro grupo social na vida das crianças e adolescentes – um elemento central.

“Nós focamos a importância das atitudes, do diálogo, da escuta afetiva e da orientação dentro de cada lar para uma educação que seja um processo de humanização”, explica Rúbia. Ela reforçou (e este é um dos fundamentos do trabalho da Editora com seus parceiros públicos e privados) o valor da parceria família-escola: cada qual com seus saberes, com seus papéis, por uma educação capaz de formar pessoas melhores, mais críticas, protagonistas e felizes.

E os participantes responderam com entusiasmo, como foi possível observar nas muitas interações via chat do encontro. “Elas mostraram alegria em participar e trazer suas questões”, observa Rúbia. A supervisora pedagógica se diz feliz em conversar com famílias de tantos lugares do país, famílias de diferentes configurações, e testemunhar o interesse comum pelo desenvolvimento dos filhos.

Bem-estar – A supervisora regional Danuza Peraceta, que atende municípios parceiros em Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Paraná, destaca a comodidade dos encontros realizados online. “O encontro feito a partir do Youtube permite que as famílias – mães, pais, avós, responsáveis – participem de qualquer lugar, bastando para isto ter acesso à internet. Isso facilita a aproximação da comunidade escolar”, observa.

Danuza destaca, também, o alto grau de participação no EFAM. “Percebemos o engajamento das famílias e das redes municipais de ensino, dos professores e gestores, mostrando que todos se preocupam com o desenvolvimento das crianças e estudantes.” Para Danuza, a temática da Educação Afetiva veio ao encontro das expectativas dos participantes.

“Pudemos notar isso nas mensagens deixadas no chat. O trabalho com as famílias é um diferencial da Editora Opet. Reunir nossos parceiros em um momento único, somando tantas culturas diferentes, mostra que estamos seguindo o mesmo caminho – o do bem-estar das crianças e estudantes.”

Sociabilidade – O supervisor regional para municípios de Santa Catarina, São Paulo e Paraná, Nelson Bittencourt, destaca a importância da troca de experiências em um encontro que reúna famílias de regiões e realidades culturais tão distintas e ricas. “O intercâmbio é muito grande. Um EFAM assim encurta distâncias, permite trocar ideias com outras famílias e fazer amigos. E o modelo de encontro online é especialmente adequado para muita gente. As pessoas podem chegar do trabalho, descansar, preparar-se e participar de uma forma mais tranquila, em casa e em família.”

Para a supervisora regional Fabíola Schiebelbein, responsável pelo atendimento de municípios parceiros em Rondônia, Maranhão, Mato Grosso, Santa Catarina e Paraná, um dos destaques do EFAM desta semana foi, justamente, a aproximação entre famílias de diferentes contextos.  “O momento online aproxima as famílias de seus municípios e gestores. E também aproxima as comunidades de diferentes municípios. Vimos, por exemplo, famílias do Maranhão interagindo com famílias do Paraná, e a alegria de contar de onde são. Isso é muito rico!”, avalia.

“Além disso, o encontro online também amplia a base de familiares participantes. Tivemos muitos avós presentes, o que é menos comum nos encontros presenciais.” Fabíola também destaca a “vantagem assíncrona” do formato digital, que permite que aquelas pessoas que não puderam participar ao vivo assistam depois e tenham acesso às discussões.

Os EFAM são uma marca do trabalho da Editora Opet nos selos Sefe e Opet Soluções Educacionais. Eles aproximam, engajam e colaboram para a melhor educação. Quer saber mais a respeito? Então, entre em contato conosco!