Plataforma Educacional Opet INspira fica mais inovadora, intuitiva e interativa

Mudanças melhoram o layout, a navegação e o sistema de busca

Há mais de um ano, a Plataforma Educacional Opet INspira passou a fazer parte da vida de milhares de estudantes, professores e famílias de todo o país. Ela é uma poderosa ferramenta educacional criada pela Editora Opet para seus parceiros nas áreas pública e privada, e traz recursos preciosos para o desenvolvimento das aulas remotas. São vídeos, áudios, simuladores, jogos educacionais, quizzes, trilhas de aprendizagem, coleções digitalizadas, provas, documentos oficiais da educação e muito mais!

O trabalho da equipe que desenvolve a Plataforma Educacional Opet INspira não para. E isso porque eles estão trabalhando sempre para torná-la cada vez mais amigável, mais próxima dos usuários.

“A ideia é fazer com que a plataforma seja a mais utilizável possível, direta, descomplicada e muito presente na vida dos estudantes e dos professores”, conta Luciano Rocha, coordenador de Tecnologias Educacionais da Editora e do trabalho com a ferramenta.

Novidades em um clique – E esse trabalho vem dando bons frutos! Hoje,  12 de abril, os usuários que acessam a plataforma estão encontrando algumas diferenças bem interessantes. A primeira delas é no layout da tela, que foi reorganizado. “A plataforma ficou mais bonita, mais harmoniosa. Nossa preocupação, porém, não foi apenas estética”, explica Luciano.

“Tivemos muito cuidado com a usabilidade da interface. Isso porque, com o reposicionamento e o  redimensionamento de alguns dos elementos e espaços, procuramos melhorar a experiência do usuário, tornando os recursos mais acessíveis e a navegação intuitiva.”

Agora, a página de abertura da plataforma conta com banners interativos que apresentam recursos importantes por perfil de usuário e oferecem links diretos. “Basta que o estudante ou docente clique no banner para que a plataforma o redirecione ao recurso apresentado”, explica Luciano.

Pesquisa facilitada – Já o menu de etapas facilita aos docentes e aos estudantes encontrar conteúdos específicos do nível de ensino. “Ao acessar esse menu, filtros são acionados automaticamente, apresentando ao usuário apenas os conteúdos criados para a etapa escolhida”.

Outra novidade é a “busca inteligente”, que mostra os conteúdos e assuntos pesquisados classificados por tipo de objeto. “Se o usuário digitar as palavras ‘futebol’ ou ‘hidrogênio’, por exemplo, terá como retorno de busca todos os elementos relacionados a elas”, explica Luciano.

Mais novidades – Em breve, outras novidades virão – e em escala macro. “Estamos trabalhando muito no desenvolvimento de um módulo de publicação de livros digitais interativos, que vão expandir enormemente a experiência dos nossos usuários com as coleções. Os livros vão dialogar muito mais com os usuários, oferecer conteúdos extras e conexões com outros conhecimentos, e isto com poucos cliques”, conta Luciano.

Além disso, serão lançados dois aplicativos para dispositivos móveis que, disponibilizarão os conteúdos de áudio, jogos, simuladores e ferramentas educacionais em 3D da plataforma Opet INspira para acesso e armazenamento, inclusive off-line, em celulares e tablets.

“A esteira de desenvolvimento desses recursos já está bem adiantada”, antecipa Luciano. “Pretendemos apresentar em breve essas novas ferramentas e proporcionar uma experiência ainda mais inspiradora aos nossos docentes e estudantes.”

Clique no vídeo abaixo e conheça todas as novidades deste novo momento da Plataforma Educacional Opet INspira!

Competências em sala de aula

Mais do que adquirir conhecimentos, o aprendizado envolve a capacidade de aplicá-los na vida prática e de assumir uma atitude positiva e curiosa diante das possibilidades que determinado conteúdo oferece.

Esse processo só é possível a partir de uma educação integradora, isto é, um ensino que contemple todas as dimensões do desenvolvimento humano – cognitivo, físico, emocional e cultural.

Em uma educação integradora, a aprendizagem é vista como o desenvolvimento de competências, não apenas como aquisição de conhecimentos.

Nela, aparecem outros dois elementos fundamentais para o processo de ensino-aprendizagem: as habilidades e a atitude.

Entenda como isso se dá na prática!

A tríade do conhecimento: o sentido de desenvolver competências

Competências, como já mencionamos, podem ser definidas como o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes.

Aquisição de conhecimento: primeira etapa

O ensino dos conteúdos das disciplinas de português, matemática, ciências, história e geografia oferece ao estudante conhecimentos essenciais para a vida, aqueles conhecimentos clássicos, acumulados ao longo da história e que devem ser transmitidos para as próximas gerações – são conhecimentos civilizatórios.

Acontece que, se o ensino se detém em “repasse”, a criança simplesmente esquece o conteúdo. Afinal, ela não teve a oportunidade de praticar o que foi apresentado nos livros e aulas, então tudo ainda está muito abstrato para ela. As coisas só fazem sentido se associadas a outras, da própria vida de quem aprende.

Aquisição de habilidades: segunda etapa

A fim de consolidar o que foi aprendido na etapa anterior, é preciso que a criança aprenda a utilizar os conhecimentos de conteúdo escolar em diversos aspectos da vida para solucionar problemas e para entender aspectos do cotidiano.

É muito importante ter em mente que todo conteúdo deve ser útil – a teoria sempre deve andar com a prática. De pouco adianta passar dezenas de exercícios de gramática se o estudante não sabe se comunicar, debater e defender seus pontos de vista com base em argumentos válidos. Uma coisa, aqui, está integrada com a outra!

Da mesma forma, não adianta ensinar fórmulas de matemática se o estudante não compreender que os conceitos desta disciplina podem ser aplicados em várias áreas de sua vida, por exemplo, na vida financeira ou mesmo em projetos.

Atitude positiva

Tanto a aquisição de conhecimentos quanto a de habilidades podem ser repassadas para uma pessoa. O professor consegue formar o estudante por meio das aulas expositivas e indicações de leituras, bem como a partir da aplicação de atividades, situações-problema e projetos – as possibilidades são muitas!

Já a atitude é um aspecto comportamental, é algo que vem com o indivíduo. Isso não pode ser ensinado, mas pode ser percebido e trabalhado pelo professor. Tem a ver com aquela curiosidade, um brilho nos olhos, a vontade de aprender mais sobre algo.

O docente, então, pode trabalhar com abordagens que estimulem a criança a ter vontade de adquirir conhecimentos e habilidades. Só o fato de o estudante perceber que a teoria apresentada previamente pode ser aplicada em sua vida é um modo de incentivá-lo. É importante, no entanto, manter essa chama acessa. Isso pode ser feito a partir das escolhas do tipo de atividade, trabalho e ensino que se tem em sala de aula.

As crianças e jovens de hoje estão totalmente conectados às tecnologias digitais. Então, por que não utilizar essa realidade como ponto de partida para desenvolver trabalhos? Pode ser por meio de vídeos, podcasts ou na criação de uma animação.

Quais competências devem ser trabalhadas

Essa educação integradora pode partir das competências gerais que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – um documento basilar da nossa educação – propõe. Confira a seguir:

1. Conhecimento

2. Pensamento científico, crítico e criativo

3. Repertório cultural

4. Comunicação

5. Cultura digital

6. Trabalho e projeto de vida

7. Argumentação

8. Autoconhecimento e autocuidado

9. Empatia e cooperação

10. Responsabilidade e cidadania

Essas 10 competências devem acompanhar o desenvolvimento das crianças desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.

Como desenvolver e ensinar por competências

O ensino por competências deve ser feito de forma transversal, pois todas elas podem ser trabalhadas em todas as disciplinas. A competência de comunicação, por exemplo, apesar de estar usualmente envolvida nas aulas de português, também pode ser trabalhada nas disciplinas de matemática ou geografia.

Nas aulas de português, é possível trabalhar aspectos relacionados à qualidade da fala, à capacidade de argumentação e ao uso correto da gramática. Só não podemos esquecer de que a comunicação não envolve somente a fala e a escrita. A interpretação de um gráfico, em problemas de matemática, também configura comunicação, assim como a leitura correta de um mapa na disciplina de geografia.

Outra forma de desenvolver as competências nos estudantes é por meio de projetos em grupos, debates ou aprendizagem baseada em problemas. Dessa forma, é possível trabalhar competências relacionadas à comunicação, socialização e pensamento científico.

Afinal, nesse contexto, a criança precisa utilizar o conhecimento prévio, aplicá-lo no projeto, descobrir como socializar de forma saudável com os demais colegas, comunicar-se adequadamente com eles e argumentar em favor de suas ideias, bem como exercitar o pensamento científico, uma vez que precisa observar, elaborar hipóteses e investigar.

Como deve ser feita uma avaliação por competências

Assim como o modo de ensinar, realizar atividades e desenvolver projetos muda diante de uma educação por competências, a maneira de avaliar também deve ser diferente. A ideia não é deixar de aplicar a avaliação tradicional, mas também partir de outros aspectos para avaliar o estudante.

Antes de escolher uma atividade para averiguar as competências dos estudantes, é importante ter em mente que, nesse caso, mais do que o resultado, deve se avaliar o processo de realização da avaliação. Se as aulas levam em conta a aquisição de competências, com uma educação integradora, então a avaliação também deve partir desse critério.

O professor precisa, por exemplo, compreender e registrar o desempenho de comunicação, pensamento científico, socialização, aplicação de conhecimentos e demais competências ao longo da execução da atividade avaliativa proposta.

Da mesma forma que, como citamos, existem formas de trabalhar intencionalmente para o desenvolvimento da tríade conhecimento, habilidades e atitude, também existem formas de avaliar.

Confira abaixo algumas opções!

●    Desafios de lógica;

●    Análise de casos e situações;

●    Rodas de conversa;

●    Encenação e dramatização;

●    Seminários;

●    Trabalhos em grupo;

●    Debates;

●    Exposições;

●    Saraus;

●    Publicações temáticas, como revistas e jornais.

Durante todo o período em que os estudantes estiverem desenvolvendo os trabalhos, o professor deve analisar se o objetivo final está sendo alcançado. Ele também deve registrar etapas e acontecimentos ao longo do projeto, para posteriormente avaliar se, de fato, as competências necessárias foram empregadas na execução dos trabalhos.

Competências necessárias para os docentes

Além das crianças, os docentes também precisam desenvolver uma série de competências, desde a formação até a atuação em sala de aula, para obter sucesso no ensino dos estudantes.

Tais competências envolvem o conhecimento específico de sua disciplina, assim como de didática, processos de aprendizagem, metodologias de ensino e tecnologias digitais. Tudo o que é fundamental para repassar o conteúdo de modo que o indivíduo realmente aprenda.

Claro que de nada adianta conhecer a teoria se o docente não consegue aplicar todo esse conteúdo em prol do ensino. O professor deve desenvolver um olhar analítico que mostre a ele quais os melhores métodos para determinada situação e indivíduo, a capacidade de liderança e de tomada de decisões, as habilidades necessárias para utilizar as ferramentas de ensino, sejam elas digitais ou não, e demais características que o ajudem a atuar como mediador entre o estudante e o objeto de aprendizagem.

Não se deve esquecer, no entanto, de que a atitude positiva deve vir do próprio professor, a vontade de ensinar, aquele brilho nos olhos que citamos acima. Por isso, é fundamental que esse profissional busque sempre novos caminhos, conhecimentos e habilidades, e esteja disposto a conhecer e considerar novas formas e ferramentas de ensino.

Essa vontade é essencial para que os demais elementos da tríade de competências sejam desenvolvidos.

Como adquirir competências discentes e docentes

Quando falamos em desenvolver competências em discentes, devemos voltar nossa atenção, principalmente, ao professor. É ele que, a partir das próprias competências, guia a criança e o estudante no processo de aquisição de conhecimentos e habilidades. Mas, assim como o docente deve trabalhar para formar os estudantes, o próprio docente (ou a escola) deve focar em sua própria formação.

Atualmente, os métodos de ensino têm se modificado bastante. Com o surgimento de novas tecnologias digitais, surgiram também novas maneiras de praticar a docência. Portanto, é fundamental treinar o professor constantemente para que ele esteja preparado para as novas demandas em sala de aula.

Também é importante que o docente tenha acesso às novas ferramentas advindas das tecnologias digitais. Isso ajudará na aplicação de seus conhecimentos em prol da aprendizagem dos discentes, tornará o ensino mais efetivo e ainda ajudará a estimular a atitude positiva das crianças e, consequentemente, do próprio professor.

Como preparar estudantes e professores

Na plataforma educacional Opet INspira há diversos materiais didáticos que auxiliam os educadores no desenvolvimento de atividades, avaliações e sequências didáticas.

Além disso, vários desses recursos são digitais, permitindo que o docente crie trilhas de aprendizagem e forneça roteiros de estudos aos discentes.

Sem contar as ferramentas de áudio, os bancos de imagens, os quizzes e os vídeos disponibilizados para professores e estudantes. Todos eles são recursos que ajudam na aplicação e desenvolvimento de atividades integradoras, capazes de trabalhar as competências gerais nas crianças.

Além das ferramentas digitais, diversas histórias infantis são disponibilizadas na plataforma. É um outro tipo de material essencial para estimular a atitude positiva dos discentes diante das atividades propostas, uma vez que trabalha a imaginação, a criatividade e a ludicidade, aspectos que geram muito interesse nos discentes.

Todos esses materiais e conteúdos servem como instrumento para o ensino, de modo que a criança adquira seus próprios conhecimentos e descubra como usá-los em diversas situações cotidianas.

Já para o professor, esses recursos digitais auxiliam na elaboração e aplicação de atividades e avaliações integradoras, permitindo que eles capacitem as crianças de forma mais eficaz e avaliem visando todo o processo e não apenas o resultado.

Todas as tecnologias para a educação brasileira

Os últimos meses nos ensinaram a conhecer e a valorizar ainda mais as ferramentas educacionais digitais. Com elas, vem sendo possível oferecer educação de qualidade a milhões de estudantes. Ainda há muitos desafios, como os representados pela falta de uma infraestrutura
adequada em várias regiões do país, algo que só pode ser resolvido com planejamento e ação do poder público. A chegada de tecnologias como a do chamado “5G”, por exemplo, promete revolucionar esse cenário e levar uma internet de melhor qualidade para mais lugares.

 

Como melhorar a qualidade da educação com o uso de tecnologias

Os professores, estudantes e famílias parceiros da Editora Opet nas áreas pública e privada têm acesso a um conjunto fantástico de soluções: a Plataforma Educacional Opet INspira, repleta de conteúdos organizados – jogos educacionais, simuladores, vídeos, áudios e muito mais – e integrada aos materiais didáticos, e as ferramentas Google Workspace for Education, que garantem a realização de aulas digitais de alta qualidade. E esses recursos não “chegam sozinhos”: nas nossas formações pedagógicas, os docentes parceiros aprendem a utilizá-los e, de quebra, descobrem muitos outros recursos em uso no universo da educação digital!

Mesmo os professores e os estudantes que não dispõem desses recursos, porém, podem fazer uso da internet para fortalecer o trabalho pedagógico. A rede oferece várias ferramentas, disponíveis em plataformas e sites de governo, como o do Ministério da Educação – MEC. Os chamados “repositórios” possuem diversos objetos digitais de aprendizagem como games, imagens e outros.

Também é possível encontrar bons conteúdos em sites e portais de universidades públicas, museus e centros de pesquisa. Vamos conhecer alguns deles?

  1. Currículo+: recursos digitais articulados com o Currículo do Estado de São Paulo. Oferece livros, áudios, jogos, infográficos, etc.
  2. Plataforma Anísio Teixiera. Desenvolvida pela Secretaria de Educação do Estado da Bahia. Traz rotinas de estudos para todas as fases da educação básica, notícias recentes da educação, vídeos, jogos, animações, imagens, planilhas, sites etc.
  3. PROEDU – Repositório de Recursos Educacionais Abertos para Educação Profissional e Tecnológica, desenvolvido pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) do MEC. Focado no ensino tecnológico, traz manuais, guias e aulas para download.
  4. Mundo Senai – Também focado em ensino tecnológico, oferece um grande número de livros digitais sobre várias atividades da indústria.
  5. Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin – Uma das mais importantes bibliotecas digitais sobre temas brasileiros, desenvolvida pela Universidade de São Paulo a partir do acervo doado por Guita e José Mindlin.
  6. Labvirt – Também desenvolvida pela USP (pela Escola do Futuro), oferece objetos de aprendizagem ligados ao ensino de Física e Química.

Tecnologia e acessibilidade à educação 

Quando se fala em tecnologias pedagógicas, um dos benefícios mais citados é a acessibilidade à educação, uma vez que os custos do ensino remoto são menores e permitem que muitas pessoas residentes possam estudar conteúdos a que não teriam acesso presencialmente devido às
limitações geográficas.

Esse cenário é possível graças à criação de ambientes de aprendizagem on-line, plataformas de ensino que permitem o indivíduo acessar as aulas, os livros e demais materiais.

Ao se pensar nesse modelo educacional, muitos já lembram dos cursos de graduação, mas não podemos esquecer de que o ensino híbrido – associação entre aulas presenciais e remotas – é uma realidade cada vez mais presente no ensino básico. Principalmente depois no início da pandemia, quando a única maneira de continuar as aulas foi com a adoção das aulas remotas.

Áreas remotas e o acesso à internet: uma realidade em transformação

Mesmo com todos os benefícios que as aulas remotas proporcionam a estudantes de diversos níveis educacionais, é preciso ter em mente que nem todos conseguem ter acesso à internet. Isso é prejudicial não apenas por inviabilizar o ensino híbrido que escolas
públicas e privadas vêm adotando, mas também por dificultar o acesso às soluções proporcionadas pelas novas tecnologias de informação e comunicação.

Essa realidade, no entanto, vem mudando de algum tempo para cá, já que o governo tem criado diversos programas de distribuição via satélite para escolas presentes nesses locais. Dessa maneira, os estudantes podem driblar algumas dificuldades educacionais, como baixo investimento e falta de estrutura, e se beneficiar com as soluções de ferramentas educacionais digitais.

Tecnologias digitais são acessíveis e fazem parte do cotidiano das crianças

Com a questão do acesso à internet resolvida, crianças que estudam em escolas que recebem pouco investimento e estão localizadas em regiões remotas já conseguem um ganho significativo nos estudos. Isso porque elas passam a ter acesso aos recursos digitais disponíveis na web.

Além dos repositórios de objetos de aprendizagem já citados anteriormente, muitas empresas de tecnologia também oferecem treinamentos para professores e até softwares que garantem bons resultados.

Google, Microsoft e Samsung são exemplos de empresas que desenvolvem, na maioria das vezes em parceria com escolas públicas, programas interessantes para o corpo docente aplicar aos educandos.

Para além das ferramentas disponibilizadas em plataformas do governo ou de empresas de tecnologia, o educador pode ainda utilizar as mídias digitais presentes no dia a dia das crianças.

Muitas vezes, por já estarmos tão acostumados com elas, esquecemos destas opções, porém as redes sociais, os jogos on-line, os podcasts, os vlogs, os vídeos, os áudios, os blogs, os sites e os wikis, por exemplo, também são excelentes recursos para melhorar a qualidade das aulas. São muito populares e amigáveis, o que permite que os professores dominem seus princípios muito rápido. O melhor é que há pouco estranhamento quando o docente insere tais instrumentos em sala de aula, uma vez que boa parte dos estudantes já utiliza vários deles diariamente.

Todas essas ferramentas possuem um enorme potencial para desenvolvimento de aulas dinâmicas, em que as crianças podem colocar a mão na massa e aprender fazendo.

Possibilidades pedagógicas com as mídias digitais

Inserir as tecnologias digitais em sala de aula traz uma série de benefícios. Por isso, abaixo, mostraremos algumas possibilidades de atividades que elas proporcionam e as vantagens que as crianças obtêm com cada uma delas:

Ensino híbrido: anteriormente, mencionamos que o ensino híbrido permite às crianças acessar ao conteúdo escolar mesmo quando não podem estudar presencialmente. Porém, esse modelo garante ainda outro benefício: a possibilidade de o professor aplicar a
técnica sala de aula invertida”, prática em que a criança estuda a parte teórica em casa por meio dos livros e videoaulas.

 

Sala de aula invertida: aplicar essa estratégia de ensino garante que haja mais tempo para a parte prática, já que o estudante chega em sala de aula com o conteúdo parcialmente aprendido e com as dúvidas a ele associadas. Nesse caso, utilizar ferramentas como YouTube
e podcasts é uma excelente alternativa para que o professor consiga disponibilizar as aulas.

 

Learning By Doing ou Aprender Fazendo: método de ensino baseado no ensino através da prática. A ideia é que a criança aprenda através de simulações de situações reais do dia a dia. Esse método pode ser usado juntamente com a sala de aula invertida. Assim, o educando realiza aulas e
tarefas teóricas em casa e chega pronto para “aprender fazendo” na escola – com métodos como aprendizagem baseada em problemas, educação baseada em projetos, robótica e gamificação.

 

Aprendizagem baseada em problemas: uma metodologia focada na aquisição do conhecimento por meio da resolução de situações. O professor indica um problema
inicial e as crianças precisam encontrar soluções, desenvolver hipóteses, pesquisar teorias, debater entre outras atividades que as levem à conclusão da atividade. Além do objetivo em si, valoriza-se a estratégia de solução do problema.

 

Educação baseada em projetos: mais um método que foca na prática como premissa para a aquisição de conhecimento. Nele, com orientação do professor, estudante deve desenvolver um projeto específico, desde o planejamento, passando pela execução até chegar
na conclusão e apresentação. Ele pode utilizar diversas ferramentas como áudios, vídeos ou desenvolvimento de páginas em redes sociais para expor o trabalho.

O projeto pode ser justamente a criação de uma ferramenta digital, por exemplo, um jogo ou um blog.

 

 

Ensino de tecnologias sem recursos digitais no uso dos métodos robótica e gamificação

Apesar de a robótica educacional e da gamificação estarem muito associadas a protótipos, montagem e desmontagem de peças e placas-mãe, é possível ensinar a construção de tais tecnologias mesmo sem a presença dos elementos digitais.

A sucata, por exemplo, é um recurso que vem sendo bastante utilizado para o ensino de robótica. Esse material permite o ensino dos conceitos básicos da disciplina, programação desplugada, montagens de peças e outros aspectos relacionados ao tema.

O trabalho com gamificação também não precisa ser executado com games. O educador pode perfeitamente utilizar apenas conceitos dos jogos on-line nas atividades físicas. Afinal, conceitos como ranqueamento, bônus e vencer/perder também cabem em jogos off-line. O foco
é na cooperação e na superação de desafios.

 

“O quê? Quando? Onde? Como? Por quê?” – as perguntas como estratégia instigante para o aprendizado

Feche os olhos e imagine a figura de um filósofo grego. Provavelmente, ele estará lá, sentado em uma pedra e se perguntando alguma coisa: “Mas, como será que…?”. E, dali a pouco, já começa a construir pensamentos e a buscar respostas.

É isso: as perguntas são um importante ponto de partida para o conhecimento e para o aprendizado. Elas podem partir tanto do professor, quando quer instigar o aluno, quanto do próprio estudante. No caso do estudante, ora ele questiona a si mesmo, ora questiona o professor. Em outros momentos é o educador quem faz as perguntas, caminhando no sentido de um campo de conhecimento ou de outras perguntas importantes.

Podemos considerar, portanto, que há uma relação direta entre curiosidade, formulação de perguntas e processo de aprendizagem. Ou seja, o aprendizado ocorre quando há curiosidade suficiente para formulação de uma ou mais perguntas.

Para estimular o questionamento, questione o educando

Não apenas os aprendentes devem ser estimulados a fazer boas perguntas: o professor também deve buscar a excelência nesta arte. Uma boa pergunta é, acima de tudo, um convite, uma instigação. É papel do mestre formular questões que ajudem o estudante a pensar sobre um processo, desenvolver um pensamento divergente ou buscar mais pontos de investigação.

Do mesmo modo que o estudante chega ao conhecimento através dos questionamentos que faz, o educador consegue estimular reflexões importantes no educando quando pergunta com intencionalidade.

Ao fazer isso, o professor provoca desequilíbrios que favorecem um aprendizado mais reflexivo e crítico, ou seja, nascido com a participação direta do estudante. Nesse processo estão presentes dois aspectos importantes para a aprendizagem: a metacognição e a relação afetiva com o conhecimento.

A metacognição refere-se a como o sujeito utiliza suas funções cognitivas. Já a relação afetiva com o conhecimento tem a ver com a percepção do estudante quanto à sua vinculação com o objeto de conhecimento.

Imaginação, contação de histórias e a arte de fazer perguntas: como o texto jornalístico pode colaborar nesse processo

Por falar no vínculo entre aprendizagem e relação afetiva com o conhecimento, uma boa maneira de trabalhar esse conceito é inserir atividades lúdicas por meio dos jogos, brincadeiras e do estímulo à imaginação.

Com esses elementos é possível instigar boas emoções, algo que está fortemente ligado com a criação de memórias e que ainda garante uma aprendizagem investigativa. É comum que, ao ter a imaginação estimulada, as crianças passem a questionar: “Como o avião voa?”, “Por que o arco-íris só aparece quando chove?”, “Princesas e bruxas existem de verdade?”.

Esse universo de fantasia também é um excelente caminho para o estímulo de boas perguntas, além de trabalhar a imaginação das crianças. Para isso, o professor pode, por exemplo, contar histórias, sejam lendas, mitos ou tradições de uma sociedade, de maneira que o estudante tenha vontade de realizar mais perguntas a respeito do tema.

Existe um costume judaico que pode exemplificar melhor essa ideia, de relacionar transmissão de conhecimentos e, ao mesmo tempo, estimular a imaginação e a curiosidade. Esse costume, que ocorre na noite de Pessach, visa estimular as crianças a questionar os adultos sobre o porquê de aquela noite ser diferente das demais. Esse é o ponto de partida perfeito para que os adultos contem sobre o significado da tradição.

Porém, para garantir uma aprendizagem realmente eficaz, seja por meio das brincadeiras, perguntas ou contação de histórias, é preciso que o professor desenvolva um planejamento cuidadoso e saiba utilizar diferentes recursos e materiais, além de ensinar o aprendente a como fazer as melhores perguntas.

Desenvolvendo boas perguntas com base na técnica jornalístico

Para desenvolver boas perguntas, o educador pode se guiar pelos pilares que norteiam o texto jornalístico.

Quando um jornalista escreve uma matéria, ele utiliza os seguintes questionamentos: O quê? Quem? Quando? Onde? Como? Por quê? Essas seis perguntas “cercam o tema” e vão oferecer uma base para direcionar sua entrevista, reportagem ou texto. São questões-chave para oferecer ao leitor tudo o que ele precisa saber sobre determinado assunto.

Portanto, elas também se adaptam perfeitamente a um contexto no qual o professor se propõe a trabalhar com esse ensino mais investigativo por meio das perguntas.

Aprendizagem baseada em investigação

Ao aprender a questionar sobre os pontos importantes relacionados ao objeto de aprendizagem, o estudante passa a construir suas próprias hipóteses a respeito dos problemas que lhe são apresentados.

Porém, aqui o professor deve tomar o cuidado de guiar o estudante para a melhor solução. Isso porque, ao deixar a criança agir e brincar efetivamente, lançando seu olhar curioso sobre os fatos, cada uma terá sua própria resposta em um primeiro momento.

Cabe ao professor analisar se tal resposta é satisfatória e, caso não seja, deve continuar a estimular o educando a questionar ainda mais. Sempre guiando-o por um caminho lógico e baseado em evidências. Esse, aliás, é um método que tem raízes na filosofia – mais exatamente na maiêutica, desenvolvida por Sócrates.

As crianças não pensam como adultos. Elas possuem uma perspectiva única que é desenvolvida a partir de sua curiosidade perante o mundo. Portanto, quanto mais são estimuladas, mais se tornam investigativas, lúdicas e construtoras – isto ajuda a gerar protagonismo.

Materiais e recursos digitais como ferramentas auxiliares do ensino inquisitivo

Como citamos, para garantir uma aprendizagem realmente eficaz, o professor deve saber planejar, ensinar o educando a criar boas perguntas e utilizar diferentes recursos e materiais.

Para ensinar a criar boas perguntas, já vimos que os pilares do texto jornalístico podem ajudar. Já para propor bons jogos e brincadeiras, é preciso fazer boas escolhas de recursos educacionais.

Gamificação, robótica e exercícios feitos por meio de quizzes são ótimas soluções para estimular no estudante a vontade de questionar. Por se tratar de soluções educacionais ativas, ou seja, processos em que o estudante coloca a “mão na massa”, muitas dúvidas vão surgindo no meio do caminho.

O mais interessante é que essas práticas de ensino também ajudam o estudante a buscar as respostas de diversas maneiras. Pode ser por meio de perguntas ao professor ou para os colegas que sabem algo que ele ainda não descobriu; pode ser pos pesquisas em livros ou internet; pode ser até mesmo por meio da observação do mundo – placas, monumentos, casas, cenário, pessoas…

Onde encontrar ferramentas para uma aprendizagem inquisitiva

A Opet INspira é uma plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet. Lá, educadores e estudantes encontram um acervo de recursos pedagógicos como material didático, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais – vídeos, áudios, apresentações e quizzes.

Os conteúdos da plataforma educacional Opet INspira auxiliam os educadores no desenvolvimento de avaliações e sequências didáticas. Também permitem que o docente crie trilhas de aprendizagem e forneça roteiros de estudos aos estudantes.

Além disso, há opções para que o professor consiga promover um ensino inclusivo, pois a plataforma conta com recursos de tecnologia assistiva. Basta acessar o Menu de Acessibilidade para visualizar funções de teclas de navegação, leitor de página, tamanho do texto e do cursor, espaçamento de texto e contraste totalmente adaptados a diferentes necessidades.

Dia Mundial da Infância, momento de refletir

Em 21 de março, comemora-se o Dia Mundial da Infância, data criada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para promover uma reflexão a respeito das condições de vida das crianças no mundo. A data também é um convite para a compreensão da importância desse período de vida e para que as pessoas lutem pelos direitos das crianças.

É um tempo, sem dúvida, de celebrar as belezas e a magia de uma etapa tão especial da vida. Mais do que isso, porém, é um tempo de recordar e lutar pelas crianças em situação de vulnerabilidade, que não possuem o mínimo para se desenvolver plenamente. Em todo o mundo, elas são milhões – inclusive, no Brasil.

Direito das crianças no Brasil: ECA e marco da primeira infância

No Brasil, os direitos das crianças são assegurados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), publicado em 1990. Nele, foi determinado que pessoas de até 12 anos incompletos são consideradas crianças e, portanto, devem ter oportunidades e facilidades que assegurem o pleno desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social em condições de liberdade e de dignidade.

Além dos direitos já estipulados no ECA, em 2016, o Brasil teve ainda um outro avanço em relação aos direitos das crianças. Nesse ano, foi criado o Marco Legal da Primeira Infância (Lei Federal Nº 13.257/2016), que contempla as crianças de zero a seis anos. Essa lei, que foi adicionada ao ECA, estipulou, dentre vários outros termos, as seguintes diretrizes:

  • Aumento da licença-paternidade para 20 dias;
  • Direito ao brincar;
  • Conjunto de direitos a gestantes;
  • Prioridade para formação de profissionais envolvidos com a Primeira Infância;
  • Necessidade de expandir a educação infantil.

A importância da Primeira Infância

Investir nos primeiros anos de vida das crianças é crucial para a formação dos indivíduos. Os primeiros mil dias de vida – da gestação até os dois anos de idade – é uma janela única de oportunidades para o desenvolvimento neurológico, cognitivo, psicomotor e emocional das crianças. Infelizmente, apesar de todos os marcos legais, projetos públicos e datas especiais, muitas crianças não gozam desses direitos. Isso é o que mostram algumas pesquisas recentes.

Dados sobre os direitos gerais das crianças no mundo

Em 2018, um relatório publicado pela UNICEF mostrou que, de cada 10 crianças, 6 vivem em situação precária. Quase 12 milhões não têm a maioria de seus direitos assegurados, sendo que pelo menos 6 milhões vivem em situação de extrema pobreza (em famílias que sobrevivem com menos de US$ 1 por dia).

Em 2019, outra pesquisa trouxe dados a respeito da situação nutricional das crianças ao redor do mundo. Os resultados mostraram que 1 em cada 3 crianças com menos de 5 anos não recebiam nutrição adequada para crescer bem.

Situação geral das crianças no Brasil

Infelizmente, os dados de pesquisas feita especificamente no Brasil são tão desanimadores quanto os dados recolhidos ao redor do mundo. Para se ter ideia, em 2019, foram registradas 159 mil denúncias de violação dos direitos humanos, sendo que desse total 86 mil envolviam crianças e adolescentes. Das denúncias que envolviam crianças e adolescentes, 4,2 mil estavam relacionadas com trabalho ilegal.

Cerca de 17 mil dessas denúncias têm relação com violência sexual. Quanto a esse tipo de violência, há ainda o agravante de que, muitas vezes, é um tipo de violação de menos visibilidade.

Violência contra a criança e a pandemia

Segundo dados do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, o número de denúncias relacionadas à violência contra crianças e adolescentes caiu 12% na pandemia. Essa notícia, no entanto, não tem relação com a diminuição da violência, mas com a redução de sua percepção e denúncia. Isso porque, com o fechamento das escolas, boa parte dos casos – que eram descobertos por educadores e cuidadores – estão ficando sem registro. Isso é algo muito sério.

Campanhas e projetos do governo para assegurar os direitos das crianças

Existem diversas políticas e campanhas em prol dos direitos das crianças. Todas elas visam combater as formas de violência e chamar a atenção das pessoas para o assunto. A campanha “Maio Laranja”, por exemplo, tem como escopo o desenvolvimento de atividades que conscientizem, informem, mobilizem e sensibilizem a comunidade no combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Há, ainda, o Programa Criança Feliz , uma ferramenta que ajuda as famílias, com crianças entre zero e seis anos, a receber recursos para o desenvolvimento integral dos filhos.

Denunciar é fundamental

Além das campanhas e dos programas, é fundamental que a sociedade saiba como denunciar qualquer tipo de maltrato infantil. Inclusive as denúncias podem ocorrer de forma anônima. Canais como o Disque 100, o aplicativo Direitos Humanos e o site da ONDH são gratuitos e funcionam 24 horas por dia, mesmo em finais de semana e feriados.

Direitos à educação, cultura e lazer para todos, sem discriminação

Segundo o Artigo 4º do ECA, os direitos à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária devem ser prioridade.

Ainda de acordo com o Estatuto, tais direitos se aplicam a todas as crianças e adolescentes, sem discriminação. No entanto, na prática, a situação – infelizmente – é outra.

Direito à educação é negligenciado, mesmo sendo garantido no ECA

No site da UNICEF, é possível ver que, em 2019, 1,5 milhão de crianças e adolescentes, com idade entre 4 e 17 anos, não frequentavam a escola no Brasil. Sendo que a exclusão escolar afeta principalmente as crianças mais vulneráveis da população, já privadas de outros direitos. Ainda de acordo com UNICEF, outro problema relacionado ao direito de acesso à educação é a qualidade do ensino. Muitas crianças, apesar de matrículas nas escolas, estão sem aprender, pois o sistema de educação brasileiro não tem obtido êxito em garantir oportunidades de aprendizagem a todos.

Dados de 2018 mostram que 6,4 milhões de estudantes das escolas estaduais e municipais tinham dois ou mais anos de atraso escolar. Sendo que uma das principais consequências dessa má qualidade do ensino é o abandono escolar, já que, após ser reprovados diversas vezes, muitos abandonam a escola.

Discriminação piora o acesso à educação

Conforme citamos acima, o ECA prevê direitos para todos, sem discriminação – outra situação que, na prática, é bem diferente. A UNICEF afirma que, por trás desses problemas relacionados à educação, estão temas complexos, dentre eles o fato de que crianças e adolescentes pobres, LGBT, com deficiências, entre outros, sofrerem discriminação.

Programas da UNICEF para garantir os direitos das crianças no Brasil

A UNICEF também criou diversas iniciativas no Brasil, visando o direito à educação para as crianças. A Busca Ativa Escolar,  por exemplo, é uma plataforma que ajuda a identificar crianças e adolescentes fora da escola.

Já a estratégia Trajetórias de Sucesso Escolar tem o objetivo de construir boas práticas nas escolas públicas, para que as crianças com atraso escolar consigam superar suas dificuldades educacionais.

O Portas Abertas para a Inclusão  visa formar professores, em todo o Brasil, capazes de incluir crianças com deficiência nas aulas de Educação Física.

Além desses, há ainda o Qualidade na Educação, o Globo Educação e o Programa Itaú Social UNICEF . Cada um direcionado à solução de um aspecto da educação.

Educação humana e cidadã: facilitando o acesso à educação através das tecnologias digitais

A plataforma educacional Opet INspira, da Editora Opet, conta com diversos recursos digitais para a promoção de uma educação humana e cidadã a todas as crianças. Nela há um acervo de conteúdos, material didático, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais que permitem ao educador desenvolver aulas para trabalhar diversos aspectos, sempre visando o desenvolvimento pleno da criança.

Recursos educacionais digitais colaboram com o pleno desenvolvimento das crianças

Dentre os recursos educacionais disponíveis, destacam-se opções como vídeos, áudios, jogos, quizzes e histórias infantis. Afinal, trabalhar a ludicidade, a imaginação e as brincadeiras pedagógicas é essencial para o desenvolvimento neurológico, cognitivo e motor das crianças.

A INspira dispõe ainda de objetos educacionais que permitem a inclusão de crianças com deficiência. Ao acessar a plataforma INspira, o educador encontra um Menu de Acessibilidade que dá acesso a diversas funções personalizadas, como teclas de navegação, leitor de página, tamanho do texto e do cursor, espaçamento de texto, contraste, entre outros.

Tecnologias digitais para uma nova escola

Você consulta o smartphone, acessa o desktop, envia uma mensagem via Whats e publica nas redes sociais. Todas essas ações são tão comuns em nosso cotidiano que a gente nem pensa a respeito. E, no entanto, há relativamente pouco tempo – alguns anos, na verdade – elas sequer existiam! Para uma trajetória de civilização de pelo menos sessenta séculos, pouco mais de uma década é quase nada. No entanto, as transformações são profundas!

As novas tecnologias, enfim, transformaram radicalmente as relações e a vida em sociedade. Uma mudança estrutural, que, é claro, também se reflete na educação.

Neste “novo mundo” digitalizado, é papel da escola ensinar aos estudantes sobre essas tecnologias e indicar a melhor forma de usá-las para diversos fins, como apresentação de trabalhos e desenvolvimento de projetos. É preciso, também, inverter o processo e aprender com os estudantes, que, muitas vezes, dominam as ferramentas digitais com muito mais facilidade. É, na verdade, um processo de troca que beneficia ambos os lados!

No caso específico das crianças, os professores devem trabalhar cuidadosamente para fazer com que as ferramentas sejam facilitadoras no processo de ensino-aprendizagem. Seja para deixar as aulas mais dinâmicas e interativas ou para melhorar a comunicação.

 

Principais tecnologias digitais educacionais

Trabalhar com tecnologias digitais na escola vai muito além de substituir o quadro negro por um painel multimídia, usar slides para explicar o conteúdo ou usar computadores nas aulas. Na verdade, a transformação digital não é apenas uma transformação de meios, mas de cultura – e esta percepção deve começar pelo professor e pelos gestores.

Existem diversas tecnologias digitais que servem para o desenvolvimento de métodos de ensino mais interativos e dinâmicos. Abaixo estão os principais:

  • Gadgets: são os aparelhos, o “hardware” – dispositivos eletrônicos portáteis, como smartphones, tablets, e-readers, lousa digital e mesas educacionais;
  • Softwares: são os programas, o “software” – eles permitem a criação e a leitura de aplicativos, jogos e livros digitais nos gadgets;
  • Ambientes virtuais de aprendizagem: são plataformas de ensino onde os professores disponibilizam atividades, vídeos, exercícios e demais conteúdos de aulas.

Essas tecnologias educacionais permitem o desenvolvimento de vários métodos e estratégias de ensino. Conheça os principais:

  • Gamificação: além do uso de jogos virtuais como ferramenta de ensino, a gamificação também propõe que o professor aplique os conceitos dos jogos, como etapas, pontuações, prêmios, avatares e desafios nas atividades realizadas no ambiente físico.
  • Stem: visando um melhor preparo da criança para o mercado de trabalho, a educação STEM (de Science, Technology, Engineering e Mathematics) propõe que a solução das atividades envolva sempre as disciplinas Ciências, Tecnologias, Engenharia e Matemática.
  • Sala de aula invertida: o aluno internaliza os conceitos essenciais da disciplina antes da aula, chega na escola preparado para discutir as informações adquiridas previamente e esclarece possíveis dúvidas com o professor.
  • Aprendizagem baseada em problemas: ao utilizar essa estratégia, o professor reúne as crianças para analisar e resolver um problema real ou elaborado especialmente para a aquisição de determinados objetivos de aprendizagem.
  • Aprendizagem baseada em projetos: neste método, que pode ser associado com a aprendizagem por problemas, o professor propõe um problema desafiador que estimule a imaginação e, a partir disto, os estudantes desenvolvem um projeto que solucione tal questão.

 

Durante os processos de qualquer um dos métodos citados acima, o professor pode potencializar os estímulos, propondo atividades com o uso de podcasts, jogos e quizzes.

Ensino híbrido: teoria em casa, prática na escola

As tecnologias educacionais não contribuem apenas para a criação de novos métodos de ensino, mas também com novos modos de promover a educação, entre eles o ensino remoto e o ensino híbrido.

No ensino híbrido, parte das aulas ocorre por meio dos ambientes virtuais de aprendizagem, plataformas em que o professor disponibiliza videoaulas, materiais didáticos e outros conteúdos. A outra parte é aplicada em sala de aula.

Esse modo de entregar conteúdo educacional é perfeitamente combinável com os novos métodos de ensino.

Se o professor opta por deixar apenas o conteúdo teórico para o ambiente virtual, as aulas presenciais podem ser totalmente utilizadas para colocar em prática, através dos projetos, problemas, debates e jogos, os conteúdos estudados previamente em casa.

Só é preciso tomar cuidado para não deixar o conteúdo on-line muito maçante. Justamente por ser algo que pode facilmente desinteressar o aluno, o professor deve abusar de ferramentas visuais, jogos e quizzes como meios de engajamento.

 

Entenda como o cérebro aprende para descobrir como usar as tecnologias digitais

Conhecer tecnologias não é o suficiente: o educador também deve compreender como ocorre o processo de retenção do conhecimento. Só assim as ferramentas digitais serão utilizadas, de fato, em prol do processo de ensino-aprendizagem.

Abaixo, estão listados alguns pontos sobre o processo de aprendizagem que devem ser considerados no momento de criar uma estratégia de ensino com as tecnologias digitais.

  • Associação de informações: o primeiro ponto a se considerar sobre o aprendizado é que a formação da memória é mais eficaz quando o indivíduo consegue associar a nova informação com conhecimentos já adquiridos.
  • Emoção: evidências neurocientíficas mostram que quanto maior a emoção envolvida em um evento, mais forte será a retenção desta memória.
  • Motivação: a motivação do aluno também é fator determinante para a aquisição do conhecimento. Por isso, é importante criar atividades que estimulem e desafiem as crianças.
  • Atenção: é claro que de nada adianta criar tarefas que estimulem as crianças apenas no início, mas que, por ser muito difíceis ou fáceis demais, as acabem desestimulando no final do processo. Nada de anticlímax! Ao perder o interesse pelo assunto, a criança deixa de prestar atenção ao tema, e sem concentração não há aprendizagem.
  • Praticar o conteúdo teórico: é sabido que ler, ouvir e assistir aulas é fundamental para aprender, mas a maior parte deste aprendizado ocorre quando esse conteúdo é debatido, praticado e repassado.

 

Como unir as evidências da neurociência com as tecnologias educacionais

Todos os métodos de ensino citados acima envolvem elementos importantes para o aprendizado. Em todos eles, a prática da teoria é muito valorizada. Sendo assim, trabalha-se também a interdisciplinaridade, algo fundamental para que as crianças consigam fazer a associação dos novos conhecimentos com aqueles já adquiridos.

Também estimula as emoções, uma vez que o aluno precisa lidar com as diversas etapas de um projeto, com os demais colegas e com novos desafios.

Mas, além das emoções, a necessidade de lidar com desafios garante ainda motivação, outro elemento essencial para o aprendizado. E, é claro que, ao estar motivado, a concentração ocorre naturalmente.

Por fim, a multidisciplinaridade promovida por esses métodos de ensino garante o desenvolvimento de habilidades cognitivas importantes e um aprendizado significativo. Ou seja: associando conhecimentos de várias disciplinas, o aluno descobre como aplicar os conceitos na vida prática.

Basicamente, as aulas deixam de ser abstratas e se aproximam da realidade do aluno, não apenas por utilizar ferramentas conhecidas por ele, mas por prepará-lo para a vida em uma sociedade cada vez mais tecnológica e digitalizada.

 

Tecnologias digitais aproximam a escola da realidade do aluno

Hoje, as notícias são acompanhadas em sites, boa parte das conversas ocorrem nas redes sociais e os documentos são salvos em nuvens.

No entanto, não foi apenas os meios que mudaram, mas a velocidade com que diversos aspectos se modificam e as informações chegam até todos. Tudo acontece em uma velocidade muito maior e, em um mundo globalizado, as informações chegam de todos os lugares.

Logo, não é de se espantar que várias ferramentas pedagógicas utilizadas no passado não funcionem mais na nossa sociedade. Por isso, a Opet INspira, plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet, oferece diversas ferramentas pedagógicas digitais que funcionam muito bem para os dias atuais.

 

Recursos educacionais digitais para ensino híbrido e inclusivo

Na plataforma educacional Opet INspira, o docente encontra um acervo de conteúdos para desenvolver suas aulas, inclusive na modalidade híbrida de ensino. Entre os recursos disponibilizados estão materiais didáticos e objetos educacionais digitais, como vídeos, áudios, apresentações, quizzes, banco de imagens e histórias infantis.

São ferramentas que também permitem a elaboração de aulas inclusivas, afinal, com as tecnologias educacionais digitais, aumentaram as possibilidades de estratégias de ensino para crianças com deficiência ou transtornos de aprendizagem.

Na plataforma INspira, o professor encontra um Menu de Acessibilidade que dá acesso a funções personalizadas, como teclas de navegação, leitor de página, tamanho do texto e do cursor, espaçamento de texto, contraste, entre outros.

 

Recursos para crianças e professores

Além de todos os instrumentos disponíveis para o desenvolvimento de aulas para as crianças, na plataforma também há recursos para ajudar os professores.

Além dos conteúdos que auxiliam no desenvolvimento de avaliações, sequências didáticas, trilhas de aprendizagem e roteiros de estudos, há ainda tutoriais em formato de vídeo e PDF para orientá-los na utilização desses recursos disponíveis e da plataforma.

A Opet INspira é completa e está em constante atualização para garantir que professores e estudantes tenham sucesso no processo de ensino-aprendizado!

Família por perto, educação de sucesso!

Família por perto, educação de sucesso!

Uma relação de proximidade com os estudantes e suas famílias é essencial. É ela que define, na origem, o sucesso da parceria família-escola. A partir dela, é possível engajar ainda mais os familiares, com foco no sucesso de uma educação plena e cidadã. E a comunicação ocupa um lugar central nesse processo.

Questão de estímulo

Ao estimular a participação da família no processo de aprendizagem – oferecendo empatia, atenção e informações –, é comum notar um grande avanço no desempenho acadêmico das crianças, bem como uma maior motivação para aprender novos conteúdos. Sem contar que, normalmente, há ainda um ganho em relação à frequência escolar, melhora no comportamento em sala de aula e o despertar de uma atitude mais positiva em relação às tarefas para casa e com a escola em geral.

Comunicação assertiva é o primeiro passo

A boa comunicação é a base para o envolvimento da família na educação dos filhos. É fundamental garantir a presença dos familiares em eventos escolares e fazer com que eles sejam proativos em relação a eventuais questões da criança ou adolescente na escola. A abertura para isso, porém, deve partir da escola. Faz sentido: em nosso país, muitas famílias ainda não estão acostumadas com essa dinâmica.

Então, assim que a criança entra na turma, é preciso que o professor realize o primeiro contato com a família. E há vários meios de se fazer isso, de chamadas em vídeo a ligações telefônicas – o importante é estabelecer um primeiro contato, engajar e ir avançando.

A princípio, a ideia é apresentar-se, explicar a dinâmica da sala de aula, deixar claro que a família tem um canal aberto para comunicar algo ou oferecer sugestões, e falar sobre as expectativas de aprendizagem. Assim, os familiares se sentem mais confortáveis para entrar em contato com a escola quando perceberem que os filhos não estão com o rendimento adequado.

O primeiro contato, vale reforçar, serve apenas para “quebrar o gelo”: é essencial que o professor crie uma rotina de envio de feedbacks – assim, a família compreende a importância de seu papel educacional no contexto doméstico.

Feedback positivo estimula a família a participar

É claro que, quando o estudante não entrega o resultado esperado, a escola precisa se comunicar com a família para que, juntos, eles estabeleçam as melhores estratégias de ação. É preciso ter em mente, porém, que o contato feito pela escola não é igual a “notícia ruim” – esta imagem, aliás, deve ser desconstruída.

Em outras palavras: os contatos devem ser feitos para compartilhar as dificuldades e, também, os avanços das crianças e dos estudantes. Notícias boas devem ser compartilhadas – elas sempre geram bons retornos por parte da família.

Ao longo do ano, é importante que o professor também dê ideias de como a família pode ajudar as crianças e mostre como funciona o currículo escolar. Sendo assim, fica ainda mais claro aos familiares qual é exatamente o papel da escola e da família no processo de ensino-aprendizagem.

Benefícios para os professores

A participação da família no aprendizado do estudante não garante apenas benefícios acadêmicos, mas melhora também sua relação com o professor. Esse tipo de parceria evidencia aos familiares – e à própria sociedade – a importância do papel do docente, melhorando a percepção a respeito deste profissional.

Outro ponto positivo é a comunicação mais amigável entre os dois lados, até porque a frequente troca de informações permite que professores e familiares se conheçam melhor e criem laços, o que contribui para o respeito mútuo. A família deve ver o professor como o que ele é: uma pessoa de grande importância na educação e no futuro dos filhos.

A ação do professor vai além de entregar devolutivas

Com a parceria estabelecida, fica mais fácil para o professor entender aspectos específicos de cada aluno. Afinal, cada família é única, com seus hábitos, visões e idiossincrasias.

Elementos domésticos – objetos e coisas do dia a dia – devem ser considerados pelo professor no momento de criar atividades. Isso facilita enormemente o processo educacional, muito mais em um momento em que muitas crianças e jovens estão desenvolvendo suas atividades a partir de casa.

Estratégias para estreitar as relações com a família

Formar os professores e mostrar como eles também podem formar os pais é o primeiro passo para criar laços mais profundos entre escola e família. Quanto à comunicação, não há uma única maneira de fazê-la. Como já citamos, cada família possui peculiaridades, portanto, o tipo de abordagem deve ser considerado a partir disto.

Em alguns casos, a ligação telefônica é a melhor maneira de manter contato com os familiares. Mensagens ou chamadas de vídeo, é claro, também podem funcionar.

Outras famílias respondem melhor ao chamado de parceria acessando o portal da escola, um ambiente virtual onde o professor insere todas as informações e as deixa à disposição, para acesso a qualquer tempo.

O papel do gestor

Apesar de o professor ser peça essencial na relação família e escola, é o gestor quem deve garantir as ferramentas necessárias para que ela aconteça.

O desenvolvimento de um portal escolar e ferramentas para chamadas de vídeos, por exemplo, devem ser disponibilizados por ele. Graças à parceria com a Google Workspace for Education, os parceiros da Editora Opet têm acesso a ferramentas digitais de alta qualidade, que aproximam e permitem uma comunicação de alto nível.

Além disso, o gestor também deve estabelecer maneiras de facilitar esse processo em situações mais específicas, como é o caso dos estudantes de inclusão. Aqui, as atividades escolares ou para casa, assim como as estratégias de ensino durante o ano letivo, precisam de atenção redobrada junto à família.

Onde encontrar ferramentas para melhorar a relação entre escola e família

Manter um diálogo com a família é um grande desafio, ainda mais agora, com a necessidade do distanciamento social. Mesmo assim, existe uma série de ferramentas no ambiente on-line que facilitam essa relação família e escola.

Na Opet INspira, plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet, é possível encontrar vários recursos para facilitar essa comunicação e também o engajamento dos familiares na educação. Entre eles estão animações, mapas mentais, banco de imagens, vídeos, áudios e quizzes.

Essas e outras ferramentas podem ser usadas para informar como estão o rendimento dos filhos, as atividades aplicadas durante as aulas e até para criar tarefas específicas para casa que devem ser feitas com ajuda dos familiares.

Na plataforma há, ainda, um acervo riquíssimo de conteúdos, materiais didáticos e objetos educacionais digitais. Todos podem ser utilizados para potencializar o aprendizado do estudante e a relação com a família.

A relação com a família de estudantes da educação inclusiva

Na plataforma, também são disponibilizados recursos de tecnologia assistiva, no Menu de Acessibilidade, para garantir um ensino inclusivo de qualidade. Nesse espaço, há instrumentos como teclas de navegação, leitor de página, contraste, entre outros. Assim, os familiares conseguem ajudar os filhos de forma ainda mais assertiva.

Recursos para educadores

Todos os recursos da plataforma educacional Opet INspira, inclusive os da Google Workspace for Education, também estão disponíveis para os professores, com elementos específicos que os auxiliam em sua missão de ensinar.

Como utilizar os recursos da Opet INspira

Para acessar os materiais didáticos, conteúdos pedagógicos, instrumentos de inclusão, vídeos, áudios, banco de imagens e PDFs com diretrizes para usar a plataforma, tanto estudante quanto educador devem usar os dados de usuário (login) e senha individual. Esses dados são de acesso exclusivo das escolas conveniadas à plataforma. Para maior segurança, a Opet INspira possui os Termos de Uso e as Políticas de Privacidade de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD n.º 13.709/2018. Ou seja: pode usar – o sistema é amigável, seguro e de alta qualidade!

Digital, presencial, híbrida, inclusiva: a Educação Infantil e a “nova escola”

Com o início da pandemia do novo coronavírus, em março de 2020, as escolas precisaram migrar as aulas presenciais para o ambiente on-line. Uma situação que trouxe muitos desafios para professores, estudantes e familiares.

Na Educação Infantil, os desafios foram ainda maiores. Afinal, nessa etapa do ensino há a agravante de que os estudantes estão em uma fase delicada do desenvolvimento, adquirindo não apenas conhecimentos pedagógicos, mas também habilidades cognitivas, sociais e motoras.

Em 2021, com a chegada da vacina, o cenário da educação começa a mudar, mas alguns desses desafios continuam a fazer parte da realidade de professores e estudantes. Por isso, é necessário encontrar formas eficientes e duradouras de superá-los.

 

Desafios da Educação Infantil na retomada

Em muitas escolas, as aulas presenciais já voltaram, mas várias estão optando pelo ensino híbrido, adequado ao momento. Esse modelo de ensino propõe mesclar o ensino presencial com as aulas on-line de uma forma inteligente e dinâmica, aproveitando o melhor de cada ambiente de trabalho.

Por conta das características especiais da Educação Infantil, os professores devem encontrar maneiras de evitar ou reduzir os impactos negativos no desenvolvimento das crianças.

Como citamos, uma das peculiaridades da Educação Infantil é o foco na aquisição de habilidades cognitivas e motoras, como resolução de problemas, noção corporal e espacial, percepção sensorial e equilíbrio, entre outras.

Logo, o professor deve trabalhar não apenas os aspectos pedagógicos, mas também o desenvolvimento humano através do incentivo da interação entre os colegas e a aplicação de atividades lúdicas.

 

Parceria com a família

Os professores precisam trabalhar em parceria com a família. Então, um dos principais desafios é estimular sua participação nas atividades escolares da criança, bem como traçar um plano que facilite esta dinâmica, uma vez que os pais não têm as mesmas habilidades que os professores.

Outro desafio é pensar maneiras de trabalhar as habilidades através das atividades propostas. Sugerir experiências e interações a partir de brincadeiras é sempre uma excelente ideia. Afinal, as crianças tendem a se interessar muito mais por atividades nesse formato, além de ser algo que os pais conseguem aplicar facilmente.

Só é preciso que os professores tenham o cuidado de planejar e elaborar brincadeiras que trabalhem, de fato, todas as habilidades necessárias para cada fase do desenvolvimento.

Com atividades musicais e livros, por exemplo, é possível auxiliar na aprendizagem das múltiplas linguagens, estimulando a oralidade.

Jogos que exigem movimentos corporais permitem a exploração do meio ambiente. Isso contribui para ensinar as noções de grande e pequeno, alto e baixo, fino e grosso, por exemplo.

O melhor é que várias dessas atividades podem ser adaptadas ao ambiente virtual. Jogos educacionais digitais e atividades on-line podem suprir, em parte, a falta do contato presencial.

 

Desafios para os professores de Educação Infantil

O ensino híbrido tanto contribui com o aprendizado e desenvolvimento de habilidades relacionadas ao processo cognitivo quanto com o processo de recuperação da aprendizagem no momento em que as aulas já estiverem totalmente na modalidade presencial.

Isso, no entanto, exige que o professor planeje muito bem suas ações, uma vez que o ensino presencial, aliado às aulas on-line, não implica apenas uma fusão entre duas modalidades de ensino em que é possível manter as estratégias específicas de cada uma.

A fusão do presencial com o on-line exige novas formas de planejar as aulas. É preciso entender quais temas e atividades são melhores para o digital e quais devem ser aplicadas presencialmente. E, o mais importante: garantir que o estudante consiga associar as informações e aplicá-las nos trabalhos, avaliações e projetos.

Também é preciso pensar no formato de aula: diferente das aulas presenciais, as aulas on-line e gravadas tendem a ser maçantes para as crianças – seu potencial de retenção é menor. Por isso, essas aulas devem ter um tempo menor de duração, conter elementos visuais que captem a atenção e outros aspectos que mantenham o interesse até o final.

Isso exige não apenas capacidade de planejamento, mas utilizar as ferramentas digitais em prol do ensino.

Outro desafio para o professor é sanar as dúvidas das crianças nas aulas on-line. Isso pode ser feito rapidamente, mas as questões relacionadas aos exercícios precisam ser resolvidas por meio de troca de mensagens. Esse é outro momento em que o docente precisa ser criativo e conhecer técnicas e ferramentas que facilitem o entendimento pelas crianças.

 

Educação inclusiva e tecnologias educacionais: desafios e oportunidades

A Educação Infantil inclui o ensino inclusivo. Nesse caso, além de todas as questões já apresentadas, há ainda a necessidade de se pensar formas de adaptar o ensino.

Aqui, o professor pode encontrar vários caminhos para o ensino. A tecnologia tem sido uma grande aliada do ensino nos últimos anos e, na educação inclusiva, não é diferente. Muitas atividades em Libras, com recursos para estudantes cegos e outras deficiências, são desenvolvidas a partir de jogos educacionais e recursos on-line.

 

Educação pós-pandemia: o que esperar do retorno presencial

Ainda é cedo para se falar em educação pós-pandemia, uma vez que boa parte da realidade continua semelhante à do ano de 2020. Mas, já podemos vislumbrar algumas possibilidades.

Fato é que novamente os estudantes vão se deparar com a mudança brusca de suas rotinas. Isso pode ser bastante estressante, especialmente para estudantes com algum transtorno ou deficiência.

Para resolver essa questão, o corpo docente também pode utilizar os recursos on-line como forma de preparar o estudante para esse momento. As aulas em tempo real podem ajudar, assim como utilização de salas que permitam a interação entre os participantes, no caso, os estudantes.

Nos dias de aulas presenciais, é fundamental oferecer, também, apoio emocional, propor atividades de integração escolar e seguir os protocolos de segurança.

Por fim, é preciso ter um cuidado específico com estudantes que estão migrando da Educação Infantil para o Ensino Fundamental.

Nesse contexto, a parceria entre professores é essencial, além da aplicação das orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) sobre como tratar da mudança das crianças para uma nova etapa de vida escolar.

Em relação ao conteúdo escolar, a preocupação dos professores deve estar direcionada para a observação de quais foram as conquistas de cada estudante durante a pandemia, usando isto como ponto de partida para as novas propostas.

 

Recursos educacionais para o ensino híbrido: como e onde encontrá-los

Existem diversas estratégias que os educadores podem utilizar para aplicar o ensino híbrido nas aulas da Educação Infantil. Animações, mapas mentais, banco de imagens, vídeos, áudios, apresentações e quizzes são ótimas soluções.

Na Opet INspira, plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet, é possível encontrar um acervo desses conteúdos, materiais didáticos, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais. Todos podem ser utilizados nas aulas do ensino híbrido.

Os conteúdos da plataforma educacional Opet INspira são muito ricos. Nela, os educadores encontram materiais educativos e orientações para o desenvolvimento de avaliações e sequências didáticas. Além disso, há ferramentas para que gestores e professores criem não apenas as aulas, mas uma estratégia completa para determinadas etapas, como trilhas de aprendizagem e roteiros de estudos.

Além disso, há uma série de recursos que também são ofertados aos estudantes. Assim, eles podem usar a plataforma para realizar atividades e acessar o conteúdo criado pelo professor. Por falar em conteúdo, a plataforma conta ainda com diversas histórias para as crianças da Educação Infantil.

 

Educação inclusiva precisa de ferramentas educacionais digitais específicas

A educação inclusiva também é contemplada pela plataforma. Lá, o educador encontra, por exemplo, recursos de tecnologia assistiva. Basta clicar no Menu de Acessibilidade para ter acesso a instrumentos como teclas de navegação, leitor de página e contraste, entre outros.

 

Apoio ao docente com conhecimentos tecnológicos básicos

Como muitos docentes e gestores ainda estão iniciando o contato com a tecnologia digital educacional, a Opet INspira disponibiliza ainda tutoriais em formato de vídeo e PDF com diretrizes para o uso das ferramentas da plataforma.

 

Como utilizar os recursos Opet INspira

Para acessar a plataforma, os parceiros precisam usam seus dados de usuário (login) e a senha individual. Quanto à segurança, as escolas e os educadores podem ficar tranquilos: a Opet INspira possui Termos de Uso e as Políticas de Privacidade de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD (Nº 13.709/2018). Em outras palavras: a plataforma educacional Opet INspira soma conteúdos de alta qualidade, navegabilidade amigável e segurança para o usuário!

Ensino digital, ensino híbrido: é tempo de engajar!

Participar com o estudante da jornada rumo ao aprendizado requer do professor a escolha adequada do método de ensino. Ela é o primeiro passo para se iniciar o planejamento pedagógico. O professor, porém, também pode e deve incluir nos seus preparativos um repertório de recursos como jogos, vídeos, imagens e áudios – algo que ficou mais fácil graças à popularização da educação digital.

Esses recursos trazem os conteúdos em formatos que despertam o interesse, estimulam o engajamento e aproximam os temas da realidade dos estudantes, facilitando a aprendizagem. Além disso, deixam as aulas mais dinâmicas e podem promover a interdisciplinaridade.

 

Tecnologia digital, aliada do ensino – Desde que, no ano passado, as aulas presenciais deram lugar às videoaulas – e agora, com o ensino híbrido –, vimos o tema tecnologia e educação ganhar força nos debates sobre ensino no Brasil. Já havia muitos estudos sérios sobre o tema, assim como pessoas e ferramentas capazes de fazer a educação “navegar” remotamente; por conta da própria cultura presencial, assim como de questões estruturais do país, porém, o modelo seguia a passos lentos. Em muito pouco tempo, contudo, ganhou uma força extraordinária nas redes pública e privada. Hoje, sabemos muito mais sobre – e aplicamos muito mais – suas ferramentas, meios e lições.

 

Tempo de ensino híbrido

Em termos gerais, o ensino híbrido é uma “fusão” entre a educação presencial e o ensino on-line. Sua aplicação prevê que o aluno estude parte do conteúdo, normalmente a teoria, em casa, fazendo uso de ferramentas digitais, com e sem a participação remota do professor. Já o tempo das aulas presenciais, com o docente junto, é utilizado para atividades práticas e solução de dúvidas.

Como grande diferencial do modelo de ensino híbrido, destaca-se o papel mais ativo que o educando exerce em seu próprio processo de aprendizagem. O afastamento do professor em certos momentos das aulas a distância leva o estudante a assumir o protagonismo no estudo, além de buscar fontes, informações e referências. Sem contar que, quando chega na escola, suas dúvidas já estão prontas para o professor, o que produz um contexto fértil para debates e atividades em grupo.

O ensino híbrido pode garantir ainda maior dedicação às aulas práticas. Afinal, com o conteúdo teórico estudado previamente e as dúvidas esclarecidas junto com o professor, os estudantes dispõem de mais tempo para desenvolver projetos baseados em seus novos saberes.

 

Recursos educacionais para o ensino híbrido

Existem muitas estratégias que os educadores podem utilizar para trabalhar com o ensino híbrido. Para as aulas on-line, por exemplo, as animações e os mapas mentais são ótimas soluções.

Já nas aulas presenciais, como o estudante já chega munido de informações, é interessante propor o desenvolvimento de projetos ou resolução de problemas inspirados na vida prática.

Outro recurso interessante é a gamificação, estratégia que pode ser usada em ambos os casos. A proposta, que vem sendo utilizada com bastante sucesso já há alguns anos, é incorporar os jogos ao ensino de determinados conteúdos.

 

Gamificação, uma estratégia que une presencial e on-line

Jogos educacionais são excelentes ferramentas para tornar as aulas mais atrativas e estimulantes, especialmente as desenvolvidas on-line. Contudo, a gamificação vai além do uso de jogos. O ponto chave da ferramenta está em aplicar o conceito dos games – com seus elementos lúdicos e desafiadores – em qualquer tipo de atividade, inclusive as não digitais.

Elementos como ranqueamento, vidas, etapas e trabalho cooperativo, por exemplo, podem compor atividades fora do universo digital.

Aqui, cabe ao educador usar a imaginação para criar a melhor estratégia possível. Ele pode até mesmo unir os mundos real e virtual! Um bom exemplo é o uso do QR code – com ele, é possível decifrar pistas e missões que devem ser realizadas em sala de aula.

 

Maneiras de gamificar as aulas

O primeiro passo para gamificar as aulas é ter clareza do objetivo de aprendizagem pretendido. Engajar os estudantes, estimular a competição saudável, o trabalho cooperativo e trabalhar o pensamento “fora da caixa” podem ser algumas opções.

Com o objetivo estabelecido, é hora de escolher as ferramentas para o processo. Elas podem ser avatares, roteiros, medalhas e adesivos de motivação, por exemplo. Lembrando que, mesmo que instrumentos digitais como jogos e aplicativos não sejam as únicas opções de trabalho gamificado, eles são os que mais oferecem recursos para as atividades – eles, afinal, foram desenvolvidos exclusivamente para isto!

Onde encontrar recursos educacionais para atualização do modelo de aulas?

A plataforma educacional Opet INspira foi desenvolvida pela Editora Opet. Nela, o docente encontra um acervo gigantesco de conteúdos, material didático, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais como vídeos, áudios, apresentações, jogos  e quizzes. Esses recursos estão relacionados aos materiais didáticos físicos e, principalmente, à proposta pedagógica que norteia o trabalho da Editora Opet. Ao mesmo tempo em que fazem essa conexão, eles favorecem a criatividade do professor.

Seja na modalidade presencial, a distância ou híbrida, o uso desses recursos contribui para as práticas educacionais e para o desenvolvimento da Cultura Digital – a competência 5 da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

 

Tipos de ferramentas educacionais digitais disponíveis na plataforma

Os conteúdos da Opet INspira auxiliam os educadores no desenvolvimento de avaliações e sequências didáticas. Também permitem que os docentes criem trilhas de aprendizagem e forneçam roteiros de estudos aos alunos.

Recursos como áudios, banco de imagens e vídeos são ofertados tanto para os professores quanto para os estudantes. Por falar em conteúdo para os estudantes, a plataforma traz, por exemplo, diversas histórias infantis, assim como vídeos e simuladores de experimentos científicos.

 

Recursos digitais e educação inclusiva

As escolas possuem papel fundamental na inclusão de crianças e adolescentes. Por isso, quando falamos em recursos educacionais, o tema educação inclusiva está sempre presente. Sendo assim, a plataforma educacional Opet INspira conta ainda com recursos de tecnologia assistiva que apoiam a educação inclusiva.

Na plataforma INspira, o educador encontra um Menu de Acessibilidade, recurso que permite a seleção de funções personalizadas aos usuários, como teclas de navegação, leitor de página, tamanho do texto e do cursor, espaçamento de texto e contraste, entre outros.

 

Opções para escolas nas etapas iniciante e avançada de implementação dos instrumentos tecnológicos

Como já observamos, apesar de o tema educação e tecnologia já ser debatido há algum tempo, muitos docentes e gestores ainda estão em processo de aproximação em relação à tecnologia digital educacional. Na medida, aliás, que as tecnologias evoluem rapidamente, esse é um processo permanente e que vale para todos os envolvidos, sejam eles iniciantes ou avançados. Pensando nisso, a plataforma educacional Opet INspira traz tutoriais em formato de vídeo e PDF que auxiliam e orientam na utilização dos recursos oferecidos.

Para acessar a plataforma, é preciso que a escola seja conveniada da Editora Opet, sendo necessário ao usuário ter login e senha individuais. Os Termos de Uso e as Políticas de Privacidade da Opet INspira estão de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD n.º 13.709/2018, garantindo a segurança dos dados de estudantes, professores e gestores.

Parceiro da Editora Opet: a plataforma educacional Opet INspira é sua grande aliada! Acesse, utilize, explore e faça uso de todo o potencial dessa incrível ferramenta!

E, se você ainda não é parceiro da Editora Opet, entre em contato conosco para conhecer!

Dia Internacional da Música: arte, cultura, educação e aprendizagem

Em 01º de outubro, comemoramos o Dia Internacional da Música, instituído pelo International Music Council em 1975. A organização não governamental fundada com o apoio da Unesco buscava promover a paz e a solidariedade por intermédio da música, utilizando-se do seu incrível poder de identificação e conexão.

A música é uma arte ancestral e está presente no cotidiano das pessoas desde o início do processo civilizatório. Há quem diga que a música já nasce conosco, nas batidas do nosso coração, e que é por isso que ela exerce uma profunda influência, sendo capaz de emocionar, alegrar, acolher e ensinar.

 

A música no processo ensino-aprendizagem

A música é capaz de estimular a equilibrar a mente humana, aumentando as nossas conexões neurológicas e o nosso processo cognitivo, promovendo uma sensação de bem-estar. Também por isso, é um recurso pedagógico potente e que deve ser explorado amplamente na sala de aula em todos os níveis de ensino, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.

Além disso, a música é uma rica ferramenta de conteúdo cultural. Através dela, diversos povos registram suas angústias, crenças, alegrias, costumes e histórias. Utilizá-la para dar voz a essas pessoas e como ponto de partida para um olhar sobre expressão e manifestação cultural na sociedade também é uma estratégia extremamente edificante.

Como utilizar a música em sala de aula

Na Educação Infantil, a música é um dos recursos pedagógicos mais utilizados pela necessidade de ensinar de forma lúdica e interativa. As músicas infantis são compostas com esse propósito e trazem resultados comprovados no desenvolvimento psicomotor e psicoemocional da criança.

Esse uso se estende, geralmente, até o Ensino Fundamental, mas muitas vezes é reduzido quando os estudantes começam a entrar na fase da pré-adolescência. Isso porque há uma falsa sensação de que os estudantes vão perder o interesse ou se sentirão constrangidos ao cantar e dançar na sala. Mas isso requer uma adequação do método, não necessariamente a substituição do recurso.

A fase da adolescência tende a ser uma das mais musicais da nossa vida, na qual a formação da nossa identidade acontece a partir das referências culturais que temos. A mais comum é a música – por isto, é a fase dos ídolos. Utilizar-se disso para trabalhar os conteúdos escolares pode ser extremamente edificante, pois, além de ser um recurso com o qual o estudante tem familiaridade, promove uma aproximação emocional entre ele e o professor.

Além disso, a música pode ser uma ferramenta com conteúdos a serem explorados por diversos componentes, pois envolve linguagem, ciência, cultura, arte e sociedade.

Uma mesma música pode ser utilizada pelo professor de Português para trabalhar sintaxe, vocativos, orações subordinadas etc. Ao mesmo tempo, pode “frequentar” as aulas de Física em muitas abordagens, da mecânica à dinâmica.

Em resumo: a música faz parte da vida do ser humano, seja pela sua capacidade de emocionar, de estimular, de representar, de alegrar ou de expressar. Utilizá-la na sala de aula é uma estratégia que traz mais sensibilidade para o ensino, resultando em um aprendizado mais amplo, consciente e libertador.