Live reúne mil professores de Santana de Parnaíba (SP) para discutir os protocolos de retorno às aulas presenciais

A volta às aulas presenciais é uma questão importante da educação neste momento em várias partes do mundo. Qual o caminho para que esse retorno seja seguro? Quais os protocolos a serem adotados e como garantir a proteção das pessoas? E, nesse processo, como aproveitar os conhecimentos adquiridos durante a pandemia em relação, por exemplo, às ferramentas digitais?

Live com a equipe pedagógica da Editora reuniu mil profissionais de educação em Santana de Parnaíba.

Essas e outras perguntas foram respondidas na quarta-feira (09) para mais de mil professores do Ensino Básico (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) que participaram da live promovida pela Editora Opet com o município de Santana de Parnaíba, parceiro em São Paulo. O encontro, que foi introduzido pela assessora pedagógica Márcia Ribeiro e conduzido pelas supervisoras pedagógicas Marina Cabral Rhinow e Rúbia Cristina da Costa, examinou o tema à luz do Parecer Nº 11, de 2020, do Conselho Nacional de Educação (CNE).

“Em primeiro lugar, é importante frisar a participação dos professores, gestores e funcionários da educação nas discussões da live”, observa a supervisora Rúbia Cristina. “Eles fizeram colocações, trouxeram dúvidas, perguntas, e isso foi interessante para nortear a discussão.” Rúbia explica que a ideia foi aproximar os participantes das sugestões e orientações do Parecer Nº 11 do CNE, que trata dos protocolos para um eventual retorno às aulas.

O secretário municipal de Educação de Santana de Parnaíba, Clecius Romagnoli, destacou que ainda não há uma data de retorno definida para as aulas presenciais no município, mas que, ainda assim, é fundamental planejar e conversar com a comunidade escolar sobre o tema.

“Devemos ouvir todos os representantes da comunidade escolar. É de extrema importância encontrar caminhos juntos, para que possamos retornar com segurança. Oferecendo, enfim, a garantia da vida e a continuidade do processo de ensino-aprendizagem.” Clecius reforçou o valor da equipe da secretária de Educação – professores, gestores, funcionários –, que, segundo ele, trabalha exemplarmente para manter o alto nível do ensino no município.

O secretário observa que, em Santana, os procedimentos para um eventual retorno estão sendo assumidos em um processo que envolve a própria secretária, a vigilância sanitária, o ministério público e as famílias dos estudantes. E que o município já está se preparando tanto em relação à adequação dos espaços quanto em relação à formação das pessoas para os novos procedimentos de segurança, saúde e apoio emocional.

O gerente comercial da Editora Opet para a área pública, Roberto Costacurta, se disse muito feliz pela receptividade dos professores à live promovida pela Editora Opet. Segundo ele, é importante contribuir para que os municípios parceiros tenham total segurança, em todos os aspectos, quando do retorno. “Hoje, as incertezas são muitas e nós, da Editora Opet, podemos ajudar no processo de esclarecimento porque estamos próximos das secretarias, das escolas, e também das discussões de documentos e normativas da educação”, observa. “Nessa live, ajudamos a traduzir as normas e recomendações para uma perspectiva prática, trazendo mais segurança e serenidade para os profissionais da educação. E isso nos alegra muito.”

Parceiros Opet: o folclore digital do Instituto da Criança

O folclore, este universo de saberes, crenças, conhecimentos e artes populares, é um dos grandes patrimônios da humanidade. No caso do Brasil, ele é especialmente rico, já que nasce das contribuições das culturas indígenas, africanas e europeias que formaram a nossa sociedade.

O folclore brasileiro deve ser mais conhecido e vivido, em especial pelas novas gerações. Foi pensando nisso e tendo como motivo o Dia do Folclore (comemorado no dia 22 de agosto) que o Instituto da Criança, parceiro da Editora Opet em São Gonçalo do Amarante (RN), promoveu um festival de folclore online que mobilizou gestores, professores, estudantes e famílias.

A coordenadora do Ensino Fundamental II (Anos Finais) do Instituto, professora Ranilza Silva, conta que o “Festival Folclórico Online IC” teve como tema o folclore, com foco nos aspectos culturais locais. “Quisemos resgatar nossa cultura e valores. Além de retratar o folclore brasileiro, foi um momento para falar das nossas histórias e raízes. Buscamos mostrar que, assim como em outras cidades, São Gonçalo do Amarante também é rica em cultura.”

Live sobre folclore envolveu professores, estudantes e familiares em São Gonçalo do Amarante (RN). Crédito: Instituto da Criança

A professora Luara Carvalho, de Língua Portuguesa, coordenou o projeto junto com Ranilza. Ela explica que uma das finalidades do festival foi trazer mais conhecimento e leveza à vida das pessoas. Pensamos em algo que pudesse estimular nossos alunos e professores e avivar as memórias do que é nosso, da nossa cultura. Então, passamos a pensar quais aspectos do folclore gostaríamos de vivenciar com os nossos alunos. Selecionamos trava-línguas, brincadeiras, lendas e crendices.” Nesse processo, a escola contou com a participação de um artista local, Victor Melo, que enriqueceu festival.

Para festejar o folclore, a escola usou todas as ferramentas digitais disponíveis: WhatsApp, Instagram, Google Meet (oferecido pela Editora Opet) e Youtube. E deu muito certo. “Foi uma semana repleta de ‘folguedos’”, ri Luara.

“Começamos com um bate-papo descontraído com o Victor Melo, que interpreta vários papéis e que compareceu à live caracterizado de Birico, um personagem do Boi de Reis, Bumba Meu Boi ou Boi Calemba, como é mais conhecido em nossa região”, conta.

Cada dupla ou grupo de professores ficou responsável por uma atividade. A escola preparou “desafios folclóricos”, que eram prontamente respondidos pelos estudantes. O grau de engajamento deles e das famílias foi altíssimo.

O primeiro desafio, explica Luara, foi gravar um vídeo com um desafio trava-língua, o segundo foi outra gravação para explicar sobre uma brincadeira e o terceiro foi postar uma foto caracterizada de um mito do folclore brasileiro. “As criações ficaram incríveis!”, comemora.

Estudantes caracterizados como Iara e o Boto para um dos desafios do Festival de Folclore. Crédito: Instituto da Criança

Finalizando o projeto, os professores fizeram um bate-papo online via Google Meet e transmitido pelo YouTube no canal da escola. “Falamos sobre as crendices que crescemos ouvindo, fazendo e/ou vivendo de alguma forma”, explica Luara. A temática foi “Eu cresci acreditando em…” e gerou várias histórias, memórias e explicações. Com apoio do professor de História, foi possível ir mais longe na compreensão das crendices e dos mitos.

Colaboração Opet – A Editora Opet, que é parceira do Instituto da Criança, ajudou a viabilizar o processo. E isso se deu por meio tanto da tecnologia quanto dos materiais didáticos. As ferramentas digitais foram de grande importância”, conta Ranilza. “A Plataforma Inspira foi um apoio durante as aulas dos professores ao longo da semana, assim como o Meet do Google for Education, que possibilitou reunir os professores em um só lugar virtual para levarmos o conhecimento aos nossos estudantes no último dia do projeto.”

A coordenadora destaca a importância da parceria com a Editora para o sucesso digital da escola. “A Opet vem contribuindo de forma significativa com as ferramentas digitais, e os nossos professores-aprendizes desse novo formato estão ressignificando as aulas. Os projetos vão além dos conteúdos, pois buscamos resgatar valores históricos e vivências que internalizam a vida pessoal e social dos nossos estudantes.”

Sobre a integração entre a proposta do festival e as coleções Opet, quem fala é a professora Luara. “Houve uma integração perfeita! Em especial, com o material de Língua Portuguesa, que, através do gênero textual lenda e da prática da oralidade, conseguiu ampliar e enriquecer o trabalho.”

Escola antenada – A professora Janaína Bezerra é a assessora pedagógica da Editora Opet responsável pelo atendimento do Instituto da Criança. Para ela, o Festival de Folclore é um exemplo de valorização do material Opet dentro do contexto atual. “Além das ferramentas tecnológicas, a escola integrou o uso do material físico e da nossa proposta de educação, o que vai totalmente ao encontro da finalidade da parceria.”

Segundo Janaína, a parceria com o Instituto da Criança é muito sólida e veio para ficar. “A escola tem um projeto educativo alinhado com o material didático e a filosofia Opet de uma educação humana, cidadã, transformadora e inovadora. A equipe acata nossas sugestões e está antenada com nossas orientações através das formações pedagógicas.”

Educação Privada: o sucesso do Colégio Dom Hélder com as ferramentas digitais

Em vinte anos de existência, o Colégio Dom Hélder Câmara, de Afogados da Ingazeira, no sertão de Pernambuco, tornou-se referência em educação. De uma pequena escola que atendia a Educação Infantil e o primeiro ano do Ensino Fundamental, transformou-se em um dos maiores colégios privados da região, oferecendo da Educação Infantil ao nono ano do Ensino Fundamental em instalações de alta qualidade. Desde o início deste ano, o Dom Hélder é, também, parceiro da Editora Opet, que proporciona os materiais didáticos e as ferramentas pedagógicas para todos os níveis de ensino oferecidos pela instituição.

Com a pandemia, o colégio precisou se organizar para dar conta das aulas remotas e da qualidade do ensino. “A pandemia mudou nossas vidas e o momento exigiu que nos readaptássemos”, conta a mantenedora e diretora administrativa e pedagógica, professora Cláudia Valéria da Silva Campos Barros. “Com muito estudo, planejamento e responsabilidade, iniciamos os atendimentos com as aulas remotas, já com a parceria da Editora Opet.”

Ela destaca, nesse processo, o apoio pedagógico oferecido pela Editora. “A parceria com a Editora Opet foi fundamental para o sucesso do nosso trabalho. As ferramentas de apoio proporcionaram um atendimento de qualidade, aproximando professores, estudantes e familiares, dinamizando o ensino e garantindo uma aprendizagem eficaz”, observa.

Segundo Cláudia Valéria, a Editora Opet tem sido fundamental em termos de apoio e capacitação para o “novo normal”. “A promoção de lives excelentes, com temas pertinentes para o momento, as formações pedagógicas e os inúmeros atendimentos foram fundamentais para o sucesso do nosso trabalho”. Um sucesso que se reflete, por exemplo, no engajamento dos estudantes e de suas famílias ao sistemas de aulas remotas.

“Com a utilização das novas ferramentas educacionais, o Dom Hélder deu  continuidade ao atendimento e proporcionou momentos satisfatórios de estudo e aprendizado. Mesmo remotamente, os cuidados com a aprendizagem continuam a permear a nossa prática”, garante. A mantenedora também destaca a aproximação das famílias, que se tornaram grandes parceiras do colégio, e de sua equipe de gestores e professores, que vêm realizando um excelente trabalho.

Pedro Santos Nobre é estudante do nono ano do Ensino Fundamental do Colégio Dom Hélder. Ele valoriza os esforços da instituição para garantir o acesso às ferramentas digitais e ao estudo nesta fase tão difícil para outros estudantes. “Posso dizer que sou privilegiado por estudar em um colégio assim, com os recursos que recebemos.”

Ele conta que, no início da pandemia, não ligava muito para a situação porque pensava que ela seria passageira, coisa de uma ou duas semanas. Em pouco tempo, porém, percebeu que a coisa era séria e se engajou nos estudos remotos. Hoje, ele acha o processo muito interessante: “É mais rápido e até mais relaxado estudar usando o computador. Recebemos um e-mail dedicado para o trabalho e eu gostei muito.” Fã declarado de ferramentas como o Google Meet e o Classroom, oferecidas pela Editora Opet dentro da parceria com a Google for Education, Pedro só tem elogios para o trabalho da escola, que, segundo ele, é muito bem organizado e garante o aprendizado.

A professora Wilma Geysa Diniz Marques dá aulas para o segundo ano do Ensino Fundamental no Dom Hélder. Segundo ela, as ferramentas digitais estão subsidiando o processo de ensino-aprendizagem. “A Editora Opet está de parabéns pelo apoio dado a nós educadores, desde as lives até os atendimentos particulares”, avalia.

Para Wilma, a plataforma digital é o grande destaque deste momento de ensino remoto. “Ela nos possibilita uma interação com os educandos, ligando o vínculo escola e família. Vale respaldar as possibilidades contidas nesta plataforma,  como o modo de apresentação,  atividades-teste e outras que vêm a somar no desenvolvimento da aprendizagem.” Ela vê seus alunos satisfeitos e motivados com as ferramentas digitais, que, neste momento, acabam sendo o único meio de contato com a escola.

Adriana Fialho é a assessora pedagógica da Editora responsável pelo atendimento do Colégio Dom Hélder. Em sua avaliação, um dos diferenciais do Colégio é estar, sempre, na vanguarda. “Os gestores estão sempre à frente e conduzem muito bem os processos de mudança.” Ela destaca, por exemplo, o engajamento para a adoção das ferramentas digitais no período da pandemia. “Nas reuniões formativas para o uso do Google for Education, por exemplo, a participação sempre foi massiva, e os participantes buscavam ir além para aprofundar o trabalho com as ferramentas digitais.” E isso deu muito certo, uma vez que, no Dom Hélder, essas ferramentas têm sido utilizadas com muita eficiência nas aulas e na gestão, por exemplo, para reuniões e eventos online. “Ficamos felizes em contribuir para esse sucesso. É muito bom trabalhar com parceiros que têm esse padrão de qualidade”, conclui Adriana.

Ceará: municípios parceiros da Editora Opet dão salto de qualidade na alfabetização

Momentos da Editora Opet no Ceará em 2019/20. Em sentido horário, a partir do alto e à esquerda: formação em Sobral, entrega de materiais em Itaitinga, encontro formativo digital com professores de Fortaleza e formação em Ipu.

Os últimos dias foram de celebração para os 184 municípios cearenses, que alcançaram o nível de alfabetização desejada para o segundo ano do Ensino Fundamental (Anos Iniciais). O resultado foi divulgado pelo Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Estado do Ceará (SPAECE) e se refere a 2019. Ele está diretamente relacionado ao Programa de Alfabetização na Idade Certa (PAIC), uma ambiciosa política de Estado para o resgate e a promoção da Educação Básica, com resultados importantes. Apenas para se ter uma ideia do tamanho da transformação, em 2007 apenas 14 municípios – 7,6% do total – possuíam um nível de alfabetização desejada para a idade certa. Hoje, são 100%.

A Editora Opet, por meio do selo educacional Sefe, faze parte dessa história e desses resultados. Os materiais didáticos e a assessoria pedagógica Sefe – sob a coordenação da professora Oralda Adur de Souza – fizeram parte do PAIC já em 2008, auxiliando o Estado a promover sua revolução educacional. Desde então, o Sefe mantém um escritório pedagógico no Ceará, onde trabalham professores e pedagogos que atendem a vários municípios.

Os seis municípios atendidos pela Editora Opet no Ceará – Fortaleza, Sobral, Ipu, Paracuru, Itaitinga e Ubajara – apresentaram resultados importantes. Apenas para se ter uma ideia, em 2019/2020, nossos municípios parceiros tiveram várias de suas escolas vencedoras do “Escola Nota 10”, que premia os melhores resultados em Português e Matemática por unidade educacional. O prêmio é entregue durante a divulgação dos resultados educacionais do Estado pelo Spaece, o que aconteceu na semana passada.

Para conquistar a premiação, as escolas devem ter, no momento da avaliação, pelo menos 20 alunos matriculados na série avaliada, além de ter, no mínimo, 90% de participação de alunos. No 2º ano, a pontuação deve ficar entre 8,5 e 10, enquanto nos 5º e 9º anos os estudantes devem obter notas entre 7,5 e 10.

Pois bem: dos parceiros da Editora Opet, Sobral teve 25 escolas vencedoras do Prêmio, Fortaleza, uma unidade, Paracuru, 12 escolas e Ubajara, 14. “Em relação a Ipu e Fortaleza, foram os municípios que registraram o maior crescimento em relação ao índice de alfabetização. Ipu dobrou o número de escolas com o índice de alfabetização desejada e se manteve com os melhores resultados de sua região. E Fortaleza consolidou seu bom trabalho no segundo ano do Ensino Fundamental, que é o ano crítico da alfabetização”, analisa Glaylson Rodrigues, supervisor regional da Editora Opet para o Ceará.

Glaylson se diz muito satisfeito com os resultados dos parceiros da Editora, que são fruto de muito trabalho. “Nós contribuímos para além do material de qualidade que chega aos municípios. Participamos com a prestação de um conjunto de serviços, como acompanhamento em visitas técnicas, suporte aos professores e gestores das escolas, além de orientação aos familiares.” Glaylson destaca o esforço dos gestores e dos professores, que se engajam muito para que o trabalho dê resultados.

Vitória coletiva – De acordo com o SPAECE, todos os alunos do segundo ano do Ensino Fundamental (Anos Iniciais) de Paracuru alcançaram o nível desejável de alfabetização e letramento. “Tivemos um salto de qualidade na aprendizagem no 2º, 5º e 9º anos”, conta a professora Joana Angélica Lopes, gerente do Mais PAIC no município. Segundo Joana, os resultados são a soma de uma série de fatores, a começar pelo trabalho coletivo e pelos esforços e talento dos professores. Ela também destaca o valor da parceria com a Editora Opet por meio do selo educacional Sefe.

Equipe do Mais PAIC de Paracuru (professoras Joana Angélica, Lucila Rocha, Silvia Helena, Déborah Magalhães, Mirlândia Sá e Marina Claudia) com o secretário municipal de Educação, Wanderlei Cordulino.

“Na primeira etapa da Educação Básica, o Sefe desenvolve um excelente trabalho com o material estruturado da Coleção Entrelinhas. E também formações continuadas para os professores da Educação Infantil que trabalham temas atuais, como a utilização das mídias, estudos voltados para a BNCC e Referenciais Curriculares para a Educação Infantil.” Ela também destaca o acompanhamento pedagógico nas creches e pré-escolas e o Prêmio Ação Destaque, que valoriza os projetos dos professores. “O sucesso da aprendizagem dos alunos de Paracuru fundamenta-se na assistência de excelência disponibilizada pela Editora Opet-Sefe e na proatividade da Equipe do Mais Paic.”

Uma relação antiga e de valor – O gerente comercial da Editora Opet para a área pública, Roberto Costacurta, lembra que o Sefe esteve ao lado dos municípios cearenses desde 2007, ano de início do PAIC e do acompanhamento pelo SPAECE. “Pela qualidade do nosso trabalho, fomos escolhidos para participar desse grande programa”, conta. “Quando a primeira etapa do PAIC foi concluída, em 2015, o Sefe estava atendendo 64 municípios, um terço do total do Estado. E seguimos atendendo vários deles, com excelentes resultados.”

Para Roberto, os bons resultados dos municípios também são uma vitória da Editora Opet. “Quando uma escola recebe o Prêmio Nota Dez, que é muito importante dados os parâmetros de qualidade exigidos, nós nos sentimos premiados também. E desejamos manter e fortalecer essa bela parceria!”, conclui.

Formações multirregionais em Língua Inglesa envolvem professores de 15 municípios!

Formações multirregionais engajaram os professores de Língua Inglesa.

Os últimos dias foram especiais para muitos professores de Língua Inglesa que utilizam a Coleção “Joy!”, do selo educacional Sefe. Eles se reuniram para formações online com a professora Vera Rauta, autora dos materiais. A primeira formação regional, que aconteceu nos dias 03, 06, 07 e 10, reuniu professores e diretores de Pinhais (PR), Vargeão (SC) e Flor do Sertão (SC). A segunda formação, que começou no dia 12 e terá encontros nos dias 14, 19, 21, 26, 27 e 28, reúne professores e diretores dos municípios de Meleiro, Morro da Fumaça, Passos Maia e São Lourenço do Oeste, de Santa Catarina, Alto Taquari, Campo Verde e Campinápolis, de Mato Grosso, Arandu e Ibirá, de São Paulo, e Paranaguá, Mercedes e Entre Rios do Oeste, do Paraná.

A formação, como conta a professora Vera Rauta, envolve o trabalho com sequências didáticas da Língua Inglesa produzidas neste ano, que contemplam a metodologia de aprendizagem CLIL (Content and Language Integrated Learning), presente na Coleção “Joy!”.

“CLIL é uma abordagem interdisciplinar que ganhou espaço em escolas brasileiras nos anos recentes e que vem orientando matrizes curriculares internacionais. O objetivo é integrar o aprendizado da língua com o conhecimento de diversas áreas do saber adequado à maturidade do aluno”, explica.

Segundo ela, a adesão dos participantes à formação online foi grande, assim como a adaptação para o momento. “A situação atual é atípica e pegou escolas e educadores desprevenidos. Porém, este momento tem propiciado o desenvolvimento de competências socioemocionais fundamentais para enfrentar os desafios durante a pandemia: a colaboração, a resiliência, a comunicação, a adaptabilidade, empatia, a criatividade. Todos estamos aprendendo juntos um pouco mais sobre a relação ensino-aprendizagem em ambiente digital.”

Vera observa que a Editora tem contribuído para a educação remota com a oferta das ferramentas digitais e, também, de novas formas de aprendizagem. “É preciso ensinar a pensar a cultura digital, prevista como a competência número cinco da Base Nacional Comum Curricular”.

Entre as dúvidas mais comuns dos participantes está a relacionada à elaboração das atividades para os alunos que estão em casa. Nesse caso, Vera recomenda o acesso e o uso dos livros da Coleção, que os colocam em contato com a Língua Inglesa. “Ao manusear o livro, observar as ilustrações, ler as palavras em inglês que já foram aprendidas no ano anterior, o aluno permanece em contato com a língua inglesa, mesmo estando em casa. Os livros também auxiliam nas atividades que estão sendo enviadas”, observa.

Engajamento – A professora Sonia Gonçalves é coordenadora do Ensino Fundamental II de Campo Verde, Mato Grosso. Ela participou da formação e ficou satisfeita. “Foi a primeira formação desse tipo e foi muito satisfatória”, conta. “Os professores se engajaram e, realmente, gostaram das atividades.” Ela explica que, em Campo Verde, a Língua Inglesa está presente da Educação Infantil ao nono ano do Ensino Fundamental. “Depois que adquirimos o material do Sefe, o ensino ficou ainda melhor e com mais qualidade.”

A professora Simone Kaminski Ramos é coordenadora das escolas em tempo integral e projetos complementares da Secretaria Municipal de Educação de Pinhais (PR). Ela acompanhou o trabalho e gostou muito. “A formação ofertada pela Editora Opet foi fantástica! Ela aproximou os profissionais da professora Vera e contribuiu muito para que os professores percebam que a tecnologia precisa estar a nosso favor, principalmente neste momento.”

Segundo Simone, a qualidade dos encontros foi excepcional. “Já somos fãs da professora Vera e, nessa formação, ela se superou. Trouxe muitas sugestões e recursos que podem ser utilizados com os alunos adotando as ferramentas tecnológicas. Nossos profissionais simplesmente amaram e estão ansiosos para colocar em prática tudo que foi visto!”.

Parceiros Privados: “Jornada Virtual” reúne gestores de escolas privadas do RN

A escolas parceiras privadas da Editora Opet no Rio Grande do Norte começaram o segundo semestre letivo de 2020 com muita energia e com excelentes perspectivas de trabalho, especialmente em relação ao ensino digital, ao ensino híbrido e ao planejamento.

Na última sexta-feira (31), 95 pessoas, entre mantenedores e gestores de nove escolas – Primeiros Degraus, Amiguinhos de Jesus, IEVE, CIVE, Celinho, Sonho de Criança, Cardoso Júnior, Pequeno Mestre e Vitória Kids – participaram de uma formação remota com a supervisora pedagógica da Editora Opet, Rúbia Cristina. Ela falou sobre as possibilidades do Ensino Híbrido – modelo de ensino que tende a se firmar a partir de agora –, planejamento das aulas online e a integração entre os materiais impressos e os materiais digitais.

“A formação sobre Ensino Híbrido foi um momento significativo para pensarmos numa realidade atual e que fará parte da nossa rotina educacional”, avalia Rúbia. “Os participantes tiveram a oportunidade de questionar, compartilhar suas experiências e expor seus pensamentos sobre o ‘novo real’ que estamos vivendo. Juntos, enxergamos possibilidades para um futuro presente!”.

Formação Estratégica – A professora Milka Xavier de Araújo Menezes é diretora pedagógica do Celminho, de Parnamirim, parceiro da Editora Opet há cerca de dois anos no atendimento da Educação Infantil e do Ensino Fundamental – Anos Iniciais. Segundo ela, a formação com a professora Rúbia Cristina foi estratégica. “Ela serviu para deixar a equipe pedagógica cada vez mais orientada sobre o momento que estamos vivenciando, com a clareza nas orientações que precisaremos seguir para atender as novas demandas”, observa.

A diretora se diz satisfeita com a parceria. “A Editora Opet sempre surpreende com o acesso dado e não poderia ter sido diferente neste tempo. Desde o acesso através das aula online, os encontros semanais e a facilidade de sermos atendidos com rapidez.” Sua instituição utiliza diariamente os recursos do Meet, do Google for Education, e esta deve ser a tendência para os próximos meses, na medida em que, segundo Milka, muitas famílias não devem mandar seus filhos para as aulas presenciais nos próximos meses. “Para aqueles que voltarão às aulas presenciais, estamos preparando a estrutura física. Mas, não deixa de ser desafiador, principalmente por atendermos, na maior parte, à Educação Infantil”, observa.

A professora Ranilza Francisca da Silva é coordenadora do Ensino Fundamental 2 (Anos Finais) do Instituto da Criança, de São Gonçalo do Amaranto, parceiro da Editora desde o início deste ano. Ela ficou satisfeita em participar da formação e ver que a escola e a Editora estão caminhando em uma mesma direção em relação ao ensino híbrido e ao ensino digital. “Nossa escola já está trabalhando alguns pontos abordados na formação, como registros das aulas, avaliação diagnóstica e aspectos socioemocionais através das aulas remotas. Assim, vamos   pensando e repensando o retorno das aulas presenciais diante dos parâmetros do ensino híbrido.”

Segundo Ranilza, a parceria com a Editora Opet chegou no momento certo. Tivemos acesso à plataforma Inspira, que nos contemplou com excelentes materiais de suporte para os professores. Com a pandemia, a Opet buscou outras fontes e ferramentas que nos ajudassem com aulas remotas em tempo real. E a Editora nos presenteou com a parceria com o Google for Education.”

A supervisora regional da Editora Opet responsável pelo atendimento às escolas que participaram da formação, Janaína Bezerra, diz que desde o começo da pandemia os gestores e os professores se engajaram muito para garantir a continuidade do trabalho com qualidade e segurança. “Cada um, do seu jeito, conseguiu se adaptar a esta nova realidade. Abraçaram a nossa proposta de uso das ferramentas Google e conseguiram promover de modo criativo a continuidade das aulas”, pondera. “Na formação de sexta-feira, eles demonstraram isso com participação e empenho.”

Encontro virtual com familiares em Cotia tem recorde de audiência no canal da Editora Opet no Youtube

Reunir famílias para conversar sobre a educação e a importância da parceria com a escola é algo muito especial. Agora, imagine o valor de reunir milhares de pessoas – mães, pais, avós, responsáveis – em um evento online para falar sobre o trabalho com o afeto, sobre direitos e deveres e sobre os papéis complementares de família e escola na educação. Pois foi exatamente isso que aconteceu na noite de quarta-feira (29) em Cotia, município paulista parceiro da Editora Opet por meio do selo educacional Sefe – Sistema Educacional Família e Escola.

No primeiro encontro com familiares realizado pela prefeitura e pela Editora, mais de 2,3 mil pessoas participaram em tempo real, com 9,3 mil visualizações da live em nosso canal no Youtube. “Foi um recorde em relação ao número de participantes para esse tipo de encontro”, comemora a gerente pedagógica da Editora, Cliciane Élen Augusto. “Foi um marco para a nossa equipe pedagógica, um momento muito elogiado pelos participantes, pelo secretário municipal de Educação e pelo prefeito.”

Cliciane explica que a parceria com Cotia é recente – ela começou neste ano – e que um encontro presencial com familiares havia sido programado. Por conta da pandemia, porém, acabou não acontecendo e foi substituído pelo encontro remoto. “A reunião virtual superou as nossas expectativas. Ficamos muito felizes e agradecidos pela adesão das famílias, o que mostra o quanto elas valorizam a educação.”

A live com os familiares foi aberta por Cliciane e pelo secretário municipal de Educação de Cotia, Luciano Corrêa dos Santos, que destacou a importância da educação, dos professores e da parceria família-escola. O prefeito Rogério Franco também esteve na live: ele agradeceu às famílias pela participação no encontro e à Editora pelo o papel desempenhado na educação municipal, em especial neste momento de pandemia.

A formadora Márcia Ribeiro, a gerente Cliciane Augusto e o secretário Luciano Corrêa durante a live.

Cotia e a Editora Opet são parcerias desde o início deste ano, com adoção, pela rede municipal de ensino, dos materiais didáticos Sefe e das ferramentas digitais para o Jardim I e II (Educação Infantil 4 e 5) e para o Ensino Fundamental nos Anos Iniciais e Finais. Os professores e gestores, aliás, também aderiram com entusiasmo às implantações digitais e às formações remotas proporcionadas pela Editora na parceria com o Google for Education.

Oportunidade de aproximação – A conversa com os familiares teve cerca de uma hora e meia de duração e foi conduzida pela professora Márcia Regina Ribeiro dos Santos, assessora pedagógica da Editora Opet. Ela diz que ficou até um pouco nervosa diante do tamanho da plateia, mas que a interação e o resultado do encontro compensaram muito a expectativa.

“O encontro foi uma grande oportunidade de aproximar escola e família, o que é fundamental para o sucesso da educação. Os comentários que recebemos no chat, com perguntas e opiniões, nos dão a certeza de que precisamos de momentos como esse.”

Conversando com a gerente pedagógica da Editora, o secretário municipal de Educação de Cotia, Luciano Corrêa dos Santos, se disse muito feliz pelo sucesso do encontro com os familiares. “Foi muito bom estar com vocês neste momento! Nós recebemos várias mensagens de diretores de escolas e de familiares de estudantes. Que riqueza para nós. É um caminho que precisamos seguir trilhando. Obrigado pela parceria!”.

Para o gerente comercial da Editora Opet para o segmento público, Roberto Costacurta, o sucesso da live com as famílias de Cotia é a melhor demonstração de que a empresa está no caminho certo. “A proximidade com as famílias faz parte do DNA da Editora, ela está na marca Sefe – Sistema Educacional Família e Escola – e é muito importante em nossa proposta de ensino. Realizar um encontro com familiares, neste momento, era um desafio que foi vencido com inteligência”, observa. “As famílias já consomem lives, já fazem reuniões pela internet. Assim, resolvemos caminhar por aí e foi um grande sucesso. Só temos a agradecer às famílias, ao prefeito Rogério e ao secretário Luciano pela confiança no nosso trabalho. A partir dessa live, vamos crescer ainda mais.”

O link da live está disponível AQUI – CLIQUE PARA ASSISTIR

Conceito (AP) promove “feira drive-thru” e live para debater Meio Ambiente

Com menos de um ano de existência, o Colégio Conceito Bilíngue, de Macapá, é  uma das mais novas instituições privadas de ensino do Estado do Amapá. Parceiro da Editora Opet, é, também, uma das mais arrojadas em sua proposta e ações, oferecendo a chamada “Educação 4.0”, fundada em valores, cidadania, afeto e tecnologia. Recentemente, o Conceito realizou um grande projeto ambiental, especialmente ajustado para o período da pandemia. E foi um grande sucesso!

Feira, live, ações em casa: projeto de Meio Ambiente do Colégio Conceito Bilíngue movimentou a comunidade escolar por uma causa nobre!

A mantenedora e diretora Ameliany Azevedo conta que o colégio trabalha com vários projetos, dos quais o de Meio Ambiente é o do mês de junho (quando se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente). “A envergadura do projeto é grande, e envolve elementos como sustentabilidade e consumo consciente. É um projeto importante, e não quisemos parar por conta da pandemia. Assim, adaptamos e ajustamos para que funcionasse com toda segurança para os professores, estudantes e famílias”, conta.

Atividades na quarentena – Os estudantes que participaram – da Educação Infantil aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental – desenvolveram as atividades de forma remota, com orientação dos professores. “Tivemos, então, duas culminâncias: para as crianças da Educação Infantil e os estudantes dos Anos Iniciais, uma ‘feira drive-thru’ na frente da escola. E, para os estudantes dos Anos Finais, uma live”, explica Ameliany.

No caso da “feira drive-thru”, ela foi montada com trabalhos dos estudantes (previamente levados pelos pais até a escola) e dos professores. A visitação foi feita sem sair do carro, e as famílias receberam mudas para plantar em casa. No caso da live, ela foi montada a partir dos trabalhos gravados pelos estudantes e teve um bate-papo. “Essas ações reforçaram a afetividade e o contato entre as famílias e a escola, o que é muito importante neste momento de distanciamento social”, avalia Ameliany.

O valor da parceria – “A Editora Opet tem sido uma super parceira do Colégio Conceito Bilíngue”, diz a diretora. “Com a Plataforma Inspira e a parceria da Editora com a Google for Education, recebemos um verdadeiro ‘arsenal’ de suporte tecnológico que foi fundamental para que pudéssemos realizar as aulas remotas, tanto ao vivo quanto por meio do Google Sala de Aula. Isso, sem contar a assessoria pedagógica, que está o tempo todo à disposição, tirando dúvidas e ajudando. É um suporte maravilhoso.”

Fogueira Virtual, animação real: uma jornada pelas festas juninas virtuais dos parceiros Opet

Para a escolas, as festas juninas são um momento de integração da comunidade e de promoção da cultura brasileira. Neste ano, por conta da pandemia e do distanciamento social, os gestores tiveram um desafio enorme: sem “deixar a peteca cair”, realizar as festas no ambiente virtual, engajando e animando as famílias.

Francisco Glaylson Rodrigues, supervisor regional da Editora Opet para o Ceará, é apaixonado pelas festas juninas. O mês de junho é o nosso mês mais alegre e colorido. É uma verdadeira celebração! O dia de São João, por exemplo, é como se fosse nosso Natal”, vibra. Apesar de tudo, em 2020 as festas aconteceram – adaptadas às novas circunstâncias, mas cheias de energia. “Não perdemos a alegria. Os gestores e as famílias criaram lives, videoconferências e festas online. Com direito a bolo de milho, pamonha, dança e confraternização em família.”

Em Fortaleza, a Escola Municipal Dois de Dezembro foi uma dentre muitas escolas que realizaram sua festa online. Sua coordenadora, professora Orlenilda de Souza, fala sobre a importância dessas festas. “Elas representam a cultura nordestina em seus diferentes aspectos: a comida, os trajes, a música, a dança, as parlendas, as brincadeiras”, explica. E aí reside sua importância em termos de educação. “Como toda essa tradição já faz parte do cotidiano da nossa gente nas diversas esferas, inclusive familiar, trabalhar as festas juninas torna os conteúdos curriculares mais significativos. Conhecer e valorizar o conhecimento de mundo do educando torna o processo de ensino e aprendizagem mais significativo.”

Normalmente, conta Orlenilda, as festas juninas são trabalhadas a partir de um projeto multidisciplinar que envolve toda a comunidade escolar em junho, culminando com um festival com quadrilhas e forró, barracas com comidas e bebidas típicas, além de muitas brincadeiras. “O papel das famílias é fundamental”, reforça.

Neste ano, esse projeto foi transposto para o ambiente virtual. “Todos participaram: alunos, professores e grupo gestor. E a culminância – o ‘forró virtual’ – foi construída a partir dos vídeos e fotos que os professores e os estudantes enviaram.”

Orlenilda ficou satisfeita. “Os desafios que esse momento nos trouxe fez com que agregássemos novas formas de pensar no processo ensino-aprendizagem. Esses conhecimentos, aliás, serão somados à nossa forma de ensino pós-pandemia.”

Crianças da Escola Municipal 02 de dezembro, de Fortaleza, mostram suas “artes juninas” nas redes sociais. Festas são forma de mergulhar na cultura brasileira.

Angicos – O Plenitude Complexo Educacional, escola particular de Angicos (RN), também não deixou passar as festas juninas em branco, como conta a diretora Rosicleide Sebastiana de Melo. O fio condutor foi um poema escrito por um estudante do sétimo ano do Ensino Fundamental, que relembrou os festejos de anos anteriores. O poema foi recitado e gravado pelos docentes. Além disso, durante as aulas virtuais, estudantes e professores trabalharam juntos a cultura nordestina associada à época.

Como substituir esse momento sem perder o encanto?”, pergunta Rosicleide.  Segundo ela, a solução foi produzir e distribuir vídeos. “O auxílio da plataforma Gsuite e da ferramenta Google Meet, da Editora Opet, assim como dos familiares em casa, foram determinantes para o nosso ‘Arraiá Virtuá’”, conta. “Cada família caprichou na caracterização das crianças com as fantasias, cenários e preparação das comidas típicas. E os professores trabalharam para empolgar os alunos, organizando brincadeiras e as tradicionais quadrilhas juninas. Cada um na sua casa, mas com muito empenho e amor!”.

Em Angicos, as famílias levaram o “Arraiá” para dentro das casas e compartilharam no meio digital.

Afogados da Ingazeira – A professora Cláudia Barros é mantenedora do Colégio Dom Hélder Câmara, tradicional instituição de ensino de Afogados da Ingazeira (PE). Segundo ela, o engajamento dos gestores, professores, estudantes e famílias foi fundamental para o sucesso da festa de 2020, que teve brincadeiras, danças, jogos e muita comida. Em cada casa, uma festa – conectada às outras festas pela via digital.

“As festas juninas são um marco de preservação da nossa cultura”, explica Cláudia. Para “esquentar o clima” e matar saudades, o colégio produziu um vídeo com os melhores momentos da festa de 2019. E a festa deste ano também rendeu um belo vídeo, o que prova a animação, mesmo em tempos de distanciamento social.

“Arraiá Virtual” do Colégio Opet teve música, culinária, quadrilha, música, dança, brincadeiras e bingo!

Mosaico com momentos do “Arraiá Virtual” do Colégio Opet. Planejada com muito cuidado, a festa virtual foi um grande sucesso!Em Curitiba, o Colégio Opet planejou com muito carinho sua festa junina virtual deste ano, o “Arraiá Virtual”, realizada no último dia 27. Ela foi pensada para oferecer à comunidade escolar uma experiência que, neste momento tão peculiar, traduzisse a alegria e os saberes de uma celebração muito rica e querida pelas pessoas.

A diretora pedagógica do Colégio, professora Caren Helpa, explica que a festa virtual foi pensada em três momentos: primeiro, foi feita uma live com os estudantes e suas famílias sobre a preparação dos enfeites e adornos juninos; a seguir, foi feita a entrega, em um drive-thru às famílias, de “kits juninos”, com doces, materiais para a confecção de um jogo de “pescaria” e uma cartela do bingo virtual; por fim, a coroação com a festa virtual, que aconteceu no ambiente digital, com atrações transmitidas (com todos os cuidados sanitários) diretamente do Colégio Opet.

“Com o ‘Arraiá Virtual’, tivemos como grande objetivo oferecer às famílias um momento cultural em contato com a arte, a dança, a culinária e a cultura juninas. Mas, principalmente, quisemos oferecer um momento de alegria na casa das pessoas”, conta Caren. O trabalho começou quarenta dias antes da festa. Nesse período, os professores se reuniram virtualmente para discutir como seria a festa e como seriam inseridos os elementos juninos trabalhados nas aulas remotas pelos professores com os estudantes. “Nessas reuniões semanais, fomos desenhando a festa e elaborando os roteiros até chegar à versão final, do sábado, dia 27”, explica a diretora.

Caren destaca o trabalho dos professores de Educação Física e Música e das professoras regentes, que ao longo do período, fizeram pesquisas, lives, videoaulas e leituras com suas turmas. “Enquanto, em uma instância, uma equipe planejava a festa junina para a comunidade, nessa instância os professores trabalharam os conteúdos com muito cuidado”, explica.

Ferramentas digitais – A realização dos encontros preparatórios e da própria festa virtual foi possível, também, graças ao suporte da Editora Opet, que forneceu e-mails “@souopet” para os estudantes e “@opeteducation” para os professores.

A partir do cadastro desses e-mails, dentro da ferramenta Google Meet, foi possível realizar os encontros virtuais e a própria festa. “É uma ferramenta importante porque fornece recursos que garantem segurança e grande interação no período de distanciamento”, observa a gerente pedagógica da Editora, Cliciane Élen Augusto. “Os encontros no Google Meet permitem reunir, por exemplo, até 250 pessoas simultaneamente, e oferecem a interação com vídeos, áudios e chat. Uma grande interação, enfim, necessária à educação e, é claro, a uma boa festa virtual.”

A festa – No dia 27, o “Arraiá Virtual” foi aberto oficialmente de dentro do Colégio Opet, pelo professor atelierista Guga Cidral. Acompanhado do professor de Educação Física Rafael Racciope e de dois músicos, ele explicou o porquê da festa em todos os seus elementos, da religiosidade às comidas, trajes, música e danças. Ao mesmo tempo, remotamente, os professores colaboraram com informações e atividades relacionadas à comemoração. E, é claro, aconteceu o famoso bingo, uma tradição junina do Colégio Opet.

As famílias, conta Caren, se engajaram fortemente. “Essa participação foi uma grande alegria. Antes da festa, fizemos uma live com dicas sobre a produção de bandeirinhas e adereços juninos. E, nas transmissões, vimos as casas decoradas e as pessoas com os trajes típicos. Foi uma emoção singular”, comemora. “Recebemos muitas mensagens de agradecimento pelo momento de alegria, leveza e interação que o Colégio proporcionou.”