As boas lições da educação remota em Santana de Parnaíba

Desde o início da pandemia de COVID-19 e da implantação de aulas remotas, o município paulista de Santana de Parnaíba, parceiro da Editora Opet há cinco anos, se comprometeu fortemente com a continuidade e a qualidade da educação de seus cerca de 31 mil estudantes. Com o apoio dos materiais didáticos, das ferramentas digitais e das sequências pedagógicas colocadas à disposição pela Editora Opet, os 1,7 mil professores municipais estão dando um show de competência e empatia em relação aos estudantes e suas famílias, garantindo o ensino.

São aulas significativas e animadas, experiências científicas para fazer em casa, aulas que somam as ferramentas digitais aos livros, histórias e muito mais. Resultado? Educação de alta qualidade.

“Eu diria que os bons resultados da nossa educação nascem do envolvimento de todas as pessoas: a equipe da secretaria, os gestores escolares, os professores e a comunidade”, avalia Cleber Aparecido Martinelli Hernandes, diretor de Ensino de Santana de Parnaíba. Segundo ele, os professores estão se dedicando muito e oferecendo aulas online atrativas. “Acompanhamos esse trabalho de perto, dando sempre apoio, sugestões e orientações.” Isso, somado ao apoio dos familiares, faz com que o ensino funcione, mesmo em um período tão complexo como o que estamos vivendo.

O diretor de ensino também destaca o papel da Editora Opet em todo esse processo. Segundo ele, a proposta de trabalho digital oferecida pela Editora funcionou. “A plataforma Opet Inspira nos traz videoaulas, jogos e uma enciclopédia. Além disso, os materiais físicos foram digitalizados, e o apoio pedagógico que recebemos é excepcional.” Em breve, observa Cleber, a rede municipal de ensino vai passar a usar o Google Classroom, também dentro da parceria com a Editora Opet.

O papel do professor – A gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto, afirma a importância dos professores no sucesso da educação. “A Editora disponibiliza inúmeros recursos, como materiais físicos, videoaulas, enciclopédia e o Google Classroom. Os docentes encontram um rol de ferramentas e estratégias pedagógicas para ensinar. Só que esses recursos, por si, não garantem a aprendizagem. Sem um papel ativo do professor, o ensino não acontece.”

E é aí que entram em cena o olhar e a mobilização dos docentes de Santana. “Essas estratégias só estão acontecendo, só estão funcionando, porque os professores estão aprendendo formas diferentes de ensinar. Eles estão aprendendo que a tecnologia é mais um recurso para que ele possa trabalhar com o estudante. Não é um concorrente, mas um aliado. Quem transforma os recursos em conhecimento social, para a vida, são o professor e o estudante.”

Empenho e criatividade – O secretário municipal de Educação de Santana de Parnaíba, Clecius Romagnoli, destaca o empenho dos professores em aprender e oferecer conteúdos aos seus estudantes. “Nossos docentes têm se dedicado muito a conhecer as novas tecnologias. É uma situação nova em termos globais, um tempo de aprendizagem, e eles estão aprendendo e utilizando as ferramentas. E estão oferecendo tanto as atividades online quanto as físicas, de forma remota, para aqueles estudantes que não têm acesso à internet.”

Segundo Clecius, a Plataforma Inspira, da Editora Opet, tem sido de grande valia para a educação parnaibana. “Eu diria que é um recurso ‘agradavelmente inesperado’, uma vez que ele integra os meios digitais com os materiais físicos de uma forma muito atraente. Com vídeos, jogos, imagens, simuladores e aulas gravadas que ajudam bastante. Os professores, porém, não ficam ‘amarrados’ apenas a esses recursos. Eles os utilizam para enriquecer o próprio trabalho.”

Clecius classifica a parceria com a Editora Opet como construtiva. “A Editora Opet é uma grande parceira, que nos ouve e busca sempre atender as nossas necessidades. Espero que sigamos por muito tempo, evoluindo e aprendendo juntos.”

O gerente comercial da Editora Opet para a área pública, Roberto Costacurta, destaca o aprendizado vivido com os municípios parceiros desde o início da pandemia. “O processo de instalação da educação digital foi extremamente desafiador. A migração para as aulas remotas foi muito rápida e nós, no início, chegamos a ter dúvidas sobre o grau de sucesso, em especial em relação à integração das ferramentas com os materiais físicos. Quando, porém, recebemos vídeos, fotos e relatos com as respostas dos estudantes, temos certeza de que está funcionando. E esse é um sucesso coletivo, que envolve as secretarias, os professores, os gestores, as famílias e os estudantes. E, é claro, os colaboradores da Editora Opet, que se empenham muito.”

 

Dia Nacional do Cinema Brasileiro – levando os filmes para a escola!

No dia 19 de junho é comemorado o Dia Nacional do Cinema Brasileiro. A data marca o primeiro registro de imagens em movimento do país, feitas pelo cinegrafista e diretor Afonso Segreto em 1898. A obra foi um documentário sobre a Baia de Guanabara, exibido na inauguração do Salão Novidades de Paris, no Rio de Janeiro. Desde então, o cinema brasileiro construiu um conjunto de obras rico e original, reconhecido e prestigiado mundialmente.

Fases e interfaces do cinema brasileiro – Os documentários foram as primeiras produções brasileiras. Compostos por imagens fotográficas em movimento e seguindo boa parte do que vinha sendo feito em outros países, eles registravam acontecimentos históricos, atos oficiais e cerimônias. Eram apresentados em sessões “mudas” – o cinema, então, não tinha som – ou, então, com o acompanhamento de músicos.

A partir da década de 1920, as obras de ficção “Na primavera da Vida” e “Os Três Irmãos”, de Humberto Mauro, inauguraram uma leva de produções nacionais pautadas em histórias. Em 1929, “Limite”, filmado por Mário Peixoto, foi o primeiro filme brasileiro totalmente sonorizado.

Em 1930 é instalado o primeiro estúdio de cinema do Brasil, o Cinédia. Criado por Adhemar Gonzaga, produzia comédias musicais e dramas populares. Em 1941, a produtora Atlântida, fundada por Moacir Fenelon e José Carlos Burle, fez sucesso com o gênero chanchada – histórias engraçadas, com tipos bem brasileiros. Em 1949, nascia a Companhia Cinematográfica Vera Cruz, fundada pelos amigos Franco Zampari e Francisco Matarazzo para trazer ao cinema brasileiro um padrão de produção hollywoodiano, de grandes estúdios e uma cenografia mais elaborada e grandiosa.

Por volta de 1960, inspirado no Neorrealismo italiano e na Nouvelle Vague (Nova Onda) francesa, surgiu o Cinema Novo. Os “veteranos” Nelson Pereira dos Santos e Roberto dos Santos e os iniciantes Glauber Rocha, Arnaldo Jabor e Joaquim Pedro de Andrade, entre outros, foram os principais nomes desse movi-mento. Com histórias intensas e uma estética ao mesmo tempo crua e requintada, o Cinema Novo tinha como temas preferido o Nordeste e as favelas do Rio de Janeiro, o que chocava (e atraía) a classe média brasileira e o público estrangeiro. Em 1964, ano do golpe militar, o Cinema Novo muda seu foco mas continua falando sobre o Brasil.

Em setembro de 1969 era criada a Empresa Brasileira de Filmes – Embrafilme, que teve extrema importância para o cinema nacional. Durante toda a década de 1970, a Embrafilme realizou produções que fizeram a história da cinematografia brasileira. Mas, na década de 1980, a empresa começa a declinar até sua total queda e fechamento, em 1990. Com isso, a produção cinematográfica se estagnou até 1995, ano que marca uma retomada do cinema brasileiro.

Carlota Joaquina: Princesa do Brasil”, dirigido por Carla Camurati, é o ponto inicial desse período. O filme abriu caminho para uma série de produções que conquistaram não só o público, mas também reconhecimento e prêmios internacionais.

Desde então, o cinema brasileiro seguiu produzindo bastante e bem. Comédias leves ambientadas no meio urbano, por exemplo, são um grande sucesso de público, assim como produções intimistas, animações e, mais recentemente, filmes policiais e de ficção científica financiados e difundidos por plataformas de streaming como a Netflix.

A sétima arte na sala de aula – A produção artística de um país é a expressão das angústias, alegrias e histórias de seu povo. Muito mais do que imagens em movimento, o cinema pode representar a reconstrução subjetiva de uma realidade, a exaltação de elementos e significados culturais ou a verbalização artística de discursos e debates sociais.

Com tantos elementos e tanta riqueza, o cinema pode ser utilizado como uma poderosa ferramenta didática. Os filmes atraem a atenção e, ao mesmo tempo, podem fomentar reflexões essenciais para o desenvolvimento cidadão dos estudantes, além de explorar conteúdos contemplados pelo currículo de forma mais dinâmica e interativa.

A arte reúne expressão criativa, política, social e emocional. O cinema traz todos esses aspectos em narrativas audiovisuais que são recebidas com simpatia e identificação pelas pessoas. Por isso, ao lado da música, é uma expressão artística popular capaz de comunicar-se amplamente com diversos públicos.

Levar o cinema para a sala de aula – seja ela presencial ou digital – pode engajar os estudantes em relação aos conteúdos e às discussões, estimulando seu desenvolvimento intelectual, aguçando sua criatividade e aumentando sua consciência em relação aos temas de estudo.

Listamos 5 produções brasileiras que trazem debates relevantes em relação à conteúdos curriculares. As sugestões de abordagens são mais genéricas, para que o professor se sinta livre para desenvolver as atividades de acordo com as especificidades de sua turma.

1 – “Olga” (Drama, 2004) – Baseado na obra de Fernando Morais, dirigido por Jayme Monjardim.

Conteúdos: Brasil do século XX, Alemanha nazista, governo Vargas, Coluna Prestes.

2 – “Saneamento Básico” (Comédia, 2007) – De Jorge Furtado.

Conteúdos: Brasil contemporâneo, organização do Estado Brasileiro, relações Estado-sociedade.

3 – “Auto da Compadecida” (Aventura, 2000) – Baseado na obra de Ariano Suassuna, dirigido por Guel Arraes

Conteúdos: tradições brasileiras, religiosidade popular, organização da sociedade brasileira, Brasil rural.

4 – “O Cangaceiro” (Aventura, 1953) – De Lima Barreto, com diálogos criados por Rachel de Queiroz.

Conteúdos: Cangaço, cultura nordestina, relações de poder.

5 – “Edifício Master” (Documentário, 2002) – De Eduardo Coutinho.

Conteúdos: Brasil urbano, sociabilidades, conflitos sociais, moradia.

Sugestões de leitura:

Cinema como proposta educativa – Lúcia Fernanda da Silva Prado.

Clique para acessar o CINEMA-COMO-PROPOSTA-EDUCATIVA.pdf

Utilização do cinema em sala de aula – Fernando de Moraes Toller e Vânia de Fátima Martino.

Clique para acessar o a-utilizacao-do-cinema-em-sala-de-aula-_1_.pdf

Educação e Tecnologia: hoje e no pós-pandemia

Educação e Tecnologia: hoje e no pós-pandemia. Este é o tema da nova edição do  Opetcast, o canal de podcasts da Editora Opet.

Para falar sobre o assunto, convidamos dois especialistas, os professores Elis Vida Vieira e Fernando Corrêa, assessores pedagógicos da Editora Opet.

Um grande programa, com informações de alta qualidade. Escute, curta e compartilhe! Opetcast: a Editora Opet de ouvir.

Desafios do Marketing Escolar em Tempos de Migração Digital

A pandemia e o isolamento social que estamos vivendo nas últimas semanas transformaram a rotina das escolas, tanto no que diz respeito às aulas quanto à comunicação e marketing escolar.

Na primeira edição do OpetCast, o podcast da Editora Opet, conversamos com a nossa coordenadora de marketing, Deisi Cabrini Brancaleone, sobre as questões e desafios do marketing em tempos de migração acelerada para o mundo digital.

Sobral e a Editora Opet renovam parceria para o 2º ano do Ensino Fundamental

A Editora Opet e a rede municipal de ensino de Sobral (CE) acabam de renovar uma parceria de grande sucesso! Desde o ano passado, dentro do selo educacional Sefe, a Editora fornece materiais didáticos para os estudantes, materiais e formações pedagógicas para os professores do 2º ano do Ensino Fundamental de Sobral. Um trabalho que envolve 2.500 estudantes e 85 professores e coordenadores pedagógicos.

Um detalhe importante: Sobral é referência nacional em educação, tendo alcançado a primeira colocação nacional do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, o IDEB, com nota 9,1 na avaliação dos Anos Iniciais (1º ao 5º ano). E o 2º ano do Ensino Fundamental, etapa contemplada pela parceria, é estratégica em relação à alfabetização.

“Estamos muito satisfeitos com a parceria entre a Editora Opet e Sobral. Para nós, é importante fazer parte de um trabalho de tamanha qualidade, que demonstra a força dos educadores do Brasil”, avalia a superintendente da Editora, Cristina Swiatovski. “Participar desse movimento oferecendo livros e formações pedagógicas, discutindo a educação na prática, nos faz avançar no trabalho com todos os parceiros da área pública.”

Exemplo – “Sobral é um exemplo de município que investe em educação e acredita que, por meio dela, podemos transformar uma sociedade. Para nós, é uma satisfação fazer parte dessa busca incessante por uma educação pública de qualidade”, diz a gestora pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen. “Nossos materiais e formações pedagógicas são desenvolvidos para contribuir de maneira significativa com o trabalho das secretarias municipais de ensino. Assim, ficamos muito felizes com mais um ano de parceria com o município de Sobral.”

O supervisor regional da Editora Opet para o Ceará, Glaylson Rodrigues, explica que, ao longo do ano passado, foram realizados quatro encontros formativos, nos quais os professores esclareceram dúvidas, dialogaram, trouxeram experiências e se aprofundaram em relação às possibilidades dos materiais da Coleção Caminhos e Vivências (do Sefe), utilizados em Sobral. Para 2020, as expectativas são as melhores.

“Queremos consolidar o trabalho realizado no ano passado, quando implantamos os materiais e as formações. Isso implica a ampliação dos serviços e o estímulo aos professores do segundo ano para que eles desenvolvam projetos de sucesso com os estudantes”, diz Glaylson. “É uma honra ser parceiro da melhor educação pública do Brasil.”

Vitrine – O gestor comercial da Editora Opet para o segmento público, Roberto Costacurta, destaca a receptividade dos materiais, formações e o olhar pedagógico Opet pela rede de ensino de Sobral. “É uma rede de ensino com um trabalho sólido e de muito tempo, que encontrou na Opet um sistema de ensino confiável. Um sistema de ensino que atendeu suas exigências metodológicas, formativas e de conteúdo. Isso nos deixa muito tranquilos quanto à qualidade do nosso trabalho, que pode e deve ser apresentado a outros municípios interessados em avançar na educação.”

 

 

 

 

Editora Opet participa do 6º Fórum de Educação de Cabreúva

De 14 a 22 de outubro, o município paulista de Cabreúva – parceiro da Editora Opet há mais de uma década – realizou um de seus mais importantes eventos educacionais, o 6º Fórum de Educação de Cabreúva. O evento, que mobilizou professores, gestores e a comunidade, teve a nossa participação.

Dentro da parceria, levamos três palestrantes ao Fórum. Realizamos a palestra de encerramento do primeiro dia do evento, com o tema “Neurociência aplicada à aprendizagem e desenvolvimento”, com o professor Júlio Luchmann, e também as palestras “Formação do Professor no Âmbito da BNCC”, com a supervisora pedagógica Rubia da Costa, e “Escola e Família”, com a assessora pedagógica Márcia Ribeiro.

Atualmente, por meio do selo Sefe, oferecemos coleções, ferramentas pedagógicas e formações para os professores da rede municipal de Cabreúva. A parceria abrange os níveis 04 e 05 da Educação Infantil e do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. Além disso, também fazemos o trabalho com as avaliações diagnósticas para os estudantes do 5º ano.

Nos últimos anos, Cabreúva vem experimentando avanços importantes na educação municipal, como, por exemplo, um aumento expressivo do IDEB, que na última avaliação superou de forma significativa a meta prevista.

EXTRA – SAIU A RELAÇÃO DOS FINALISTAS DO IX PRÊMIO AÇÃO DESTAQUE!

A Editora Opet acaba de divulgar os trabalhos finalistas do IX Prêmio Ação Destaque! Confira os nomes dos autores e os trabalhos classificados! Nos dias 07, 08 e 09 de outubro, os finalistas estarão em Curitiba para apresentar seus trabalhos!

CATEGORIA 01 – “AÇÃO COM OS FAMILIARES”
ADRIANA PIROLA ANSILIERO (Arroio Trinta – SC) – “Abrindo as portas do coração!”
ANGELA MARIA RIBEIRO SERAFINI (Fraiburgo – SC) – “Família uma questão de afetividade”
MARIA ANTONIETE BRUNO (Fortaleza – CE) – “Tecendo afetos fortalecendo os laços entre a família e a escola”

CATEGORIA 02 – “EDUCAÇÃO INFANTIL – 1,2 E 3”
ANA KARINA FALCHETTI (Salto Veloso – SC) – “Chuva ou sol? Gotas de curiosidade e raios de aprendizagem”
EGLANTINA MELO ROCHA (Sobral – CE) – “Higienização: aprendendo desde cedo a importância da construção desse hábito”
KAREN REGINA ALVES (Campina Grande do Sul – PR) – “A importância da conservação da água na educação infantil”

CATEGORIA 03 – “EDUCAÇÃO INFANTIL 4 E 5”
EDERLI MARGREITER DE MÉLO (Treze Tílias – SC) – “Com a família e a escola quero estar, porque aqui é o meu lugar”
GILMARA RIBEIRO ALVES (Jacarezinho – PR) “Reciclar: um olhar para o futuro”
SANDRA SCHU (Entre Rios do Oeste – PR) – “Doce Jornada: Aprendendo sobre as abelhas e seus derivados”

CATEGORIA 4 – “ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS – 1º AO 3º ANO”
GEOVANA MEIRE GOMES DE ALBUQUERQUE   (Fortaleza – CE) – “Descobrindo saberes e sabores na trilha encantada da leitura!”
KATIA RODRIGUES DE MOURA (Santana de Parnaíba – SP) – “Projeto Motivação”
MIRA CAROLINA DOS SANTOS ZELA (Paranaguá – PR) – “A necessidade da inserção da Libras nas séries iniciais do Ensino Fundamental e o seu impacto social”

CATEGORIA 5 – “ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS – 4º AO 5º ANO”
JULITA MARIA CAMPOS WERLANG (Pinhalzinho – SC) – “Carta da Escola”
MARILI MOREIRA LOPES (Paranaguá – PR) – “Nos trilhos com a Matemática”

CATEGORIA 6 – “ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS – 6º AO 9º ANO E ENSINO MÉDIO”
LUCIANA MARTINES DO NASCIMENTO (Santana de Parnaíba – SP) – “Luz, câmera, alunos em ação!”
TIAGO LA SERRA BONEBERG (Santana de Parnaíba – SP) – “Refúgio dos Migrantes”

CATEGORIA 7 – “ARTE”
ANDREA MENDES AVONA (Santana de Parnaíba – SP) – “Arte Presente”
KÁTIA RAQUEL DOTTA  (Salto Veloso – SC) – “O artista cria e representa a paisagem, e do lixo também surge arte!”
LUCIANO PEREIRA DA SILVA (Santana de Parnaíba – SP) – “Orquestra de sucata – Sustentabilidade – credibilidade”

CATEGORIA 8 – “EDUCAÇÃO FÍSICA”
ELIANER FÁTIMA LINDER MAYER (Salto Veloso – SC) – “Educação Física e os elementos da natureza: experiências de aprendizagem no 5º ano”
LUIZA BORTOLACI PIONER (Entre Rios do Oeste – PR) – “Construindo o brincar”
MAYRA GASCIA JUSTO (Cambará – PR)  – “A Educação Física e a importância do brincar no ambiente escolar”

CATEGORIA 9 – “LÍNGUA ESTRANGEIRA”
SIRLEI RODRIGUES DOS SANTOS TELLES DE OLIVEIRA (Campo Verde – MT) – “Friends”
VANESSA APARECIDA MINETTO
(Cerqueira César – SP) – “Welcome to the English World, where traveling is learning”

CATEGORIA 10 – “GESTÃO ESCOLAR”
ARIANE CRISTINA XAVIER (Ilha Solteira – SP) – “Horário de trabalho pedagógico coletivo: ação e reflexão do trabalho docente”
LENIR ANGÉLICA TOMAZ MADALOZ (Santana de Parnaíba – SP) – “Gestão democrática na tomada de decisões, resolução de conflitos e busca de melhorias na qualidade do ensino”
THAYS PORTO DE JESUS CAMBI (Santana de Parnaíba – SP) – “Avaliação no Ensino Médio: indicadores de processos contínuos que promovem uma educação integral e digital”

CATEGORIA 11 – “EDUCAÇÃO AMBIENTAL”
DÉBORA REDERD FRANÇA VIDAL (Paranaguá – PR) – “Semeando aqui, colhendo acolá, o ‘meu ambiente’ preciso preservar”
DENISE ZIMMERMANN SCHULLER (Arroio Trinta – SC) – “Conhecendo os biomas brasileiros”

CATEGORIA 12 – “PROJETOS INOVADORES”
IVONI BOSA COSSA (Arroio Trinta – SC) – “Um pedacinho da nossa história em cartão-postal”
LUZIANA DA SILVA LIMA (Fortaleza – CE) – “Projeto Super leitores: Trilhando o saber, o prazer e o poder através da leitura”
ANDRESSA SANGALETTI (Treze Tílias – SC) “Meditando na escola: o poder de mudar está dentro de mim!”

“SEFE INDICA”
EMANUELLE CHRISTYNE RUEDA ALVES (Paranaguá – PR) – “Pesquisa e aprendizagem na formação em serviço – o diferencial da gestão pedagógica na transformação educacional”

Editora Opet inicia projeto-piloto de formações pedagógicas online

Primeira formação foi com os professores do Colégio Galileu, de Sorocaba (SP)

A Editora Opet iniciou nesta semana, mais exatamente na segunda-feira (02), um projeto-piloto de formações pedagógicas digitais que vai aproximar ainda mais as escolas parceiras, desburocratizar o processo e fortalecer a sustentabilidade no nosso trabalho. Esse primeiro trabalho foi realizado com o Colégio Galileu, um grande parceiro na região de Sorocaba (SP), e envolveu a formação de professores da Educação Infantil, do Ensino Fundamental Anos Iniciais e também Anos Finais dos componentes de Língua Portuguesa, Inglês, Espanhol, História, Geografia, Matemática, Ciências, Arte e Educação Física.

“O Galileu é um parceiro de muitos anos, que está sempre aberto à inovação e às questões tecnológicas. Eles têm um trabalho muito interessante com os laboratórios de informática e com o nosso portal digital, onde, no ano passado, os professores fizeram uma formação online”, conta a supervisora pedagógica Silneia Chiquetto, responsável pelo trabalho com o Colégio Galileu. “Neste ano, a diretora Cristina Valera Baptista nos solicitou uma formação mais específica, por área. E nós pensamos que seria uma oportunidade de lançar o projeto-piloto”.

Direto do estúdio – Ajustados os detalhes, chegou-se ao formato online. Na Editora, os formadores se comunicaram a partir do recém-inaugurado estúdio de gravação em multimídia, que conta com equipamentos de última geração. A professora e assessora Karen Dias foi uma das formadoras, do Ensino Fundamental. “Eu achei a proposta muito interessante. No início, como é algo novo, fiquei um pouco nervosa, mas à medida que o trabalho foi acontecendo, me senti muito bem. A interação foi excelente!”, conta.

Para a diretora pedagógica do Colégio Galileu, professora Cristina Valera Baptista, a formação online por área foi um sucesso. “É uma inovação que nos aproximou ainda mais. A equipe gostou muito! Ela nos permitiu aumentar a troca de experiências e de vivências. E, em termos pedagógicos, o trabalho é muito rico. Construímos mais uma ponte para o conhecimento”, resume.

Poderoso e sustentável – Silneia Chiquetto destaca o fato de que as formações online são um recurso poderoso. E que funciona muito bem em relação a certos aspectos da educação, em especial no caso das escolas privadas. “Muitas vezes, por conta do relacionamento com as famílias, as escolas particulares têm dificuldade em reservar um dia inteiro para uma formação pedagógica presencial. Com essas formações online, é possível dinamizar o processo e distribuir o tempo de uma forma mais adequada para a escola”, observa. Silneia também destaca a importância desse recurso em relação à sustentabilidade, uma vez que ele substitui deslocamentos físicos – que podem chegar a milhares de quilômetros – sem prejuízos à formação dos professores. “É um recurso a mais, que passa a fazer parte do nosso trabalho com os professores e os gestores em todo o país.”

João Rodrigo Almeida, colaborador da área de Tecnologias Educacionais da Editora Opet e responsável pela condução técnica dos trabalhos, reforça o caráter de facilitação das ferramentas digitais. “A educação não pode prescindir de recursos tão importantes, que agilizam e aproximam as pessoas e os processos de formação pedagógica. E nós nos preparamos, com nosso estúdio, para oferecer os equipamentos adequados a uma comunicação de alta qualidade.” As formações online, aliás, são apenas uma parte das novidades que estão em andamento na Editora em relação às novas tecnologias. Elas incluem, por exemplo, a nova plataforma de recursos digitais da Editora, que está em fase final de desenvolvimento.

 

“Feito Criança”: Editora Opet apresenta sua nova coleção para a Educação Infantil

A Editora Opet apresentou oficialmente nesta semana sua nova coleção didática para a Educação Infantil, “Feito Criança”. Escrita pela pedagoga e editora pedagógica Ross Mary Strano Vieira (foto), a Coleção foi a primeira a ser inteiramente desenvolvida dentro do novo conceito editorial Opet. Esse conceito integra os materiais impressos a uma poderosa plataforma de recursos digitais.


No segmento público, ela vai substituir a Coleção “Brincar e Pensar”, escrita pela professora Regina Shudo, e também passará a ser oferecida como produto alternativo aos municípios parceiros no Ceará. No segmento privado, ela será disponibilizada no sistema de E-commerce da Editora Opet, com foco em escolas de menor porte.


“A Coleção Feito Criança foi organizada e escrita a partir de três grandes documentos: as Diretrizes teórico-metodológicas da própria Editora, que são fruto de uma ampla reflexão e de muito trabalho com educação, as Diretrizes Nacionais para a Educação Infantil e a Base Nacional Comum Curricular, que orienta a elaboração dos currículos para todo o país”, explica Ross Mary.
“A ideia é respeitar a realidade e promover o protagonismo da criança. É ela, afinal, que vai elaborar e vivenciar as experiências a partir do trabalho desenvolvido pelo professor.”


No caso dos professores, eles têm uma orientação detalhada, página a página, para o trabalho com a coleção. Além disso, eles contam com os recursos digitais da Plataforma Opet, que abrangem toda a fundamentação pedagógica do material, vídeos, contos tradicionais, músicas, materiais relativos a datas comemorativas e muitas atividades que podem ser desenvolvidas em sala e em outros ambientes de aprendizado, inclusive o da família.


A Coleção – Os livros da Coleção Feito Criança são anuais, isto é, há um livro para cada um dos cinco anos da Educação Infantil. “Nós escrevemos cada livro pensando nas possibilidades de trabalho fora da mesinha”, explica Ross Mary. “O material didático não tem a função de fazer a criança ficar sentada por horas fazendo tarefas. Ele propõe várias vivências fora da mesinha e até fora da sala de aula, e são elas que vão trazer desenvolvimento e aprendizagem para a criança. E, no retorno, é que ela vai registrar no material o que viveu. Ou seja: é um material fisicamente um pouco mais enxuto, mas com uma gama de vivências e possibilidades muito grande.”


Ross Mary acredita no sucesso da Coleção Feito Criança. “Foi um trabalho de muitos meses, que envolveu muitas pessoas – inclusive, a professora Regina Shudo, que fez a consultoria pedagógica – e muito cuidado em todos os aspectos, da iconografia à revisão de língua. E o material ficou alegre, comunicativo, atraente para a criança e interessante para o trabalho do professor.”


Sobre a autora – Ross Mary Strano Vieira é formada em Letras e Pedagogia, com especialização em Educação Infantil e em Literatura Infantil. Ela trabalha na Editora Opet há 15 anos.

Editora Opet e Prefeitura de Curitiba fecham parceria para o ensino da Língua Inglesa nas escolas municipais

A Editora Opet e a prefeitura municipal de Curitiba lançaram oficialmente na noite de ontem (29) uma parceria para o ensino da Língua Inglesa. Serão atendidos cerca de quatro mil estudantes da rede municipal de ensino. O lançamento aconteceu em um dos auditórios da Secretaria Municipal de Educação e contou com a participação de cerca de 250 pessoas, entre gestores e professores de Língua Inglesa.
A partir do segundo semestre deste ano, professores e estudantes dos Anos Iniciais (Ensino Fundamental) passam a utilizar os materiais da Coleção “Joy!”, do selo educacional Sefe, da Editora Opet. Os materiais são de autoria da professora Vera Lúcia Rauta, pós-graduada em Ensino de Línguas Estrangeiras Modernas pela UTFPR, tradutora de livros da área médica e formadora pedagógica da Editora Opet.
Antes de serem selecionados para a parceria, os materiais da Coleção “Joy!” foram cuidadosamente analisados pela Secretaria de Educação, que também se reuniu com a autora, professora Vera Rauta, para conhecer os fundamentos e as articulações pedagógicas do trabalho.
Agradecimento – Durante a cerimônia, a superintendente da Editora Opet, Cristina Swiatovski, falou sobre a grande alegria que é firmar uma parceria com a capital paranaense. “O Grupo Educacional Opet nasceu em Curitiba há quase 50 anos. Hoje, temos entre nossos parceiros cidades como Fortaleza, Sobral, Santana de Parnaíba, Chapecó e Paranaguá. E, por incrível que pareça, nunca havíamos fechado uma parceria com nossa própria cidade! Isso está acontecendo agora, em um momento muito especial, de inovação e promoção do conhecimento. Estamos muito agradecidos!”.
Pela parceria, a Editora Opet cederá os materiais didáticos aos professores e estudantes, e o município bancará as formações e assessoria pedagógica dos docentes.
Inovação – A secretária municipal de Educação de Curitiba, Maria Sílvia Bacila, destacou a importância da parceria em um momento em que a educação pública curitibana trabalha para avançar ainda mais em qualidade, focando em aspectos como a inovação e a internacionalização.
“Eu fico grata pela Editora Opet abraçar essa causa junto conosco. Estamos efetivamente democratizando o acesso a línguas estrangeiras a todos os alunos da nossa rede municipal pública de ensino que já estejam em um momento da alfabetização em que há possibilidade de aprender uma segunda língua.” Além do Inglês, a prefeitura também vai oferecer as disciplinas de Italiano e Espanhol.
Afeto pela Língua Inglesa – Na noite de ontem, logo após o lançamento oficial da parceria, a professora Vera Rauta falou pela primeira vez aos professores. Ela explicou sua relação de afeto pela Língua Inglesa, surgida quando ainda estudava na escola pública, e detalhou seu caminho como professora de Inglês.