Família-Escola: em tempo de coronavírus, “live” com familiares é grande sucesso em escola parceira de Goiás

Na última sexta-feira, dia 13 de março, estivemos no Centro Educacional Êxodo, em Rio Verde, Goiás, para um encontro com familiares dos alunos. A escola, que é ligada à Igreja Assembleia de Deus (Ministério Missão) e está em seu primeiro ano de funcionamento, é uma das mais novas parceiras da Editora Opet, adotando os materiais e ferramentas pedagógicas do selo Opet Soluções Educacionais para as crianças da Educação Infantil e para os estudantes dos Anos Iniciais (1º ao 5º ano) do Ensino Fundamental (Inglês, Arte e Educação Física, Coleções Encantos da Infância e Cidadania).

Os Encontros com Familiares são uma parte importante do nosso trabalho com as escolas públicas e privadas parceiras. Eles, aliás, têm tudo a ver com a filosofia de trabalho Opet, que aproxima os familiares do processo educacional. Em Rio Verde, porém, esse encontro – cujo tema foi “Família, Escola e Formação Humana” – teve um componente extra. Em tempo de cuidados redobrados com o coronavírus, a escola abriu a possibilidade, às famílias, de participar remotamente do encontro. Assim, além da apresentação presencial feita pela assessora pedagógica Márcia Regina Ribeiro dos Santos, foi feita uma “live” da formação na conta de Facebook da instituição.

Sucesso absoluto – Cíntia Katiuscia de Freitas é gestora do Centro Educacional Êxodo. Ela explica que a pandemia do coronavírus fez com que ela e sua equipe repensassem as possibilidades de comunicação com as famílias. “Propusemos aos familiares a alternativa de participar da palestra de forma presencial ou on-line. Alguns quiseram participar presencialmente, mas a maioria preferiu assistir de casa, a fim de evitar a aglomeração. E foi um sucesso absoluto, visto que alcançamos um número de visualizações acima de nossas expectativas. Foram mais de 2.300 visualizações!”

O número de visualizações, inclusive, superou o de famílias de estudantes matriculados na escola. “Isso significa que não só os pais de alunos assistiram a transmissão, mas também que outras pessoas estavam interessadas em aprender um pouco mais sobre o relacionamento família e escola e assegurar um desenvolvimento cognitivo e emocional de seus filhos”, avalia Cíntia.

Receptividade – Márcia Regina, que fez a apresentação, conta que os participantes presenciais e remotos se mostraram muito receptivos ao tema. “Foi uma experiência incrível acompanhar essas participações, as colocações e comentários.” Ela acredita que a tecnologia é um grande atrativo porque facilita as interações. “Diante de uma sociedade cada vez mais tecnológica, a Editora Opet deve oferecer recursos e ferramentas que agradem e apoiem os nossos parceiros. Elas, porém, não devem substituir os encontros presenciais, o relacionamento mais próximo e a interação. Com equilíbrio, os resultados são muito bons.”

A supervisora regional da Editora para o Centro Educacional Êxodo, Daiane Veiga, segue o mesmo raciocínio de Márcia. “Pessoalmente, sou muito a favor do uso das tecnologias de comunicação na educação. Elas devem ser usadas como parte de uma estratégia de aproximação, complementando o trabalho presencial. Os encontros virtuais podem ser um extra, um elemento a mais, para reforçar a parceria e fortalecer as formações e o acompanhamento das escolas.”

Daiane destaca, também, o valor da tecnologia em um momento como o que estamos vivendo. “Aqui, a tecnologia foi utilizada para demonstrar respeito ao outro, para cuidar da saúde coletiva, sem deixar de cumprir o que havia sido combinado com a escola parceira.” Ela conta que a “live” foi uma sugestão feita pelo mantenedor da escola, prontamente atendida pela Editora. “Como a nossa formadora, a Márcia, já estava na cidade, foi possível combinar o encontro presencial, realizado no salão da igreja para as famílias que quisessem ir, com a transmissão a distância, que também foi um grande sucesso.” Daiane se surpreendeu com a receptividade dos participantes nos dois modos de relacionamento, presencial e virtual. “Eu acompanhei de Curitiba e fiquei muito feliz com o resultado”, conta.

Parceria de qualidade – A gestora Cíntia Katiuscia de Freitas explica que o Centro Educacional Êxodo está dando seus primeiros passos e que, nessa jornada, encontrou um apoio muito eficiente da Editora Opet. “A parceria entre família e escola, por exemplo, é fundamental para que possamos alcançar nosso objetivo de oferecer uma educação de caráter integral”, observa. “Em pouco tempo, percebemos uma aceitação muito grande, da equipe pedagógica e das famílias, em relação aos materiais e metodologia e proposta humanizada oferecida pela Opet. Estamos seguros para seguir nessa parceria, que só tem trazido benefícios à comunidade escolar.”

Barra do Garças (MT): implantação e formação pedagógica

Há alguns anos, a Editora Opet, por meio do selo educacional Sefe, desenvolve um trabalho importante junto às redes de ensino de municípios do Mato Grosso. Nesta semana, nosso time pedagógico esteve em Barra do Garças, município de aproximadamente 80 mil habitantes onde aconteceu a implantação dos materiais didáticos da Coleção “Entrelinhas para Você” (4 e 5). O trabalho, realizado no campus do Centro Universitário do Vale do Araguaia (UNIVAR), envolveu 110 professores da rede municipal, que trabalharam com a assessora pedagógica Elis Vieira, e 18 gestores educacionais, que fizeram a formação com a assessora pedagógica Mara Dumke.

“Barra do Garças é um novo parceiro da Editora Opet”, explica Danuza Peraceta, supervisora regional que atende aos municípios do Mato Grosso e que acompanhou a formação. “Com essa formação pedagógica, demos início a uma parceria de muito sucesso. Percebemos que tanto os professores quanto os gestores se mostraram bastante interessados nos materiais didáticos e na formação pedagógica, o que possibilitou o compartilhamento de conhecimentos e experiências.”

Qualidade – Cristina Alves Moreira é a assessora técnica pedagógica da Secretaria de Educação de Alto Garças. Segundo ela, o município busca qualidade educacional. “Nós temos uma preocupação muito grande com a infraestrutura e também pensamos muito na qualidade pedagógica. Precisamos ter formação docente continuada e assessoria pedagógica – e isto, a Editora Opet nos oferece.”

Para Cristina, a implantação marcou um bom início de trabalho. “As três formadoras da Opet, a Mara, a Elis e a Danuza, são muito experientes e nos deram uma excelente base.” Segundo ela, os materiais da Coleção “Entrelinhas para Você”, que vão atender as crianças de quatro e cinco anos, são exatamente aquilo de que o município precisa. “Não é um sistema de ensino fechado. Assim, podemos complementar o trabalho com nossas próprias particularidades.” Além disso, Cristina também destaca a proximidade entre a fundamentação teórica Opet e o documento curricular do próprio município.

Sobre o trabalho com os gestores, a assessora pedagógica observa que muitos dos diretores das escolas estão assumindo agora, e que o trabalho feito pela assessora Mara Dumke os auxiliou muito em relação aos primeiros passos na gestão.

Ação Destaque – Cristina ainda falou sobre o interesse dos professores pelo Prêmio Ação Destaque, promovido anualmente pela Editora Opet para valorizar projetos e práticas pedagógicas dos professores parceiros. “Muitos dos nossos professores trabalham com projetos e ficaram empolgados com a ideia de participar. Eles vão se inscrever, com certeza!”.

 

Reconhecimento do trabalho da equipe da Editora Opet em Fortaleza

O ano de 2019 foi de muito trabalho e conquistas para a Editora Opet. Andamos por várias regiões do país apresentando nossa proposta educacional e auxiliando parceiros públicos e privados a implantarem uma educação humana, cidadã, inovadora e transformadora.

Foi o que aconteceu no Nordeste, onde, neste ano, consolidamos e ampliamos nossa presença. Isso, graças a uma estratégia de ação e aos esforços de uma equipe dedicada de assessores, supervisores pedagógicos, consultores e representantes comerciais. Na última segunda-feira (16), essa incrível equipe foi homenageada com um almoço no Restaurante Murano, em Fortaleza (CE), onde fica a sede regional da Editora Opet no Nordeste.

Participaram a equipe do escritório da Editora no Ceará, as assessoras e os representantes de Natal (RN), Recife (PE), Fortaleza (CE) e Maranhão, além do time do Rio de Janeiro, que foi ao Nordeste especialmente para o encontro. Representando a superintendente, Cristina Swiatovski, estiveram presentes a gerente pedagógica, Cliciane Élen, e o gerente comercial público, Roberto Costacurta.

“A confraternização em Fortaleza foi muito importante, em primeiro lugar, para homenagear as equipes que trabalham na capital, no Estado do Ceará e em todo o Nordeste”, avaliou a gerente pedagógica Cliciane Élen.
Ela destacou o fortalecimento do escritório da Editora em Fortaleza, que leva os selos Sefe e Opet Soluções Educacionais para os municípios e escolas privadas parceiras, e a unidade da equipe, que trabalha pela qualidade da educação. “Essa equipe nos representa muito bem e está de parabéns!”.

Para o gerente comercial para a área pública, Roberto Costacurta, o encontro de final de ano foi muito significativo. “Ele marca a retomada e o fortalecimento do nosso trabalho no Nordeste e no Norte nas áreas pública e privada. Hoje, nesses dois segmentos, nossa posição é muito mais elaborada. E temos muitas referências disso, como é o caso de municípios como Fortaleza e Sobral, no Ceará, e de uma escola privada como a Sucesso, em Macapá, na região Norte”.

Roberto também destacou o valor do escritório da Editora em Fortaleza, que fortalece muito o nosso trabalho em toda a região. “É uma sede estratégica. A partir dela, podemos prestar um serviço de alta qualidade, de forma mais racional em termos financeiros e com apoio a uma equipe de alta qualidade.”

A devolutiva de Fortaleza – Também na segunda-feira, Cliciane, Roberto, o supervisor pedagógico regional para o Ceará, Francisco Glaylson Rodrigues, e o supervisor comercial Eduardo Pereira estiveram reunidos com gestores da Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza para uma devolutiva em relação ao ano de 2019 e também para falar sobre as ações de 2020.

“Ficamos muito felizes com o que ouvimos. Foi um feedback importante. Os gestores nos falaram sobre o impacto positivo do nosso trabalho no dia a dia dos professores e dos estudantes, do valor das visitas técnicas e das formações realizadas ao longo do ano pela equipe da Editora”, observou Cliciane Élen. Em Fortaleza, município parceiro desde 2013, a Editora Opet atende 28,9 mil estudantes.

O supervisor pedagógico regional para o Ceará, Francisco Glaylson Rodrigues, destacou alguns aspectos do trabalho realizado neste ano, como a assertividade das formações e as ações realizadas com os diretores de ensino. “Vamos manter esse trabalho em 2020, com um olhar ainda mais refinado. A ideia é buscar a excelência na educação.”

 

Vencedoras Ação Destaque/Meio Ambiente visitam Reserva Natural Salto Morato

Um momento extraordinário de contato com a natureza, em uma das porções mais preservadas da Mata Atlântica em toda a costa brasileira – com direito a trilhas, cachoeira, observação da mata e de escuta dos sons e até mesmo do silêncio da floresta. Assim pode ser resumido o passeio que as professoras vencedoras do IX Prêmio Ação Destaque na categoria “Educação Ambiental” fizeram à Reserva

Natural Salto Morato, em Guaraqueçaba, no litoral norte do Paraná, no início desta semana (02 e 03).

A visita foi um presente Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, parceira do Sefe na Coleção “Meu Ambiente”, que inspira os projetos de educação ambiental apresentados ao Prêmio Ação Destaque.

As professoras Débora Rederd França Vidal, de Paranaguá (PR), e Denise Zimmermann Schuller, de Arroio Trinta (SC), puderam levar uma acompanhante cada, e também foram acompanhadas pelos supervisores pedagógicos regionais da Editora Opet Nelson Bittencourt e Silneia Chiquetto. Na reserva, localizada a cerca de 160 km de Curitiba, eles foram recebidos por uma equipe de apoio da própria Fundação Grupo Boticário, que guiou o grupo pela floresta, e pernoitaram no alojamento.

A Reserva – A Reserva do Salto Morato foi criada em 1994 pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e, desde então, é palco de atividades de educação ambiental, pesquisa científica, atividades recreativas e de monitoramento da biodiversidade. Ela possui 2.253 hectares (o equivalente a 22,5 milhões de metros quadrados) e está localizada em pleno Lagamar, área situada entre os Estados do Paraná e de São Paulo que possui a maior extensão contínua da Mata Atlântica no Brasil.

Lá, os pesquisadores já catalogaram 646 espécies de plantas, 326 espécies de aves, 58 espécies de mamíferos, 55 espécies de peixes, 54 espécies de anfíbios e 36 espécies de répteis. A reserva possui duas trilhas autoguiadas, além de toda a infraestrutura para uma visitação ambientalmente responsável.

Encantamento – As professoras ficaram encantadas com o que viram ao longo dos dois dias de passeio. “Não existe uma palavra que defina o estado de espírito que encontramos aqui, nesta paz com a natureza e com os pássaros”, comentou a professora Denise Zimmermann Schuller. A professora Fernanda Consoni, acompanhante de Denise na viagem, ficou entusiasmada. “É uma experiência que deixa a gente de alma lavada. O contato com a natureza em um ambiente tão preservado renova nossas energias. É maravilhoso!”.

A professora Débora Rederd França Vidal mora em Paranaguá, cidade próxima da área da Reserva e situada dentro da Mata Atlântica. Mesmo assim, ficou impressionada com a beleza do que viu. Ela destacou, por exemplo, o aprendizado em relação à palmeira juçara, que é típica da região e enorme importância ambiental. Além disso, Débora curtiu muito a proximidade com a natureza. “Poder ouvir os pássaros, molhar os pés e ver o verde são coisas incríveis!”, resumiu.

Parceria – O supervisor pedagógico Nelson Bittencourt agradeceu à Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza pelo presente às professoras e também pela parceria para o desenvolvimento das ações de educação ambiental com a Coleção Meu Ambiente, que é adotada por escolas parceiras Sefe em todo o país para o Ensino Fundamental.

“É uma parceria muito importante, que está educando crianças e adolescentes para um tema fundamental. Ficamos honrados em ter a confiança da Fundação Grupo Boticário nessa missão”, diz Nelson.

Ele aproveitou para convidar as vencedoras do Prêmio Ação Destaque de 2019 a participarem novamente em 2020. “As professoras Débora e Denise realizaram trabalhos inspiradores e podem contribuir muito para a educação ambiental. Ficaríamos felizes de tê-las conosco novamente concorrendo ao prêmio.”

 

Santana de Parnaíba (SP): Editora Opet no Prêmio Professor Ação Destaque

Na segunda e terça-feira (25 e 26), nossos supervisores pedagógicos Silneia Chiquetto e Nelson Bittencourt participaram de um dos eventos mais importantes da educação de Santana de Parnaíba (SP), o “VII Prêmio Professor Ação Destaque”. O prêmio foi criado em 2013 e, desde então, destaca professores da rede municipal que desenvolvem projetos de qualidade em todos os níveis da Educação Básica.

Santana de Parnaíba é um dos principais parceiros da Editora Opet – por meio do selo Sefe, a parceria contempla todos os estudantes da rede municipal de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio (lá, este nível de ensino é municipalizado).

Silneia e Nelson fizeram parte, junto com duas professoras da Universidade de São Paulo (USP), da banca julgadora dos 50 trabalhos finalistas selecionados dentre os 150 inscritos. Todos os trabalhos finalistas são premiados – os prêmios vão de R$ 15 mil a R$ 3 mil –, e a avaliação tem caráter classificatório.

Alta qualidade – “Nós ficamos muito felizes em avaliar esses projetos”, diz Silneia. “São trabalhos de alta qualidade, que enfatizam as metodologias atuais e o protagonismo do estudante, em consonância com a Base Nacional Comum Curricular.”

Silneia também observa a presença, nos projetos finalistas, de muitas referências aos materiais e das formações realizadas pela Editora Opet. Alguns dos participantes do Prêmio Professor Destaque, inclusive, também foram premiados na edição deste ano do IX Prêmio Ação Destaque, realizado pela Editora em Curitiba. “Essa relação apenas demonstra o valor da parceria com a Editora Opet. É muito bom verificar que estamos contribuindo para fortalecer a educação em Santana de Parnaíba”, conclui. O resultado final será divulgado na próxima quarta-feira, dia 04 de dezembro.

Para o secretário municipal de Educação de Santana de Parnaíba, Clecius Romagnoli, a parceria com a Editora Opet desempenha um papel importante para o sucesso do Prêmio Professor Ação Destaque e da educação municipal. “A Editora Opet oferece materiais didáticos muito ricos e, também, formações com metodologia que subsidiam os professores nos projetos apresentados ao prêmio. Isso, para nós, é uma honra.

Clecius destaca a importância do Prêmio Professor Ação Destaque na valorização dos docentes e de suas práticas inovadoras. “Eles transformam o processo de ensino-aprendizagem e, também, a vida dos estudantes. Ou seja, é algo que vai muito além do prêmio em si. Eles mostram, enfim, que é possível fazer e ter uma educação de qualidade e atraente.”

Avanços – Em 2017, já dentro da vigência da parceria, Santana registrou o maior crescimento do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) no Estado de São Paulo – 32% em relação à avaliação anterior, de 2015 -, e tem o maior índice entre os 39 municípios da região metropolitana da capital paulista. Além disso, uma auditoria realizada pelo Instituto Ayrton Senna colocou Santana como o melhor município do país no desenvolvimento de competências socioemocionais.

Curitiba-Opet: sucesso no ensino de Inglês

Na segunda-feira (18), a Editora Opet e a prefeitura de Curitiba realizaram a última formação pedagógica de 2019 com os professores de Língua Inglesa da rede municipal de ensino. O encontro, que aconteceu na sede da Secretaria Municipal de Educação, reuniu cerca de 70 docentes, que participaram da formação com a professora Vera Rauta, autora dos livros da Coleção “Joy!”, do selo educacional Sefe, que foram adotados pela rede municipal de ensino.

A parceria entre a Editora Opet e a capital paranaense teve início em agosto deste ano. Ela beneficia quatro mil estudantes dos Anos Iniciais (Ensino Fundamental) da rede municipal de ensino. Antes de serem selecionados para adoção pela rede municipal, os materiais da Coleção “Joy!” foram cuidadosamente analisados pela Secretaria de Educação, que também se reuniu com a professora Vera Rauta para conhecer os fundamentos e as articulações pedagógicas do trabalho. Desde então, os livros passaram a ser utilizados pelos estudantes e por seus professores.

Engajamento – A secretária municipal de Educação de Curitiba, Maria Silvia Bacila, vê a parceria entre a prefeitura e a Editora Opet com bons olhos. “Temos, de ambos os lados, um potencial de boas intenções. Os professores, interessados na formação pedagógica específica, no trabalho e na extensão da carga horária. E a Editora Opet, que tem uma oportunidade de apresentar à sociedade o potencial do seu material e das formações.”

A secretária destaca o grande interesse e o forte engajamento dos professores nas ações formativas para o trabalho com os livros da coleção “Joy!”. “O nível de presença foi altíssimo nos encontros”, observa. “Nesse processo, não posso deixar de enaltecer o trabalho da professora Vera. Uma pessoa animada, que acredita na proposta. E isso é fundamental para o sucesso.” Segundo ela, a intenção da prefeitura de Curitiba é manter a parceria com a Editora Opet em 2020.

Interculturalidade – A professora Vera Rauta destaca o envolvimento dos professores em todas as formações, assim como seu trabalho em sala de aula com os estudantes. “O mais importante é a reação das crianças descrita pelos professores: elas gostam, estão motivadas e querem mais aulas”, observa.

Vera se diz orgulhosa de participar do projeto. “Levar a Língua Inglesa para as crianças da rede municipal de Curitiba é algo muito importante, e não só pela relevância do inglês no mundo atual”, observa. Neste ano, a rede municipal de ensino começou a oferecer aulas de Inglês, Espanhol e Italiano, e, para o ano que vem, haverá uma expansão para aulas de Francês e Alemão. “Essa iniciativa contempla, em grande parte, a identidade das crianças curitibanas. É um olhar multicultural, muito representativo da nossa cidade.”

Trabalho conjunto – Para a gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen, a parceria se fortalece quando os objetivos são definidos em conjunto. “Buscamos o desenvolvimento de crianças e jovens que possam exercer a cidadania e ampliar as suas possibilidades de interação nos mais diversos contextos. E o professor é peça-chave nesse processo, pois é mediador que apresenta esse mundo e suas possibilidades”, observa. “Estamos muito felizes em poder fazer parte desse momento tão importante para a educação pública de Curitiba.”

Paranaguá: formação reúne centenas de professores e gestores

Desde a semana passada, uma equipe de assessores pedagógicos da Editora Opet está em Paranaguá, uma das cidades mais antigas e importantes do Paraná, para realizar a formação pedagógica que encerra o ano letivo de 2019 com os professores e os gestores da rede municipal de ensino.

Paranaguá, que é parceiro da Editora desde 2013, adota os materiais, ferramentas e formações Sefe (selo educacional da Editora para o segmento público) para atender os estudantes da Educação Infantil 5 ao quinto ano do Ensino Fundamental de sua rede municipal de ensino. “Os professores e gestores de Paranaguá são grandes parceiros, profissionais realmente comprometidos com o avanço da educação. Eles se envolvem muito, e sempre com excelentes resultados”, observa o supervisor pedagógico Nelson Bittencourt, responsável, na Editora, pela coordenação do trabalho.

O atendimento escola a escola, explica Nelson, é realizado mensalmente desde o início deste ano, e atende uma demanda local. “Agora, estamos fazendo o trabalho de fechamento do ano de 2019. Nesse momento, verificamos tudo com vistas ao trabalho do ano que vem. O objetivo é saber com exatidão se o planejamento e as ações da parceria funcionaram bem e, também, o que pode ser aprimorado.”

Resultados satisfatórios – Na avaliação da secretária municipal de Educação de Paranaguá, professora Vandecy Silva Dutra, o modelo das formações escola a escola, adotado por solicitação do município, colaborou para os bons resultados do ano. “O Sefe atendeu ao nosso pedido e fez as adequações necessárias para o atendimento das nossas demandas”, observa. “Estamos finalizando o ano com mais uma formação de professores no formato com que iniciamos o ano, dentro das Escolas, com as realidades, desafios e possibilidades junto a todos os profissionais.”

 

Preparando 2020 com as escolas parceiras na Bahia e no Rio de Janeiro

Os últimos dias foram de muito e bom trabalho com nossos parceiros privados na Bahia e no Rio de Janeiro. Nossas supervisoras pedagógicas Selma Meirelles e Silnéia Chiquetto, responsáveis pelo atendimento às escolas privadas nesses Estados, visitaram várias escolas para avaliar o trabalho deste ano e preparar o caminho para as ações das parcerias em 2020.

Bahia – A supervisora pedagógica Selma Meirelles, responsável pela coordenação do atendimento na Bahia, visitou cinco escolas parceiras Opet Soluções Educacionais em Salvador e uma em Serrinha, município localizado a 170 km da capital baiana. Em Salvador, ela esteve no Colégio Evolução, no Centro Educacional Avante, no Centro Educacional Gabriela, na Escola Arca de Noé e no Centro Educacional Paraíso (em Lauro de Freitas, município vizinho à capital). Em Serrinha, Selma se reuniu com a equipe do Colégio Delta.

“Em cada encontro, pudemos ter um feedback do trabalho realizado no ano de 2019, com reflexões e escuta”, explica Selma Meirelles. “Nesses momentos, também fizemos o alinhamento das ações para 2020, com foco na personalização cada vez maior do atendimento.” Em relação ao ano de 2020, já está sendo planejado o calendário de formações e atendimento, assim como a preparação para o trabalho com a nova plataforma digital.

Rio de Janeiro – No Estado do Rio de Janeiro, foram feitas reuniões com as equipes de gestão de seis escolas parceiras Opet Soluções Educacionais. O trabalho envolveu o Jardim Escola Beija-Flor, o Centro Educacional Integrado Arvoredo, o Colégio São Fabiano, a Escola Educandário Luz do Saber, o Centro Educacional Viannay e o Colégio Batista Nova Betânia.

“É muito bom trabalhar com esses parceiros no Rio de Janeiro. Cada uma das instituições é muito atuante e nos representa muito bem”, observa a supervisora Silnéia Chiquetto. As reuniões com os gestores, explica, serviram para concluir o ano e planejar as próximas ações.

“Ao mesmo tempo, pudemos conversar sobre as novidades para 2020 em relação ao material, às formações pedagógicas e à plataforma digital que a Editora Opet está desenvolvendo.” No caso das formações, os parceiros demonstraram muito interesse pela modalidade online. “Eu acredito que já no primeiro semestre poderemos oferecer as formações online, que agradam muito porque atendem as escolas parceiras em suas especificidades, em especial os professores de área no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio.”

Silnéia também destacou o sucesso da formação regional realizada com as escolas parceiras Opet fluminenses, que também poderá acontecer em 2020. “O retorno foi muito bom. Em 2020, como estamos ampliando a nossa presença no Rio de Janeiro, a formação poderá contar com um número ainda maior de participantes. Isso, além do atendimento continuado feito pela equipe pedagógica.”

Expectativas – O Centro Educacional Viannay, de São João de Meriti, é parceiro da Editora há um ano. Seu coordenador pedagógico, o professor Jonas Andrade, está satisfeito com o trabalho. “Conseguimos evoluir na área educacional. Através do trabalho com o sistema de ensino, conseguirmos sair da monotonia e aprendemos que, muitas vezes, precisamos aceitar as mudanças. Estamos super felizes!”.

Com base no andamento da parceria em 2019, Jonas acredita que o ano que vem será de muito sucesso. “Esperamos que 2020 seja ainda melhor. Nossa equipe está motivada para os diferenciais que o sistema de ensino nos proporciona em relação às experiências. Vai ser, com certeza, um ano de sucesso juntos com vocês.”

A diretora e mantenedora e mantenedora do Centro Educacional Integrado Arvoredo, Lucia Helena Perdigão de Medeiros, voltou a trabalhar com a Editora Opet em 2019. “Foi uma grande aquisição para a nossa instituição usar os materiais Opet. Retornei e amei!”, sintetiza. Segundo ela, os grandes diferenciais da parceria são a atenção, o carinho e o respeito com que a Editora trata com as escolas, independentemente de seu tamanho. “Outro ponto forte neste ano foi o Seminário Nacional de Gestores de Escolas Conveniadas Opet, de que participamos em Curitiba. Foi maravilhoso participar!”, observa.

 

 

Pedagógico OPET: Uma formação para “TIRAR DA FÔRMA”

A semana que passou foi intensa e de muitas descobertas para a equipe da gerência pedagógica da Editora Opet. Focando no planejamento e no trabalho com os parceiros no ano de 2020, os formadores e supervisores pedagógicos participaram de um trabalho diferente. “Foi uma formação pedagógica para ‘tirar a equipe da fôrma'”, explica a gerente pedagógica Cliciane Elen.

“Isso significa que, em todos os dias, buscamos conhecer e nos aprofundar em novas metodologias e em novos caminhos para o trabalho que realizamos com os professores. E examinamos como isso pode ser aplicado aos nossos planejamentos e ao nosso fazer pedagógico.”

Tudo, observa Cliciane, com foco na melhoria do processo de ensino e aprendizagem, em consonância com as questões levantadas pelas próprias escolas e pelos documentos oficiais da educação. A formação contou com a participação de especialistas convidados que trouxeram informações, propuseram atividades e debateram com a equipe.

Na segunda-feira, as atividades foram conduzidas pela própria Cliciane, que falou sobre estratégias de ensino-aprendizagem usando tecnologias, metodologias e “design educacional”.

“Busquei reforçar a ideia de que as novas tecnologias e metodologias não funcionam sozinhas e não substituem, mas potencializam o trabalho do professor. E aí entram elementos como a pessoa, a empatia e a colaboração.”

Na terça-feira, o trabalho foi conduzido pelo professor convidado Everton Renaud, que falou sobre metodologias ativas a partir da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). “Ele nos trouxe um workshop em que foi possível relacionar as metodologias ativas à BNCC e aos nossos materiais didáticos”, explica Cliciane.

Na quarta-feira, a programação foi voltada às competências socioemocionais, a partir não apenas da perspectiva do estudante, mas do professor e, principalmente, do professor formador de professores. Esse trabalho foi conduzido pela professora convidada Mara Águila. “Foi algo bem interessante, em especial porque pudemos conhecer de forma mais profunda o que são as competências socioemocionais e como elas funcionam em nossas próprias relações pessoais e profissionais”, observa a gestora pedagógica da Editora Opet.

Na quinta-feira, o trabalho foi conduzido pelo professor José Motta, que apresentou o workshop “Mão na Massa”, centrado na metodologia do “Peer Instruction” (desenvolvida na Universidade de Harvard pelo professor Eric Mazur). “Peer Instruction” ou “Instrução entre Pares” é uma metodologia que tem como premissa a substituição da figura do “professor instrutor” pela de um coletivo (professor + estudantes) que produz e compreende a partir do apoio mútuo.

Hoje, sexta-feira, o trabalho foi concluído com um workshop focado nos chamados “Mind Maps” (“Mapas Mentais”), que é uma estratégia de gerenciamento e organização de ideias. Ele foi conduzido pelo professor Danilo Augusto. “Com os mapas mentais, buscamos estabelecer, enquanto grupo, o que é uma formação pedagógica. E como, a partir dos elementos, missão e valores, ela é aplicada aos diferentes níveis de ensino com que trabalhamos”, observa Cliciane.

Importância para o trabalho com os professores – Na avaliação do assessor pedagógico Fernando Corrêa, a formação vai impactar em termos de qualidade. “Essa semana mostrou um movimento da própria Editora em relação à formação continuada de professores, no sentido de melhorar a qualidade da educação. Foi um trabalho interno, que envolveu a equipe, e que, com certeza, terá reflexos sobre o nosso trabalho com os professores.”

Para a assessora pedagógica Elis Vieira, a semana foi extremamente produtiva. “Foi um momento de provocação, de ‘sair fora da caixa’ e pensar em outras possibilidades. E de perceber que as metodologias ativas são significativas e importantes para a condução e para o enriquecimento do trabalho.”

 

Gamificação: o lúdico ganha força na educação

“Gamificação” é um neologismo que vem ganhando importância no cenário da educação brasileira. Como se pode perceber, ela tem a ver com o jogo (“gamificação” vem de “game”), o lúdico, a jornada, o desafio e a recompensa.
Nesta entrevista, conversamos com o coordenador de Tecnologia Educacional da Editora Opet, Luciano Rocha, sobre a gamificação e seu valor para os avanços da educação. Luciano também fala sobre como a gamificação passará a fazer parte da plataforma digital da Editora Opet a partir de 2020.

Entrevista a Rodrigo Wolff Apolloni

Quando falamos em “gamificação”, estamos falando exatamente no quê?
Luciano – O conceito de “gamificação”, embora esta palavra seja um neologismo, já existe há algum tempo. Ele consiste em trazer elementos presentes especialmente em jogos eletrônicos para um ambiente que não é o de um jogo. Então, você pode usar a gamificação em diferentes setores, inclusive no corporativo. As empresas podem utilizar técnicas que existem nos jogos eletrônicos para engajar e mobilizar seus colaboradores. No nosso caso, estamos utilizando essas técnicas para engajar e mobilizar os estudantes. Um exemplo: as metas, os objetivos, os níveis, a pontuação, a bonificação, as recompensas, são todos elementos presentes nos jogos eletrônicos e que você pode utilizar no cenário educacional para motivar os estudantes. Propondo desafios para que eles os superem.

Uma ideia que muitas pessoas têm em relação à gamificação é a de que ela se foca essencialmente na questão da recompensa. É só isso, mesmo?
Luciano – De maneira alguma. É claro que a gamificação deve ser planejada para que alcance os resultados pretendidos. É preciso, então, trazer os elementos de gamificação, para que não se torne um ambiente puramente competitivo. O que se deve fazer é construir mecânicas que valorizem mais a colaboração do que propriamente a competição. Ela funciona como um cenário de motivação extrínseca para que o estudante consiga manter o foco principal na atividade que ele faria sem compromisso se ele não tivesse os desafios e as recompensas. A recompensa é apenas um dos elementos para você engajar esse estudante.

Como, no processo de gamificação, é possível converter o conhecimento em prêmio e não apenas em um caminho para a obtenção de uma recompensa?
Luciano – A primeira premissa que o docente deve ter em mente é a de que os estudantes têm formas diferentes de aprender. Então, não faz sentido trabalhar com um currículo e uma forma de “tamanho único” se os estudantes vão ter o seu tempo e o seu modo de aprender. Então, a gamificação pode favorecer o processo nesse sentido: dando clareza ao professor de que nem todos os estudantes vão chegar ao final daquela meta que ele propôs. A construção de metas intermediárias favorece essa consolidação organizada. Se você constrói um objetivo único, acaba produzindo uma “binarização”, ou seja, no “conseguiu” ou “não conseguiu”. A gamificação permite mostrar ao professor até onde o estudante conseguiu chegar. E, com isso, o docente pode ajustar o percurso.

Qual vai ser a relação da plataforma digital que estamos desenvolvendo ao longo deste ano – e que estará ativa em 2020 – com a gamificação?
Luciano – A plataforma tem na gamificação uma das suas premissas, junto com outras, como a do protagonismo do estudante e a da construção de uma rede social de conhecimentos. Nesse processo, você tem a capacidade de transformar os professores em autores e produtores desse conhecimento. A plataforma vai dar a possibilidade de que essa informação não seja apenas oferecida pela Editora e consumida pelos professores, mas de que estes professores possam produzir, adaptar e modificar os conteúdos. E a gamificação um ponto estratégico nisso porque ela muda a forma como o estudante e o professor vão ter essa relação com os conteúdos. Tornando-os mais dinâmicos, mais atrativos, falando a linguagem do aluno. Hoje em dia, a maioria dos nossos jovens está inserida nesse contexto. Então, quando você fala em desafios, recompensas e níveis, esta é uma linguagem comum a todos os estudantes. Se você oferece esses conteúdos dentro dessa dinâmica, os aproxima da realidade do aluno. E isso contribui muito para o engajamento e para o aprendizado.