Dia do Folclore Brasileiro

Dia 22 de agosto, comemoramos o Dia do Folclore Brasileiro. Esse universo tão cheio de histórias e da identidade do povo brasileiro vem sendo celebrado oficialmente nesta data desde 1965, a partir do Decreto Nº 56.747. Hoje, falaremos um pouco sobre a definição do folclore, seus estudiosos e os elementos folclóricos brasileiros. Além disso, traremos de dicas para trabalhar essa data com as crianças em casa! Siga conosco!

 

O que é folclore?

 

Quem traz, pela primeira vez, a etimologia da palavra folclore foi o escritor inglês William Jhon Thoms, em 1846. Folk significa “povo” e lore, “conhecimento”. Juntas, representam os saberes tradicionais de um povo.

O folclore é um gênero da cultura popular capaz de traduzir a identidade social de determinada comunidade. É composto por elementos simbólicos e materiais que passeiam entre a música, culinária, artes visuais, literatura, histórias, medicina popular, festas, crenças, etc. É aquilo que um povo acumula e mantém de geração em geração, os costumes enraizados na forma de viver e compreender o seu espaço histórico, social e cultural.

A sociedade brasileira é fruto da confluência de culturas: indígena, africana e europeia. Uma confluência surgida em um contexto social muitas vezes tenso e desigual, mas, ainda assim, profundamente generosa – algo que se mostra no folclore.

Podemos perceber os antagonismos e as individualidades de cada região sendo marcados, mostrando que a diversidade não está somente no DNA, mas na forma comer, festejar, protestar, rezar e viver.

Tudo isso é expressado através de mitos, lendas, canções, danças, artesanatos, festas populares, brincadeiras, jogos etc.

 

Os folcloristas

 

 Os estudiosos do folclore o reconhecem como uma disciplina interligada às demais ciências humanas, como a psicologia, etnologia e sociologia. Isso porque ele trabalha a partir de representações dos anseios, medos, força, identidade, condições materiais e intelectuais, lutas e classes sociais da população brasileira.

Os folcloristas são os responsáveis por identificar esses elementos da realidade material e emocional da população expressa nas festas, figuras, lendas etc. Dentre os vários escritores da literatura e ciência popular brasileira, podemos citar Ariano Suassuna, Amadeu do Amaral, Florestan Fernandes, Inezita Barroso e, um dos mais engajados e experientes folcloristas brasileiros, Luís da Câmara Cascudo.

 

Câmara Cascudo reconhecia o folclore como realidade social, psíquica e cultural, o que implicava interpretá-lo em uma perspectiva sociológica. Fê-lo mais sistematicamente em 1941, com a criação da Sociedade Brasileira de Folclore. Segundo ele, o folclorista deve escrever e interpretar os dados culturais como fenômenos sociais, considerando-os parte das situações de vida em que esses dados foram observados (Gico, 2000. p.55).

 

Principais figuras e elementos do Folclore Brasileiro

 

Como já falamos, a diversidade do povo brasileiro é ilustrada no folclore, visto que temos uma gama enorme de elementos, figuras e representações que o compõe. Porém, há alguns personagens que estão presentes no nosso cotidiano desde a infância, como saci-pererê, curupira, mula sem cabeça, Iara, entre outros. Apesar de parecerem apenas personagens infantis dentro de fábulas e histórias mágicas, essas figuras estão carregadas de representatividade, história e elementos sociais, como toda a questão da valorização e preservação da cultura indígena que a Iara traz, por exemplo.

Além disso, a narrativa que os bois “Garantido” e “Caprichoso” trazem no Festival de Parintins (AM), por exemplo, trata de uma realidade social, de crenças e religiosidade, de emoções e histórias que trazem sentido real a toda a encenação.

As festas juninas, que se estenderam por todo Brasil, também são um grande patrimônio do folclore brasileiro, assim como o frevo, o samba de roda, os Centros de Tradições Gaúchas (CTG), entre outros.

Para que você possa aproveitar esse dia e trazer muita informação, conhecimento e diversão para sua casa nessa quarentena, listamos sugestões de atividades artísticas e leituras complementares para você realizar.

 

Atividades:

 

 1- Os nomes do Bumba Meu Boi.

Essa é uma tradição de ilustra bem a regionalidade do folclore, pois a mesma história recebe 8 nomes diferentes entre as regiões. São eles:

Bahia: boi-janeiro, boi-estrela-do-mar e mulinha-de-ouro

Espírito Santo: boi de reis

Minas Gerais e Rio de Janeiro: bumba ou folguedo-do-boi

Pará, Rondônia e Amazonas: boi-bumbá.

Paraná e Santa Catarina: boi-de-morrão

Pernambuco: boi-calemba

Rio Grande do Sul: bumba, boizinho ou boi-mamão

São Paulo: boi de jacá e dança-do-boi

Atividade: após ler e estudar essa lista com as crianças, escreva os nomes e as regiões separados em pedaços de papel, dobre e junte todos em um saquinho. Ao tirar um papel, o participante deve dizer o nome/região a que se refere. Por exemplo: tirei um papel que está escrito “Boi-calemba”, devo responder que a região em que esse nome é usado é Pernambuco.

 

2- Fantoche da Iara

Uma sereia morena, com cabelos longos e olhos escuros que vive no rio Amazonas. Você pode ler a história completa aqui e depois encenar com fantoches que podem ser feitos com caixas, papelões, retalhos e garrafas pet. Aí, você abusa da criatividade e deixa fluir.

 

3- Circuito Saci-Pererê

Para movimentar todo mundo e gastar essa energia acumulada na quarentena, que tal um circuito feito com uma perna só? Coloque caixas, cordas, tecidos e garrafas que devem ser ultrapassados enquanto o participante pula em uma perna só. Organize os objetos e etapas e divirta-se.

 

Leitura:

1- Os 5 folcloristas brasileiros que você precisa conhecer

https://www.ebiografia.com/folcloristas_brasileiros/#:~:text=Suas%20mais%20variadas%20obras%20partiam,o%20que%20temos%20de%20particular.

 

2- Diz a Lenda – Folclore Brasileiro

http://www.multirio.rj.gov.br/media/PDF/pdf_4251.pdf

Referências:

FRADE, Cáscia. Folclore/Cultura Popular: aspectos de sua História. Encontrado em: https://www.unicamp.br/folclore/Material/extra_aspectos.pdf

 

GICO, Vania de Vasconcelos. Luis da Câmara Cascudo e o Conhecimento da Tradição. UFRN, 2000. Encontrado em: file:///C:/Users/O%20Foca/Downloads/10721-Texto%20do%20artigo-30480-1-10-20161101.pdf

06 de Agosto – Dia do Profissional da Educação

O Brasil celebra hoje, 06 de agosto, o Dia do Profissional da Educação. A data é uma homenagem merecida àqueles profissionais que fazem as escolas funcionar e garantem o funcionamento da educação no Brasil. A data foi estipulada pela Lei Nº 13.054/14, sancionada em dezembro de 2014, com base na mudança da Lei de Diretrizes de Base da Educação (LDB), determinada pela Lei Nº 12.014/2009, que insere os funcionários de escola habilitados na categoria de profissionais da educação.

Nós, da Editora Opet, temos muitos profissionais de educação em nossa equipe e, diariamente, trabalhamos com esses profissionais em todo o Brasil. Assim, também nos sentimos homenageados! Mas, principalmente, gostaríamos de homenagear e agradecer a pessoas tão importantes.

 

Quem estamos homenageando hoje?

Além dos professores, a escola funciona através do trabalho de diretores, coordenadores, supervisores, orientadores e todos os que atuam direta ou indiretamente na disseminação da educação. Sem essas pessoas, não há matrículas, boletins, projeto pedagógico, calendário escolar, grade de horários, planejamento, gestão de recursos, etc. Tampouco há orientação, mediação, relação com a comunidade, diálogo e acolhimento.

Em resumo, não há escola sem todos esses profissionais! Por isso, o dia de hoje serve para reafirmar o valor de todos os educadores que compõem esse corpo intelectual e social que é a escola.

 

O que é ser educador?

Educador é o sujeito responsável por coordenar o processo de ensino e aprendizagem em suas diferentes etapas. É aquele que atua para oferecer condições de aprendizagem e desenvolvimento pleno dos estudantes, reafirmando sua unicidade enquanto indivíduos e sua coletividade enquanto seres sociais.

Como afirma Paulo Freire em “Pedagogia da Autonomia” (1996), “educar não é transferir conhecimentos, mas criar possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”. Para isso, é preciso superar a visão simplista e autoritária de que o professor é o detentor de todo o saber e o estudante é seu receptáculo.

Educar é agir para promover o acesso ao conhecimento a partir de relações dialógicas de ensino aprendizagem. A escola, por sua vez, é um centro de oportunidades educativas, na qual o indivíduo se desenvolve em todas as suas dimensões – intelectual, social, física e afetiva.

Há várias pessoas, internas e externas à sala de aula, que atuam diretamente para a criação dessas oportunidades – elas também são educadoras.

Muito falamos sobre o poder transformador da educação e da necessidade de valorizá-la. De fato, o conhecimento é o principal meio para resolução de diversos problemas como pobreza, violência, desigualdade, caos ambiental, doenças, etc. Mas isso só é possível através da valorização daqueles que criam as condições necessárias para que a educação aconteça.

Valorizar os profissionais da educação é priorizar a qualidade do ensino. É zelar pelos nossos estudantes e semear um futuro em que o conhecimento seja tão difundido a ponto de eliminar todos esses problemas.

 

Sugestão de Leitura:

Pedagogia da Autonomia – Paulo Freire

http://www.apeoesp.org.br/sistema/ck/files/4-%20Freire_P_%20Pedagogia%20da%20autonomia.pdf

Formação de Profissionais da Educação: Visão Crítica e Perspectiva de Mudança – José Carlos Libâneo e Selma Garrido Pimenta

https://www.scielo.br/pdf/es/v20n68/a13v2068.pdf

Aulas Remotas e EAD: qual a diferença?

O distanciamento social, principal medida sugerida para a contenção do coronavírus, exigiu das instituições de ensino uma adaptação rápida ao ambiente virtual. As aulas remotas têm sido a única alternativa para milhões de educadores e estudantes continuarem as atividades escolares, na tentativa de mitigar a defasagem ensino-aprendizagem no contexto da pandemia.

Nos debates que ocorrem dentro desse processo, muitas vezes as aulas remotas – um recurso de emergência – são associadas à modalidade de ensino a distância (EAD), oferecida por diversas instituições de ensino no Brasil e no mundo.

Vale destacar que aulas remotas e EAD não são a mesma coisa. São bem distintas e não podem ser entendidas da mesma forma. Neste artigo, vamos apontar a diferença entre essas duas realidades, esclarecendo possíveis dúvidas e evitando confusões conceituais.

Um plano emergencial de ensino

Em sua primeira divulgação do Plano Emergencial de Ensino, em março deste ano, o MEC autorizou a substituição de aulas presenciais pelo formato remoto, no qual as instituições podem utilizar tecnologias da informação e comunicação – as chamadas TIC – para dar continuidade aos cursos durante a pandemia. A princípio, a pasta se referia apenas às instituições federais, universidades e institutos. Mas, logo, o recurso passou a ser utilizado também pelas instituições do ensino básico, tanto da rede pública quanto privada, devido ao agravamento do quadro da covid-19 no país.

Em abril, o Conselho Nacional de Educação autorizou a oferta de atividades não presenciais em todas as etapas do ensino para que as instituições pudessem reorganizar o calendário escolar e dar continuidade, de forma adaptada, às atividades do ano letivo. Dessa forma, as aulas remotas passaram a ser uma solução temporária para dar seguimento ao trabalho com os estudantes de maneira segura.

 

O EAD

EAD, ou Educação a Distância, é uma modalidade de ensino antiga – ela existe desde o século XIX –, que possui diretrizes e pré-requisitos próprios, com estrutura e metodologia pensadas para promover educação à distância. É desenvolvida para prestar atendimento, aplicar atividades e avaliações, aulas e todas as demandas de um ambiente de aprendizado, com recursos tecnológicos e acadêmicos para promover o ensino.

Na modalidade EAD, a maioria das videoaulas são gravadas e dispostas em uma plataforma, na qual o estudante as assiste e avança conforme sua compreensão do assunto. O material didático é padronizado, assim como as atividades e avaliações. Geralmente, o conteúdo EAD é organizado por módulos, mas o seu calendário segue um padrão unificado.

O suporte acadêmico é feito por um tutor, que fica disponível para tirar dúvidas e passar orientações mais diretas sobre as atividades. Porém, o docente também mantém um contato com o estudante através de fóruns, avaliações e auxílio acadêmico propriamente dito.

Resumindo: o Ensino a Distância (EAD) foi desenvolvido e estruturado para acontecer, especificamente, no ambiente virtual, considerando todo aparato tecnológico e acadêmico para que isso seja possível. Diferente das aulas remotas, não é uma solução imediata para um problema que impossibilita as aulas presenciais. É uma concepção didático-pedagógica que promove o ensino a partir de estruturas e métodos específicos e que utilizam recursos digitais e audiovisuais para formação discente.

 

Aulas Remotas

Como já observamos, as aulas remotas são uma solução temporária para que as instituições continuem a promover o ensino mesmo durante a pandemia, mas não fazem parte de uma estrutura de ensino EAD.

Utilizando a plataforma de ensino à distância do MEC ou mesmo da própria instituição, os educadores conectam-se com os estudantes e promovem aulas em tempo real, com interação e comunicação direta. O material didático é customizado pelo próprio professor e as atividades são aplicadas de acordo com o desenvolvimento da disciplina, não são programadas e padronizadas como na EAD.

Um ponto importante a ser destacado é o da formação docente. Embora o uso da tecnologia como recurso didático seja uma pauta constante nos debates sobre educação, o conhecimento e formação de um docente que trabalha com EAD são muito mais direcionados e específicos. Isso porque, aqui, a tecnologia não aparece apenas como uma ferramenta, mas como o meio pelo qual o ensino deve ser desenvolvido. Por isso, não é coerente exigir que os educadores que normalmente atuam no ensino presencial tenham um desempenho semelhante aos professores do EAD.

Temos, hoje, milhares de professores que viram sua rotina profissional completamente transformada e que precisaram se adaptar rapidamente em termos de atuação, planejamento e recursos.

A todos, nesse momento, é necessário dedicação e esforço para que possamos reinventar nossos métodos e renovar nossas habilidades, mas isto é um processo. Por isso, a Editora Opet traz, diariamente, informações e debates em suas redes e plataformas digitais, além dos momentos formativos e dos recursos digitais aos nossos parceiros públicos e privados. Para que, juntos, possamos encontrar as melhores maneiras de garantir e zelar pela educação, neste que é um momento tão difícil para todos. Acompanhe e junte-se a nós nessa missão!

Sugestão de leitura:

  • Aulas Remotas ou EAD?

https://abmes.org.br/noticias/detalhe/3705/aulas-remotas-ou-ead

Sugestão de Vídeo:

  • Live Moonshot Educação – O que é Ensino Remoto Emergencial e por que não é Ensino à Distância

https://www.youtube.com/watch?v=JIh-bEYy-s8

Prova Digital: conheça a proposta da mudança do ENEM e como funcionará este novo formato

(*) – ATENÇÃO: As provas escritas do ENEM de 2020 foram remarcadas para os dias 17 e 24 de janeiro de 2021 e as provas digitais para os dias 31 de janeiro e 07 de fevereiro.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) é responsável pela realização das provas do ENEM. Há alguns meses, junto com o MEC, o INEP anunciou uma mudança importante no ENEM, que passará a ter formato digital. A polêmica sobre o adiamento da prova tradicional, impressa, em função da pandemia do coronavírus, fomentou discussões e questionamentos sobre essa notícia. Por isso, vamos explorar o tema, esclarecer alguns pontos e orientar nossos leitores sobre as implicações dessa mudança. Quer saber mais sobre o ENEM digital? Então, continue lendo!

O que é o ENEM digital?

O ENEM Digital é uma proposta do INEP e do MEC para mudar o modelo do ENEM. De 2020/21 a 2025, a meta é aplicar a prova digital em paralelo à prova impressa e de forma escalonada, até que, em 2026, todo o processo seja digital. A principal justificativa do MEC para a mudança é de que o novo formato eliminaria questões logísticas de impressão, depósito, guarda, distribuição e recolhimento de milhões de provas, com uma grande economia de recursos. Além disso, o formato digital permite o fracionamento das provas, que poderiam ser feitas em vários momentos do ano e não em um único período.

Quem pode participar do ENEM Digital?

Podem realizar as provas digitais estudantes que já concluíram o Ensino Médio ou que concluirão até o final deste ano. A princípio, essa opção não estará disponível para treineiros e estudantes que necessitam de atendimento especial, como recursos de acessibilidade, por exemplo.

Neste ano, de acordo com o edital, 101,1 mil participantes realizarão a prova no formato digital. A ideia é que esse número aumente a cada ano, até que todos os participantes que se inscrevem anualmente façam a prova no computador.

Onde o ENEM Digital será realizado?

As provas serão aplicadas em locais com infraestrutura adequada para receber os computadores utilizados pelos participantes. Eles terão acesso apenas ao sistema da prova, sendo impedidos de acessar a internet ou quaisquer outros documentos ou equipamentos. Como já ocorre no ENEM em formato impresso, haverá fiscalização nos locais de prova.

Os estudantes que, no ato da inscrição deste ano, optaram pela prova digital, realizarão o exame em local determinado pelo INEP, que selecionará universidades e escolas que já contem com um centro de informática adequado.

É possível fazer a prova digital e impressa?

Não. No ato de inscrição, os participantes devem escolher apenas uma das opções. As duas provas terão o mesmo formato (180 questões + redação), mas com perguntas diferentes. O ENEM Digital será feito pelos primeiros 101,1 mil candidatos que se inscreverem optando pelo formato de prova. Esses candidatos devem atender os requisitos para a inscrição ao ENEM e residir em uma das 15 capitais selecionadas para a aplicação digital.

E O ENEM, acontece quando?

Segundo informações divulgadas pelo MEC nesta quarta-feira (08.07), as provas impressas serão aplicadas nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021, enquanto a versão digital está marcada para 31 de janeiro e 07 de fevereiro. A reaplicação do ENEM será nos dias 24 e 25 de fevereiro, com resultados divulgados a partir de 29 de março.

É preciso valorizar o ENEM

Seja no formato digital, seja no formato impresso, o ENEM é um importante recurso para que milhões de estudantes brasileiros cheguem ao ensino superior. Ele também fortalece a educação, na medida em que avalia os estudantes e o próprio Ensino Médio.

No blog da Editora Opet, publicamos semanalmente conteúdos que abordam as melhorias, mudanças, necessidades, problemas, impactos e objetivos da educação. Acompanhe e participe!

Sugestão de Leitura:

Brasil Escola: Enem Digital 2020.

https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/enem/enem-digital-2020.htm

Portal do MEC: Enem Digital.

http://portal.mec.gov.br/images/stories/noticias/2019/junho/03.07.2019_Coletiva-lanamento-Enem-Digital.pdf

Gestão financeira escolar no período de quarentena

As consequências da pandemia do Covid-19 são estruturais. A maneira como administramos e ensinamos está sendo revista para frear o contágio e salvar vidas. Essa é a prioridade. Mas, como a escola, uma entidade diretamente associada a um espaço físico, à interação e à presença, pode se manter diante de uma situação de isolamento? Como garantir uma gestão financeira equilibrada quando não podemos receber nossos estudantes na escola? É, de fato, um grande desafio. Mas, o compromisso da educação com o desenvolvimento humano é maior. Ele promove o diálogo, pensa estratégias e cria soluções – e é por ele que estamos aqui. A seguir, vamos focar em alguns temas que preocupam muito os gestores e mantenedores de escolas privadas.

As mensalidades na quarentena

Diante do isolamento, há quem questione a cobrança regular das mensalidades escolares, uma vez que os estudantes estão em casa. Entretanto, se a escola mantiver suas atividades por meio de aulas à distância ou com garantia de reposição, a cobrança da mensalidade é assegurada pelos órgãos de defesa das relações econômicas, uma vez que o serviço continua sendo prestado.

É claro que um exercício de solidariedade deve ser feito para compreendermos que esse questionamento vem de uma situação de possível instabilidade financeira familiar. Entendemos que a comunidade escolar é composta por vários agentes e tem muitas perspectivas e realidades. Por isso, é imprescindível que essa relação esteja fixada pelo diálogo. Oferecer descontos de pontualidade, negociar formas de pagamento e buscar acordos são formas que podem ser adotadas para evitar inadimplência e cancelamentos contratuais.

Vigiar os gastos e realocar recursos

Manter uma escola funcionando em uma estrutura adequada requer uma série de investimentos materiais, que representam uma grande fatia da distribuição financeira da instituição. Em um contexto de pandemia e suspensão das aulas presenciais, é preciso redistribuir recursos e evitar gastos significativos com o espaço físico da escola, uma vez que este, agora, está em segundo plano. Isso não significa negligenciar ou “esquecer” a escola física, mas procurar renegociar ou mesmo suspender temporariamente o contrato com serviços destinados à estrutura, como limpeza, manutenção predial, telefonia, etc.

Planejamento financeiro

Embora o foco, agora, seja passar por este momento difícil e superar as adversidades, é importante ter em mente que não sabemos o que o futuro nos reserva. É o preparo que evita um colapso em momentos de crise. Por isso, investir em um plano financeiro que contemple situações emergenciais é a estratégia mais assertiva para lidar com problemas como os que enfrentamos hoje. Destinar uma porcentagem da sua receita para construir esse “fundo emergencial” é uma medida que deve ser colocada ao lado das outras obrigações financeiras da escola. Isso possibilita um funcionamento regular e estável, mesmo em momentos de vulnerabilidade econômica.

Estamos em um cenário de crise global e não podemos prever com exatidão quanto tempo será necessário até que possamos voltar às ruas com segurança. Essa incerteza é o que agrava a preocupação com a gestão financeira porque diz respeito diretamente aos recursos empregados para manter as atividades da escola e garantir as portas abertas após a pandemia. Por isso, o momento exige calma, lucidez, estratégia e compromisso. Precisamos entender que a missão de ensinar pode ser cumprida à distância, mas que a instituição Escola, enquanto espaço social e de construção coletiva, deve ser preservado. No momento, o que podemos fazer é prezar pela vida e pela saúde de todos, unindo esforços e trocando ideias para que amanhã estejamos recuperados e fortalecidos.

Educação e Tecnologia: hoje e no pós-pandemia

Educação e Tecnologia: hoje e no pós-pandemia. Este é o tema da nova edição do  Opetcast, o canal de podcasts da Editora Opet.

Para falar sobre o assunto, convidamos dois especialistas, os professores Elis Vida Vieira e Fernando Corrêa, assessores pedagógicos da Editora Opet.

Um grande programa, com informações de alta qualidade. Escute, curta e compartilhe! Opetcast: a Editora Opet de ouvir.

Desafios do Marketing Escolar em Tempos de Migração Digital

A pandemia e o isolamento social que estamos vivendo nas últimas semanas transformaram a rotina das escolas, tanto no que diz respeito às aulas quanto à comunicação e marketing escolar.

Na primeira edição do OpetCast, o podcast da Editora Opet, conversamos com a nossa coordenadora de marketing, Deisi Cabrini Brancaleone, sobre as questões e desafios do marketing em tempos de migração acelerada para o mundo digital.

IX Prêmio Ação Destaque: Relação final dos trabalhos que serão apreciados pela Comissão Julgadora

A Editora Opet acaba de divulgar a relação final dos trabalhos que serão apreciados pela comissão julgadora do IX Prêmio Ação Destaque. Essa lista inclui os trabalhos cujos autores entraram com recurso e tiverem seu pedido acatado.

A lista com os trabalhos finalistas do Prêmio será divulgada até a próxima sexta-feira, dia 20 de setembro. Fique atento!

 

  1. Adriana Bento da Silva – Jacarezinho
  2. Adriana Pirola Ansiliero – Arroio Trinta
  3. Adriane Ranieri Leal – Santana de Parnaíba
  4. Aletheia Cristiane Blau – Alto Taquari
  5. Aline Franciele Graebin Wutke – Nova Santa Rosa
  6. Aline Mendes Tagliari – Paranaguá
  7. Aline Montoia Santos Duarte – Santana de Parnaíba
  8. Aline Regina de Oliveira – Arroio Trinta
  9. Aline Risso Sousa Rodrigues – Santana de Parnaíba
  10. Aline Roberta da Silva – Jacarezinho
  11. Alisandra Ribeiro – Santana de Parnaíba
  12. Ana Claudia Cury – Santana de Parnaíba
  13. Ana Cláudia da Silva Cardoso – Santana de Parnaíba
  14. Ana Cristina de Jesus Oliveira – Santana de Parnaíba
  15. Ana Cristina dos Santos Dzoba – Pitanga
  16. Ana Karina Falchetti – Salto Veloso
  17. Ana Karoline Lopes de Sousa – Paracuru
  18. Ana Lucia Ribeiro dos Santos – Fraiburgo
  19. Ana Paula Pedrina – Cambará
  20. Andrea Mendes Avona – Santana de Parnaíba
  21. Andréia Aparecida dos Santos – Cambará
  22. Andreia do Amaral Rodrigues Jesus – Campina Grande do Sul
  23. Andreia Maria de Jesus Ricardo – Jacarezinho
  24. Andreia Rangel Santos – Santana de Parnaíba
  25. Andressa Sangaletti – Treze Tílias
  26. Andrieli Cristiane Gonçalves Pozzer – Pinhalzinho
  27. Angela Cristina de Oliveira Almeida – Cambará
  28. Angela Ferreira de Moraes – Campina Grande do Sul
  29. Angela Maria Ribeiro Serafini – Fraiburgo
  30. Aparecida Gomes Freire – Santana de Parnaíba
  31. Ariane Angelita de Oliveira – São Miguel do Oeste
  32. Ariane Cristina Xavier – Ilha Solteira
  33. Beivetti Brasili Branco – Santana de Parnaíba
  34. Benilda Loch Blau – Pitanga
  35. Benildes Madureira Barcelos – Alto Taquari
  36. Bernadete Ferrari Vargas – Campina Grande do Sul
  37. Bernadete Gurnaski de Lima – Turvo
  38. Carina Aparecida Stadler – Pitanga
  39. Carlos André Lourenço e Silva – Santana de Parnaíba
  40. Carolina Rochelli Policarpo Ventura – Paranaguá
  41. Cássia Neves Rodrigues Costa – Alto Taquari
  42. Cátia Juliana Esídio Santana – Santana de Parnaíba
  43. Celene Taborda – Pitanga
  44. Cintia Natania da Silva Rodrigues – Campina Grande do Sul
  45. Claudia Regina Cavanha Cavalheiro – Campina Grande do Sul
  46. Cledson da Silva – Pitanga
  47. Cliciane de Souza Meduna – Paranaguá
  48. Cristiana Aragão Lima – Fortaleza
  49. Cristiane Ferreira de Souza – Campina Grande do Sul
  50. Cristiane Rigo Goberte – Vargeão
  51. Cristielaine Aparecida Alves de Souza – Santana de Parnaíba
  52. Damares Gomes Ferreira – Santana de Parnaiba
  53. Daniela Aparecida Bartolomeu Bagali – Cerqueira César
  54. Danielle Moreira Francisco – Paranaguá
  55. Daniely do Rosário – Paranaguá
  56. Danila Silva Gomes dos Santos – Santana de Parnaíba
  57. Débora Rederd França Vidal – Paranaguá
  58. Deisy Estela Santiago Heringer Avelar – Santana de Parnaíba
  59. Denise Regina Wagner Tortato – Entre Rios do Oeste
  60. Denise Zimmermann Schuller – Arroio Trinta
  61. Diana Leticia Chiodelli – Chapecó
  62. Diane Daniele Vieira – Cabreúva
  63. Dilliany da Silva Marques – Sobral
  64. Dinalda Andrade Vicente Bento – Cerqueira César
  65. Dirce Aparecida Pereira Dos Santos – Pitanga
  66. Ederli Margreiter de Melo – Treze Tílias
  67. Edilaine Aparecida Moreto Vilar – Águas de São Pedro
  68. Edna Regina Albini Pereira Kaminski – Paranaguá
  69. Eglantina Melo Rocha – Sobral
  70. Elaine Cistina Oliveira da Silva Prado – Alto Taquari
  71. Eliane Garcia Dantas – Campina Grande do Sul
  72. Eliane Maria Kremer – Pinhalzinho
  73. Elianer Fátima Linder Mayer – Salto Veloso
  74. Eliciane Cristina de Oliveira Cegatte Arantes – Cambará
  75. Elisandra Aparecida Czekalski – Irati
  76. Elisandra Cristina dos Santos Galo – Santana de Parnaíba
  77. Elisangela Silva de Castro – Fortaleza
  78. Elizabeth Leal da Costa – Santana de Parnaíba
  79. Elkynice Silva de Oliveira – Fortaleza
  80. Ellen de Lima Fossa – Santana de Parnaíba
  81. Elza Aparecida Alves Malandrin – Cambará
  82. Emanuelle Christyne Rueda Alves – Paranaguá
  83. Emília Helena da Silva Pedroso – Campina Grande do Sul
  84. Enéias Domingos dos Santos – Santana de Parnaíba
  85. Erica Rodrigues da Silva – Campina Grande do Sul
  86. Eva Maria Gomes – Fortaleza
  87. Evandro Albino Meurer – Pitanga
  88. Fabiana Mocellin – Campina Grande do Sul
  89. Fabio Gonçalves Fernandes – Entre Rios do Oeste
  90. Fabiola Soares Arcega – Paranaguá
  91. Fátima Ludwig – Salto Veloso
  92. Fernanda Aparecida Groscko – Pitanga
  93. Fernanda Consoni – Arroio Trinta
  94. Flavia Pereira Lima – Paranaguá
  95. Franciele Manenti – Macieira
  96. Francimar Pereira da Silva – Ubajara
  97. Franscisca Kelly Rocha de Sousa – Paracuru
  98. Geovana Meire Gomes de Albuquerque – Fortaleza
  99. Giane Aparecida Mendes – Pitanga
  100. Gicelda Inês Rigo Frochlich – Treze Tílias
  101. Gilmara Ribeiro Alves – Jacarezinho
  102. Gisele Custódio da Veiga Ribeiro – Paranaguá
  103. Gislaine Daniele dos Santos – Campina Grande do Sul
  104. Irene Schafer Sperber – Rancho Queimado
  105. Isabel Cristina Ferrari – Cerqueira César
  106. Isabela Ribeiro Ferreira – Paranaguá
  107. Ivone Bosa Cossa – Arroio Trinta
  108. Joelma Bonk Martins – Roncador
  109. José Rivânio Mendes de Sousa – Fortaleza
  110. José Werley Carvalho Braga – Cabreúva
  111. Josiely de Oliveira Santos Corrêa – Paranaguá
  112. Jovana Nunes da Silva – Jacarezinho
  113. Juliana Bellodi – Alto Taquari
  114. Juliana Jorge de Moraes Sarto – Águas de São Pedro
  115. Juliana Saade Jose – Passos Maia
  116. Julita Maria Campos Werlang – Pinhalzinho
  117. Karen Regina Alves – Campina Grande do Sul
  118. Karine Hining Solivo – Pinhalzinho
  119. Karize Morais Leandro – Paranaguá
  120. Kátia Lima Teixeira Guimarães – Fortaleza
  121. Kátia Raquel Dotta – Salto Veloso
  122. Katia Rodrigues de Moura – Santana de Parnaíba
  123. Kelly Cristini Neuhaus Schmitz – Rancho Queimado
  124. Keren Regina dos Santos Ignacheski – Turvo
  125. Késia Miria Iagla Bueno – Roncador
  126. Laura Cristini do Nascimento Amorim Corrêa – Paranaguá
  127. Leidiane Maria Melo Rodrigues – Ubajara
  128. Lenir Angélica Tomaz Madaloz – Santana de Parnaíba
  129. Lilian Ferrarini – Campina Grande do Sul
  130. Lilian Macedo Borba – Paranaguá
  131. Lodomira Ferreira de Moraes – Cambará
  132. Lucely Aparecida Marques de Souza – Alto Garças
  133. Lúcia Helena Soares Braga – Fortaleza
  134. Luciana Martines do Nascimento – Santana de Parnaíba
  135. Luciana Pinheiro Dos Santos Nogueira – Ilha Solteira
  136. Luciane Andréa da Silva Oliveira – Jacarezinho
  137. Luciane Faber Didomênico – Fraiburgo
  138. Luciane Godoy Bonafini – Paranaguá
  139. Luciane Regina Jacinto Smanioto – Paranaguá
  140. Luciano Pereira da Silva – Santana de Parnaíba
  141. Lucilene de Moura – Campina Grande do Sul
  142. Luiza Bortolaci Pioner – Entre Rios do Oeste
  143. Luziana da Silva Lima – Fortaleza
  144. Mara Lucia Darivda Orlandi – Cambará
  145. Mara Lúcia Martins dos Santos – Paranaguá
  146. Marcela de Lima Carneiro – Paranaguá
  147. Marcia Alexandra Andrade Ferreira – Santana de Parnaíba
  148. Marcia Marques Monteiro de Castro – Roncador
  149. Marcos Paulo Pontes dos Santos – Paranaguá
  150. Margarete Aparecida Gonçalves – Paranaguá
  151. Maria Aguinalda Costa Castelo – Itaitinga
  152. Maria Antoniete Bruno – Fortaleza
  153. Maria Aparecida Bilovus – Irati
  154. Maria Cristina Bressan Carvalhaes – Santana de Parnaíba
  155. Maria Cristina Zamperlini – Campina Grande do Sul
  156. Maria da Glória – Fraiburgo
  157. Maria das Dores de Lima – Águas de São Pedro
  158. Maria do Carmo Generoso Fajardo – Campina Grande do Sul
  159. Maria Ivanilda da Silva – Ilha Solteira
  160. Maria Izabel Botko de Almeida – Pitanga
  161. Maria Markim Miczaliczen – Pitanga
  162. Maria Patricia Morais Leal – Fortaleza
  163. Maria Rosa Martins Mota – Santana de Parnaíba
  164. Maria Valderez Serafim Delmiro – Sobral
  165. Maria Vladenir da Silva Souza – Fortaleza
  166. Marili Moreira Lopes – Paranaguá
  167. Marines Silveira Nielsson – Vargeão
  168. Maristela Rautta Bernardi – São Miguel do Oeste
  169. Marlene de Oliveira Souza – Ilha Solteira
  170. Marta Ferreira Rosa – Santana de Parnaíba
  171. Marthina Anderle – Entre Rios do Oeste
  172. Maryane Aparecida Moraes – São Sebastião da Amoreira
  173. Matheus Edilberto Roth – Paranaguá
  174. Mayra Gascia Justo – Cambará
  175. Michele Aparecida Guerreiro – Jacarezinho
  176. Michele da Conceição Pinto – Santana de Parnaíba
  177. Michele Souza Schutz – Rancho Queimado
  178. Michelle Soares Pereira – Santana de Parnaíba
  179. Mira Carolina dos Santos Zela – Paranaguá
  180. Mirla Lopes de Sousa Leal – Sobral
  181. Monisa Clini Tomaz Spina – Cabreúva
  182. Nadir Correa Mendes – Paranaguá
  183. Nadir Maciel de Lima – Campina Grande do Sul
  184. Natanael Moreira de Araujo Filho – Santana de Parnaíba
  185. Pamela Luana Facion Alcantara – Santana de Parnaíba
  186. Patricia da Silva Mendes Paton Viegas – Fortaleza
  187. Patricia Fortes de Arruda da Silva – Campina Grande do Sul
  188. Patricia Francisca da Silva De Oliveira – Barra Do Turvo
  189. Paula Cristina Garcia Azevedo Frison – Paranaguá
  190. Priscila Vanessa Dante – Águas de São Pedro
  191. Regiane da Silva – Campina Grande do Sul
  192. Regiane Farren – Pitanga
  193. Regina Duarte de Moraes – Santana de Parnaíba
  194. Renata de Almeida Gomes – Campina Grande do Sul
  195. Renata Lopes dos Santos – Paranaguá
  196. Rochelane Costa Landim – Ubajara
  197. Rochelly Alves do Monte – Fortaleza
  198. Rodicler Joana Ribeiro de Moraes – Santana de Parnaíba
  199. Rodolpho Henrique Tomé Machado – Roncador
  200. Rosana Aparecida de Souza Couto – Jacarezinho
  201. Rosangela Lima da Rocha – Fraiburgo
  202. Roseli Maria Machado – Fraiburgo
  203. Roseli Terezinha Secco Felchilcher – Arroio Trinta
  204. Rosemary Aparecido de Faria – Cabreúva
  205. Rosemeire Maria Pinto – Santana de Parnaíba
  206. Rosilda Aparecida Castro – Vargeão
  207. Rosimara Rodrigues Ribeiro Borges – Campina Grande do Sul
  208. Salete Czerniak – Arroio Trinta
  209. Sandra Mara Gonçalves – Campina Grande do Sul
  210. Sandra Schu – Entre Rios do Oeste
  211. Silva Aparecida Silvestre – Cerqueira César
  212. Silvana Bolzon – Arroio Trinta
  213. Silvia Maria Moreira Gatti – Fraiburgo
  214. Simare Kioko Maebara – Santana de Parnaíba
  215. Simone Galerani de Araújo – Jacarezinho
  216. Sirlei Rodrigues dos Santos Telles de Oliveira – Campo Verde
  217. Sirléia Maria Passoni – Arroio Trinta
  218. Sônia Roberta Bento – Cabreúva
  219. Sueli dos Santos – Jacarezinho
  220. Suzana Mendes Magalhães – Sobral
  221. Suzancarla Gonçalves Mera Lehr – Fraiburgo
  222. Suzane Aparecida Pupo – Turvo
  223. Tainara Rego dos Santos – Santana de Parnaíba
  224. Tânia Regina Calazans dos Santos – Campina Grande do Sul
  225. Teresa Maria Barbosa Brandão – Santana de Parnaíba
  226. Thaiz Silva dos Santos – Campina Grande do Sul
  227. Thays Porto de Jesus Cambi – Santana de Parnaíba
  228. Tiago La Serra Boneberg – Santana de Parnaíba
  229. Ueslei Lineker Martins da Silva – Paranaguá
  230. Valdirene da Silva Oliveira – Pariquera-Açu
  231. Valéria Pereira Carneiro – Fortaleza
  232. Vanessa Aparecida Minetto – Cerqueira César
  233. Vânia Carla Kozlowski – Arroio Trinta
  234. Vânia Ferronatto – Arroio Trinta
  235. Vera Elis Mendes – Paranaguá
  236. Vera Lúcia Meneghetti – Paranaguá
  237. Vilma de Fátima Suzanna – Santana de Parnaíba
  238. Vitória Régia M. do Nascimento – Fortaleza
  239. Wanderleia Mafra de Moura Correia – Paranaguá

EXTRA! EXTRA! Saiu a relação dos trabalhos inscritos para o IX Prêmio Ação Destaque!

Confira se o seu trabalho foi aprovado para apreciação pela comissão julgadora do prêmio. Atenção: o prazo final para o para envio de recursos é a próxima segunda-feira, dia 09 de setembro. Os recursos devem ser enviados para o e-mail pedagogico@opet-sefe.com.br

 

Adriana Pirola Ansiliero – Arroio Trinta

Adriane Ranieri Leal – Santana de Parnaíba

Aletheia Cristiane Blau – Alto Taquari

Aline Franciele Graebin Wutke – Nova Santa Rosa

Aline Montoia Santos Duarte – Santana de Parnaíba

Aline Regina de Oliveira – Arroio Trinta

Aline Risso Sousa Rodrigues – Santana de Parnaíba

Aline Roberta da Silva – Jacarezinho

Alisandra Ribeiro – Santana de Parnaíba

Ana Claudia Cury – Santana de Parnaíba

Ana Cláudia da Silva Cardoso – Santana de Parnaíba

Ana Cristina de Jesus Oliveira – Santana de Parnaíba

Ana Cristina dos Santos Dzoba – Pitanga

Ana Karina Falchetti – Salto Veloso

Ana Karoline Lopes de Sousa – Ceará

Ana Lucia Ribeiro dos Santos – Fraiburgo

Ana Paula Pedrina – Cambará

Andrea Mendes Avona – Santana de Parnaíba

Andreia Ap. Rangel Santos – Santana de Parnaíba

Andréia Aparecida dos Santos – Cambará

Andreia do Amaral Rodrigues Jesus – Campina Grande do Sul

Andreia Maria de Jesus Ricardo – Jacarezinho

Andressa Sangaletti – Treze Tílias

Andrieli Cristiane Gonçalves Pozzer – Pinhalzinho

Angela Cristina de Oliveira Almeida – Cambará

Angela Ferreira de Moraes – Campina Grande do Sul

Angela Maria Ribeiro Serafini – Fraiburgo

Aparecida Gomes Freire – Santana de Parnaíba

Ariane Angelita de Oliveira – São Miguel do Oeste

Ariane Cristina Xavier – Ilha Solteira

Beivetti Brasili Branco – Santana de Parnaíba

Benilda Loch Blau – Pitanga

Benildes Madureira Barcelos – Alto Taquari

Bernadete Ferrari Vargas – Campina Grande do Sul

Bernadete Gurnaski de Lima – Turvo

Carina Aparecida Stadler – Pitanga

Carlos André Lourenço e Silva – Santana de Parnaíba

Carolina Rochelli Policarpo Ventura – Paranaguá

Cássia Neves Rodrigues Costa – Alto Taquari

Cátia Juliana Esídio Santana – Santana de Parnaíba

Celene Taborda – Pitanga

Cintia Natania da Silva Rodrigues – Campina Grande do Sul

Claudia Regina Cavanha Cavalheiro – Campina Grande do Sul

Cledson da Silva – Pitanga

Cliciane de Souza Meduna – Paranaguá

Cristiana Aragão Lima – Ceará

Cristiane Ferreira de Souza – Campina Grande do Sul

Cristiane Rigo Goberte – Vargeão

Cristielaine Aparecida Alves de Souza – Santana de Parnaíba

Daniela Aparecida Bartolomeu Bagali – Cerqueira César

Danielle Moreira Francisco – Paranaguá

Daniely do Rosário – Paranaguá

Débora Rederd França Vidal – Paranaguá

Deisy Estela Santiago Heringer Avelar – Santana de Parnaíba

Denise Regina Wagner Tortato – Entre Rios do Oeste

Denise Zimmermann Schuller – Arroio Trinta

Diana Leticia Chiodelli – Chapecó

Dilliany da Silva Marques – Sobral

Dinalda Andrade Vicente Bento – Cerqueira César

Dirce Aparecida Pereira Dos Santos – Pitanga

Ederli Margreiter de Mélo – Treze Tílias

Edilaine Aparecida Moreto Vilar – Águas de São Pedro

Edna Regina Albini Pereira Kaminski – Paranaguá

Eglantina Melo Rocha – Sobral

Elaine Cistina Oliveira da Silva Prado – Alto Taquari

Eliane Garcia Dantas – Campina Grande do Sul

Eliane Maria Kremer – Pinhalzinho

Elianer Fátima Linder Mayer – Salto Veloso

Eliciane Cristina de Oliveira Cegatte Arantes – Cambará

Elisandra Aparecida Czekalski – Irati

Elisandra Cristina dos Santos Galo – Santana de Parnaíba

Elisangela Silva de Castro – Ceará

Elizabeth Leal da Costa – Santana de Parnaíba

Elkynice Silva de Oliveira – Ceará

Ellen de Lima Fossa – Santana de Parnaíba

Elza Aparecida Alves Malandrin – Cambará

Emanuelle Christyne Rueda Alves – Paranaguá

Emília Helena da Silva Pedroso – Campina Grande do Sul

Erica Rodrigues da Silva – Campina Grande do Sul

Eva Maria Gomes – Ceará

Evandro Albino Meurer – Pitanga

Fabio Gonçalves Fernandes – Entre Rios do Oeste

Fabiola Soares Arcega – Paranaguá

Fátima Ludwig – Salto Veloso

Fernanda Aparecida Groscko – Pitanga

Fernanda Consoni – Arroio Trinta

Flavia Pereira Lima – Paranaguá

Franciele Manenti – Macieira

Franscisca Kelly Rocha de Sousa – Ceará

Geovana Meire Gomes de Albuquerque – Ceará

Giane Aparecida Mendes – Pitanga

Gicelda Inês Rigo Frochlich – Treze Tílias

Gisele Custódio da Veiga Ribeiro – Paranaguá

Irene Schafer Sperber – Rancho Queimado

Isabel Cristina Ferrari – Cerqueira César

Isabela Ribeiro Ferreira – Paranaguá

Ivone Bosa Cossa – Arroio Trinta

José Rivânio Mendes de Sousa – Ceará

José Werley Carvalho Braga – Cabreúva

Josiely de Oliveira Santos Corrêa – Paranaguá

Jovana Nunes da Silva – Jacarezinho

Juliana Jorge de Moraes Sarto – Águas de São Pedro

Juliana Saade Jose – Passos Maia

Julita Maria Campos Werlang – Pinhalzinho

Karen Regina Alves – Campina Grande do Sul

Karine Hining Solivo – Pinhalzinho

Karize Morais Leandro – Paranaguá

Kátia Lima Teixeira Guimarães – Ceará

Kátia Raquel Dotta – Salto Veloso

Katia Rodrigues de Moura – Santana de Parnaíba

Kelly Cristini Neuhaus Schmitz – Rancho Queimado

Keren Regina dos Santos Ignacheski – Turvo

Késia Miria Iagla Bueno – Roncador

Laura Cristini do Nascimento Amorim Corrêa – Paranaguá

Leidiane Maria Melo Rodrigues – Ceará

Lenir Angélica Tomaz Madaloz – Santana de Parnaíba

Lilian Ferrarini – Campina Grande do Sul

Lilian Macedo Borba – Paranaguá

Lodomira Ferreira de Moraes – Cambará

Lucely Aparecida Marques de Souza – Alto Garças

Lúcia Helena Soares Braga – Ceará

Luciana Martines do Nascimento – Santana de Parnaíba

Luciana Pinheiro Dos Santos Nogueira – Ilha Solteira

Luciane Andréa da Silva Oliveira – Jacarezinho

Luciane Faber Didomênico – Fraiburgo

Luciane Godoy Bonafini – Paranaguá

Luciane Regina Jacinto Smanioto – Paranaguá

Luciano Pereira da Silva – Santana de Parnaíba

Lucilene de Moura – Campina Grande do Sul

Luiza Bortolaci Pioner – Entre Rios do Oeste

Luziana da Silva Lima – Ceará

Mara Lucia Darivda Orlandi – Cambará

Mara Lúcia Martins dos Santos – Paranaguá

Marcela De Lima Carneiro – Paranaguá

Marcia Alexandra Andrade Ferreira – Santana de Parnaíba

Marcia Marques Monteiro de Castro – Roncador

Marcos Paulo Pontes dos Santos – Paranaguá

Maria Aguinalda Costa Castelo – Ceará

Maria Antoniete Bruno – Ceará

Maria Aparecida Bilovus – Irati

Maria Cristina Zamperlini – Campina Grande do Sul

Maria da Glória – Fraiburgo

Maria das Dores de Lima – Águas de São Pedro

Maria do Carmo Generoso Fajardo – Campina Grande do Sul

Maria Izabelbotko de Almeida – Pitanga

Maria Markim Miczaliczen – Pitanga

Maria Patricia Morais Leal – Ceará

Maria Rosa Martins Mota – Santana de Parnaíba

Maria Valderez Serafim Delmiro – Sobral

Maria Vladenir da Silva Souza –

Marili Moreira Lopes – Paranaguá

Marines Silveira Nielsson – Vargeão

Maristela Rautta Bernardi – São Miguel do Oeste

Marlene de Oliveira Souza – Ilha Solteira

Marthina Anderle – Entre Rios do Oeste

Maryane Aparecida Moraes – São Sebastião da Amoreira

Matheus Edilberto Roth – Paranaguá

Mayra Gascia Justo – Cambará

Michele Aparecida Guerreiro – Jacarezinho

Michele da Conceição Pinto – Santana de Parnaíba

Michele Souza Schutz – Rancho Queimado

Michelle Soares Pereira – Santana de Parnaíba

Mira Carolina dos Santos Zela – Paranaguá

Mirla Lopes de Sousa Leal – Sobral

Nadir Correa Mendes – Paranaguá

Nadir Maciel de Lima – Campina Grande do Sul

Natanael Moreira de Araujo Filho – Santana de Parnaíba

Pamela Luana Facion Alcantara – Santana de Parnaíba

Patricia da Silva Mendes Paton Viegas – Ceará

Patricia Fortes de Arruda da Silva – Campina Grande do Sul

Paula Cristina Garcia Azevedo Frison – Paranaguá

Priscila Vanessa Dante – Águas de São Pedro

Regiane da Silva – Campina Grande do Sul

Regiane Farren – Pitanga

Regina Duarte de Moraes – Santana de Parnaíba

Reginalva Pereira de Olveira – Ceará

Renata de Almeida Gomes – Campina Grande do Sul

Renata Lopes dos Santos – Paranaguá

Rochelly Alves do Monte – Ceará

Rodicler Joana Ribeiro de Moraes – Santana de Parnaíba

Rodolpho Henrique Tomé Machado – Roncador

Rosana Aparecida de Souza Couto – Jacarezinho

Rosangela Lima da Rocha – Fraiburgo

Roseli Maria Machado – Fraiburgo

Roseli Terezinha Secco Felchilcher – Arroio Trinta

Rosemary Aparecido de Faria – Cabreúva

Rosemeire Maria Pinto – Santana de Parnaíba

Rosimara Rodrigues Ribeiro Borges – Campina Grande do Sul

Salete Czerniak – Arroio Trinta

Sandra Mara Gonçalves – Campina Grande do Sul

Sandra Schu – Entre Rios do Oeste

Silva Aparecida Silvestre – Cerqueira César

Silvana Bolzon – Arroio Trinta

Silvia Maria Moreira Gatti – Fraiburgo

Simare Kioko Maebara – Santana de Parnaíba

Simone Galerani de Araújo – Jacarezinho

Sirlei Rodrigues dos Santos Telles de Oliveira – Campo Verde

Sirléia Maria Passoni – Arroio Trinta

Sueli dos Santos – Jacarezinho

Suzana Mendes Magalhães – Ceará

Suzancarla Gonçalves Mera Lehr – Fraiburgo

Suzane Aparecida Pupo – Turvo

Tainara Rego dos Santos – Santana de Parnaíba

Tânia Regina Calazans dos Santos – Campina Grande do Sul

Teresa Maria Barbosa Brandão – Santana de Parnaíba

Thaiz Silva dos Santos – Campina Grande do Sul

Thays Porto de Jesus Cambi – Santana de Parnaíba

Tiago La Serra Boneberg – Santana de Parnaíba

Ueslei Lineker Martins da Silva – Paranaguá

Valdirene da Silva Oliveira – Pariquera-Açu

Valéria Pereira Carneiro – Ceará

Vanessa Aparecida Minetto – Cerqueira César

Vânia Carla Kozlowski – Arroio Trinta

Vânia Ferronatto – Arroio Trinta

Vera Elis Mendes – Paranaguá

Vera Lúcia Meneghetti – Paranaguá

Vilma de Fátima Suzanna – Santana de Parnaíba

Vitória Régia M. do Nascimento – Ceará

Wanderleia Mafra de Moura Correia – Paranaguá

Sônia Roberta Bento – Cabreúva

Editora Opet inicia projeto-piloto de formações pedagógicas online

Primeira formação foi com os professores do Colégio Galileu, de Sorocaba (SP)

A Editora Opet iniciou nesta semana, mais exatamente na segunda-feira (02), um projeto-piloto de formações pedagógicas digitais que vai aproximar ainda mais as escolas parceiras, desburocratizar o processo e fortalecer a sustentabilidade no nosso trabalho. Esse primeiro trabalho foi realizado com o Colégio Galileu, um grande parceiro na região de Sorocaba (SP), e envolveu a formação de professores da Educação Infantil, do Ensino Fundamental Anos Iniciais e também Anos Finais dos componentes de Língua Portuguesa, Inglês, Espanhol, História, Geografia, Matemática, Ciências, Arte e Educação Física.

“O Galileu é um parceiro de muitos anos, que está sempre aberto à inovação e às questões tecnológicas. Eles têm um trabalho muito interessante com os laboratórios de informática e com o nosso portal digital, onde, no ano passado, os professores fizeram uma formação online”, conta a supervisora pedagógica Silneia Chiquetto, responsável pelo trabalho com o Colégio Galileu. “Neste ano, a diretora Cristina Valera Baptista nos solicitou uma formação mais específica, por área. E nós pensamos que seria uma oportunidade de lançar o projeto-piloto”.

Direto do estúdio – Ajustados os detalhes, chegou-se ao formato online. Na Editora, os formadores se comunicaram a partir do recém-inaugurado estúdio de gravação em multimídia, que conta com equipamentos de última geração. A professora e assessora Karen Dias foi uma das formadoras, do Ensino Fundamental. “Eu achei a proposta muito interessante. No início, como é algo novo, fiquei um pouco nervosa, mas à medida que o trabalho foi acontecendo, me senti muito bem. A interação foi excelente!”, conta.

Para a diretora pedagógica do Colégio Galileu, professora Cristina Valera Baptista, a formação online por área foi um sucesso. “É uma inovação que nos aproximou ainda mais. A equipe gostou muito! Ela nos permitiu aumentar a troca de experiências e de vivências. E, em termos pedagógicos, o trabalho é muito rico. Construímos mais uma ponte para o conhecimento”, resume.

Poderoso e sustentável – Silneia Chiquetto destaca o fato de que as formações online são um recurso poderoso. E que funciona muito bem em relação a certos aspectos da educação, em especial no caso das escolas privadas. “Muitas vezes, por conta do relacionamento com as famílias, as escolas particulares têm dificuldade em reservar um dia inteiro para uma formação pedagógica presencial. Com essas formações online, é possível dinamizar o processo e distribuir o tempo de uma forma mais adequada para a escola”, observa. Silneia também destaca a importância desse recurso em relação à sustentabilidade, uma vez que ele substitui deslocamentos físicos – que podem chegar a milhares de quilômetros – sem prejuízos à formação dos professores. “É um recurso a mais, que passa a fazer parte do nosso trabalho com os professores e os gestores em todo o país.”

João Rodrigo Almeida, colaborador da área de Tecnologias Educacionais da Editora Opet e responsável pela condução técnica dos trabalhos, reforça o caráter de facilitação das ferramentas digitais. “A educação não pode prescindir de recursos tão importantes, que agilizam e aproximam as pessoas e os processos de formação pedagógica. E nós nos preparamos, com nosso estúdio, para oferecer os equipamentos adequados a uma comunicação de alta qualidade.” As formações online, aliás, são apenas uma parte das novidades que estão em andamento na Editora em relação às novas tecnologias. Elas incluem, por exemplo, a nova plataforma de recursos digitais da Editora, que está em fase final de desenvolvimento.