“O quê? Quando? Onde? Como? Por quê?” – as perguntas como estratégia instigante para o aprendizado

Feche os olhos e imagine a figura de um filósofo grego. Provavelmente, ele estará lá, sentado em uma pedra e se perguntando alguma coisa: “Mas, como será que…?”. E, dali a pouco, já começa a construir pensamentos e a buscar respostas.

É isso: as perguntas são um importante ponto de partida para o conhecimento e para o aprendizado. Elas podem partir tanto do professor, quando quer instigar o aluno, quanto do próprio estudante. No caso do estudante, ora ele questiona a si mesmo, ora questiona o professor. Em outros momentos é o educador quem faz as perguntas, caminhando no sentido de um campo de conhecimento ou de outras perguntas importantes.

Podemos considerar, portanto, que há uma relação direta entre curiosidade, formulação de perguntas e processo de aprendizagem. Ou seja, o aprendizado ocorre quando há curiosidade suficiente para formulação de uma ou mais perguntas.

Para estimular o questionamento, questione o educando

Não apenas os aprendentes devem ser estimulados a fazer boas perguntas: o professor também deve buscar a excelência nesta arte. Uma boa pergunta é, acima de tudo, um convite, uma instigação. É papel do mestre formular questões que ajudem o estudante a pensar sobre um processo, desenvolver um pensamento divergente ou buscar mais pontos de investigação.

Do mesmo modo que o estudante chega ao conhecimento através dos questionamentos que faz, o educador consegue estimular reflexões importantes no educando quando pergunta com intencionalidade.

Ao fazer isso, o professor provoca desequilíbrios que favorecem um aprendizado mais reflexivo e crítico, ou seja, nascido com a participação direta do estudante. Nesse processo estão presentes dois aspectos importantes para a aprendizagem: a metacognição e a relação afetiva com o conhecimento.

A metacognição refere-se a como o sujeito utiliza suas funções cognitivas. Já a relação afetiva com o conhecimento tem a ver com a percepção do estudante quanto à sua vinculação com o objeto de conhecimento.

Imaginação, contação de histórias e a arte de fazer perguntas: como o texto jornalístico pode colaborar nesse processo

Por falar no vínculo entre aprendizagem e relação afetiva com o conhecimento, uma boa maneira de trabalhar esse conceito é inserir atividades lúdicas por meio dos jogos, brincadeiras e do estímulo à imaginação.

Com esses elementos é possível instigar boas emoções, algo que está fortemente ligado com a criação de memórias e que ainda garante uma aprendizagem investigativa. É comum que, ao ter a imaginação estimulada, as crianças passem a questionar: “Como o avião voa?”, “Por que o arco-íris só aparece quando chove?”, “Princesas e bruxas existem de verdade?”.

Esse universo de fantasia também é um excelente caminho para o estímulo de boas perguntas, além de trabalhar a imaginação das crianças. Para isso, o professor pode, por exemplo, contar histórias, sejam lendas, mitos ou tradições de uma sociedade, de maneira que o estudante tenha vontade de realizar mais perguntas a respeito do tema.

Existe um costume judaico que pode exemplificar melhor essa ideia, de relacionar transmissão de conhecimentos e, ao mesmo tempo, estimular a imaginação e a curiosidade. Esse costume, que ocorre na noite de Pessach, visa estimular as crianças a questionar os adultos sobre o porquê de aquela noite ser diferente das demais. Esse é o ponto de partida perfeito para que os adultos contem sobre o significado da tradição.

Porém, para garantir uma aprendizagem realmente eficaz, seja por meio das brincadeiras, perguntas ou contação de histórias, é preciso que o professor desenvolva um planejamento cuidadoso e saiba utilizar diferentes recursos e materiais, além de ensinar o aprendente a como fazer as melhores perguntas.

Desenvolvendo boas perguntas com base na técnica jornalístico

Para desenvolver boas perguntas, o educador pode se guiar pelos pilares que norteiam o texto jornalístico.

Quando um jornalista escreve uma matéria, ele utiliza os seguintes questionamentos: O quê? Quem? Quando? Onde? Como? Por quê? Essas seis perguntas “cercam o tema” e vão oferecer uma base para direcionar sua entrevista, reportagem ou texto. São questões-chave para oferecer ao leitor tudo o que ele precisa saber sobre determinado assunto.

Portanto, elas também se adaptam perfeitamente a um contexto no qual o professor se propõe a trabalhar com esse ensino mais investigativo por meio das perguntas.

Aprendizagem baseada em investigação

Ao aprender a questionar sobre os pontos importantes relacionados ao objeto de aprendizagem, o estudante passa a construir suas próprias hipóteses a respeito dos problemas que lhe são apresentados.

Porém, aqui o professor deve tomar o cuidado de guiar o estudante para a melhor solução. Isso porque, ao deixar a criança agir e brincar efetivamente, lançando seu olhar curioso sobre os fatos, cada uma terá sua própria resposta em um primeiro momento.

Cabe ao professor analisar se tal resposta é satisfatória e, caso não seja, deve continuar a estimular o educando a questionar ainda mais. Sempre guiando-o por um caminho lógico e baseado em evidências. Esse, aliás, é um método que tem raízes na filosofia – mais exatamente na maiêutica, desenvolvida por Sócrates.

As crianças não pensam como adultos. Elas possuem uma perspectiva única que é desenvolvida a partir de sua curiosidade perante o mundo. Portanto, quanto mais são estimuladas, mais se tornam investigativas, lúdicas e construtoras – isto ajuda a gerar protagonismo.

Materiais e recursos digitais como ferramentas auxiliares do ensino inquisitivo

Como citamos, para garantir uma aprendizagem realmente eficaz, o professor deve saber planejar, ensinar o educando a criar boas perguntas e utilizar diferentes recursos e materiais.

Para ensinar a criar boas perguntas, já vimos que os pilares do texto jornalístico podem ajudar. Já para propor bons jogos e brincadeiras, é preciso fazer boas escolhas de recursos educacionais.

Gamificação, robótica e exercícios feitos por meio de quizzes são ótimas soluções para estimular no estudante a vontade de questionar. Por se tratar de soluções educacionais ativas, ou seja, processos em que o estudante coloca a “mão na massa”, muitas dúvidas vão surgindo no meio do caminho.

O mais interessante é que essas práticas de ensino também ajudam o estudante a buscar as respostas de diversas maneiras. Pode ser por meio de perguntas ao professor ou para os colegas que sabem algo que ele ainda não descobriu; pode ser pos pesquisas em livros ou internet; pode ser até mesmo por meio da observação do mundo – placas, monumentos, casas, cenário, pessoas…

Onde encontrar ferramentas para uma aprendizagem inquisitiva

A Opet INspira é uma plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet. Lá, educadores e estudantes encontram um acervo de recursos pedagógicos como material didático, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais – vídeos, áudios, apresentações e quizzes.

Os conteúdos da plataforma educacional Opet INspira auxiliam os educadores no desenvolvimento de avaliações e sequências didáticas. Também permitem que o docente crie trilhas de aprendizagem e forneça roteiros de estudos aos estudantes.

Além disso, há opções para que o professor consiga promover um ensino inclusivo, pois a plataforma conta com recursos de tecnologia assistiva. Basta acessar o Menu de Acessibilidade para visualizar funções de teclas de navegação, leitor de página, tamanho do texto e do cursor, espaçamento de texto e contraste totalmente adaptados a diferentes necessidades.

Ensino digital, ensino híbrido: é tempo de engajar!

Participar com o estudante da jornada rumo ao aprendizado requer do professor a escolha adequada do método de ensino. Ela é o primeiro passo para se iniciar o planejamento pedagógico. O professor, porém, também pode e deve incluir nos seus preparativos um repertório de recursos como jogos, vídeos, imagens e áudios – algo que ficou mais fácil graças à popularização da educação digital.

Esses recursos trazem os conteúdos em formatos que despertam o interesse, estimulam o engajamento e aproximam os temas da realidade dos estudantes, facilitando a aprendizagem. Além disso, deixam as aulas mais dinâmicas e podem promover a interdisciplinaridade.

 

Tecnologia digital, aliada do ensino – Desde que, no ano passado, as aulas presenciais deram lugar às videoaulas – e agora, com o ensino híbrido –, vimos o tema tecnologia e educação ganhar força nos debates sobre ensino no Brasil. Já havia muitos estudos sérios sobre o tema, assim como pessoas e ferramentas capazes de fazer a educação “navegar” remotamente; por conta da própria cultura presencial, assim como de questões estruturais do país, porém, o modelo seguia a passos lentos. Em muito pouco tempo, contudo, ganhou uma força extraordinária nas redes pública e privada. Hoje, sabemos muito mais sobre – e aplicamos muito mais – suas ferramentas, meios e lições.

 

Tempo de ensino híbrido

Em termos gerais, o ensino híbrido é uma “fusão” entre a educação presencial e o ensino on-line. Sua aplicação prevê que o aluno estude parte do conteúdo, normalmente a teoria, em casa, fazendo uso de ferramentas digitais, com e sem a participação remota do professor. Já o tempo das aulas presenciais, com o docente junto, é utilizado para atividades práticas e solução de dúvidas.

Como grande diferencial do modelo de ensino híbrido, destaca-se o papel mais ativo que o educando exerce em seu próprio processo de aprendizagem. O afastamento do professor em certos momentos das aulas a distância leva o estudante a assumir o protagonismo no estudo, além de buscar fontes, informações e referências. Sem contar que, quando chega na escola, suas dúvidas já estão prontas para o professor, o que produz um contexto fértil para debates e atividades em grupo.

O ensino híbrido pode garantir ainda maior dedicação às aulas práticas. Afinal, com o conteúdo teórico estudado previamente e as dúvidas esclarecidas junto com o professor, os estudantes dispõem de mais tempo para desenvolver projetos baseados em seus novos saberes.

 

Recursos educacionais para o ensino híbrido

Existem muitas estratégias que os educadores podem utilizar para trabalhar com o ensino híbrido. Para as aulas on-line, por exemplo, as animações e os mapas mentais são ótimas soluções.

Já nas aulas presenciais, como o estudante já chega munido de informações, é interessante propor o desenvolvimento de projetos ou resolução de problemas inspirados na vida prática.

Outro recurso interessante é a gamificação, estratégia que pode ser usada em ambos os casos. A proposta, que vem sendo utilizada com bastante sucesso já há alguns anos, é incorporar os jogos ao ensino de determinados conteúdos.

 

Gamificação, uma estratégia que une presencial e on-line

Jogos educacionais são excelentes ferramentas para tornar as aulas mais atrativas e estimulantes, especialmente as desenvolvidas on-line. Contudo, a gamificação vai além do uso de jogos. O ponto chave da ferramenta está em aplicar o conceito dos games – com seus elementos lúdicos e desafiadores – em qualquer tipo de atividade, inclusive as não digitais.

Elementos como ranqueamento, vidas, etapas e trabalho cooperativo, por exemplo, podem compor atividades fora do universo digital.

Aqui, cabe ao educador usar a imaginação para criar a melhor estratégia possível. Ele pode até mesmo unir os mundos real e virtual! Um bom exemplo é o uso do QR code – com ele, é possível decifrar pistas e missões que devem ser realizadas em sala de aula.

 

Maneiras de gamificar as aulas

O primeiro passo para gamificar as aulas é ter clareza do objetivo de aprendizagem pretendido. Engajar os estudantes, estimular a competição saudável, o trabalho cooperativo e trabalhar o pensamento “fora da caixa” podem ser algumas opções.

Com o objetivo estabelecido, é hora de escolher as ferramentas para o processo. Elas podem ser avatares, roteiros, medalhas e adesivos de motivação, por exemplo. Lembrando que, mesmo que instrumentos digitais como jogos e aplicativos não sejam as únicas opções de trabalho gamificado, eles são os que mais oferecem recursos para as atividades – eles, afinal, foram desenvolvidos exclusivamente para isto!

Onde encontrar recursos educacionais para atualização do modelo de aulas?

A plataforma educacional Opet INspira foi desenvolvida pela Editora Opet. Nela, o docente encontra um acervo gigantesco de conteúdos, material didático, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais como vídeos, áudios, apresentações, jogos  e quizzes. Esses recursos estão relacionados aos materiais didáticos físicos e, principalmente, à proposta pedagógica que norteia o trabalho da Editora Opet. Ao mesmo tempo em que fazem essa conexão, eles favorecem a criatividade do professor.

Seja na modalidade presencial, a distância ou híbrida, o uso desses recursos contribui para as práticas educacionais e para o desenvolvimento da Cultura Digital – a competência 5 da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

 

Tipos de ferramentas educacionais digitais disponíveis na plataforma

Os conteúdos da Opet INspira auxiliam os educadores no desenvolvimento de avaliações e sequências didáticas. Também permitem que os docentes criem trilhas de aprendizagem e forneçam roteiros de estudos aos alunos.

Recursos como áudios, banco de imagens e vídeos são ofertados tanto para os professores quanto para os estudantes. Por falar em conteúdo para os estudantes, a plataforma traz, por exemplo, diversas histórias infantis, assim como vídeos e simuladores de experimentos científicos.

 

Recursos digitais e educação inclusiva

As escolas possuem papel fundamental na inclusão de crianças e adolescentes. Por isso, quando falamos em recursos educacionais, o tema educação inclusiva está sempre presente. Sendo assim, a plataforma educacional Opet INspira conta ainda com recursos de tecnologia assistiva que apoiam a educação inclusiva.

Na plataforma INspira, o educador encontra um Menu de Acessibilidade, recurso que permite a seleção de funções personalizadas aos usuários, como teclas de navegação, leitor de página, tamanho do texto e do cursor, espaçamento de texto e contraste, entre outros.

 

Opções para escolas nas etapas iniciante e avançada de implementação dos instrumentos tecnológicos

Como já observamos, apesar de o tema educação e tecnologia já ser debatido há algum tempo, muitos docentes e gestores ainda estão em processo de aproximação em relação à tecnologia digital educacional. Na medida, aliás, que as tecnologias evoluem rapidamente, esse é um processo permanente e que vale para todos os envolvidos, sejam eles iniciantes ou avançados. Pensando nisso, a plataforma educacional Opet INspira traz tutoriais em formato de vídeo e PDF que auxiliam e orientam na utilização dos recursos oferecidos.

Para acessar a plataforma, é preciso que a escola seja conveniada da Editora Opet, sendo necessário ao usuário ter login e senha individuais. Os Termos de Uso e as Políticas de Privacidade da Opet INspira estão de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD n.º 13.709/2018, garantindo a segurança dos dados de estudantes, professores e gestores.

Parceiro da Editora Opet: a plataforma educacional Opet INspira é sua grande aliada! Acesse, utilize, explore e faça uso de todo o potencial dessa incrível ferramenta!

E, se você ainda não é parceiro da Editora Opet, entre em contato conosco para conhecer!

Extra! Saiu a lista dos finalistas do 10º Prêmio Ação Destaque!

A imagem Editora Opet acaba de divulgar os finalistas da décima edição do Prêmio Ação Destaque, que acontece no período de 20 a 22 de outubro dentro do VIII Seminário Nacional de Gestores Municipais em formato online. De 113 trabalhos inscritos, foram selecionados 30, sendo 10 para cada uma das três categorias do prêmio. Confira os trabalhos selecionados por categoria:

Categoria 01 – Educação Infantil

  1. Adriane Passos Almeida (Cotia – SP)
  2. Alan D. Ribas Mueler (Salto Veloso – SC)
  3. Ana Paula Nogueira Moreira Borella (Cotia – SP)
  4. Ederli Margreiter de Melo (Treze Tílias – SC)
  5. Gabriela Favarin (Arroio Trinta – SC)
  6. Henrique Maximiano Costa (Cotia – SP)
  7. Lenir Angélica Tomaz Madaloz (Santana de Parnaíba – SP)
  8. Maria Antoniete Bruno Furtado (Fortaleza – CE)
  9. Silvana Bolzon (Arroio Trinta – SC)
  10. Teresa Maria Barbosa Brandão (Santana de Parnaíba – SP)

Categoria 02 – Ensino Fundamental Anos Iniciais

  1. Ana Paula de Jesus Souza (Cotia – SP)
  2. Ariane Cristina Xavier (Ilha Solteira – SP)
  3. Daiane de Cássia Martins Fazan (Ibirá -SP)
  4. Débora Rederd França Vidal (Paranaguá – PR)
  5. Geovana Meire Gomes Franco de Albuquerque (Fortaleza – CE)
  6. Gláucia Burioli dos Santos (Santana de Parnaíba – SP)
  7. Isaura Silva Xavier Nunes (Cotia – SP)
  8. José Werley Carvalho Braga (Cabreúva – SP)
  9. Sílvia Maria do Nascimento Borges (Alto Araguaia – MT)
  10. Tatiani Chagas Alberto (Cambará – PR)

Categoria 03 – Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio

  1. Adriane Ranieri Valente (Santana de Parnaíba – SP)
  2. Anderson Antonio Ferreira de Almeida (Santana de Parnaíba – SP)
  3. Cibele das Neves Silva de Oliveira (Santana de Parnaíba – SP)
  4. Elaine Maria Xavier (Santana de Parnaíba – SP)
  5. Luciana Martines do Nascimento (Santana de Parnaíba – SP)
  6. Lucinéia dos Santos Magatti Silva (Santana de Parnaíba – SP)
  7. Mayara Ferreira Mendes (Santana de Parnaíba – SP)
  8. Núbia Rafaela Martins da Silva (Santana de Parnaíba – SP)
  9. Ricardo Manoel da Silva (Santana de Parnaíba – SP)
  10. Sheila Abdala Barreiros (Santana de Parnaíba – SP)

“Depois de uma avaliação cuidadosa e pautada em critérios técnicos, chegamos aos trinta trabalhos finalistas, que foram os mais bem avaliados”, explica a gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto. “Ficamos muito satisfeitos com o nível dos trabalhos, que está muito bom. Agora, os finalistas devem aguardar o contato da nossa equipe para um detalhamento dos próximos passos”, explica.

De acordo com o regulamento, cada finalista deverá gravar e enviar um vídeo de até três minutos de duração, que será transmitido durante o evento e servirá como elemento de avaliação para a etapa final. “Tanto o trabalho que foi entregue na primeira etapa quanto o vídeo com a apresentação ou relato terão peso na avaliação final. É importante que essas peças evidenciem o uso da metodologia e dos recursos propostos pela Editora Opet. Eles também devem ter coerência entre si, ou seja, a apresentação em vídeo deve trazer e detalhar os elementos do projeto”, explica Cliciane.

No terceiro dia do Seminário Nacional de Gestores de Escolas Conveniadas Opet, serão escolhidos e divulgados os três vencedores de cada categoria – um total de nove premiados (1º, 2º e 3º lugar), que receberão troféus, certificados e prêmios em dinheiro.

“Diálogos Pedagógicos 2020” atraem municípios de todo o país

Momentos dos “Diálogos Pedagógicos 2020”, que reuniu representantes de 75 municípios de todo o país.

A quinta-feira (23) foi muito especial para a Editora Opet: foi quando realizamos os “Diálogos Pedagógicos 2020”, momento de apresentar as soluções do selo educacional Sefe para as equipes pedagógicas de municípios de de todo o país.

Neste ano, o evento, que já é uma tradição da Editora, foi realizado em formato online, respeitando os protocolos sanitários da pandemia. E foi um grande sucesso: ao todo, participaram representantes de 75 municípios, dos Estados do Acre, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

“Ficamos muito felizes com a receptividade dos municípios e com o interesse no nosso trabalho”, diz o gerente comercial da Editora para a área pública, Roberto Costacurta. Segundo ele, as dimensões do evento estão além do aspecto comercial. “Com os Diálogos Pedagógicos, fazemos uma aproximação inteligente e respeitosa dos municípios. Não é apenas uma apresentação fria de materiais didáticos, mas um diálogo mesmo, uma oferta e uma troca de conhecimentos”, observa.

No evento de ontem, os participantes foram brindados com uma palestra do professor Renato Casagrande, um dos grandes especialistas em Educação do país. Ele falou sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), relacionando este importante documento ao processo de ensino-aprendizagem na pandemia. Além disso, puderam conhecer em detalhes os materiais e as bases teórico-metodológicas que norteiam o trabalho do Sefe, em apresentações realizadas pela gerente pedagógica da Editora, Cliciane Élen Augusto, e pelas supervisoras pedagógicas Marina Cabral Rhinow (Educação Infantil) e Rúbia Cristina da Costa (Ensino Fundamental, Ensino Médio e Especialidades). E ouviram os testemunhos dos secretários municipais de Educação de Cotia (SP), Luciano Corrêa, e de Fortaleza (CE), Dalila Saldanha. Ambos falaram sobre os bons resultados da parceria com a Editora Opet (Sefe) em seus municípios.

“A parceria com o Sefe se baseia integralmente em um critério técnico, inclusive com a participação dos professores na seleção dos materiais. E ela vem se aprimorando ano a ano com muito sucesso em relação à alfabetização, que era o nosso maior desafio”, observou a secretária Dalila, de Fortaleza. Há cerca de 15 dias, o Ceará divulgou os resultados de seu sistema de avaliação, o SPAECE, que mostrou que 94,4% dos estudantes de Fortaleza são alfabetizados na idade certa. E a parceria com o Sefe atende justamente a Educação Infantil e o 2º ano dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental – etapas críticas para a alfabetização.

O secretário de Educação de Cotia, Luciano Corrêa, destacou o processo seletivo que culminou na escolha dos materiais e soluções Sefe para o município. “Dentre todos os sistemas de ensino, o da Editora Opet foi o melhor. Além disso, ele se destaca na formação pedagógica ampla dos professores, um processo que vimos, inclusive, durante a pandemia, com as formações virtuais. Eu só tenho a enaltecer e a agradecer à Editora Opet.”

Aproximação – A gerente pedagógica da Editora, Cliciane Élen Augusto, destaca os Diálogos Pedagógicos em sua essência, de abrir um canal de comunicação com possíveis futuros parceiros, os chamados prospects, e com os próprios parceiros participantes. “É uma oportunidade de aproximação, de mostrar os fundamentos do nosso trabalho para além dos materiais didáticos. É, também, uma forma de mostrar como uma parceria com um sistema de ensino sério e comprometido amplia o alcance e a qualidade do trabalho de uma secretaria municipal de Educação.”

Para Roberto Costacurta, os municípios brasileiros estão em busca de inovação no campo educacional. Não apenas tecnológica, capaz de dar conta de questões como as colocadas na pandemia, mas humana, cidadã e de alta qualidade. “Isso, a Editora Opet tem a oferecer. Ficamos muito felizes com a confiança de todos os gestores participantes. Foi um bom começo! Estamos à disposição de todos para avançar na parceria.”

Avaliação de aprendizagem na pandemia e no mundo digital: desafios e oportunidades

A avaliação da aprendizagem é um instrumento fundamental para identificarmos a evolução dos estudantes durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Ela acontece, em termos gerais, pela aplicação de provas e distribuição de notas. No entanto, a avaliação da aprendizagem não pode e não deve ser resumida a isso.

Estratégias como trabalhos em grupo, debates e discussões, realização de autoavaliação por parte dos estudantes, observação e anotações do educador durante as aulas e atividades são alguns exemplos da ampla variedade de formas de avaliação existentes.

Nesse sentido, para uma avaliação da aprendizagem efetiva, é necessário que haja um acompanhamento durante todas as etapas do processo educativo. Que leve em conta as habilidades e dificuldades de cada um como particularidades que devem ser respeitadas e consideradas no processo de ensino-aprendizagem.

A Editora Opet tem na avaliação do aprendizado uma de suas grandes preocupações. Para fortalecer esse processo, criou o Programa InDica de Gestão da Aprendizagem, que traz ferramentas muito precisas para o diagnóstico e o encaminhamento dos resultados.

 

Aa pandemia e suas implicações na avaliação

Diante do cenário de pandemia que estamos vivendo, tanto a avaliação da aprendizagem quanto todo o processo de ensino-aprendizagem precisaram ser repensados e adaptados de acordo com as medidas de distanciamento social adotadas.

Dessa forma, o campo da educação precisou se “desprender” do ambiente presencial e se adaptar à nova realidade no mundo digital. A tecnologia, quando usada com planejamento e criatividade, pode proporcionar um espaço de novas oportunidades e trocas entre estudantes e educadores. Além disso, novas estratégias de ensino e de avaliação foram desenvolvidas como formas de adaptação ao novo cenário.

No entanto, com o intenso uso da tecnologia como principal ferramenta de acesso ao ensino, muitos estudantes não estão conseguindo acompanhar o processo de ensino-aprendizagem devido à falta de acesso tanto à internet quanto a computadores, tablets ou smartphones.

 

Por um lado, o uso da tecnologia demonstrou a possibilidade de adaptação frente a realidade de pandemia para alguns estudantes e educadores. Mas, em contrapartida, escancarou, mais uma vez, a atual realidade brasileira de desigualdade do acesso à educação.

 

Avaliação a distância

Em meio a tantas dificuldades do ensino remoto durante o período de pandemia, está o desafio de realizar a avaliação da aprendizagem de forma remota. Repensar a forma de avaliação e desenvolver estratégias que funcionem no mundo digital têm sido um grande desafio.

Os recursos mais utilizados são os ambientes virtuais de aprendizagem, que servem tanto para a disponibilização de materiais por parte dos professores quanto para a realização de atividades e discussões em fóruns por parte dos estudantes.

Observar o engajamento dos estudantes durantes as aulas online e na realização de atividades nos ambientes virtuais também é uma forma de avaliação adotada.

O uso de alguns aplicativos para aprimorar o processo avaliativo e engajar os estudantes enquanto realizam testes também tem sido opção para os educadores.

Além disso, a relação entre professor e estudante pode ser uma das principais fontes de avaliação de aprendizagem durante o ensino remoto.

Por fim, apostar em diferentes instrumentos de avaliação da aprendizagem pode ser o grande diferencial para os educadores. Além disso, as estratégias utilizadas devem respeitar as habilidade e limitações de cada fase do ensino-aprendizagem para ser aplicadas.

 

Para saber mais:

(*) – Sobre avaliação do aprendizado, escute a edição especial do #OpetCast, o podcast de Educação da Editora Opet, com a supervisora pedagógica Rúbia Cristina da Costa. Disponível em:

https://soundcloud.com/editoraopet/avaliacao-da-aprendizagem-desafios-e-oportunidades

(*) – Sobre o Programa InDica de Gestão da Aprendizagem, escute a edição especial do #OpetCast com seu criador, Luciano Rocha. Disponível em:

https://soundcloud.com/editoraopet/conheca-o-programa-indica-de-gestao-de-aprendizagem

 

Vilhena: um excepcional parceiro Opet no Estado de Rondônia

Crianças da rede municipal de Educação de Vilhena com os materiais da Coleção entrelinhas para você. Crédito das fotos: Prefeitura de Vilhena (uso autorizado).

Parceiro da Editora Opet desde o início deste ano com os materiais e formações do selo Sefe para a Educação Infantil, o município de Vilhena – um dos mais importantes de Rondônia – vem se destacando pelo bom trabalho com a educação, mesmo em tempos de pandemia e aulas remotas. Nesse processo, conta com o apoio e os recursos tecnológicos oferecidos pela Editora Opet, como as plataformas Google for Education e Inspira, de conteúdos educacionais integrados aos materiais físicos Sefe.

O secretário municipal de Educação de Vilhena, Edson Willian Braga, destaca a qualidade dos materiais didáticos. “A Editora Opet fez a diferença em Vilhena com a Coleção Entrelinhas para Você, que foi aceita pelos professores e pelas  famílias. Os livros trazem um momento rico de aprendizagem para nossas crianças. O material é de qualidade e ainda temos a assessoria técnica da Editora para a equipe da nossa secretaria.”

Nesse processo, segundo ele, a formação pedagógica de implantação da Coleção Entrelinhas para Você foi fundamental. “Os apontamentos feitos durante a formação foram maravilhosos. Nossos professores puderam refletir sobre a sua própria prática docente e isto é muito significativo.”

Tecnologias EducacionaisComo Vilhena ainda apresenta algumas questões em relação à cobertura por internet para a população, as ferramentas digitais educacionais têm sido utilizadas especialmente pelos professores na organização e realização das formações pedagógicas e, também, para o compartilhamento de arquivos – aulas, conteúdos, objetos de conhecimento. Essa organização, porém, associada ao trabalho com os materiais físicos, tem rendido bons frutos em relação à educação das crianças.

Outro ponto que o secretário destaca é a valorização, na proposta do Sefe, de aproximação entre a família e a escola. Algo que ganhou força durante a pandemia, em especial por conta da aproximação física entre as famílias e filhos na hora de aprender. “Com as atividades propostas pela Editora Opet, essa aproximação é ainda maior, o que traz benefícios significativos para comunidade”, avalia o secretário.

Um dos pontos altos do ano, segundo Willian, foi uma live realizada em parceria com a Editora Opet em agosto. Ela reuniu a equipe da secretaria municipal de Educação e, também, autoridades – Yara Viscardi, promotora de Justiça de Vilhena (RO), Vilson Sena de Macedo, secretário de Educação de Espigão do Oeste (RO), presidente da UNDIME-RO e da UNDIME Região Norte do Brasil, Herbert Vasconcelos, secretário de Educação de Sobral (CE) e o próprio secretário Edson Willian Braga – para debater os protocolos de segurança em relação à volta das aulas presenciais.

Esse encontro foi mediado pela gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto, e, segundo o secretário, teve um grande impacto sobre o seu grupo de trabalho. “A live proporcionou uma reflexão única, e os participantes até quiseram que o tempo fosse maior para o debate. As discussões eram e são de suma importância para o momento tão difícil como o que estamos vivendo, quando todos procuram acertar. A participação dos palestrantes trazendo a realidade de outros Estados de outros municípios acalentou o coração dos nossos professores, gestores, supervisores e técnicos da Secretaria.”

Uma parceria única – Na avaliação do representante comercial da Editora Opet para a área pública em Rondônia, Gilberto Muniz Pereira, a parceria com Vilhena é estratégica. “Vilhena é, hoje, um dos municípios mais importantes de Rondônia, tanto em termos econômicos quanto em relação ao índice de desenvolvimento humano, que está diretamente relacionado à educação”, observa. “Nosso trabalho e nossa parceria, em Vilhena, geraram reconhecimento para além dos limites do município. E isso se deve, sem dúvida, a uma parceria de valor, em que temos a contrapartida humana dos gestores, dos professores e do secretário, que desenvolve um trabalho excepcional.”

Escolas: o futuro da educação é híbrido

O processo histórico transforma as sociedades e a realidade. Esse mesmo processo também transforma as escolas, que, por sua vez, colaboram para as mudanças. É um processo circular, dinâmico, movido por necessidades, desafios, erros, acertos e criatividade.

A escola, é claro, mudou muito e em pouco tempo. Se pensarmos que, há pouco mais cem anos, boa parte da população não ia à escola, que a escola pública era para poucos, que não havia universidades no Brasil e que às mulheres era recusado o direito de avançar nos estudos, vemos que houve grandes avanços.

Hoje, em 2021, em meio a uma pandemia, a Escola mudou novamente. Em outros sentidos, por outros motivos, mas mudou. A virtualização do ensino está nas reflexões e na prática diária de educadores, gestores, famílias e estudantes. Alguns mostram uma resistência compreensível, outros aversão e outros, ainda, um encantamento ingênuo. Fato é que esse assunto está na ordem do dia e precisa ser discutido.

Levando em conta que a escola não pode (nem consegue) ser estática em relação à sociedade, acompanhar a revolução digital e utilizar recursos e ferramentas tecnológicas são coisas imprescindíveis. Porém, não basta incluir um novo recurso ou dar aulas online para adaptar o ensino a uma nova estrutura, sistema e abordagem.

Dentro dos seus limites, as aulas virtuais têm conseguido conquistas no processo de ensino-aprendizagem neste momento de distanciamento social. Um processo importante, uma transformação cultural que, com certeza, terá reflexos no futuro. Mas, que não elimina – em hipótese alguma – o valor das aulas presenciais. Não é caso, aliás, de contrapor esses dois universos, mas de perceber como eles vão funcionar juntos, em um modelo híbrido, aproveitando o melhor de cada componente. Essa, com certeza, é uma das novas discussões da educação, que se soma a tantas outras. E nós, com nosso trabalho presencial, virtual e híbrido, estamos participando!

 

Sugestão de leitura:

Paulo Freire e as Novas Tendências na Educação – Judas Tadeu de Campos

https://ken.pucsp.br/curriculum/article/viewFile/3196/2118

Saiu a relação dos trabalhos classificados na primeira etapa do X Prêmio ação Destaque!

A Editora Opet divulgou a relação dos trabalhos inscritos para a primeira etapa da décima edição do Prêmio Ação Destaque. Ao todo, foram feitas 130 inscrições, das quais 113 foram validadas. A Categoria 1, “Educação Infantil – Infantil 1, 2, 3, 4 e 5” (Coleções Primeira Infância, Entrelinhas para você!, Brincar e Pensar, Feito Criança e Cidadania), teve 48 inscrições. A Categoria 2, “Ensino Fundamental – Anos Iniciais – 1º ao 5º Ano” (Coleções Caminhos e Vivências, Cidadania – Ensino Fundamental, Meu Ambiente e Joy!), teve 52 inscritos. E a Categoria 3, “Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio” (Coleções Trilhas, Ensino Fundamental Anos Finais e Meu Ambiente), teve 13 inscrições. Confira a lista no final desta matéria!

Neste ano, a primeira etapa do Prêmio Ação Destaque teve a participação de projetos de redes municipais de São Paulo, Mato Grosso, Rondônia, Paraná e Santa Catarina. Por ordem alfabética, estão representadas as redes municipais de Alto Araguaia (MT), Arroio Trinta (SC), Cabreúva (SP), Cambará (PR), Campina Grande do Sul (PR), Cerejeiras (RO), Cianorte (PR), Cotia (SP), Entre Rios do Oeste (PR), Fortaleza (CE), Ibirá (SP), Ilha Solteira (SP), Irati (PR), Jundiaí do Sul (PR), Mercedes (PR), Paranaguá (PR), Rancho Queimado (SC), Rio Azul (PR), Salto Veloso (SC), Santana de Parnaíba (SP), Treze Tílias (SC) e Vargeão (SC).

Próxima etapa – Agora, explica a gestora pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto, esses trabalhos serão analisados por uma comissão de especialistas, envolvidos na primeira etapa avaliativa do prêmio. “Cada trabalho inscrito será avaliado por duas pessoas, a partir de critérios técnicos definidos no regulamento. Então, acontece a seleção de dez trabalhos por categoria com base no critério de maior nota, fechando uma lista de trinta finalistas.” Em breve, esses finalistas terão seus nomes divulgados pelas redes sociais da Editora Opet.

Os professores e gestores finalistas apresentarão seus trabalhos em formato digital, por meio de um vídeo de até três minutos de duração gravado antecipadamente e que será apresentado na etapa final do Prêmio (durante o VIII Seminário Nacional de Gestores Municipais, evento online), nos dias 20 a 22 de outubro. Os finalistas serão comunicados posteriormente e receberão informações e orientações sobre o momento da sua apresentação.

Vencedores – Os três trabalhos vencedores de cada categoria serão escolhidos por uma comissão julgadora e divulgados no terceiro dia do Seminário. A escolha desses vencedores será feita com base em critérios estabelecidos no regulamento, como, por exemplo, a relação entre o projeto e as propostas dos materiais Sefe e a coerência da apresentação. Os primeiros, segundos e terceiros colocados de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios em dinheiros no valor de R$ 5.000,00 (1º lugar), R$ 3.000,00 (2º lugar) e R$ 2.000,00 (3º lugar).

Expectativa – Para Cliciane Élen, a expectativa em relação aos trabalhos inscritos neste ano é a melhor possível. “O ano de 2020 desafiou os professores e os gestores de todos os segmentos, mas estes profissionais conseguiram se superar para manter a educação viva e funcionando com qualidade. E é isso que nós vamos ver e compartilhar: professores, gestores e suas práticas inovadoras!”, observa.

CONFIRA A LISTA DOS TRABALHOS INSCRITOS:

Categoria 01 – Educação Infantil (48 trabalhos):

Adão José Amorim

Adriane Passos Almeida

Alan Dhionni Ribas Mueler

Ana Paula Lourenço Fernandes Mazoni

Ana Paula Nogueira Moreira Borella

Angelita Lima Tomaz dos Santos

Antonia Evalda de Morais De Souza

Beatriz Rodrigues Oliveira

Claudia Jiane Oliveira Silva

Criciele Levinski

Daiane Paulo da Silva

Devanis Malici da Silva Souza

Ederli Margreiter de Mélo

Everalda Maria Alves da Silva

Gabriela Favarin

Gabrielle Alves de Queiroz

Giselle Rocha Cirino De Almeida

Henrique Maximiano Da Costa

Jhenifer Silveira Rocha

Karen Regina Alves

Karine Alessandra Dos Santos Simba

Kelly Cristini Neuhaus Schmitz

Laís Valenga Stankiewski

Lenir Angelica Tomaz Madaloz

Lúcia Aparecida da Silva Morales

Lucia de Oliveira

Marcela de Lima Carneiro

Márcia Cristina Camargo da Silva

Marcia Jerônimo

Margari Paz Siqueira

Margarida de Bortoli Alves

Maria Antoniete Bruno Furtado

Maria Aparecida Bilovus

Maria Inez Paulo da Silva

Marjure Bernardes da Silva

Michelle Soares Pereira

Mira Carolina dos Santos Zela

Renata Gomes de Holanda Cavalcanti

Renata Manenti

Rosa Ramos da Rocha Oliveira

Rosemeire Oliveira Vaz

Rosimara Rodrigues Ribeiro Borges

Samira Mohamad Sati Aloise

Silvana Bolzon

Tatiana Aparecida Carrão dos Santos

Teresa Maria Barbosa Brandão

Thaiz Silva dos Santos

Walquíria da Silva Bartosiwez

Categoria 02 – Ensino Fundamental Anos Iniciais (52 trabalhos):

Alessandra Xavier de Lima Félix

Ana Cristina Batista da Silva

Ana Paula de Jesus Souza

André dos Santos

Ariana Aparecida dos Santos Rodrigues

Ariane Cristina Xavier

Carolina Rochelli Policarpo Ventura

Cássia Eufrasia da Silva Costa

Cibeli Aparecida de Souza Cordeiro

Cilene Souza da Silva

Cristiane Benovitt Draghetti

Cristiane da Silva Garcia

Cristiane Rigo Goberte

Daiane de Cássia Martins Fazan

Daniella Ferreira de Sousa

Débora Rederd França Vidal

Débora Roberta Ulmer Becker

Eduardo Fidelis de Souza

Erika Sanches Gonzales

Fabio Gonçalves Fernandes

Flávia Rosana Silva de Farias

Francisca da Costa Araújo

Francisca Kelma dos Santos

Geovana Meire Gomes Franco de Albuquerque

Gláucia Burioli dos Santos

Glaucia de Oliveira Targino

Indalice Lacerda Alves Santos

Ingridy Karoliny Silva Andrade

Isaura Silva Xavier Nunes

Ivany Araújo dos Santos Blau

Ivoni Bosa Cossa

José Werley Carvalho Braga

Kelly Cristina Martins Ortiz

Laudicéia Félix da Silva Gomes

Luziana da Silva Lima

Maria Ivanilda da Silva

Marili Moreira Lopes

Marlei Masson Martins

Marlene de Oliveira Souza

Marthina Anderle Frantz

Nilva Fernanda Garcia Momesso de Paula

Rosana Oliveira Rocha

Rosemeire Alves de Souza

Rosicler Joana Ribeiro de Moraes

Sheila Regina Batista Ferreira

Sílvia Maria do Nascimento Borges

Solange Santana dos Anjos

Tatiani Chagas Alberto

Tereza de Freitas Almeida

Valquiria Gonçalves de Lima

Vanessa Rosati Ponzio Silva

Zildene Ferreira dos Santos

Categoria 03 – Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio (13 trabalhos)

Adriana Santos Marques

Adriane Ranieri Valente

Anderson Antonio Ferreira de Almeida

Cibele das Neves Silva de Oliveira

Cristiane Bitencourt da Costa

Elaine Maria Xavier

Janine Carla de Jesus Dos Santos

Luciana Martines do Nascimento

Lucinéia dos Santos Magatti Silva

Mayara Ferreira Mendes

Núbia Rafaela Martins da Silva

Ricardo Manoel da Silva

Sheila Abdala Barreiros

Pandemia e Desigualdade Educacional

Um relatório divulgado pela UNESCO no mês de junho alertou que, devido à pandemia, houve um aumento das desigualdades educacionais no Brasil. Com a impossibilidade de aulas presenciais, o ensino remoto foi a única solução cabível para a maioria das escolas. Porém, uma parte dos estudantes brasileiros não tem acesso aos recursos necessários para assistir e aprender com as aulas online.
Esse é um problema para todos os brasileiros, pois a Educação é assunto de interesse público e de direito comum, seja ela promovida pela rede pública ou privada. É uma prioridade social que deve ser defendida por todos os que acreditam em um futuro melhor construído pelo conhecimento.
Por isso, hoje, falaremos sobre os legados da pandemia para a educação e também sobre boas práticas que todos podemos adotar para diminuir a desigualdade educacional no Brasil.

O que a pandemia nos ensinou sobre o ensino?
E ensino remoto gerou vários desafios, que, muitas vezes, geraram insegurança, frustração e cansaço – o que faz sentido, dado o ineditismo da situação. Porém, essas dificuldades tornam-se aprendizados quando pensamos nas habilidades que precisamos desenvolver para ter um sistema de ensino mais potente e resistente.

A capacidade de adaptabilidade e a autonomia desenvolvida pelos estudantes, certamente, expandirá seus espaços e condições de aprendizado. Além disso, vimos a importância de promover uma educação na qual o estudante é o protagonista de todo o processo e portador do seu projeto de vida, capaz de aprender por desejo e necessidade e não por obrigação.
Percebemos também que a discussão sobre inclusão digital na educação precisa ser aprofundada. O Brasil deve, necessariamente, ser um país mais digital, com maior acesso à internet.

Vimos também, com muita emoção e orgulho, professores fazendo visitas voluntárias às casas de estudantes que não têm acesso ao computador e internet para assistir às aulas. Isso no ensina sobre dedicação e amor à profissão.
Entre anseios e aprendizados, de uma coisa nós não podemos esquecer: a desigualdade educacional é grande e a luta para mudar essa realidade é de todos os cidadãos.

Boas práticas para diminuir a desigualdade educacional.

Algumas práticas de consciência coletiva, responsabilidade social e generosidade são essenciais para combater a desigualdade educacional. Você, como cidadão, pode ajudar seu país a partir do apoio à educação:

  • Estamos próximos de uma eleição municipal. Escolha candidatos que se preocupem em promover e fiscalizar a educação pública. Conheça, também, suas propostas em relação às tecnologias digitais.
  • Procure conhecer e fazer contato com os gestores da escola pública mais próxima da sua casa, ou daquela onde sua filha ou filho estudam. Busque saber como ajudar.
  • Doe livros e materiais escolares para estudantes de baixa renda.
  •  Se você conhece os meios digitais, ofereça-se para orientar professores de mais idade que ainda não conseguiram se adaptar às ferramentas online.
  •  Participe de debates e da fiscalização das políticas públicas para educação.
  •  Seja voluntário ou voluntária em projetos de escolas públicas.
  •  Defenda uma educação de qualidade como direito básico de todos os brasileiros.
  • Seja solidário e consciente em relação às causas e lutas sociais.
  •  Defenda uma educação que aproxima e liberta.

Nós, como instituição advinda de um grupo educacional privado, trazemos este debate porque nossa missão é promover uma educação humana, cidadã, transformadora e inovadora. Para isso, é imprescindível defender o acesso ao ensino por todas as crianças e adolescentes como direito básico e dever da sociedade e do Estado – algo que, aliás, está previsto na Constituição (no Artigo 208). Assim, podemos vislumbrar um futuro melhor para todos!

Como manter o ensino remoto na Educação Infantil?

O ensino remoto, solução que ganhou força neste período de pandemia, é altamente desafiador, recebendo atenção extra de professores e familiares interessados em garantir a qualidade do processo de ensino-aprendizagem. Na Educação Infantil, há questionamentos sobre a necessidade de se manter o ensino remoto e também sobre como é possível ter aulas virtuais com crianças tão pequenas. Neste artigo, falaremos um pouco sobre o papel da Educação Infantil no desenvolvimento da criança e porque é importante que a família esteja engajada nas atividades remotas junto à escola.

 

Mas, afinal de contas, qual o papel da Educação Infantil?

Na Educação Infantil, trabalhamos capacidades essenciais para o desenvolvimento do ser humano. Os primeiros anos de vida são extremamente importantes para o desenvolvimento das habilidades sociais e expressivas. Além disso, as atividades aplicadas na escola têm o intuito de estimular o desenvolvimento cognitivo e intelectual da criança, preparando-a para processos mais profundos de aprendizado, como a alfabetização, por exemplo. A ludicidade, que é importante em vários níveis, mas especialmente na Educação Infantil, é utilizada de forma direcionada e com teor didático para conduzir tudo.

Em suma, é na Educação Infantil que trabalhamos as potencialidades das criança enquanto ser social, intelectual e emocional, valorizando seus conteúdos e apresentando as cores, formas, sons, rostos e gostos do mundo.

 

Como manter as atividades da educação infantil durante o isolamento?

Os professores da Educação Infantil, assim como dos outros níveis, têm trabalhado para que as atividades e conteúdos possam chegar até os estudantes. Obviamente, toda a interação emocional e sensorial que o professor promove na sala de aula presencialmente não acontece da mesma forma no ambiente virtual. Porém, é importante utilizar esses recursos nas aulas remotas para manter o contato entre as crianças e professores, pois a relação pessoal na Educação Infantil é extremamente importante.

A realização das atividades, é claro, acontece de forma diferente. Na maioria das vezes, quem auxilia as crianças na resolução é a família. É comum ver familiares inseguros em relação a essa nova tarefa de orientar os estudantes nas atividades da escola. Porém, essa interação pode ser extremamente valiosa e trabalhar uma aproximação familiar que pode trazer mais autoestima, autoconfiança e resiliência para as crianças, pois elas veem apoio no seu núcleo de convivência.

Por isso, é importante compreender, que nesse contexto de isolamento, é importante rever e adaptar a dinâmica familiar para que os estudantes tenham adultos a quem podem recorrer quando precisarem de algum apoio. E isso vale, sobretudo, para as crianças da educação infantil.

Nós, da Editora Opet, estamos engajados em contribuir para melhorar a experiência de estudantes, educadores e familiares nesse momento difícil. Por isso, desenvolvemos as Sequencias Didáticas, materiais desenvolvidos com uma linguagem clara e objetiva que pode ser utilizado por professores e pais para a realização das atividades escolares. O material de Educação Infantil é super completo, lúdico e interativo, e nossas ferramentas digitais – as plataformas Inspira e Google for Education – são o que existe de mais moderno em educação remota.

Confira o conteúdo no link abaixo e depois nos conte o que achou.

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