Os recursos que fazem da plataforma educacional Opet INspira uma das mais acessíveis do país!

Plataforma alcançou nível de acessibilidade de 91% segundo padrão internacional

Acessibilidade. Eis aí uma das palavras mais importantes da educação e da própria democracia. Afinal, é por meio dela, por meio de leis e de recursos cada vez mais avançados, que as pessoas com deficiência garantem o direito fundamental, constitucional, de aprender. Os números são impressionantes e mostram a urgência de se buscar soluções e caminhos para a inclusão: estimativas oficiais indicam que o país possui 9,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva, 13,2 milhões de pessoas com deficiências motoras, 6,5 milhões de pessoas com alguma deficiência visual (entre cegos, portadores de baixa visão e de visão subnormal) e 8 milhões de daltônicos – e muitos deles são estudantes.

Há vários anos, a Editora Opet trabalha para garantir recursos de acessibilidade em todos os materiais e soluções que desenvolve. Em tempos mais recentes, levou esse conhecimento e esse compromisso às ferramentas educacionais digitais que desenvolve, como a plataforma educacional Opet INspira. E também conta com os recursos de acessibilidade Google Workspace for Education, parceira na educação digital dos nossos mais de 140 mil usuários. Atualmente, 80% dos recursos Google são acessíveis para pessoas com deficiência, e este percentual segue crescendo.

Sempre acessível – “A preocupação com a acessibilidade, no caso da Editora, nasceu muito antes do nosso projeto de uma plataforma digital. E foi integralmente absorvida por ele”, explica Luciano Rocha, coordenador de Tecnologias Educacionais da Editora Opet. Ele lembra que, desde 2015, com a promulgação do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei N° 13.146/2015), a legislação brasileira obriga os sites a garantirem acesso às informações para pessoas com deficiência.

“A lei, por si, já seria suficiente para que pensássemos em termos de garantir acessibilidade sempre. Mas, no nosso caso, há também um compromisso com a educação, que deve chegar a todas as pessoas com a mesma qualidade. Assim, assumimos essa preocupação e estamos tornando o conteúdo da plataforma Opet INspira acessível a pessoas com diferentes tipos de deficiências, sejam elas motoras, auditivas ou visuais.”

A plataforma educacional Opet INspira integra duas das melhores ferramentas disponíveis no mercado brasileiro. “Todo o conteúdo textual da plataforma conta com o Hugo, intérprete em Libras da empresa HandTalk. Com ele, os deficientes auditivos podem ter acesso à tradução português-Libras em tempo real em todas as seções da plataforma”, explica Luciano.

No caso das demais deficiências – motora, baixa visão, daltonismo, dislexia e cegueira -, a plataforma oferece as ferramentas de acessibilidade do plugin UserWay. “A UserWay é, sem dúvida, a ferramenta de acessibilidade mais completa do mundo”, garante. Ela permite que os usuários digitais utilizem recursos que auxiliam a navegação, como voz eletrônica para leitura de textos, aumento do tamanho das fontes, melhoria do contraste, uso de fonte legível para pessoas com dislexia, mapa de navegação por teclado e gestos, entre outras possibilidades. “Esses recursos atendem a ampla maioria das dificuldades de acesso.”

E como funciona a validação de todo esse trabalho? Ela é feita por avaliadores de acessibilidade com base em um padrão internacional chamado WCAG 2.0, que oferece diretrizes extremamente detalhadas, voltadas a tornar conteúdos digitais plenamente acessíveis. “Essas diretrizes norteiam o trabalho de acessibilidade digital em todo o mundo”, explica Luciano.

A boa notícia é que, segundo avaliadores que utilizam o padrão WCAG 2.0, a plataforma educacional Opet INspira alcançou um nível de acessibilidade de 91%. “É um nível muito alto, que se destaca entre as ferramentas digitais disponíveis no mercado brasileiro e até internacional”, avalia. Os 9% faltantes para tornar a plataforma completamente acessível motivam a equipe de TE da Editora a trabalhar incansavelmente, até mesmo porque novos recursos educacionais são constantemente incorporados – inclusive na nova versão da plataforma que será lançada na próxima segunda-feira, dia 12.

Formação para a acessibilidade – Na semana passada, a equipe pedagógica da Editora participou de uma formação com Luciano Rocha para o trabalho com os recursos de acessibilidade da plataforma Opet INspira. Nesse trabalho, foi apresentado o menu de acessibilidade, com informações detalhadas sobre todas as ferramentas.

A gerente pedagógica da Editora, Cliciane Élen Augusto, destaca a importância dos assessores e supervisores na divulgação dos recursos de acessibilidade. “Essa ação com as pessoas também faz parte do processo de acessibilidade, na medida em que nossa equipe vai multiplicar os conhecimentos juntos aos professores parceiros. Eles, por sua vez, vão levá-los aos estudantes com toda a qualidade.”

Cliciane reforça o compromisso da Editora com a acessibilidade. “Nossa missão, como Editora, é trabalhar para oferecer educação para todos. E isso tem impacto não apenas na inclusão digital, mas na inclusão social.” Em outras palavras: na Editora Opet, acessibilidade e inclusão aproximam as pessoas… do conhecimento!

Grandes Coleções Opet: Almanaque do Mestre e o Calendário Interativo ganham edição sobre a Cultura Digital

Nos últimos quarenta anos, desde que os computadores chegaram às casas das pessoas, teve início a chamada “Cultura Digital”. Um movimento que foi acelerado pela popularização da internet e dos smartphones. Essa revolução, é claro, já havia chegado à educação, mas ganhou uma força enorme com a pandemia de Covid-19, que transferiu as aulas para dentro do ambiente digital.

No caso da Editora Opet, que leva serviços educacionais digitais para pelo menos 140 mil pessoas em todo o país – entre estudantes, professores, gestores e famílias –, ela também foi acelerada pela pandemia. Com a plataforma educacional Opet INspira e uma parceria estratégica com a Google Workspace for Education, a Editora promoveu uma verdadeira “operação de guerra” que há mais de um ano garante a continuidade das aulas com conteúdos, contato e qualidade.

Foi exatamente nesse movimento que nasceu a edição do “Calendário Interativo” e do “Almanaque do Mestre” dedicada à Cultura Digital. O “Calendário” e o “Almanaque” são obras especialmente desenvolvidas pela Editora Opet para apoiar o trabalho dos professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental.

O “Almanaque do Mestre” é fruto de muito conhecimento sobre a Cultura Digital.

Na verdade, a ideia da produção nasceu um pouco antes, dentro de um movimento da própria Editora em relação à importância da Cultura Digital. A Cultura Digital, vale observar, é a quinta competência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e está assim definida: “Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.”

Soluções Integradas – Quem conta essa história é a autora do material, Cristina Pereira Chagas. Ela é mestra em Educação e Novas Tecnologias, colaboradora da equipe de Tecnologias Educacionais da Editora e analista de Tecnologia Educacional da plataforma Opet INspira.

“Em junho de 2019, a gerência do departamento editorial da Editora entrou em contato comigo com o convite para produzir as obras. Foi desafiador porque são soluções educacionais integradas”, explica. “O Calendário Interativo faz provocações e convida ao trabalho com as propostas do Almanaque do Mestre, além de uma ‘camada digital’ com conteúdos para a plataforma educacional Opet Inspira. Me senti desafiada, honrada e muito grata pelo convite!”.

Cristina Pereira Chagas, a autora dos materiais, com sua criação.

 

Cristina acredita que a pandemia acelerou um processo que era necessário à educação brasileira: o de desenvolver competências digitais em docentes e estudantes – e de valorizar e promover a Cultura Digital no ambiente escolar. “Ou seja, o Almanaque do Mestre chegou na hora certa”, avalia.

E como funciona? – A “dobradinha” Calendário Interativo/Almanaque do Mestre oferece aos professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental muitas possibilidades de reflexão e, principalmente, de trabalho em sala de aula – digital, presencial ou híbrida.

“São materiais completos”, explica Cristina. “Eles abordam a Cultura Digital, as habilidades socioemocionais, a educação inclusiva, a valorização das mulheres nas ciências e tecnologias, propostas com temáticas como educomunicação, educação midiática, cidadania digital, letramento digital e pensamento computacional. Além de metodologias ativas como a aprendizagem baseada em jogos digitais, gamificação, STEAM – sigla em inglês para Artes, Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática – e aprendizagem criativa.”

O Almanaque aborda os principais temas da Cultura Digital em uma linguagem amigável.

 

Em cada nível de ensino são trabalhados aspectos associados à faixa etária e ao desenvolvimento. “Na Educação Infantil, é possível estimular o pensamento crítico e lógico, a curiosidade e a criatividade, o desenvolvimento motor e a linguagem, propiciando às crianças uma educação inclusiva e integral. E, no Ensino Fundamental, proporcionar aos estudantes, com a mediação docente, a utilização das novas tecnologias de forma ética, crítica, segura e responsável em todos os âmbitos da vida”, explica Cristina.

Trilha de Aprendizagem – Os materiais “conversam” entre si e com a plataforma educacional Opet INspira, onde está uma Trilha de Aprendizagem gamificada – ou seja, lúdica – composta por treze Roteiros de Estudos, sendo um de Apresentação e doze abordando cada temática do Almanaque. “Essa Trilha contém doze vídeos exclusivos que orientam os docentes na utilização do Almanaque e do Calendário e, também, na realização das propostas com as tecnologias digitais.” Lá também estão um webinar, um podcast e materiais diversos com a curadoria da própria Cristina. “É um material complementar riquíssimo, que merece ser conhecido e explorado junto com o Almanaque!”, observa.

Quadrinhos Digitais: uma opção pedagógica para encantar e engajar!

Imagens, textos, roteiro, arte sequencial e histórias envolventes sobre os mais diferentes temas, de super-heróis a temas históricos e literários. Há mais de cem anos, desde que surgiram, as histórias em quadrinhos são um caminho certo para o entretenimento e para uma conexão muito especial com a cultura. Em tempos mais recentes, elas também passaram a fazer parte do arsenal de recursos pedagógicos utilizados por professores em todo o mundo. Em especial, como objeto de leitura e interpretação. Seus limites, porém, não param por aí. Que tal pensar na hipótese de fazer com que professores e alunos produzam suas próprias histórias em quadrinhos? E que tal fazer isso usando recursos digitais, que dinamizam o facilitam o processo?

Pois é exatamente esse o caminho que está sendo seguido pela equipe pedagógica da Editora Opet, que participou recentemente de um curso para a produção de HQs digitais com o professor Marciel Oliveira Rocha, da Nuvem Mestra. A Nuvem Mestra é parceira da Editora Opet na implementação das ferramentas Google Workspace for Education, utilizadas por cerca de 140 mil estudantes e professores que utilizam as coleções Sefe e Opet Soluções Educacionais.

Esse aprendizado, é claro, será replicado nas formações pedagógicas para que professores parceiros de todo o país também possam “mergulhar” no universo criativo e pedagógico das histórias em quadrinhos.

“Nossa equipe de assessores e supervisores está em constante aprendizado, justamente para oferecer esses recursos aos nossos professores parceiros”, explica a gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto. “E fazemos isso com uma antecedência considerável em relação às formações pedagógicas, que é justamente para abranger todas as possibilidades de uso, os níveis mais adequados de aplicação, as dificuldades e as vantagens.” No caso das histórias em quadrinhos digitais, elas entrarão na programação das formações pedagógicas a partir do segundo semestre.

Gênero textual – Os quadrinhos são um gênero textual apontado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) dentro dos objetivos de aprendizagem, práticas de aprendizagem e habilidades nos três níveis de ensino – Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. Cliciane acredita que as HQs são especialmente interessantes para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, etapa que abrange, entre outros conhecimentos, a alfabetização.

Nessa etapa, o diálogo texto-imagem proposto pelos quadrinhos, em especial no formato online, pode ser muito enriquecedor. “Tudo depende da abordagem e da ênfase que se dá aos elementos que envolvem essa forma de comunicação”, observa.

Outro aspecto destacado pela gerente pedagógica da Editora Opet é o fator afetivo que nos conecta aos quadrinhos. “Essas histórias permitem revisitar uma memória afetiva que é tanto dos estudantes quanto dos professores. Afinal, são poucas as pessoas que não tiveram contato – e não se divertiram – com os quadrinhos.”

Ferramentas – E a equipe pedagógica da Editora se divertiu – e aprendeu bastante – com a formação. “É diferente trabalhar com essas ferramentas. É sempre um formato muito lúdico, muito prazeroso”, observa Cliciane. Segundo ela, o trabalho pedagógico envolveu ferramentas e aplicativos gratuitos, que permitem trabalhar de forma descomplicada.

Uma dessas ferramentas é o Pixton, desenvolvido em parceria por instituições como o Departamento de Educação de Nova Iorque, as escolas públicas de Chicago e as universidades de Harvard, Michigan e Stanford. “O acesso é bem fácil e, apesar de o site estar em inglês, ele é muito amigável e pode ser aprendido e utilizado rapidamente”, explica Cliciane.

Exemplos de telas de trabalho do Pixton. Ferramenta foi desenvolvida por universidades e escolas dos Estados Unidos.

Com o Pixton, é possível criar histórias em quadrinhos do zero, selecionando todos os elementos – como personagens e cenários – com muitas possibilidades de edição. “O Pixton é apenas uma entre muitas opções com que vamos trabalhar em nossas formações”, antecipa. E os professores interessados em começar já podem encontrar tutoriais interessantes disponíveis na internet, como o desenvolvido pelo Espaço de Apoio ao Ensino Híbrido da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), em São Paulo – clique aqui e acesse!

Cliciane reforça a necessidade de, neste momento de ensino remoto, conhecer e acessar novas formas de engajamento e encantamento dos estudantes. “Proporcionar boas histórias, por exemplo, é algo importante. E os quadrinhos nos fornecem essa possibilidade de uma forma muito rica por meio das imagens, personagens e enredo. E também da memória afetiva que nos conecta aos quadrinhos.”

“Cartões digitais” aproximam supervisores dos parceiros públicos e privados

Os cartões de visita ou apresentação cumprem um importante papel nas relações profissionais. Esses pequenos retângulos de papelão com dados profissionais essenciais – empresa, nome, cargo, telefone e e-mail – ajudam a estabelecer a primeira comunicação e facilitam contatos futuros.

Em tempo de pandemia e de avanços digitais, porém, os cartões estão mudando para oferecer ainda mais aproximação, mesmo que à distância. A começar pela eliminação do elemento físico, o papelão. Os supervisores regionais da Editora Opet, por exemplo, já estão usando “cartões digitais”, com foco em smartphones e e-mails – esta, aliás, é uma tendência global.

As peças foram especialmente criadas pelo Pedagógico da Editora em parceria com o Marketing. Em formato 100% digital, trazem uma breve apresentação do supervisor em vídeo, assim como seus contatos.

Amigáveis, digitais – “Os supervisores regionais são responsáveis pela primeira instância do atendimento, que precisa ser assertiva e amigável”, explica a coordenadora pedagógica Silneia Chiquetto, que coordenou a produção pelo Pedagógico.

Silneia destaca a excelente receptividade dos cartões digitais. “Nossos parceiros das escolas privadas e das redes municipais estão dando excelentes devolutivas. Eles gostaram do modelo pelo tipo de apresentação – que é ágil e pessoal – e também pela facilidade em termos de compartilhamento, como no Whatsapp, por exemplo”. Essa, aliás, é outra vantagem dos cartões digitais: eles podem ser rapidamente compartilhados com toda a equipe de uma escola ou secretaria municipal de Educação, sem custos e com impacto ambiental zero.

Silneia também destaca a facilidade de edição dos cartões. “A produção envolveu muito trabalho, em especial porque era a primeira vez que estávamos criando algo assim. Mas, com os cartões digitais formatados, fica mais fácil aprimorá-los sempre que for necessário.”

Praticidade digital – A professora Francieli Axman Tavares Duarte é secretária municipal de Educação de Cambará, município situado no chamado “Norte Pioneiro” do Paraná. Segundo ela, o cartão digital trouxe mais dinâmica e mais segurança para o relacionamento. “O cartão digital atende as necessidades do momento. Neste ano, não podemos ter contato presencial com os supervisores da Opet, e a apresentação digital facilitou muito a comunicação com os supervisores”, observa. “É algo que já fica salvo no celular, proporcionando praticidade aos usuários. Outro fator interessante é a possibilidade de reenvio do cartão para equipe pedagógica – muito mais fácil e rápido.”

Confira um dos cartões, da supervisora regional Daiane Veiga:

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Para ir mais longe: Cartões de vista: próprios para a vida na metrópole

Quando surgiu a ideia de se usar cartões de visita ou apresentação? Eles surgiram em meados do século XIX na França, em um momento em que as cidades começavam a se tornar metrópoles, com muitos negócios e, principalmente, um aumento da velocidade nas relações pessoais. Os primeiros cartões – as chamadas “cartes-de-visite”, em francês (foto) – foram inventados por André Adolphe-Eugène Disdéri. Eram, na verdade, cartões fotográficos, pequenas fotografias (10 cm x 6,5 cm) que as pessoas distribuíam aos seus amigos. Desde o início, esses cartões foram um sucesso retumbante!

“Cartes-de-visite” emolduradas. Fonte: Wikipedia.

Com o passar do tempo, porém, as fotografias conquistaram seu espaço próprio e os cartões também ganharam outras características. Mudaram, aliás, de finalidade: já não eram “presentes”, mas canais de comunicação. Neles, as fotos deram lugar a informações mais específicas, como nome, endereço e contatos. E assim eles ficaram por muitas décadas até que, recentemente, começaram a ser substituídos por peças digitais, que podem ser distribuídas e consumidas pelo smartphone – caso dos cartões dos supervisores da Editora Opet.

(Para saber mais, acesse: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2021. Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/termo84/cartao-de-visita)

Google Workspace: as mudanças na plataforma educacional do Google

Há alguns dias, a Google fez alguns anúncios importantes sobre seu pacote de aplicativos voltados à educação. Um deles foi sobre a mudança do nome “Google G Suite for Education” para “Google Workspace for Education”. Portanto, a partir de agora, nossos usuários do Google – professores, estudantes, gestores e famílias que utilizam as ferramentas digitais nas aulas e atividades remotas – passarão a ver a logo e o novo nome (que você confere acima) em suas interações digitais. 

As transformações se devem, em primeiro lugar, ao sucesso da própria plataforma, que viu quadruplicar seu número de usuários em pouco mais de um ano – de cerca de 37,5 milhões para 150 milhões em todo o mundo. Tamanha demanda gerou a necessidade de aperfeiçoamento e oferta de recursos mais avançados.

A Editora Opet é parceira oficial Google desde março do ano passado, oferecendo os serviços da plataforma para todos os seus clientes públicos e privados com apoio da consultoria Nuvem Mestra. “Essa parceria foi muito importante para que pudéssemos assegurar a sequência das aulas em 2020”, explica a gerente pedagógica da Editora, Cliciane Élen Augusto.

“Aprendemos muito e, ao mesmo tempo, conseguimos oferecer os meios e o suporte necessário aos nossos conveniados”, observa. Um movimento que, dentro da Editora, implica a formação e atualização permanente de toda a equipe pedagógica para a maestria no uso das ferramentas.

Hoje, em todo o país, 140 mil pessoas, entre estudantes, professores, gestores e familiares utilizam as ferramentas Google Workspace for Education a partir da parceria com a Editora Opet. Esse número representa cerca de 0,1% do total de usuários em todo o mundo – é muita gente!

No caso da Editora, essas ferramentas estão integradas à plataforma educacional Opet INspira, que oferece milhares de conteúdos educacionais – como jogos, vídeos, simuladores, livros digitais, biblioteca de provas e quizzes – associados às nossas coleções e à proposta de trabalho. Juntas, as duas plataformas são uma poderosa solução educacional digital, perfeita para as aulas remotas e para o ensino híbrido.

Quais são as mudanças? – Além da mudança de nome, o Google Workspace for Education terá mais de 50 novos recursos, que serão lançados nos próximos meses. Segundo os representantes da Google, esses recursos prometem melhorar a dinâmica das aulas virtuais, algo que é interessante em um momento de revalorização das aulas remotas por conta da pandemia.

Eles incluem, por exemplo, a possibilidade de silenciar todos os participantes em uma chamada e encerrá-la para todos os presentes, além de interações com emojis e a transcrição das reuniões. No caso dos emojis, eles poderão ser criados pelos alunos com base em diferentes tons de pele, o que melhora a auto representação e reforça a inclusão digital.

Também estão previstos alguns ajustes, que serão lançados nos próximos meses, para as salas de aula – eles terão caráter de organização e permitirão, por exemplo, restringir as reuniões apenas a alunos e professores em uma turma, com base em uma lista do Google Classroom.

As mudanças também focam em um problema comum no Brasil: a instabilidade ou mesmo a ausência da internet em determinados momentos. Segundo os especialistas da Google, os estudantes poderão começar seus trabalhos off-line, revisar tarefas, abrir anexos do Drive e escrever no Google Docs sem uma conexão com a internet – todas essas ações são sincronizadas assim que a conexão com a internet é estabelecida.

“Esse aprimoramento das ferramentas Google Workspace for Education, somado aos novos recursos, vai contribuir para aprofundar a experiência do ensino por meio de recursos digitais, fortalecendo o trabalho dos professores, melhorando as interações e tornando a aprendizagem mais significativa”, avalia Cliciane. “E isso, com certeza, impacta o processo de ensino-aprendizagem favoravelmente. Nós já estamos nos preparando para dar todo o suporte aos nossos parceiros das escolas públicas e privadas.”

Preparando Professores 5.0: o caminho pedagógico da Editora Opet

Em menos de um ano, a pandemia da Covid-19 desencadeou uma verdadeira revolução na educação. Forçados a encontrar um modo de substituir as aulas presenciais, professores e gestores de escolas públicas e privadas descobriram um caminho nas ferramentas digitais, em novas formas de comunicação e, também, em plataformas de conteúdo – caso da plataforma educacional Opet INspira, da Editora Opet.

Em busca do Professor 5.0: momentos de uma das formações do Projeto de Transformação Digital.

Para ter sucesso, porém, eles precisaram aprender e, principalmente, mudar a própria cultura em relação ao aprendizado. E foi exatamente isso o que aconteceu com a equipe de assessores e supervisores pedagógicos da Editora Opet. Com a diferença de que, como eles são formadores – isto é, participam diretamente da formação pedagógica de milhares de professores em todo o país –, precisaram se antecipar às mudanças. “Foi necessário correr ainda mais rápido. E eles correram!”, brinca a gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto.

Um processo que não foi fácil, mas gerou bons resultados. “Não apenas pudemos atender os nossos parceiros e aprender com eles, com suas dúvidas e conhecimentos, como também conseguimos transformar nossa própria cultura em relação ao aprendizado permanente”, observa. Uma dinâmica que caracteriza o que Cliciane chama de “Professor 5.0”: um profissional capaz de acompanhar os novos processos da educação e, ao mesmo tempo, cultivar valores socioemocionais. E, no caso dos formadores pedagógicos, auxiliar outros professores no mesmo caminho.

Para que essa transformação dentro da Editora fosse possível, porém, foi preciso planejar e agir rápido. “Logo no início da pandemia, em março, paramos, olhamos para o cenário e percebemos onde estávamos. E onde queríamos chegar. A partir daí, junto com os supervisores, lançamos o Projeto de Transformação Digital, que contempla uma série de formações e diálogos que são realizadas desde então”, explica Cliciane. O primeiro passo foi capacitar a equipe para que ela pudesse enxergar como todas as mudanças iriam transformar o futuro. “Não foi fácil, mas eles levantaram voo. E estão voando! Nossa dinâmica é de atualização constante.”

Entre os temas que serão trabalhados nos próximos meses estão “Produção Multimídia: HQs Digitais”, “Educação Midiática” e “Avaliação e aprendizagem significativa: propostas e estratégias”.

As formações acontecem e os conteúdos, devidamente trabalhados e refletidos, chegam aos professores das escolas públicas e privadas de todo o país.  “Temos conseguido trazer esses conteúdos e essa forma de olhar a educação de modo significativo.” Cliciane observa que é preciso ‘começar do começo’, ou seja, auxiliar os docentes no estabelecimento do vínculo digital e socioemocional com os estudantes. Em seguida, trabalhar com os conteúdos, os objetos de conhecimento, as habilidades e as competências, algo que vem acontecendo desde o ano passado.

O melhor dos dois mundos – “O ensino híbrido, que é o modelo que está se instalando e que vai ficar, oferece muitas possibilidades”, avalia. “Mas a mistura, a soma, deve ser do melhor dos dois mundos.”

Cliciane dá como exemplo uma aula que tenha como objeto o arquipélago de Galápagos, que no século 19 inspirou Charles Darwin a formular a Teoria da Evolução das Espécies. “É possível, nesse caso, substituir uma aula expositiva simples por uma imersão digital encantadora, que contemple a viagem até lá, os mapas, as espécies e, até, um tour virtual pelas ilhas. Mas, para isso, o professor deve estar preparado, conhecer as ferramentas e os meios de comunicar. E é isso que buscamos nas nossas formações.”

Formadoras – A professora Dani Pires é assessora pedagógica da Editora Opet e vem participando das formações da equipe.  Ao longo de 2020, ela também trabalhou muitas vezes com professores de escolas públicas e privadas parceiras em formações online.

Receptividade e diálogo online: Dani Pires em uma das formações com professores parceiros.

Dani observa que, no início do trabalho, no primeiro semestre do ano passado, não acreditava que as formações online pudessem aproximar o assessor pedagógico dos professores. “Fui surpreendida porque percebi que sim, que essa conexão acontece, mas de uma maneira diferente. E a receptividade deles é excelente. Os grupos sempre acolhem o assessor com muita alegria e vontade de aprender.” Ela vê uma grande troca de experiências em todo o processo.

“As palavras que eu mais ouvi dos professores foram as de que eles se reinventaram, que se viram como ‘aprendentes’, que precisaram se reinventar, exercer a empatia e sair da zona de conforto em que viviam”, observa. Todas essas reflexões influenciam o momento presente da educação. “Agora, em 2021, os professores conseguem fazer essa retrospectiva e extrair muitas aprendizagens significativas. E isso só acontece porque eles estavam dispostos, abertos ao novo. Apesar do medo do novo e de se sentirem inseguros, buscaram se qualificar.”

Na avaliação de Dani Pires, o maior desafio docente, em tempos de aulas remotas e híbridas, é trabalhar a parte socioemocional das crianças, uma vez que estes aspectos são mais percebidos no contexto presencial. “Mas, os professores estão encontrando recursos e ferramentas para facilitar essa aproximação, e nós como Editora estamos colaborando para isso.”

Transformação digital – Assessora pedagógica da Editora Opet com um trabalho de muitos anos em educação, Karen Dias participa com entusiasmo do Projeto de Transformação Digital. E leva as discussões, aprendizados e avanços para as formações pedagógicas que realiza.

Karen Dias: formações sensibilizam para o ensino digital.

Em relação à importância de transmitir e vivenciar esses conhecimentos ao docentes, ela cita o professor José Moran: “A integração cada vez maior entre sala de aula e ambientes virtuais é fundamental para abrir a escola para o mundo e trazer o mundo para dentro da escola”.

Segundo Karen, as formações são fundamentais na sensibilização dos professores para a necessidade de trazer essa contemporaneidade ao próprio pensar e fazer. “É importante rever conceitos e superar paradigmas que fazem parte de uma cultura escolar muito forte, que norteia o trabalho na escola até hoje.”

Ela observa que, nos encontros pedagógicos, a maioria dos professores concorda com a importância de trabalhar com as novas tecnologias e ferramentas digitais. “Eles sentem a necessidade de ampliar suas competências digitais para ter mais familiaridade e segurança, o que demanda um esforço pessoal e, também, a superação de desafios como o gerenciamento do tempo, a infraestrutura e o acesso à internet”, avalia.

“É importante pensar sobre como os recursos digitais podem contribuir para o ensino remoto ou para o ensino híbrido, em momentos síncronos e assíncronos, possibilitando maior diversificação, interação, engajamento e dinamicidade ao processo de aprendizagem”, analisa.

Karen também destaca que pensar em uma educação contemporânea também requer um pensar em metodologias ativas. “E não apenas em – para citar a pensadora da educação Ana Pennido – ‘digitalizar processos tradicionais de educação, simplesmente substituindo a lousa pela lousa digital, ou o livro pelo livro digital ou mesmo a aula convencional por uma vídeo-aula’”, finaliza.

Rápido, fácil e confiável: cresce a procura pelo E-commerce da Editora Opet

Neste ano, o sistema de E-commerce da Editora Opet já responde por 30% das vendas de materiais didáticos e paradidáticos para os parceiros privados, dentro do selo Opet Soluções Educacionais. “Esse percentual representa um aumento de mais de um terço em relação ao volume de 2020, quando as vendas pelo E-commerce chegaram a 20% do total”, explica o gerente comercial da Editora Opet para o segmento privado, Klinger Mota.

Faz sentido: nos últimos meses, desde o início da pandemia, houve uma aceleração das conexões digitais na educação, e as vendas de materiais seguiram a tendência. “Nós criamos e aprimoramos um sistema de vendas eletrônicas que dá conta desse aumento e que está preparado para vender ainda mais, com a mesma qualidade”, observa Klinger.

Página de entrada do portal de E-commerce da Editora Opet.

Por meio do portal de E-commerce da Editora – loja.editoraopet.com.br –, os estudantes das escolas parceiras da editora Opet podem adquirir os materiais. No caso das escolas, elas decidem quais materiais devem ser vendidos no site e orientam as famílias e os estudantes sobre como é o processo de compra dos materiais. Os alunos e familiares, no ato da matrícula, recebem um código de acesso e o link para o sistema; daí, fazem um cadastro, recebem o login e a senha e podem realizar a compra. Nesse processo, a Editora oferece o suporte necessário para esclarecer quaisquer dúvidas.

E as vendas são feitas dentro da proposta Opet de parceria com os clientes privados. “As condições de pagamento são facilitadas”, explica Klinger. “No cartão de crédito, é possível parcelar os materiais em até 8 vezes sem juros. Se a opção for pela compra à vista, para pagamento no boleto, a Editora oferece um desconto de 3%.”

Sem frete – A Editora também abre a possibilidade de que as compras sejam feitas sem a cobrança do frete. São as chamadas “compras coletivas”, que, normalmente, acontecem em dois momentos, nos meses de dezembro e janeiro. Neste ano, porém, por conta da pandemia, foi aberto um terceiro momento, no início de fevereiro. “As compras coletivas podem ser feitas diretamente pelos alunos ou pelos familiares, mas sempre nos períodos indicados”, observa Klinger. E é justamente o volume de materiais a ser entregue – na verdade, a otimização dos fretes – que possibilita a eliminação da cobrança.

Dobradinha de sucesso – Klinger observa que as vendas pelo sistema de E-commerce não dizem respeito apenas aos materiais impressos. Ao comprar esses materiais, os clientes também recebem, através da coordenação pedagógica da escola, as chaves de validação dos materiais digitais. “Isso faz parte da proposta de ensino da Editora: os materiais físicos e digitais estão conectados. Eles se apoiam e se complementam, auxiliando os estudantes no estudo e os professores no processo de planejamento e desenvolvimento das aulas”, observa.

Comodidade – A professora Danielle Nazareno Santos Bastos Meireles é coordenadora Pedagógica da Educação Infantil ao 3° Ano do Fundamental I do Centro Educacional Gabriela, Salvador (Bahia), parceira da Editora Opet desde 2019.

Danielle Meireles, do Centro Educacional Gabriela.

Segundo ela, o sistema de E-commerce trouxe comodidade para as famílias dos alunos. “Além disso, é de fácil compreensão para quem compra. Isso facilitou bastante o processo de aquisição dos livros didáticos.” Danielle também destaca a segurança nas compras, a organização e a tranquilidade no recebimento dos materiais pela escola.

Funcionalidade – Na avaliação da professora Josineide Maria de Oliveira Silva, gestora do Educandário Nivaldo Silva, de Tamandaré (Pernambuco), o sistema de E-commerce da Editora Opet é funcional e prático.

Josineide Silva, do Educandário Nivaldo Silva.

“As compras estão acontecendo de maneira bem natural e, principalmente, segura. O suporte técnico que a Editora dá às famílias e à escola é rápido e simples, e isso viabiliza a comunicação e a efetivação da compra”, avalia. Para ela, as compras via E-commerce trouxeram um diferencial econômico para a própria escola e as famílias.

Editora inicia a entrega dos portfólios digitais das ações desenvolvidas ao longo de 2020 com os municípios

Todos os anos, a Editora Opet oferece aos municípios parceiros um portfólio com todas as ações desenvolvidas dentro da parceria, como implantações, formações, encontros com familiares e visitas técnicas. É uma forma de documentar e demonstrar o trabalho realizado, auxiliando os gestores municipais em suas prestações de contas. É uma forma, também, de mostrar respeito à educação pública, aos recursos públicos e às comunidades de cada município.

Nos últimos dias, começamos a entregar aos gestores os portfólios com as ações do ano de 2020. Neste ano, porém, os portfólios estão diferentes: ao invés de volumes impressos, eles passam a ser enviados em formato digital – um site da plataforma Google para cada município.

“Os portfólios foram desenvolvidos pelos supervisores regionais, sob o acompanhamento da nossa coordenadora pedagógica, a professora Silneia Chiquetto”, explica a gerente pedagógica da Editora, Cliciane Augusto. “Em cada portfólio, são mostradas todas as ações, em textos, fotos, gráficos e vídeos. É um trabalho cuidadoso, construído a partir da agenda estabelecida com cada município e das demandas extras que também podem surgir.”

O portfólio digital traz uma série de registros de todas as atividades realizadas dentro da parceria com a Editora Opet.

EntregaEntre os municípios que já receberam os portfólios – a entrega simbólica está acontecendo via encontros do Meet, na plataforma Google –, estão Cotia e Santana de Parnaíba, ambos no Estado de São Paulo.

O secretário municipal de Cotia, Luciano Corrêa, destaca o valor estratégico do portfólio digital. Receber um portfólio com um resumo das ações desenvolvidas ao longo de 2020 e com as avaliações dos participantes sobre essas ações é de fundamental importância. Trata-se de um documento que não só registra tudo aquilo que foi realizado, mas que também oferece um indispensável feedback, mensurando a qualidade do caminho percorrido.Segundo ele, o formato digital agiliza e facilita a troca e o compartilhamento das informações constantes no documento, inclusive com os órgãos de fiscalização.

Sobre os resultados apresentados no documento, Luciano Corrêa se disse satisfeito. No ano de 2020, a Opet foi nossa parceira ao longo de todas as ações realizadas. Foi um ano totalmente atípico, porém a empresa se mostrou disponível e atenta às necessidades que o período exigiu. Esperamos que essa parceria se fortaleça cada vez mais. Temos as melhores perspectivas!”.

Para o secretário municipal de Educação de Santana de Parnaíba, Clecius Romagnoli, a transformação do portfólio em uma publicação digital agiliza e facilita o acesso às informações. “A Editora Opet traz uma proposta moderna, de um arquivo íntegro para consulta rápida, e isso é muito bom.” Em 2021, segundo Clecius, a proposta da parceria é avançar ainda mais na tecnologia, na formação de professores para a educação socioemocional e no suporte para que os professores ajudem os estudantes a superar as defasagens de aprendizado decorrentes do período de ensino remoto.

Parceiro da Editora Opet: construa você mesmo seu site ou portfólio digital!

A mesma tecnologia que possibilitou a produção dos portfólios digitais para os municípios parceiros Opet – amigável e com excelentes resultados visuais e de informação – também pode ser usada por professores ou escolas parceiras da Editora Opet.

“Você que é professor e quer criar um site da sua turma, por exemplo, ou o gestor que quer apresentar um portfólio digital, pode fazer isso muito facilmente dentro do conjunto de ferramentas Google oferecidas aos nossos parceiros públicos e privados”, explica Cliciane Augusto. Para isso, basta acessar o site https://sites.google.com/new?tab=r3. O serviço, um dos mais consolidados do Google (ele existe desde 2008), permite aos usuários escolherem layouts e publicar conteúdos rapidamente.

Ensino Privado: as formações pedagógicas e o início do ano letivo

As escolas privadas parceiras Opet estão finalizando seus preparativos para o início do ano letivo de olho em questões como a implantação do ensino híbrido. Com o apoio da Editora Opet, essa preparação está sendo mais tranquila. A começar pelo diálogo com nossos assessores pedagógicos, que apresentam e discutem os usos dos materiais didáticos e das tecnologias digitais, debatem temas práticos da educação e fazem a escuta dos parceiros. Por conta da pandemia, esse trabalho é desenvolvido 100% online, com grande engajamento dos professores e gestores. “Estamos trabalhando a todo vapor”, conta a supervisora regional Daiane Veiga, responsável por responsável pelo contato direto com as escolas e organização dos diversos atendimentos pedagógicos. “Esse trabalho abrange tanto as formações com os parceiros mais antigos quanto a implantação dos materiais nas escolas que estão se associando agora à Editora Opet”, explica.

Entre as escolas privadas que passaram por formações e implantações digitais nos últimos dias, estão parceiras Opet Soluções Educacionais no Amapá, Rondônia, Maranhão, Pará e Pernambuco. Dentro das formações, Daiane destaca o uso das ferramentas digitais. “No ano passado, a equipe aprendeu a trabalhar com as ferramentas e se qualificou, e estamos compartilhando esses conhecimentos com os professores e gestores parceiros.”

SucessoAmeliany Azevedo é mantenedora e diretora pedagógica da Escola Sucesso, uma das mais tradicionais de Macapá, que recentemente fez a primeira formação pedagógica do ano com os assessores da Editora. “Os assessores da Editora são extremamente solícitos”, avalia. “E o atendimento vai além das formações contratuais. Sempre que temos necessidades específicas, a Opet nos atende. E as formações são muito produtivas. Um atendimento online, mas ao vivo, respondendo as nossas questões.”

Tela da formação online com os professores da Escola Sucesso, de Macapá.

Ameliany conta que, neste ano, a escola vai retomar o Ensino Médio, adotando os materiais da Opet Soluções Educacionais para o primeiro ano. Ela destaca, ainda a extensão da parceria. “Temos todo o apoio de que precisávamos, até nos aspectos comerciais. A Editora Opet entende a nossa realidade, as nossas necessidades, e está sempre pronta a acolher e ajudar. É difícil encontrar isso em outras empresas do segmento educacional.”

Parceria significativa – A irmã Elda de Sousa é diretora do Instituto Farina do Brasil em Vargem Grande, no Maranhão, instituição de ensino parceira da Editora há anos. Ela ficou muito satisfeita com a formação pedagógica online realizada nesta semana. “Todos os nossos professores participaram, alguns na escola e outros em casa. E a formação foi maravilhosa”, avalia.

Irmã Elda com parte da equipe de professoras do Instituto Farina durante a formação pedagógica. Foto: Instituto Farina.

Em relação à parceria com a Editora Opet, ela é pragmática. “Somos só gratidão com a Opet. Vocês são muito precisos em atender nossas demandas, em acompanhar e dar suporte ao nosso trabalho. E agora, neste tempo de pandemia, a Editora tem sido uma presença marcante e significativa.” Em 2021, o Instituto Farina vai trabalhar com os ensinos híbrido, remoto e presencial, assumindo todos os protocolos de saúde. “Nesse cenário, a Editora Opet, com certeza, terá um papel importante.”

Excelência – Adriana Fialho é supervisora regional pedagógica da Editora Opet e atende várias escolas parceiras nas regiões Norte e Nordeste. Para ela, as equipes pedagógicas e de gestão estão entusiasmadas para o início do ano letivo. “A expectativa é muito boa, em especial pela excelência do trabalho que a Editora desenvolve e também pela possibilidade de oferta de uma educação mais humana, cidadã e que acompanha as determinações legais em relação ao ensino.”

Adriana observa que os professores e estudantes ficam satisfeitos com o trabalho desenvolvido em parceria com a Opet no ensino remoto. “Eles perceberam que a tecnologia aproxima através da colaboração, da ampliação da criatividade, da curiosidade e das descobertas. Dessa forma, o conhecimento faz sentindo e, por isto, torna-se significativo.”

Parceiros privados Opet prontos para os desafios de 2021

Para as escolas privadas, o ano de 2020 foi tremendamente desafiador. Elas enfrentaram grandes mudanças, a começar pela substituição das aulas presenciais por aulas remotas, o que exigiu preparo dos gestores e dos docentes e, especialmente, uma mudança cultural. Também precisaram ter sensibilidade e habilidade para lidar com questões econômicas associadas, por exemplo, às mensalidades e mesmo à situação de muitas famílias.

O ano letivo de 2021 promete ser igualmente desafiador, mas em termos diferentes. As escolas terão como metas, por exemplo, a implantação do ensino híbrido e a preparação dos ambientes físicos para o retorno das atividades presenciais. Isso, sem perder o engajamento dos estudantes e das famílias e sem reduzir a qualidade da educação. A Editora Opet, que em 2020 deu todo o apoio a seus parceiros privados, está pronta para auxiliar as escolas neste ano.

“Com todas as dificuldades de 2020, as escolas agora têm absoluta certeza de que o ensino híbrido e os materiais digitais vieram para ficar”, avalia Klinger Mota, gerente comercial da Editora Opet para o segmento privado. Ao longo dos últimos meses, os parceiros privados Opet Soluções Educacionais tiveram o apoio das ferramentas digitais Google for Education – fruto de uma parceria com a Editora Opet – e das sequências didáticas e conteúdos multimídia (filmes, jogos, simuladores, bancos de questões, quizzes) da plataforma educacional Opet INspira, desenvolvida por nossos especialistas em educação e tecnologia. Ferramentas que, vale observar, estão em constante aprimoramento.

“Nossas escolas conveniadas estão muito satisfeitas com os recursos que oferecemos. Elas esperam que a Editora Opet continue investindo constantemente em inovações tecnológicas e nós estamos fazendo isso. Não apenas nas atualizações e lançamentos de novos recursos, mas na formação da nossa própria equipe, que está preparada para formar professores e gestores parceiros”, observa Klinger.

“Eu, particularmente, acredito que, daqui para frente, teremos uma substituição cada vez maior do livro impresso por materiais digitais. Nós estamos nos preparando para isso, olhando com muito cuidado para a integração entre os materiais impressos e os recursos digitais. Trazendo ao cenário digital, enfim, a qualidade que oferecemos nas nossas coleções.”

Klinger: Opet recursos digitais, materiais didáticos e proposta pedagógica Opet atraem as escolas.

Questão de valor – Na avaliação de Klinger Mota, a Editora Opet oferece uma das melhores relações custo-benefício do mercado educacional brasileiro. “Além de materiais didáticos, paradidáticos e ferramentas digitais de primeira linha, também oferecemos um serviço de excelência com profissionais extremamente qualificados – professores que conhecem a fundo e que gostam da educação. E tudo isso por um preço justo, abaixo do praticado pelo mercado.”

Humana e cidadã – Instalada em um sítio com 96 mil metros quadrados em Florianópolis, a Escola Magia do Saber tem uma proposta educacional socioconstrutivista, pautada em valores sociais e humanos, no desenvolvimento integral da criança e na experiência com a natureza. “Em nosso trabalho, buscamos ver e conectar a sala de aula e a natureza como caminhos humanizadores, o que torna o aprendizado mais interessante e significativo”, explica a diretora geral Ana Cláudia Ramos. O espaço, reforça, foi inteiramente concebido para vivências, experiências afetivas, encontros, conquistas e descobertas.

Professoras Ana Cláudia Ramos, diretora geral, e Gisele Gonçalves, coordenadora pedagógica da Escola Magia do Saber, de Florianópolis.

Em 2021, a escola escolheu a Editora Opet como parceira na educação. “O diferencial Opet foi possibilitar uma educação humanizada e cidadã, baseada na Base Nacional Comum Curricular e nos princípios que sustentam a proposta pedagógica da Escola Magia do Saber”, explica a coordenadora pedagógica, a professora e doutoranda em Educação Gisele Gonçalves. “Entre eles está a inclusão social, na qual toda criança é capaz de aprender, respeitando suas potencialidades, tempo e individualidades, sendo consideradas sujeito de direitos, como protagonistas de suas vidas e sujeitos partícipes do seu processo formativo.”

A escola retoma as atividades presenciais no próximo dia 18 de fevereiro, observando estritamente os protocolos sanitários e de higiene. “Apostamos na articulação do conhecimento científico, áreas verdes e experiências significativas para uma volta às aulas segura e integrada à natureza”, explica Gisele. “Nossa decisão coletiva em optar exclusivamente pelo retorno presencial se deu, especialmente, pelo fato de que com o contexto da pandemia e o isolamento social, as crianças foram afastadas dos ambientes abertos, do contato com a natureza e do ambiente escolar, o que reforçou que estamos no caminho certo para proporcionar uma proposta educativa de ‘crianças conectadas com a natureza’”.

Proposta da escola contempla o contato com a natureza e as experiências significativas.